Quais são os critérios diagnósticos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

3 respostas
Quais são os critérios diagnósticos do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
 Luana Siqueira
Psicólogo
Jundiaí
O diagnóstico é feito quando aparecem pelo menos cinco critérios, como medo intenso de abandono, relações instáveis, mudanças de humor, vazio, impulsividade e dificuldade em controlar a raiva. É importante não olhar só para esses critérios como rótulos, mas entender esses padrões como comportamentos aprendidos ao longo da vida, que fazem sentido dentro da história da pessoa e cumprem alguma função, como lidar com emoções ou evitar sofrimento.

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Dra. Raquel Saturnina
Psicólogo
Ribeirão das Neves
Os critérios do Transtorno de Personalidade Borderline, segundo o DSM-5, envolvem um padrão persistente de instabilidade nas emoções, relacionamentos e autoimagem. O diagnóstico é feito quando há 5 ou mais dos seguintes:

Medo intenso de abandono (real ou imaginado)
Relacionamentos instáveis e intensos (idealização ↔ desvalorização)
Autoimagem ou senso de identidade instável
Impulsividade em áreas potencialmente prejudiciais (ex: gastos, sexo, substâncias)
Comportamentos ou ameaças suicidas / automutilação
Instabilidade emocional (mudanças de humor intensas)
Sentimento crônico de vazio
Raiva intensa ou dificuldade em controlá-la
Episódios de paranoia transitória ou dissociação sob estresse

O diagnóstico deve ser feito por profissional qualificado, considerando a frequência, intensidade e impacto desses sintomas na vida da pessoa.
O diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline é feito por um profissional de saúde mental qualificado, com base em padrões comportamentais e emocionais observados ao longo do tempo.

Segundo manuais clínicos reconhecidos (como o DSM-5), alguns critérios incluem:

Instabilidade nas relações interpessoais, com mudanças intensas entre idealização e desvalorização.
Dificuldade em manter a própria identidade ou autoimagem consistente.
Impulsividade em áreas potencialmente prejudiciais (como gastos, sexo, abuso de substâncias).
Comportamentos autolesivos ou pensamentos recorrentes de suicídio.
Oscilações emocionais intensas e rápidas, com sentimentos de vazio.
Raiva intensa e dificuldade em controlá-la.
Sentimentos transitórios de desconexão da realidade em situações de estresse.

É importante destacar que nem todos os critérios precisam estar presentes simultaneamente, e o diagnóstico envolve avaliação detalhada do histórico da pessoa, considerando contexto, duração e impacto dos sintomas na vida diária.

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