Quais são os desafios mais comuns após o diagnóstico de uma doença crônica mental ?

3 respostas
Quais são os desafios mais comuns após o diagnóstico de uma doença crônica mental ?
Dra. Mariana Ozório
Psicólogo, Psicanalista
Belo Horizonte
Após o diagnóstico de uma doença crônica mental são diversos os desafios que podem ser enfrentados pelo paciente. É importante ressaltar que, nem todos os pacientes vivenciarão esses desafios e nem da mesma forma, pois cada sujeito é único, seja nos desafios enfrentados, seja na forma de lidar com eles.
Dentre esses desafios, podemos citar: a relação com a aceitação versus negação do diagnóstico, estigma social (seja pelo olhar externo das pessoas, seja pelo próprio paciente que pode passar a ver-se apenas a partir do olhar da doença), desafio na adesão ao tratamento (seja por resistência, dificuldade em seguir orientações médicas ou até questões financeiras) e impactos na autoestima e autoimagem.
Bem, esses são alguns dos desafios e, para enfrentá-los a psicoterapia se mostra uma ferramenta importante no processo, de forma a promover e fortalecer a autoestima, bem como, ajudar o paciente enxergar-se para além da doença. Se você ou alguém que você conhece está passando por esses desafios, encorajo que busque auxílio terapêutico!
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Primeiramente a aceitação do próprio paciente já é um desafio, depois buscar e acatar o tratamento necessário, além disso, acredito que um dos maiores é a compreensão das pessoas ao redor, o acolhimento, pois não se trata de uma escolha, é uma doença, mas na maioria das vezes é de difícil compreensão para quem nunca passou por algo parecido, e é fundamental esse apoio.
Dr. Leonardo Mello
Psicólogo, Psicanalista
Rio de Janeiro
Após o diagnóstico de uma doença mental crônica, os desafios mais comuns incluem lidar com o impacto emocional do rótulo, como medo, negação ou tristeza, compreender o que a condição realmente significa, adaptar a rotina ao tratamento contínuo, enfrentar possíveis efeitos colaterais de medicação, lidar com estigma e incompreensão de outras pessoas e aceitar limites reais sem perder a sensação de identidade e valor pessoal; no dia a dia, isso pode gerar insegurança sobre o futuro, dificuldades no trabalho e nos relacionamentos e cansaço emocional, tornando fundamental ter informação clara, apoio consistente e acompanhamento profissional para transformar o diagnóstico em um ponto de cuidado e não em uma sentença.

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