Quais são os Sintomas de hiposensibilidade (hiposensibilidade) no Transtorno de Personalidade Border
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Quais são os Sintomas de hiposensibilidade (hiposensibilidade) no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
ola, No Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), a hipersensibilidade se manifesta principalmente como uma sensibilidade exagerada a abandono ou rejeição, tanto real quanto percebida, levando a reações emocionais intensas e impulsivas. Pessoas com TPB podem sentir pânico, raiva ou tristeza profunda diante de situações cotidianas que poderiam ser percebidas como normais por outros. Essa hipersensibilidade se reflete em relacionamentos instáveis, com oscilações rápidas entre idealização e desvalorização do outro, e em mudanças bruscas na percepção de si mesmo e da própria identidade
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Sintomas de hiposensibilidade no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)
A hiposensibilidade, no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), refere-se a uma diminuição na percepção ou resposta a estímulos sensoriais, emocionais ou corporais. Embora o TPB seja frequentemente associado à hipersensibilidade, algumas pessoas apresentam momentos ou padrões de funcionamento em que ocorre o oposto — uma espécie de “entorpecimento” físico e afetivo.
Entre os sintomas mais comuns estão:
• Redução da percepção da dor física ou tolerância incomumente alta a desconfortos corporais
• Dificuldade em reconhecer sinais do próprio corpo, como fome, sede ou cansaço
• Respostas emocionais atenuadas ou sensação de “não sentir nada” diante de situações que antes geravam intensidade afetiva
• Distanciamento ou desligamento durante interações, como se estivesse emocionalmente ausente
• Demora para reagir a estímulos sonoros, táteis ou visuais que normalmente provocariam atenção imediata
• Busca de estímulos mais intensos (emocionais ou físicos) para “sentir algo”, o que pode levar a comportamentos de risco ou autolesão
Na perspectiva psicanalítica, a hiposensibilidade no TPB pode ser entendida como uma defesa contra o excesso afetivo: quando a intensidade emocional se torna insuportável, o psiquismo reduz temporariamente a percepção como forma de autoproteção. Embora isso alivie a sobrecarga, também enfraquece o contato com a própria experiência e dificulta a simbolização.
O trabalho clínico visa ajudar o paciente a reconhecer esses momentos, compreender o que os antecede e desenvolver recursos para retomar o contato com as sensações e emoções de forma gradual e segura, transformando o “entorpecimento” em presença consciente.
A hiposensibilidade, no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), refere-se a uma diminuição na percepção ou resposta a estímulos sensoriais, emocionais ou corporais. Embora o TPB seja frequentemente associado à hipersensibilidade, algumas pessoas apresentam momentos ou padrões de funcionamento em que ocorre o oposto — uma espécie de “entorpecimento” físico e afetivo.
Entre os sintomas mais comuns estão:
• Redução da percepção da dor física ou tolerância incomumente alta a desconfortos corporais
• Dificuldade em reconhecer sinais do próprio corpo, como fome, sede ou cansaço
• Respostas emocionais atenuadas ou sensação de “não sentir nada” diante de situações que antes geravam intensidade afetiva
• Distanciamento ou desligamento durante interações, como se estivesse emocionalmente ausente
• Demora para reagir a estímulos sonoros, táteis ou visuais que normalmente provocariam atenção imediata
• Busca de estímulos mais intensos (emocionais ou físicos) para “sentir algo”, o que pode levar a comportamentos de risco ou autolesão
Na perspectiva psicanalítica, a hiposensibilidade no TPB pode ser entendida como uma defesa contra o excesso afetivo: quando a intensidade emocional se torna insuportável, o psiquismo reduz temporariamente a percepção como forma de autoproteção. Embora isso alivie a sobrecarga, também enfraquece o contato com a própria experiência e dificulta a simbolização.
O trabalho clínico visa ajudar o paciente a reconhecer esses momentos, compreender o que os antecede e desenvolver recursos para retomar o contato com as sensações e emoções de forma gradual e segura, transformando o “entorpecimento” em presença consciente.
Olá, tudo bem?
Quando falamos de hiposensibilidade no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, estamos nos referindo a momentos em que a pessoa percebe uma redução ou um “apagamento” das sensações físicas ou emocionais. Diferente da hipersensibilidade, em que tudo parece intenso demais, na hiposensibilidade pode surgir a sensação de vazio, anestesia emocional ou dificuldade de sentir o próprio corpo e as próprias emoções com clareza.
Algumas pessoas descrevem isso como se estivessem meio “desligadas”, distantes de si mesmas ou do ambiente ao redor. Podem aparecer experiências como sensação de entorpecimento emocional, dificuldade de identificar o que estão sentindo, sensação de vazio interno persistente ou até momentos de despersonalização e desrealização, em que a pessoa sente como se estivesse observando a própria vida de fora. Em certos casos, essa diminuição da percepção emocional pode levar a comportamentos impulsivos na tentativa de “sentir algo novamente”.
Do ponto de vista psicológico, esse fenômeno costuma estar relacionado a mecanismos de proteção do sistema emocional. Quando emoções se tornam muito intensas ou difíceis de processar, o cérebro às vezes reage reduzindo temporariamente a percepção emocional para diminuir o sofrimento. A neurociência sugere que, nesses momentos, alguns sistemas ligados ao processamento emocional podem entrar em um estado de desacoplamento, gerando essa sensação de vazio ou distanciamento.
Vale a pena observar algumas coisas sobre a própria experiência: esses momentos de vazio ou anestesia emocional aparecem depois de situações emocionalmente intensas? Você percebe dificuldade de identificar o que está sentindo em certos momentos do dia? Quando essa sensação surge, ela vem acompanhada de impulsos para fazer algo que traga sensação imediata ou intensidade emocional?
Essas experiências podem ser compreendidas com bastante cuidado dentro do processo psicoterapêutico. Em muitos casos, o trabalho terapêutico ajuda a desenvolver maior consciência emocional e estratégias mais seguras para lidar tanto com momentos de intensidade quanto com períodos de entorpecimento emocional.
Caso precise, estou à disposição.
Quando falamos de hiposensibilidade no contexto do Transtorno de Personalidade Borderline, estamos nos referindo a momentos em que a pessoa percebe uma redução ou um “apagamento” das sensações físicas ou emocionais. Diferente da hipersensibilidade, em que tudo parece intenso demais, na hiposensibilidade pode surgir a sensação de vazio, anestesia emocional ou dificuldade de sentir o próprio corpo e as próprias emoções com clareza.
Algumas pessoas descrevem isso como se estivessem meio “desligadas”, distantes de si mesmas ou do ambiente ao redor. Podem aparecer experiências como sensação de entorpecimento emocional, dificuldade de identificar o que estão sentindo, sensação de vazio interno persistente ou até momentos de despersonalização e desrealização, em que a pessoa sente como se estivesse observando a própria vida de fora. Em certos casos, essa diminuição da percepção emocional pode levar a comportamentos impulsivos na tentativa de “sentir algo novamente”.
Do ponto de vista psicológico, esse fenômeno costuma estar relacionado a mecanismos de proteção do sistema emocional. Quando emoções se tornam muito intensas ou difíceis de processar, o cérebro às vezes reage reduzindo temporariamente a percepção emocional para diminuir o sofrimento. A neurociência sugere que, nesses momentos, alguns sistemas ligados ao processamento emocional podem entrar em um estado de desacoplamento, gerando essa sensação de vazio ou distanciamento.
Vale a pena observar algumas coisas sobre a própria experiência: esses momentos de vazio ou anestesia emocional aparecem depois de situações emocionalmente intensas? Você percebe dificuldade de identificar o que está sentindo em certos momentos do dia? Quando essa sensação surge, ela vem acompanhada de impulsos para fazer algo que traga sensação imediata ou intensidade emocional?
Essas experiências podem ser compreendidas com bastante cuidado dentro do processo psicoterapêutico. Em muitos casos, o trabalho terapêutico ajuda a desenvolver maior consciência emocional e estratégias mais seguras para lidar tanto com momentos de intensidade quanto com períodos de entorpecimento emocional.
Caso precise, estou à disposição.
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