Quais são os sintomas do medo existencial? .
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Quais são os sintomas do medo existencial? .
Olá. Tudo bem?
O medo existencial traz uma necessidade de compreensão e é profundamente compreensível que você esteja buscando entender os sinais dessa inquietação que sente.
Muitas vezes ele chega, num viés da perspectiva junguiana, não é apenas um sintoma a ser eliminado, mas uma voz da nossa psique tentando nos conduzir a lugares mais profundos de nós mesmos. Raramente se apresenta com um único nome e se veste com várias roupagens, confundindo se com outros sentimentos.
"Para que tudo isso?" "O que te move para isso?", "Quem eu sou realmente por trás de todas as máscaras que uso?", "O que eu estou evitando na minha própria escuridão?". Tais perguntas são exemplos de como essa sensação persistente de que a vida, o trabalho e os relacionamentos estão em falta de sentido e sem uma ancoragem existencial que os sustente.
O que surge muito nesses momentos, são desinteresse pelo mundo exterior, as coisas que antes traziam alegria perdem o colorido e, em concomitância, há uma desconexão com as nossas vivências do mundo interno, como se tivessem se divorciado. Há uma sensação de que você é feito de partes que não conversam. Jung diria que é a falta de contato com o Self, nosso centro organizador e ordenador da psique.
Estes não são sinais de que você está quebrado, mas sim, são como uma luz de advertência que indicam que algo profundo está pedindo para ser ouvido, que uma parte sua está clamando por atenção e integração. O medo existencial é, em sua essência, o chamado da alma por uma vida mais autêntica, mais alinhada com quem você é de verdade, no seu cerne, numa convocação para uma jornada (a do herói), onde você é desafiado a deixar para trás velhas certezas, enfrentar suas sombras e retornar com o "tesouro", o seu próprio Self realizado.
Se essas são vivências que estão te convocando, saiba que é um território fértil para o trabalho terapêutico, numa exploração corajosa, com muita compaixão de si mesmo.
Estou aqui para caminhar ao seu lado nessa exploração, se assim desejar, num convite que faço desde já para vivenciar estas experiências num ambiente terapêutico de confiança, segurança e evolução.
Fique à vontade para entrar em contato pela minha página pessoal ou via site Doctoralia.
Estou no aguardo e fique bem!
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Oi, tudo bem? Quando alguém fala em “medo existencial”, geralmente está descrevendo algo que não se limita a um sintoma específico, mas a um conjunto de sensações que aparecem quando a mente toca em temas mais profundos, como finitude, sentido, escolhas ou a sensação de estar vivendo algo maior do que consegue nomear. Não é uma categoria clínica, então vale apenas tomar cuidado com explicações muito rígidas ou listas fechadas, porque cada pessoa vive isso de um jeito.
Muitas vezes esse medo se manifesta como um aperto difuso, uma inquietação que não tem foco claro, uma mistura de ansiedade com a sensação de estar distante de si mesmo. Alguns descrevem como se o corpo estivesse atento demais, como se o cérebro interpretasse uma simples reflexão como se fosse algo ameaçador. Outras vezes aparecem episódios de ruminação, insônia leve ou aquela sensação de “e se…?” que insiste em voltar. O interessante é que o medo existencial também pode surgir em momentos de mudança ou em situações em que algo importante está pedindo para ser visto.
Talvez valha observar como isso tem acontecido em você. Em quais momentos essas sensações aparecem? Quando esse medo surge, ele vem mais com pensamentos ou com sensações corporais? Você sente que está tentando evitar algo que te faz pensar sobre o rumo da sua vida? E o que exatamente parece ganhar força dentro de você quando essa angústia aparece? Essas perguntas podem ajudar a dar contorno ao que hoje talvez pareça nebuloso.
Se perceber que esse movimento tem se repetido e está impactando seu bem-estar, conversar sobre isso em terapia costuma abrir caminhos que antes pareciam fechados, de forma segura e respeitosa. Caso precise, estou à disposição.
Muitas vezes esse medo se manifesta como um aperto difuso, uma inquietação que não tem foco claro, uma mistura de ansiedade com a sensação de estar distante de si mesmo. Alguns descrevem como se o corpo estivesse atento demais, como se o cérebro interpretasse uma simples reflexão como se fosse algo ameaçador. Outras vezes aparecem episódios de ruminação, insônia leve ou aquela sensação de “e se…?” que insiste em voltar. O interessante é que o medo existencial também pode surgir em momentos de mudança ou em situações em que algo importante está pedindo para ser visto.
Talvez valha observar como isso tem acontecido em você. Em quais momentos essas sensações aparecem? Quando esse medo surge, ele vem mais com pensamentos ou com sensações corporais? Você sente que está tentando evitar algo que te faz pensar sobre o rumo da sua vida? E o que exatamente parece ganhar força dentro de você quando essa angústia aparece? Essas perguntas podem ajudar a dar contorno ao que hoje talvez pareça nebuloso.
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