Qual a ligação entre Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e lembranças negativas do passado?
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Qual a ligação entre Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e lembranças negativas do passado?
A ruminação funciona como uma tentativa de prevenir dor futura (“se eu entender tudo, não sofro de novo”), mas acaba mantendo o sofrimento. Em TPB, a ruminação está associada à dificuldade de tolerar emoções intensas e à busca por controle emocional através do pensamento.
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A ligação entre Transtorno de Personalidade Borderline e lembranças negativas do passado está no fato de que muitas experiências precoces de abandono, rejeição ou instabilidade afetiva não foram plenamente elaboradas ou simbolizadas. Essas experiências permanecem como marcas emocionais vivas que retornam no presente sempre que algo as remete, fazendo com que o passado seja sentido como se ainda estivesse acontecendo. Isso intensifica emoções como raiva, medo de abandono ou angústia, dificultando a regulação emocional e a resolução de conflitos atuais. A psicoterapia permite dar nome a essas lembranças, integrá-las à narrativa da vida e reduzir seu impacto avassalador no presente.
Olá, tudo bem?
A ligação entre Transtorno de Personalidade Borderline e lembranças negativas do passado costuma estar relacionada à forma como experiências emocionais marcantes foram registradas e integradas ao longo da vida. Muitas pessoas com esse diagnóstico tiveram vivências de rejeição, instabilidade ou invalidação que deixaram marcas profundas na construção da identidade e na forma de se relacionar.
Essas lembranças não são apenas recordações cognitivas; elas carregam uma carga emocional intensa. Quando algo no presente se parece minimamente com o que foi vivido antes, o sistema emocional reage como se estivesse diante da mesma ameaça. É como se o passado fosse ativado dentro do presente, principalmente em temas ligados a abandono, crítica ou perda de vínculo.
Além disso, essas memórias muitas vezes se conectam a crenças centrais sobre si mesmo, como “não sou importante”, “vou ser deixado” ou “não posso confiar”. Cada nova experiência negativa pode reforçar esse roteiro interno. Isso ajuda a explicar por que certas reações parecem maiores do que a situação atual justificaria.
Talvez valha se perguntar: quais experiências do passado ainda parecem abertas emocionalmente? Quando você reage de forma intensa hoje, essa reação parece ter ecos de algo mais antigo? O que exatamente nessas lembranças ainda dói? Essas reflexões ajudam a diferenciar passado de presente e a reorganizar essas narrativas internas.
Com um trabalho terapêutico estruturado, é possível integrar essas memórias de forma mais equilibrada, diminuindo seu impacto nas relações atuais. Caso precise, estou à disposição.
A ligação entre Transtorno de Personalidade Borderline e lembranças negativas do passado costuma estar relacionada à forma como experiências emocionais marcantes foram registradas e integradas ao longo da vida. Muitas pessoas com esse diagnóstico tiveram vivências de rejeição, instabilidade ou invalidação que deixaram marcas profundas na construção da identidade e na forma de se relacionar.
Essas lembranças não são apenas recordações cognitivas; elas carregam uma carga emocional intensa. Quando algo no presente se parece minimamente com o que foi vivido antes, o sistema emocional reage como se estivesse diante da mesma ameaça. É como se o passado fosse ativado dentro do presente, principalmente em temas ligados a abandono, crítica ou perda de vínculo.
Além disso, essas memórias muitas vezes se conectam a crenças centrais sobre si mesmo, como “não sou importante”, “vou ser deixado” ou “não posso confiar”. Cada nova experiência negativa pode reforçar esse roteiro interno. Isso ajuda a explicar por que certas reações parecem maiores do que a situação atual justificaria.
Talvez valha se perguntar: quais experiências do passado ainda parecem abertas emocionalmente? Quando você reage de forma intensa hoje, essa reação parece ter ecos de algo mais antigo? O que exatamente nessas lembranças ainda dói? Essas reflexões ajudam a diferenciar passado de presente e a reorganizar essas narrativas internas.
Com um trabalho terapêutico estruturado, é possível integrar essas memórias de forma mais equilibrada, diminuindo seu impacto nas relações atuais. Caso precise, estou à disposição.
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