O que fazer se uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) me ameaçar após o término
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O que fazer se uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) me ameaçar após o término da amizade?
Oi, tudo bem? Imagino o quanto essa situação pode ser angustiante. Quando alguém com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) reage com ameaças após o término de uma amizade, geralmente isso está ligado a um desespero emocional genuíno, não a um desejo real de causar mal. A dor do abandono, nesse contexto, costuma ser sentida de forma intensa, quase insuportável — e o comportamento acaba sendo uma tentativa desesperada de evitar essa perda, mesmo que de maneira disfuncional.
Ainda assim, é importante lembrar: compreender o sofrimento do outro não significa aceitar situações que coloquem sua segurança ou bem-estar em risco. Se as ameaças forem verbais, busque não entrar em embates ou discussões. Quanto mais você tentar explicar ou se justificar nesse momento, maior a chance de a pessoa interpretar o contato como esperança de reconciliação. O ideal é manter uma postura firme, empática, mas contida — deixando claro que não há espaço para esse tipo de interação e, se necessário, interrompendo a comunicação.
Em alguns casos, especialmente se houver risco concreto de agressão ou autolesão por parte do outro, pode ser fundamental acionar familiares, pessoas próximas ou até mesmo buscar apoio profissional e jurídico. Isso não é falta de empatia — é cuidado responsável. O sofrimento psíquico intenso não justifica comportamentos que ultrapassam limites éticos ou de segurança.
Talvez valha refletir: o que em você se sente culpado por colocar esse limite? E por que parece tão difícil reconhecer que preservar-se também é um ato de respeito pela dor do outro? Às vezes, a compaixão madura é justamente aquela que sabe quando se afastar.
Se houver risco imediato de violência ou de autolesão, procure ajuda profissional ou as autoridades locais. Em contextos assim, a segurança sempre vem em primeiro lugar. Caso precise, estou à disposição.
Ainda assim, é importante lembrar: compreender o sofrimento do outro não significa aceitar situações que coloquem sua segurança ou bem-estar em risco. Se as ameaças forem verbais, busque não entrar em embates ou discussões. Quanto mais você tentar explicar ou se justificar nesse momento, maior a chance de a pessoa interpretar o contato como esperança de reconciliação. O ideal é manter uma postura firme, empática, mas contida — deixando claro que não há espaço para esse tipo de interação e, se necessário, interrompendo a comunicação.
Em alguns casos, especialmente se houver risco concreto de agressão ou autolesão por parte do outro, pode ser fundamental acionar familiares, pessoas próximas ou até mesmo buscar apoio profissional e jurídico. Isso não é falta de empatia — é cuidado responsável. O sofrimento psíquico intenso não justifica comportamentos que ultrapassam limites éticos ou de segurança.
Talvez valha refletir: o que em você se sente culpado por colocar esse limite? E por que parece tão difícil reconhecer que preservar-se também é um ato de respeito pela dor do outro? Às vezes, a compaixão madura é justamente aquela que sabe quando se afastar.
Se houver risco imediato de violência ou de autolesão, procure ajuda profissional ou as autoridades locais. Em contextos assim, a segurança sempre vem em primeiro lugar. Caso precise, estou à disposição.
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Olá!
Situações de ameaça após o término de uma amizade podem gerar medo, culpa e muita confusão emocional, especialmente quando envolvem alguém com Transtorno de Personalidade Borderline. É importante saber que, nesses casos, a pessoa geralmente está tomada por uma dor intensa de abandono e reage de forma impulsiva, tentando recuperar o vínculo a qualquer custo.
Mesmo compreendendo o sofrimento do outro, isso não significa que tu deva tolerar comportamentos que ultrapassam teus limites de respeito e segurança. Ameaças, chantagens ou tentativas de controle nunca devem ser normalizadas.
Não tenta “acalmar” sozinho quem está em crise. Se as ameaças persistirem ou te fizerem sentir inseguro(a), busca apoio de pessoas de confiança e, se necessário, orientação profissional ou jurídica. Em alguns casos, é preciso envolver familiares da pessoa ou recorrer a serviços de emergência.
Ter empatia não significa se colocar em risco!!!
Situações de ameaça após o término de uma amizade podem gerar medo, culpa e muita confusão emocional, especialmente quando envolvem alguém com Transtorno de Personalidade Borderline. É importante saber que, nesses casos, a pessoa geralmente está tomada por uma dor intensa de abandono e reage de forma impulsiva, tentando recuperar o vínculo a qualquer custo.
Mesmo compreendendo o sofrimento do outro, isso não significa que tu deva tolerar comportamentos que ultrapassam teus limites de respeito e segurança. Ameaças, chantagens ou tentativas de controle nunca devem ser normalizadas.
Não tenta “acalmar” sozinho quem está em crise. Se as ameaças persistirem ou te fizerem sentir inseguro(a), busca apoio de pessoas de confiança e, se necessário, orientação profissional ou jurídica. Em alguns casos, é preciso envolver familiares da pessoa ou recorrer a serviços de emergência.
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