: Qual é o papel dos limites em um relacionamento com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Bor
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: Qual é o papel dos limites em um relacionamento com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?
Limites firmes, claros e coerentes, ajudam a pessoa com TPB a se organizar.
Limites previsíveis acalmam a ansiedade.
Para que sejam eficazes, os limites precisam ser mantidos com coerência ao longo do tempo.
Para se manter um relacionamento saudável, é essencial estabelecer esses limites, comunicá-los de forma clara e respeitosa e mantê-los independentemente da reação e testes que a pessoa com TPB tentará fazer.
Limites previsíveis acalmam a ansiedade.
Para que sejam eficazes, os limites precisam ser mantidos com coerência ao longo do tempo.
Para se manter um relacionamento saudável, é essencial estabelecer esses limites, comunicá-los de forma clara e respeitosa e mantê-los independentemente da reação e testes que a pessoa com TPB tentará fazer.
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Os limites em um relacionamento com alguém que tem Transtorno de Personalidade Borderline são fundamentais para proteger a relação e o bem-estar de ambos. Eles funcionam como um espaço seguro que permite à pessoa com TPB experimentar afeto e proximidade sem que a relação se torne caótica ou destrutiva. Estabelecer limites claros ajuda a reduzir mal-entendidos, controlar reações impulsivas e evitar que o medo de abandono ou a instabilidade emocional domine o vínculo. Ao mesmo tempo, os limites não devem ser rígidos ou punitivos; precisam ser comunicados de forma empática e consistente, mostrando cuidado e respeito, mas preservando a própria integridade. Quando aplicados com consciência, os limites transformam a relação em um espaço mais estável, permitindo que o afeto se expresse de forma saudável e duradoura.
Os limites em um relacionamento com uma pessoa com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) são fundamentais para proteger o vínculo, não para afastar. Eles oferecem previsibilidade, segurança e organização emocional, ajudando a reduzir o medo de abandono e a intensidade das reações. Limites claros, coerentes e sustentáveis evitam dinâmicas de fusão, desgaste e ambivalência, além de favorecer a responsabilização afetiva de ambos. Quando colocados com firmeza e cuidado — sem punição ou ameaça — os limites funcionam como um contorno que torna a relação mais estável, possível e menos reativa.
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