Qual o papel da família e amigos no apoio a quem está lidando com luto e Transtorno Obsessivo-Compul

2 respostas
Qual o papel da família e amigos no apoio a quem está lidando com luto e Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?
 Juliana Patrícia Arnhold
Psicólogo
Santo Antônio Da Patrulha
Cada pessoa sente e vive à sua maneira, e não há um “jeito certo” de atravessar esse momento. Nesse processo, a presença da família e dos amigos pode ser essencial. Ouvir com o coração aberto, sem julgamentos, permitindo que o outro fale da dor, das lembranças ou até dos silêncios… no seu tempo, do seu jeito.
Evitar pressa é um gesto de cuidado. Frases prontas como “foi melhor assim” ou “você precisa ser forte” podem acabar silenciando sentimentos legítimos. Em vez disso, estar ali, ajudando nas tarefas do dia a dia ou simplesmente oferecendo companhia, pode ser muito mais valioso do que parece.
É importante lembrar que situações de luto podem intensificar sintomas do TOC. Por isso, observar mudanças de comportamento, aumento de rituais ou o isolamento pode ajudar a perceber quando é hora de buscar apoio.
O acolhimento nesse momento deve considerar tanto a dor da perda quanto o sofrimento causado pelo transtorno. Uma escuta ativa, afetuosa e uma presença segura fazem toda a diferença. E contar com um profissional pode tornar esse processo menos solitária e mais possível.
Você não precisa passar por tudo isso sozinho(a).
Com carinho,
Psicóloga Juliana Patrícia Arnhold

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Olá. Independente de qual o Transtorno que esteja presente, em momentos de luto é importante que família e amigos estejam presentes, com interesse real e compromissado com a pessoa que sofre. No início do luto o foco é sobreviver.
Primeiro tenham clareza que é necessário vivenciar o luto, ele muda tudo, e se faz necessário tempo para essa reorganização pessoal acontecer. Há nesse período uma mistura de muitos sentimentos, que oscilam em bons e maus momentos.
Então se você é familiar ou amigo apenas esteja junto e pergunte o que a pessoa precisa, esteja ali disponível, mas não seja exigente. Não queira que o outro faça o que você acha que é certo,, cada um tem sua forma e tempo de viver e sentir o luto.
Cristina Parisi - Psicóloga CRP 20/3393

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