Qual o papel da vítima de bullying sob a ótica da logoterapia?
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Qual o papel da vítima de bullying sob a ótica da logoterapia?
Sob a ótica da Logoterapia, a vítima de bullying é vista como alguém que, apesar do sofrimento, mantém a liberdade de escolher sua atitude diante da dor. O papel central está em reencontrar sentido na experiência, transformando o sofrimento em aprendizado e fortalecimento pessoal.
A terapia busca ajudá-la a reconstruir sua autoestima, resgatar valores e perceber que o valor da própria vida não depende da aprovação alheia. Assim, a vítima deixa de ser definida pelo que lhe aconteceu e passa a se definir pelas escolhas que faz a partir disso.
A terapia busca ajudá-la a reconstruir sua autoestima, resgatar valores e perceber que o valor da própria vida não depende da aprovação alheia. Assim, a vítima deixa de ser definida pelo que lhe aconteceu e passa a se definir pelas escolhas que faz a partir disso.
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Oi, tudo bem? Essa é uma pergunta delicada e muito importante. Antes de qualquer coisa, vale ajustar um ponto técnico com bastante cuidado. A logoterapia não atribui “papéis” morais ou responsabilidades à vítima de bullying. Ser vítima não é um papel escolhido nem criado pela pessoa, e seria antiético sugerir isso. A logoterapia olha para o sentido que cada experiência pode ganhar na história de alguém, mas jamais coloca sobre a vítima qualquer ideia de culpa ou função no que sofreu.
Quando pensamos pelo olhar logoterapêutico, a questão central passa a ser como a pessoa pode reconstruir significado depois de uma experiência que machuca tão profundamente. Em vez de focar no fato em si, o processo busca compreender como esse sofrimento impactou a identidade, a visão de mundo e as escolhas internas. O que essa dor ativou dentro de você? Em que momentos percebe que ainda carrega marcas desse período? E quando olha para si hoje, o que sente que sua história está tentando te mostrar sobre quem você deseja ser daqui pra frente?
É muito comum que o bullying gere rupturas na autoestima e no senso de pertencimento. Na logoterapia, o trabalho tende a caminhar para recuperar a liberdade interna de responder à vida apesar do trauma, quase como se o cérebro, depois de tanta hostilidade, precisasse reaprender a confiar na própria voz. O que dentro de você ainda tenta se proteger dessa época? E que forma de cuidado ou significado você sente que nunca pôde dar a si naquele momento?
Essas conversas costumam ganhar profundidade quando feitas com tempo e acolhimento, permitindo que a experiência deixe de ser uma ferida aberta e se transforme numa parte compreendida da sua trajetória. Quando sentir que é o momento certo, a terapia pode ser um espaço seguro para esse processo. Caso precise, estou à disposição.
Quando pensamos pelo olhar logoterapêutico, a questão central passa a ser como a pessoa pode reconstruir significado depois de uma experiência que machuca tão profundamente. Em vez de focar no fato em si, o processo busca compreender como esse sofrimento impactou a identidade, a visão de mundo e as escolhas internas. O que essa dor ativou dentro de você? Em que momentos percebe que ainda carrega marcas desse período? E quando olha para si hoje, o que sente que sua história está tentando te mostrar sobre quem você deseja ser daqui pra frente?
É muito comum que o bullying gere rupturas na autoestima e no senso de pertencimento. Na logoterapia, o trabalho tende a caminhar para recuperar a liberdade interna de responder à vida apesar do trauma, quase como se o cérebro, depois de tanta hostilidade, precisasse reaprender a confiar na própria voz. O que dentro de você ainda tenta se proteger dessa época? E que forma de cuidado ou significado você sente que nunca pôde dar a si naquele momento?
Essas conversas costumam ganhar profundidade quando feitas com tempo e acolhimento, permitindo que a experiência deixe de ser uma ferida aberta e se transforme numa parte compreendida da sua trajetória. Quando sentir que é o momento certo, a terapia pode ser um espaço seguro para esse processo. Caso precise, estou à disposição.
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