Tenho 29 anos e sempre tive minha vida sexual ativa. Logo que mudei minha rotina para trabalhar por
Tenho 29 anos e sempre tive minha vida sexual ativa. Logo que mudei minha rotina para trabalhar por conta, comecei a sentir menos vontade de sexo e dificuldades com relações sexuais. Parei com medicações que achava que tinha relação com o problema e tbm consultei um médico para as avaliações. Físico e hormonal estão ok dentro dos padrões, comecei tratamento com vitaminas E mais ainda não tenho mais desejo sexual. Isso tem volta ?
8 respostas
Olá! É muito importante você ter buscado ajuda e feito uma avaliação médica completa. Quando alterações no desejo sexual acontecem após mudanças na rotina, como começar a trabalhar por conta própria, é comum que fatores emocionais e contextuais estejam envolvidos: como estresse, cobranças internas, insegurança financeira ou isolamento social… Mesmo que os exames físicos e hormonais estejam dentro da normalidade, o desejo sexual também depende do estado psicológico, das relações afetivas e da percepção de si. Isso pode melhorar sim com um acompanhamento psicológico focado na sua história, rotina e experiências subjetivas. Um processo psicoterapêutico pode ajudar a entender o que está por trás dessa mudança e a construir um novo caminho para uma sexualidade mais integrada e prazerosa. Fico à disposição se quiser conversar melhor sobre isso.
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Sim, tem como regastar o desejo com terapia sexual! O desejo sexual é multifatorial, ou seja, é influenciado por muitos fatores que vão além da parte física. Por isso, mesmo com hormônios e vitaminas em dia, é possível que o desejo esteja diminuido por outras razões. Nesse caso, o baixo desejo pode ser consequência da mudança da rotina e cabe entender o que a mudança de contexto pode ter acarretado para sua diminuição (ex: estresse e sobrecarga de trabalho, cansaço, mudança na dinâmica da relação com a parceria, questões de autoestima, o lugar do prazer nesse novo cenário, entre outros). Identificando as causas, é possível traçar estratégias para lidar com elas e recuperar o desejo com terapia sexual, que têm uma abordagem aprofundada sobre sexualidade e técnicas específicas para aumentar o desejo sexual. Caso queira conversar mais, é só agendar um horário, será um prazer ajudar. Abraço!
Olá, tudo bem? Sim, isso tem volta. Como os exames físicos e hormonais estão normais, é provável que a queda na libido esteja ligada a mudanças emocionais, isolamento ou estresse silencioso após a mudança de rotina. Trabalhar por conta pode trazer cansaço mental, solidão ou perda de estrutura, tudo isso afeta o desejo. Uma terapia sexual pode te ajudar a entender essa transição e reconstruir sua conexão com o corpo e com o sexo. Caso precise, estou à disposição.
Ola, a vida autonoma tem um estresse adicional, que muito provavelmente está impactando na experiencia sexual. Acho que vale buscar ajuda terapeutica no sentido de se habilitar emocionamente para esse momento diferente de vida
Tem sim, mas é necessário passar em consulta para entender todo o contexto que você está vivendo e como resolver essa questão.
Tem volta, sim! O que aconteceu, muito provavelmente, é que seu corpo e seu organismo estão se acostumando com uma rotina nova, você está sob mais estresse por ter começado uma atividade nova... nossa libido é influenciada por vários, vários fatores à nossa volta. Se foi algo pontual, com otempo as coisas se reajeitam. Se persistir será interessante agendar uma Consulta para entendermos melhor o que mais esta acontecendo e como podemos reajustar a sua rotina e você se sinta melhor
Sim, isso pode ter volta. O desejo sexual não depende apenas de fatores físicos e hormonais. Mesmo quando os exames estão normais, aspectos emocionais, psicológicos e o próprio estilo de vida têm um impacto muito grande na libido. Você relata que essa mudança começou justamente quando sua rotina mudou e o trabalho passou a exigir mais de você. Estresse, preocupação constante, pressão, excesso de responsabilidades e cansaço mental podem diminuir bastante o desejo sexual. Nós não somos reservatórios de energia ilimitada. Muitas vezes, toda a disposição psíquica e física acaba sendo direcionada para sustentar o trabalho, resolver problemas e dar conta da rotina, e sobra pouca energia disponível para o prazer, o descanso e a sexualidade. Quando entramos em um funcionamento mais focado em produtividade e desempenho, o corpo tende a permanecer em estado de alerta e tensão, o que dificulta o relaxamento necessário para o desejo aparecer de forma espontânea. É importante considerar qualidade do sono, nível de estresse, tempo de descanso, prazer fora do trabalho, conexão emocional, ansiedade e até a forma como você vem se relacionando consigo mesmo. A terapia pode ajudar bastante nesse processo, justamente para compreender como sua rotina, emoções e forma de lidar com as exigências da vida estão impactando sua sexualidade, além de auxiliar na reconexão com o prazer e com seu próprio corpo, sem transformar o desejo em mais uma cobrança.
Sim, na grande maioria dos casos há possibilidade de melhora, especialmente quando a causa é identificada. Embora muitas pessoas associem a libido apenas aos hormônios, o desejo sexual é influenciado por diversos fatores. Mudanças importantes na rotina profissional, aumento da responsabilidade, estresse crônico, ansiedade, sobrecarga mental, qualidade do sono e preocupações financeiras podem reduzir significativamente o interesse sexual, mesmo quando todos os exames estão normais. Além disso, o desejo não depende apenas da biologia. A qualidade do relacionamento, a forma como você se percebe, a presença de preocupações constantes e até padrões de funcionamento sexual aprendidos ao longo da vida também influenciam essa experiência. Em alguns casos, hábitos masturbatórios muito específicos, consumo frequente de pornografia ou um estado de hipervigilância — quando a pessoa permanece excessivamente atenta ao próprio desempenho ou às preocupações do dia a dia — também podem dificultar o surgimento do desejo e da excitação. Uma avaliação em saúde sexual pode ajudar a compreender quais fatores estão predominando e direcionar um tratamento mais adequado. Em muitos casos, abordagens que incluem educação sexual, terapia, técnicas de mindfulness, desenvolvimento da propriocepção corporal e mudanças no estilo de vida apresentam resultados bastante positivos.
Todo o conteúdo, em particular perguntas e respostas, é de caráter informativo e em nenhum caso pode substituir um diagnóstico médico.
