Tenho algum problema de hipersexualidade, tem dias que transo mais de 3x no dia e ainda tenho vontad

21 respostas
Tenho algum problema de hipersexualidade, tem dias que transo mais de 3x no dia e ainda tenho vontade, não consumo pornografia e o grande problema é que a esposa reclamou que isso a incomoda, infelizmente eu sou fiel e não consigo trair ela, mas já pensei. Acredito que isso está atrapalhando nosso relacionamento, trabalho em home office e ela também. No mínimo por dia tenho vontade várias vezes. Tenho 35 anos e ela 31, casados a 17 anos e 1 filho. Gostaria de saber se existe alguma medicação que diminua a líbido. Quando não tenho relações com ela me sinto frustado e ansioso. E isso também impacta na minha vida pois enquanto estou com essa " necessidade" minha vida vida parece lenta desmotivada e sem graça!
Olá, como vai?
Interessante a sua autoavaliação sobre a compulsão do comportamento sexual e os prejuízos que ele acarreta na sua vida. Há vários medicamentos que diminuem a libido, porém eles são indicados por psiquiatras para casos de adoecimento mental. Sugiro você procurar por um psicólogo para te ajudar a compreender a razão dessa necessidade de tantas transas e o que elas significam para você.
Fico à disposição para te ajudar!

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Você descreve uma intensidade frequente do desejo sexual, associada à frustração, ansiedade e uma sensação de esvaziamento existencial quando não há satisfação imediata. Em Gestalt-terapia, esse tipo de vivência é compreendido como um ciclo de necessidade interrompido — ou seja, uma necessidade emerge (desejo sexual), mas sua resolução não ocorre de forma plena ou integrada, gerando tensão, sofrimento e repetição.

É importante destacar que a queixa central não é apenas sobre o desejo em si, mas sobre como ele afeta a relação conjugal e sua sensação de bem-estar pessoal. O desejo sexual se torna, neste caso, uma tentativa de preencher vazios emocionais ou estados de insatisfação mais amplos. A Gestalt convida a olhar para o “campo” da experiência — isto é, o conjunto de fatores internos (emoções, crenças, histórias pessoais) e externos (dinâmica com a parceira, rotina de home office, pressões familiares) que estão sustentando essa vivência.

A repetição constante da busca por sexo, mesmo após múltiplas relações no mesmo dia, pode indicar uma desconexão emocional com outras áreas do self, como o lazer, a criatividade, a expressão afetiva e a autorrealização. Em vez de se julgar ou rotular, a proposta da Gestalt é entrar em contato com o que esse desejo está tentando comunicar:

Que carência está por trás desse impulso?

Quais aspectos do seu ser estão sendo deixados de lado?

Que outras formas de contato e expressão poderiam estar sendo negligenciadas?

Você também menciona a frustração de sua esposa. Na Gestalt, a relação com o outro é um espelho importante. É fundamental olhar para como está se dando o “ajuste criativo” entre você e ela: será que a sexualidade tem ocupado o lugar de outras formas de intimidade no relacionamento? Como vocês têm se conectado fora do sexo — no afeto, na escuta, nos interesses mútuos? Medicamentos podem ser indicados em alguns casos, mas só devem ser usados com acompanhamento médico, pois não resolvem a origem do problema.

A psicoterapia é fundamental para ajudar você a compreender melhor esses impulsos, integrar suas emoções e melhorar sua relação, buscando equilíbrio e bem-estar tanto pessoal quanto conjugal.
 Germaniely Lima
Psicólogo, Psicanalista
São Paulo
Olá, Eu li seu relato e senti falta de algumas informações importantes. Você disse que está casado há 17 anos . Só agora você passou a sentir desejo de transar mais ou sempre foi assim ? Como era essa relação durante todos esses anos ? Não é simples te dá uma resposta direta sem entender melhor sua história de vida e todos esses fatores . O ideal é que inicie um processo terapêutico para poder pensar em alguma saida . Me coloco a disposição.
Dra. Lorena Vidotti
Psicólogo
Betim
Bom dia!
Recomendo que você busque ajuda psicológica e também agende uma consulta com um endocrinologista para avaliar seus níveis hormonais. Isso pode ser essencial para entender melhor o que está influenciando seus impulsos, além de ajudar a identificar se há algum distúrbio neurológico e/ou fisiológico envolvido.
Cuidar da sua saúde integral é um passo importante para ter mais equilíbrio e bem-estar no dia a dia.

Olá! É difícil dizer que é um problema, pois para isso, seria preciso conhecer melhor sobre você e sua história. Algumas medicações podem ter como efeitos colaterais a diminuição da libido, mas antes de apostar nisso, seria interessante falar mais sobre a sua vontade sexual e o que está associado a isso. A terapia pode ser um espaço para falar sobre. Fico à disposição caso queira!
 Rhuan  Aguilar
Psicólogo, Sexólogo
São Bernardo do Campo
Oi, tudo bem? Obrigado por compartilhar isso.

O que você descreve pode ir além de apenas desejo alto, parece ser algo mais impulsivo ou até compulsivo, especialmente pelo impacto emocional e na relação com sua esposa.

Você mencionou que fica frustrado e ansioso quando não tem sexo, e isso pode indicar que o sexo está funcionando como uma forma de alívio emocional. Isso é comum, mas pode gerar desgaste tanto pra você quanto pra ela.

Sobre medicação:
Sim, existe medicação que pode ajudar a reduzir a libido e controlar impulsos sexuais. As mais usadas são a fluoxetina ou paroxetina. Em casos mais graves, pode-se considerar antiandrogênicos, mas isso é mais raro e precisa de avaliação cuidadosa.
Procure um psicólogo ou sexólogo para entender melhor seu padrão de desejo e emoção.
Incentive uma terapia de casal — ajuda a melhorar a comunicação e reconstruir a intimidade.
Com apoio profissional, é possível encontrar um equilíbrio entre desejo, saúde emocional e vínculo afetivo.

Se quiser, posso te ajudar a montar um plano inicial ou até sugerir como conversar com sua esposa de forma mais leve.

Grande abraço.

Ei...
- Interessante a sua pergunta. No seu caso precisamos entender como foram suas primeiras experiências sexuais para conseguirmos compreender os motivos que te levam a essa fixação. Reduzir a libido pode ser um caminho também, mas tu vais precisar de mudar o pensamento. Você tem 37 anos, um trabalho sério com disciplina e determinação pode levar de 3 a 5 anos.
- Ainda assim recomendo que procure grupos de apoio para viciados em sexo. Mesmo não tendo o uso de pornografia, a questão do sofrimento e disso estar atrapalhando sua vida em diversos aspectos, inclusive tirando o brilho dela pode ser um sinal.
- Caso queira nos mandar mais detalhes e perguntas, ficarei feliz em responder.
Abraços
Além do desejo sexual, existem situações em que a busca por sexo tem uma relação muito forte com necessidades emocionais, como, por exemplo, ser uma forma de aliviar sentimentos incômodos, que nos trazem sofrimento, mas isso não é uma regra. Como essa situação pode ter origens diferentes, é necessário conhecer mais profundamente o que está acontecendo, assim um psicólogo, com quem você se sinta bem e tenha confiança, pode te ajudar a entender e elaborar as necessidades.
 Rute Rodrigues
Psicólogo, Psicanalista
Porto Alegre
Olá. Não se usa medicação específica para baixar libido. Alguns medicamentos tem como efeito colateral tal situação. Mesmo assim , vale avaliar com psiquiatra a existência de outros sintomas em saúde mental para ver se há indicação para iniciar uma medicação e também ver quais fatores estão intervindo nesta situação. Também terapia pode ajudar a regular seus impulsos sexuais e averiguar se a sexualidade está compulsiva por ser uma forma de aliviar tensão. Busque atividade má que dispensem energia e acalmem a mente.
 Filipe Ermel
Psicanalista, Psicólogo
Londrina
Há sim medicações que podem ajuda-lo, mas seria fundamental buscar compreender o sentido psíquico da atividade sexual acentuada, certamente está desempenhando alguma função compensatória para a organização psíquica geral.
Obrigado por compartilhar com tanta honestidade. Dá para perceber o quanto essa experiência tem te causado sofrimento e conflitos — tanto internos quanto na relação com sua esposa. A intensidade do desejo sexual, quando começa a afetar o bem-estar e os vínculos, realmente merece ser olhada com cuidado.

Será que essa frequência de desejo sexual tem sido, de fato, uma necessidade física? Ou poderia também estar ligada a outras formas de busca — por presença, por alívio de tensões, por controle, por sentido? O que você sente quando esse desejo aparece e não é correspondido? E como é para você viver esse intervalo entre a vontade e a frustração? Às vezes, o desejo muito intenso pode estar menos relacionado ao sexo em si, e mais à tentativa de preencher um vazio, calar uma angústia, ou compensar uma sensação de desânimo com a vida — como você mesmo mencionou.

É compreensível pensar em saídas imediatas, como o uso de medicamentos, mas talvez antes disso seja importante entender mais profundamente o que está por trás dessa vivência. A psicoterapia pode ser um espaço valioso para explorar isso com calma, sem julgamentos, entendendo o que essa “necessidade” comunica. Não se trata de reprimir algo natural, mas de investigar com honestidade o que essa intensidade pode estar revelando sobre você e sobre seu modo de se relacionar consigo mesmo e com os outros. Você já pensou em buscar esse tipo de apoio?
 Vaurilene Barros
Psicólogo
Águas Claras
Olá! Primeiramente é importante pontuar o quanto você foi especifico em compartilhar uma dúvida com tanta clareza, embora seja algo tão intimo e difícil para algumas pessoas.

O que você descreveu, pode ser sim um quadro de hipersexualidade. Porém, antes de qualquer diagnóstico, é importante e essencial que você passe por uma avaliação clínica cuidadosa, pois a sexualidade é influenciada por diversos fatores (emocionais, relacionais, sociais e até mesmo contextuais como o home office, que pode intensificar alguns comportamentos)

Lembrando que o sexo também pode estar sendo utilizado afim de amenizar emoções desconfortáveis, o que é comum, mas precisa de atenção. A questão central aqui não é apenas a frequência sexual, mas o impacto disso na sua qualidade de vida.

Recomendo fortemente que você busque um suporte psicológico e médico, para buscar compreender o que a sexualidade tem desempenhado na sua vida, qual o papel dela. Espero que você consiga estabelecer o equilíbrio.
Dr. Eduardo Galindo
Psicólogo, Sexólogo
Cuiabá
Bom dia!

Que bonito ver a sua integridade e responsabilidade para manter o seu relacionamento de 17 anos e perceber como permanece forte o desejo sexual por sua companheira.
A libido é uma energia muito poderosa que pode ser utilizada para outras finalidades que não sejam só sexuais. É normal ter esse desejo, mas é essencial entender que o relacionamento vai muito além do que o sexo. Penso que é importante que o casal construa outras formas para manifestar o cuidado, o carinho e afeto, caso contrário a relação se torna pobre e monótona. Vocês têm uma rotina em torno da casa, sair e explorar outras atividades é fundamental para que a libido seja satisfeita de outras formas. O sexo no casal tem algumas funções de fortalecer os laços de intimidade e de expressar carinho e afeto, mas no seu caso parece que a quantidade é pouca.

Um outro ponto é não patologizar o seu desejo sexual, mas desenvolver uma forma saudável de lidar com o seu desejo. Por isso, seria importante fazer exames e ter o parecer de um médico, praticar atividades físicas e culturais e sair do “confinamento” de casa.

Fiquei muito contente por responder a sua pergunta e estou à sua disposição para qualquer dúvida.
Olá! Tente observar o que leva a ter a vontade, se há algum gatilho para isso... é muito comum estar em uma situação que cause ansiedade e a mente busca uma forma de aliviar, recorrendo ao sexo, o prazer imediato. Observe se isso está acontecendo.
É válido se consultar com um urologista e um endocrinologista pra avaliar questões hormonais. Caso esteja tudo bem com teu organismo, é válido procurar fazer atividades físicas pra descarregar energia e também terapia. Sexo é bom, mas é importante perceber que tudo em excesso denota um desequilíbrio. O que faz com que a vida só tenha graça depois de um prazer imediato concreto? O que esconde essa necessidade de sempre estar sentindo prazer? O que você não está querendo acessar, ou sentir, ou até encarar? Sexo em excesso sem causa orgânica também pode denotar uma fuga.
 Luiza Lopes
Psicólogo
Florianópolis

A primeira coisa importante é reconhecer que o desejo sexual, por si só, não é um problema — ele é uma potência de vida. Mas quando esse desejo passa a gerar sofrimento para você e para quem está ao seu lado, vale a pena olhar com mais atenção. Não necessariamente como uma doença, mas como um sinal de que algo está pedindo passagem, talvez algo mais profundo da sua história emocional, das suas dinâmicas internas ou da relação de vocês dois.
Na esquizoanálise, entendemos que o desejo não se reduz apenas ao sexual: ele é o motor da vida, é o que nos move em todas as direções — criar, imaginar, transformar, produzir. Quando esse fluxo está represado ou canalizado para uma única via (neste caso, o sexo), pode ser um indicativo de que outras áreas da sua vida estão pedindo mais espaço para se manifestar.
Você menciona que, quando não há relação sexual, sente frustração, ansiedade, desmotivação. Isso é importante. Pode ser que a sexualidade esteja funcionando como uma forma de compensar vazios, tensões, angústias ou frustrações de outras ordens (emocionais, existenciais, profissionais, relacionais). Não que isso seja errado — pelo contrário, o corpo busca saída onde pode. Mas talvez seja o momento de ampliar esse campo de expressão.

Sobre medicação: existem sim remédios que diminuem a libido, mas não são a primeira indicação terapêutica. Muitos deles causam efeitos colaterais significativos e só devem ser usados sob orientação psiquiátrica, em casos muito específicos. Além disso, tratar apenas o sintoma pode silenciar algo importante que você está tentando comunicar com o seu corpo e com seu desejo.
O que pode ajudar é um acompanhamento psicoterapêutico que te ajude a investigar com profundidade esse excesso de desejo, sem julgamentos. Um espaço onde você possa compreender melhor de onde vem essa necessidade tão intensa, o que ela tenta preencher, e o que está em jogo na sua relação conjugal — inclusive no ponto em que o desejo do outro (sua esposa) se encontra ou se desencontra com o seu.
Seu incômodo é legítimo. Buscar ajuda já é um passo de cuidado com você e com quem você ama.
Se desejar, fico à disposição para conversar mais sobre isso em acompanhamento.
Olá! A sexualidade tem uma força enorme — e nem sempre se reduz a um simples impulso fisiológico. Quando ela se torna algo difícil de interromper ou de satisfazer, é possível que esteja dizendo algo que ainda não foi ouvido. Você mencionou frustração, ansiedade, e até a sensação de que sua vida fica “sem graça” quando não há relação sexual. Pode ser que essa experiência da repetição também apareça em outras áreas, ainda que de forma menos evidente. Às vezes, o caminho não está em silenciar o desejo, mas em escutá-lo. A análise é um espaço possível para isso.
A sua dúvida é muito válida e, mais do que isso, corajosa. Falar sobre sexualidade, especialmente quando ela começa a gerar sofrimento ou conflitos no relacionamento, exige autoconhecimento e abertura — e você já deu o primeiro passo ao buscar ajuda.

O que você descreve pode estar relacionado a um quadro de compulsão sexual ou hipersexualidade, mas é fundamental entender isso com mais profundidade antes de qualquer diagnóstico ou encaminhamento. Quando o desejo sexual está associado à frustração constante, ansiedade, perda de interesse por outras áreas da vida e impacto direto na convivência com a parceira, é sinal de que esse aspecto precisa ser cuidado com seriedade e acolhimento.

Sim, existem medicações que atuam sobre o desejo sexual, mas elas só devem ser consideradas após uma avaliação detalhada feita por um médico psiquiatra. A automedicação ou o uso sem acompanhamento pode trazer riscos importantes.

Na psicoterapia, trabalhamos as causas emocionais e comportamentais por trás desse padrão: ansiedade, carência afetiva, crenças sobre sexualidade, mecanismos de compensação emocional, entre outros fatores. Também é possível trabalhar o impacto que isso está causando na sua relação e ajudar você e sua esposa a reconstruírem esse vínculo com mais diálogo, equilíbrio e respeito aos limites de ambos.

Se quiser iniciar esse processo com acompanhamento profissional, estou à disposição. A sexualidade faz parte da vida, mas não precisa dominar sua rotina ou causar sofrimento. Existe caminho para viver isso de forma mais leve e saudável.
Procure um psicólogo.
Boa tarde,

Você tem a possibilidade de fazer um acompanhamento psicológico para lidar com esse aspecto e outros da sua vida. É possivel que sua "hipersexualidade" esteja ligada com outras emoções e questões que não são diretamente relacionadas a libido, e ela seja a ponta de iceberg de sensações.
Um processo com um profissional da psicologia pode te dar um espaço pra compreender mais sobre como você se sente, o que pensa e formas de investigar seus desejos, atitudes e lidar com elas com ajuda apropriada. É desafiador, exige paciencia mas pode tornar as coisas menos angustiantes pra ti.

Patricia de Jesus Oliveira
Psicóloga SP
 Helio Martins
Psicólogo
São Bernardo do Campo
Olá, tudo bem? Antes de qualquer coisa, quero te dizer que a forma direta, honesta e sem rodeios com que você trouxe essa questão já mostra uma coragem importante — especialmente quando o tema é cercado por tabus e julgamentos. E você tem razão em olhar com atenção para o impacto que esse impulso tem causado na sua vida e no seu relacionamento.

O que você descreve pode, sim, estar relacionado a um quadro de hipersexualidade, mas é importante entender que não se trata apenas da quantidade de relações sexuais ou da frequência de desejo. A questão central está na forma como essa necessidade toma o controle da sua rotina emocional, interfere nas suas relações e parece sequestrar seu estado de motivação e prazer em outras áreas da vida. É como se a sexualidade estivesse sendo usada como uma via reguladora para outros vazios, angústias ou frustrações — e aí, mesmo quando o desejo é saciado, a sensação de “vida sem graça” continua pairando.

Do ponto de vista da neurociência, esse tipo de compulsão está ligado a circuitos de recompensa no cérebro, especialmente aqueles mediados pela dopamina. Quando algo — como o sexo — se torna uma das únicas fontes de alívio ou prazer percebido, o cérebro reforça esse caminho repetidamente, o que pode gerar dependência comportamental. Isso não significa que você “não tem controle”, mas sim que o seu cérebro pode estar buscando, de forma automática, uma descarga que talvez esteja cobrindo outras dores ainda não verbalizadas.

Algumas perguntas podem te ajudar a explorar isso com mais profundidade: o que você costuma sentir quando não tem esse desejo atendido? Em quais momentos a vontade sexual surge com mais força: após estresse, tédio, discussões ou frustrações? Existe alguma parte sua que associa sexo com validação, conexão ou alívio emocional? E será que esse vazio que aparece quando a relação não acontece poderia estar tentando te contar algo sobre você que vai além do desejo?

Sobre medicação, sim, existem recursos farmacológicos que podem modular a libido, mas essa é uma decisão que só pode ser feita com acompanhamento de um psiquiatra, após uma avaliação clínica cuidadosa. No entanto, a medicação sozinha dificilmente resolve o núcleo emocional e relacional da questão. A terapia pode te ajudar a entender o que esse padrão está tentando sustentar — ou evitar — dentro de você.

Caso precise, estou à disposição.

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