Tenho TAG fui diagnosticada com TOC há 30d. Tomo Luvox, Paroxetina, Bromazepam e Donarem, além de fazer
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Tenho TAG fui diagnosticada com TOC há 30d. Tomo Luvox, Paroxetina, Bromazepam e Donarem, além de fazer acompanhamento psicológico. Em alguns momentos fico bem sem pensamentos obsessivos e tem outros que meio que estranhando "não estar com o toc". Isso faz parte do processo do tratamento?
Sim, esse sentimento que vc tem é o objetivo ideal de um tratamento para o TOC. Vc está tão acostumado com os sintomas obsessivos-compulsivos que na ausência dele é estranhada por você. Aos poucos vc irá acostumando o seu ser sem o TOC. Parabéns pela sua melhora!
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O TOC é uma das patologias em psiquiatria que mais demoram a ser diagnosticadas, pois o paciente tende a esconder e minimizar a doença até que os sintomas se tornem de fato muito incômodos! Se você conviveu por um longo período da sua vida com o TOC ou mesmo apenas com alguns sintomas obsessivos compulsivos antes de se tornar um TOC é normal que com a remissão do quadro você sinta uma certa ambivalência entre estar aliviada e estranhar a ausência dos sintomas! Com o decorrer do tratamento você vai conseguindo se perceber, entender e aceitar cada vez mais!
É bastante natural e aceitável que num processo terapêutico haja esse tipo de pensamento de "achar estranho" não estar mais experimentando aqueles pensamentos, sentimentos e sintomas.
Isso porque eles eram tão presentes e tão reais que sua ausência "faz falta".
O seu cérebro se acostumou com aquilo, os comportamentos eram automáticos e agora, com o tratamento, ele está sendo "forçado" a pensar de uma nova maneira, mais funcional e equilibrada.
Haverá sim uma ambivalência nesse período e a mudança acontecerá quando você perceber que faz mais sentido não ter os sintomas do que ter.
Isso porque eles eram tão presentes e tão reais que sua ausência "faz falta".
O seu cérebro se acostumou com aquilo, os comportamentos eram automáticos e agora, com o tratamento, ele está sendo "forçado" a pensar de uma nova maneira, mais funcional e equilibrada.
Haverá sim uma ambivalência nesse período e a mudança acontecerá quando você perceber que faz mais sentido não ter os sintomas do que ter.
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