Como lidar com a hiperfixação e melhorar a saúde mental?
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Como lidar com a hiperfixação e melhorar a saúde mental?
O hiperfoco costuma aparecer como uma tentativa de controlar a angústia: o pensamento ou a ação repetitiva funcionam como forma de manter algo interno sob vigilância. O problema é que esse esforço, em vez de aliviar, acaba alimentando o ciclo do sintoma.
Lidar com o hiperfoco não é tentar “parar de pensar”, mas compreender o que esse foco excessivo tenta conter ou evitar. Quando o sujeito começa a reconhecer o sentido do sintoma e a se escutar para além dele, pode surgir um modo mais livre de se relacionar com o próprio pensamento e com o que o angustia, e por consequência alivio dos sintomas.
Lidar com o hiperfoco não é tentar “parar de pensar”, mas compreender o que esse foco excessivo tenta conter ou evitar. Quando o sujeito começa a reconhecer o sentido do sintoma e a se escutar para além dele, pode surgir um modo mais livre de se relacionar com o próprio pensamento e com o que o angustia, e por consequência alivio dos sintomas.
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A hiperfixação pode ser entendida como um estado de foco intenso e prolongado em uma atividade, ideia ou interesse específico, que muitas vezes funciona como uma forma de regulação emocional, mas que, quando não controlada, pode gerar prejuízos significativos à saúde mental, como ansiedade, isolamento social e negligência de necessidades básicas. Para lidar com ela de maneira saudável, é importante desenvolver consciência sobre os momentos em que o foco se torna excessivo, estabelecer limites de tempo e energia, diversificar atividades para manter o equilíbrio da rotina, praticar técnicas de atenção plena (como o mindfulness) que ajudem a reduzir a ansiedade e pode ser um auxiliador buscar um psicólogo para ingressar no processo terapêutico. A Terapia Cognitivo-Comportamental ou a Terapia de Aceitação e Compromisso, que auxiliam na flexibilização cognitiva e no manejo de pensamentos repetitivos, podem ajudar a reduzir os sintomas. A ideia não é eliminar a hiperfixação, mas aprender a transformá-la em um recurso produtivo e equilibrado, sem que ela comprometa outras áreas importantes da vida do paciente.
Ola,
A hiperfixação, comum em neurodivergências como TDAH e autismo, pode ser uma fonte de imersão criativa, mas também de exaustão. Para cuidar da saúde mental, tente escolher um momento para se dedicar ao interesse, usando um timer para evitar a exaustão. Observe-se sem julgamento, o que esse foco intenso evita ou expressa? Isso pode ser um escape de ansiedades.
A psicoterapia é um espaço ideal para explorar essa dinâmica, integrando a hiperfixação à sua vida de forma mais harmoniosa, sem perder sua potência, mas recuperando o controle sobre seu tempo e energia.
Espero ter ajudado com a duvida.
A hiperfixação, comum em neurodivergências como TDAH e autismo, pode ser uma fonte de imersão criativa, mas também de exaustão. Para cuidar da saúde mental, tente escolher um momento para se dedicar ao interesse, usando um timer para evitar a exaustão. Observe-se sem julgamento, o que esse foco intenso evita ou expressa? Isso pode ser um escape de ansiedades.
A psicoterapia é um espaço ideal para explorar essa dinâmica, integrando a hiperfixação à sua vida de forma mais harmoniosa, sem perder sua potência, mas recuperando o controle sobre seu tempo e energia.
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