tenho visto muitas notícias de infarto fulminante em jovens, ate mesmo os sem histórico de problemas
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tenho visto muitas notícias de infarto fulminante em jovens, ate mesmo os sem histórico de problemas. Como se prevenir? fiquei com medo.
Olá,
Sim, atualmente o numero de casos de mal subito estão aumentando. Isso ocorre devido a muitos fatores: genetica, doenças cardiacas, maus habitos e o consumo de drogas.
Para a prevençao é recomendado a pratica de atividade fisica, 150min durante a semana, 3 a 5 vezes. É importante eliminar o consumo de cigarro e beber com moderacao, pois estes dois fatores estão associados a milhares de condicoes patologicas no nosso corpo.
Atualmente vemos um numero bastante consideravel de infarto do coração causado pelo consumo de drogas ilicitas e ate mesmo algumas por "indicacao medica" como testosterona e seus subcompostos.
Por isso, a depender da idade, deve-se fazer um acompanhamento medico com o intuito de descartar possiveis condicoes de base.
Converse com um medico para que este possa esclarecer suas duvidas e se necessario, solicitar exames de rotina.
Sim, atualmente o numero de casos de mal subito estão aumentando. Isso ocorre devido a muitos fatores: genetica, doenças cardiacas, maus habitos e o consumo de drogas.
Para a prevençao é recomendado a pratica de atividade fisica, 150min durante a semana, 3 a 5 vezes. É importante eliminar o consumo de cigarro e beber com moderacao, pois estes dois fatores estão associados a milhares de condicoes patologicas no nosso corpo.
Atualmente vemos um numero bastante consideravel de infarto do coração causado pelo consumo de drogas ilicitas e ate mesmo algumas por "indicacao medica" como testosterona e seus subcompostos.
Por isso, a depender da idade, deve-se fazer um acompanhamento medico com o intuito de descartar possiveis condicoes de base.
Converse com um medico para que este possa esclarecer suas duvidas e se necessario, solicitar exames de rotina.
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Olá! Sua preocupação é compreensível...As notícias sobre infarto em pessoas jovens realmente assustam, mas é importante lembrar que, na maioria dos casos, o risco cardiovascular pode ser reduzido com prevenção adequada. Mesmo em pessoas sem doença conhecida, vale avaliar fatores como pressão arterial, colesterol, glicemia/diabetes, tabagismo, sedentarismo, obesidade, sono, estresse, uso de anabolizantes ou drogas estimulantes e histórico familiar de infarto precoce. Em alguns casos, alterações silenciosas só aparecem quando fazemos uma avaliação clínica e exames direcionados. A melhor forma de prevenção é manter hábitos saudáveis: não fumar, praticar atividade física regularmente, ter alimentação equilibrada, controlar peso, dormir bem e tratar corretamente pressão alta, colesterol e diabetes quando presentes. Também é importante conhecer sinais de alerta: dor ou pressão no peito, falta de ar, suor frio, náuseas, mal-estar intenso, palpitações ou dor irradiando para braço, costas, pescoço ou mandíbula. Na presença desses sintomas, especialmente se forem persistentes, é indicado procurar atendimento de urgência.
Se você ficou com preocupado, vale marcar uma consulta para avaliar seu risco cardiovascular de forma tranquila e personalizada. Muitas vezes, uma boa avaliação ajuda não só a prevenir, mas também a reduzir a ansiedade gerada por essas notícias.
Se você ficou com preocupado, vale marcar uma consulta para avaliar seu risco cardiovascular de forma tranquila e personalizada. Muitas vezes, uma boa avaliação ajuda não só a prevenir, mas também a reduzir a ansiedade gerada por essas notícias.
Olá, tudo bem?
Sua percepção está correta, e há evidências do aumento de casos de síndromes coronarianas agudas, como o infarto, em adultos jovens, incluindo aqueles que não apresentam comorbidades tradicionais nem fatores de risco clássicos. Isso reforça a importância de investir na prevenção desde cedo. A boa notícia é que a maior parte desses problemas pode ser evitada com mudanças no estilo de vida, capazes de proteger o coração e melhorar a qualidade de vida a longo prazo.
Um dos pilares mais importantes é evitar o tabagismo. Não fumar é uma das medidas mais eficazes para reduzir o risco de infarto e outras doenças cardiovasculares, e isso inclui também os cigarros eletrônicos e vaporizadores, que não são alternativas seguras. Para quem fuma, buscar apoio médico pode ser decisivo no processo de cessação.
A prática regular de atividade física também desempenha papel fundamental. O ideal é acumular pelo menos 150 minutos semanais de atividade moderada, como caminhada rápida, dança ou natação, ou 75 minutos de atividade intensa, como corrida e esportes. Além disso, exercícios de fortalecimento muscular devem ser incluídos pelo menos duas vezes por semana. Ainda assim, é importante lembrar que qualquer nível de atividade já é melhor do que o sedentarismo.
A alimentação é outro ponto-chave. Uma dieta equilibrada deve priorizar o consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, leguminosas, peixes e oleaginosas, como castanhas e nozes. Por outro lado, é fundamental reduzir a ingestão de refrigerantes, bebidas açucaradas, carnes vermelhas e processadas, alimentos ultraprocessados, sal e gorduras saturadas e trans.
Manter um peso saudável também contribui diretamente para a saúde cardiovascular. Mesmo uma perda de 5 a 10% do peso corporal já pode trazer benefícios importantes. Para isso, a combinação de alimentação adequada e atividade física é essencial, podendo ser complementada com acompanhamento profissional quando necessário.
O controle da pressão arterial é outro aspecto indispensável. Idealmente, os valores devem permanecer abaixo de 130/80 mmHg. Medidas como reduzir o consumo de sal, manter-se ativo e controlar o peso ajudam nesse processo, e, quando indicado, o uso de medicações deve seguir orientação médica.
Da mesma forma, é importante conhecer os níveis de colesterol por meio de exames periódicos, especialmente em pessoas com histórico familiar de doenças cardíacas. Alterações podem exigir tratamento medicamentoso, mas hábitos saudáveis têm papel fundamental no controle desses níveis.
O consumo de álcool, quando presente, deve ser feito com moderação, evitando excessos que possam impactar negativamente o coração.
Além desses cuidados, é fundamental atenção ao uso de substâncias que podem prejudicar diretamente a saúde cardiovascular. O uso de anabolizantes e hormônios para fins estéticos representa um risco significativo, mesmo em indivíduos jovens e aparentemente saudáveis. Essas substâncias estão associadas ao aumento do risco de infarto, doenças do músculo cardíaco, trombose, arritmias, insuficiência cardíaca e até morte súbita, podendo causar danos mesmo em doses baixas e com efeitos que persistem após a suspensão.
Outras substâncias, como cocaína e maconha, também estão relacionadas a eventos cardiovasculares agudos, especialmente nas primeiras horas após o uso, além de contribuírem para o aumento da pressão arterial e do risco de complicações cardíacas.
Diante disso, o acompanhamento médico regular é essencial, principalmente para pessoas com histórico familiar de doenças cardíacas precoces, presença de fatores de risco como hipertensão, diabetes ou colesterol elevado, excesso de peso, uso atual ou prévio de substâncias, ou hábitos como tabagismo e uso de drogas recreativas.
Em resumo, a maioria das doenças cardiovasculares em adultos jovens pode ser evitada. Pequenas mudanças no presente têm grande impacto no futuro, e cuidar do coração deve ser uma prioridade mesmo na ausência de sintomas.
Sua percepção está correta, e há evidências do aumento de casos de síndromes coronarianas agudas, como o infarto, em adultos jovens, incluindo aqueles que não apresentam comorbidades tradicionais nem fatores de risco clássicos. Isso reforça a importância de investir na prevenção desde cedo. A boa notícia é que a maior parte desses problemas pode ser evitada com mudanças no estilo de vida, capazes de proteger o coração e melhorar a qualidade de vida a longo prazo.
Um dos pilares mais importantes é evitar o tabagismo. Não fumar é uma das medidas mais eficazes para reduzir o risco de infarto e outras doenças cardiovasculares, e isso inclui também os cigarros eletrônicos e vaporizadores, que não são alternativas seguras. Para quem fuma, buscar apoio médico pode ser decisivo no processo de cessação.
A prática regular de atividade física também desempenha papel fundamental. O ideal é acumular pelo menos 150 minutos semanais de atividade moderada, como caminhada rápida, dança ou natação, ou 75 minutos de atividade intensa, como corrida e esportes. Além disso, exercícios de fortalecimento muscular devem ser incluídos pelo menos duas vezes por semana. Ainda assim, é importante lembrar que qualquer nível de atividade já é melhor do que o sedentarismo.
A alimentação é outro ponto-chave. Uma dieta equilibrada deve priorizar o consumo de frutas, vegetais, grãos integrais, leguminosas, peixes e oleaginosas, como castanhas e nozes. Por outro lado, é fundamental reduzir a ingestão de refrigerantes, bebidas açucaradas, carnes vermelhas e processadas, alimentos ultraprocessados, sal e gorduras saturadas e trans.
Manter um peso saudável também contribui diretamente para a saúde cardiovascular. Mesmo uma perda de 5 a 10% do peso corporal já pode trazer benefícios importantes. Para isso, a combinação de alimentação adequada e atividade física é essencial, podendo ser complementada com acompanhamento profissional quando necessário.
O controle da pressão arterial é outro aspecto indispensável. Idealmente, os valores devem permanecer abaixo de 130/80 mmHg. Medidas como reduzir o consumo de sal, manter-se ativo e controlar o peso ajudam nesse processo, e, quando indicado, o uso de medicações deve seguir orientação médica.
Da mesma forma, é importante conhecer os níveis de colesterol por meio de exames periódicos, especialmente em pessoas com histórico familiar de doenças cardíacas. Alterações podem exigir tratamento medicamentoso, mas hábitos saudáveis têm papel fundamental no controle desses níveis.
O consumo de álcool, quando presente, deve ser feito com moderação, evitando excessos que possam impactar negativamente o coração.
Além desses cuidados, é fundamental atenção ao uso de substâncias que podem prejudicar diretamente a saúde cardiovascular. O uso de anabolizantes e hormônios para fins estéticos representa um risco significativo, mesmo em indivíduos jovens e aparentemente saudáveis. Essas substâncias estão associadas ao aumento do risco de infarto, doenças do músculo cardíaco, trombose, arritmias, insuficiência cardíaca e até morte súbita, podendo causar danos mesmo em doses baixas e com efeitos que persistem após a suspensão.
Outras substâncias, como cocaína e maconha, também estão relacionadas a eventos cardiovasculares agudos, especialmente nas primeiras horas após o uso, além de contribuírem para o aumento da pressão arterial e do risco de complicações cardíacas.
Diante disso, o acompanhamento médico regular é essencial, principalmente para pessoas com histórico familiar de doenças cardíacas precoces, presença de fatores de risco como hipertensão, diabetes ou colesterol elevado, excesso de peso, uso atual ou prévio de substâncias, ou hábitos como tabagismo e uso de drogas recreativas.
Em resumo, a maioria das doenças cardiovasculares em adultos jovens pode ser evitada. Pequenas mudanças no presente têm grande impacto no futuro, e cuidar do coração deve ser uma prioridade mesmo na ausência de sintomas.
Esse medo que você está sentindo é natural, e mostra que você está prestando atenção no que acontece ao seu redor. Mas antes de entrar em pânico, deixa eu te explicar o que realmente está acontecendo. O que a mídia chama de "infarto fulminante em jovens" na maioria das vezes não é um infarto clássico do coração entupido, esse costuma ter aviso. O que mata jovens de repente geralmente é uma arritmia grave, ou seja, o coração perde o ritmo de forma abrupta e para de funcionar. E o pior é que, na maioria dos casos, a pessoa não sabia que tinha nada.
Por que isso acontece? Existem condições silenciosas que ninguém investiga porque o jovem "parece saudável". As mais comuns são: um músculo do coração levemente espessado demais (cardiomiopatia hipertrófica), um distúrbio elétrico no coração que só aparece no eletrocardiograma (como a síndrome de Brugada ou QT longo), pressão alta não tratada desde cedo, ou até uma miocardite (inflamação no coração depois de uma virose que a pessoa "superou" sem saber).
O que mais me preocupa nesse cenário, a maioria dessas condições tem cura ou controle, e o problema é que ninguém foi investigar porque o paciente nunca desmaiou, nunca teve dor no peito, nunca teve histórico familiar conhecido. Então o que você pode fazer agora, de forma prática:
Primeiro -> preste atenção em sinais que o corpo manda e que muita gente ignora: desmaio ou quase-desmaio durante ou após exercício, coração acelerado sem motivo que demora para voltar ao normal, falta de ar desproporcional ao esforço, ou dor no peito que passa e volta. Qualquer um desses merece investigação, não analgésico.
Segundo -> pergunte à sua família. Alguém morreu de repente antes dos 50 anos? Pai, mãe, tio, irmão com problema cardíaco jovem? Isso muda tudo na avaliação de risco.
Terceiro -> faça um check-up cardíaco básico. Não precisa de exame caro. Um eletrocardiograma simples, pressão arterial, glicose, colesterol e uma consulta com atenção já captam a maioria das situações de risco. Custa pouco e pode mudar a história.
Quarto -> cuide do que está na sua mão agora: não fume, evite energéticos em excesso (a combinação cafeína + estimulantes sobrecarrega o sistema elétrico do coração), durma bem, controle o estresse crônico e se for fazer atividade física intensa, faça com acompanhamento médico.
A mídia assusta porque notícia de jovem saudável morrendo de repente é chocante e vende. Mas, o que ela não conta é que, na maioria desses casos, havia um sinal que foi ignorado ou uma condição que nunca foi investigada. A boa notícia é que com um check-up simples e atenção aos sinais do próprio corpo, dá para se proteger muito. Se você quer ter certeza que está tudo bem com o seu coração, marca uma consulta. A gente investiga juntos e você dorme tranquilo.
Por que isso acontece? Existem condições silenciosas que ninguém investiga porque o jovem "parece saudável". As mais comuns são: um músculo do coração levemente espessado demais (cardiomiopatia hipertrófica), um distúrbio elétrico no coração que só aparece no eletrocardiograma (como a síndrome de Brugada ou QT longo), pressão alta não tratada desde cedo, ou até uma miocardite (inflamação no coração depois de uma virose que a pessoa "superou" sem saber).
O que mais me preocupa nesse cenário, a maioria dessas condições tem cura ou controle, e o problema é que ninguém foi investigar porque o paciente nunca desmaiou, nunca teve dor no peito, nunca teve histórico familiar conhecido. Então o que você pode fazer agora, de forma prática:
Primeiro -> preste atenção em sinais que o corpo manda e que muita gente ignora: desmaio ou quase-desmaio durante ou após exercício, coração acelerado sem motivo que demora para voltar ao normal, falta de ar desproporcional ao esforço, ou dor no peito que passa e volta. Qualquer um desses merece investigação, não analgésico.
Segundo -> pergunte à sua família. Alguém morreu de repente antes dos 50 anos? Pai, mãe, tio, irmão com problema cardíaco jovem? Isso muda tudo na avaliação de risco.
Terceiro -> faça um check-up cardíaco básico. Não precisa de exame caro. Um eletrocardiograma simples, pressão arterial, glicose, colesterol e uma consulta com atenção já captam a maioria das situações de risco. Custa pouco e pode mudar a história.
Quarto -> cuide do que está na sua mão agora: não fume, evite energéticos em excesso (a combinação cafeína + estimulantes sobrecarrega o sistema elétrico do coração), durma bem, controle o estresse crônico e se for fazer atividade física intensa, faça com acompanhamento médico.
A mídia assusta porque notícia de jovem saudável morrendo de repente é chocante e vende. Mas, o que ela não conta é que, na maioria desses casos, havia um sinal que foi ignorado ou uma condição que nunca foi investigada. A boa notícia é que com um check-up simples e atenção aos sinais do próprio corpo, dá para se proteger muito. Se você quer ter certeza que está tudo bem com o seu coração, marca uma consulta. A gente investiga juntos e você dorme tranquilo.
Olá, entendo seu receio, isso realmente tem acontedico.
Infarto em jovens pode acontecer, mas ainda é menos comum e geralmente envolve fatores como genética, tabagismo, colesterol elevado, estresse e estilo de vida. O fato de aparecer em pessoas “sem histórico” muitas vezes significa fatores adquiridos não diagnosticados.
A melhor prevenção é controle de fatores de risco e hábitos saudáveis. Estou com agenda aberta para teleconsulta aqui no Doctoralia para cuidar do seu caso mais de perto, com um check up geral e cardiologico
Atenciosamente.
Infarto em jovens pode acontecer, mas ainda é menos comum e geralmente envolve fatores como genética, tabagismo, colesterol elevado, estresse e estilo de vida. O fato de aparecer em pessoas “sem histórico” muitas vezes significa fatores adquiridos não diagnosticados.
A melhor prevenção é controle de fatores de risco e hábitos saudáveis. Estou com agenda aberta para teleconsulta aqui no Doctoralia para cuidar do seu caso mais de perto, com um check up geral e cardiologico
Atenciosamente.
Na maioria dos casos há fatores de risco envolvidos (tabagismo, colesterol alto, sedentarismo, uso de anabolizantes, histórico familiar). Para prevenir: manter atividade física regular, alimentação saudável, não fumar, controlar colesterol/pressão/glicemia e fazer check-up quando indicado. Procure avaliação se tiver dor no peito, falta de ar ou palpitações.
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