Tive hepatite A, posso voltar a consumir álcool após os 6 meses?

2 respostas
Tive hepatite A, posso voltar a consumir álcool após os 6 meses?
 Leopoldo Araujo
Gastroenterologista, Médico clínico geral, Hepatologista
Juiz de Fora
Muito pertinente a sua pergunta! Temos uma média de consumo de álcool que é segura para a maioria das pessoas; e nesse prazo de seis meses, praticamente todos os pacientes têm um fígado completamente recuperado da hepatite A. Entretanto, não temos uma quantidade de álcool 100% segura para um paciente específico: temos de avaliar caso a caso, e acompanhar ao longo do tempo

Tire todas as dúvidas durante a consulta online

Se precisar de aconselhamento de um especialista, marque uma consulta online. Você terá todas as respostas sem sair de casa.

Mostrar especialistas Como funciona?
Dr. Lucas Defanti
Gastroenterologista, Hepatologista, Especialista em clínica médica
Rio Das Ostras
Uma boa anamnese, exame físico, talvez exames complementares, podem te ajudar muito.

Não conseguiu encontrar a resposta que procurava? Faça outra pergunta!

  • A sua pergunta será publicada de forma anônima.
  • Faça uma pergunta de saúde clara, objetiva seja breve.
  • A pergunta será enviada para todos os especialistas que utilizam este site e não para um profissional de saúde específico.
  • Este serviço não substitui uma consulta com um profissional de saúde. Se tiver algum problema ou urgência, dirija-se ao seu médico/especialista ou provedor de saúde da sua região.
  • Não são permitidas perguntas sobre casos específicos, nem pedidos de segunda opinião.
  • Por uma questão de saúde, quantidades e doses de medicamentos não serão publicadas.

Este valor é muito curto. Deveria ter __LIMIT__ caracteres ou mais.


Escolha a especialidade dos profissionais que podem responder sua dúvida
Iremos utilizá-lo para o notificar sobre a resposta, que não será publicada online.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.