Dra. Rita Aparecida Longo Russo

Psicopedagoga · Mais

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Experiência

Olá! Sou formada em Pedagogia, com uma paixão profunda pela educação e pelo desenvolvimento humano. Ao longo da minha carreira, busquei constantemente aprimorar meus conhecimentos e habilidades, o que me levou a concluir uma pós-graduação em

Psicopedagogia Institucional e Clínica. Minha formação em Psicopedagogia e Psicanálise me capacitou a atuar tanto no contexto institucional quanto no clínico, permitindo-me compreender e intervir nas dificuldades de aprendizagem de maneira eficaz e ética. Tenho experiência em trabalhar com crianças, adolescentes e adultos, sempre com um olhar investigativo e comprometido com o desenvolvimento integral do indivíduo.

Acredito que a educação é a chave para transformar vidas e, por isso, dedico-me a criar ambientes de aprendizagem inclusivos e estimulantes. Meu objetivo é contribuir para o sucesso escolar e pessoal dos meus alunos, ajudando-os a superar desafios e a alcançar seu pleno potencial.

Estou sempre em busca de novas metodologias e práticas pedagógicas que possam enriquecer meu trabalho e proporcionar uma educação de qualidade. Sou uma profissional dedicada, empática e comprometida com a missão de educar e transformar.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicanálise lacaniana
  • Psicopedagogia clinica
  • Psicopedagogia institucional
  • Psicanálise com crianças
  • Psicanálise winnicottiana
  • Psicanálise com adultos
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  • Primeira consulta psicanálise

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  • Psicoterapia Criança

    R$ 180

  • Psicoterapia online

    R$ 180

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Clínica Equilíbrio Mente

Rua Joaquim Nabuco, 156 cj 24 sala 1, São Paulo 04621-001

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3 opiniões

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  • R

    Gostei muito. Atenta e muito simpática. Houve empatia instantânea.

     • Clínica Equilíbrio Mente Primeira consulta psicanálise  • 

    Dra. Rita Aparecida Longo Russo

    Obrigada!


  • A

    Excelente profissional! O atendimento ocorreu exatamente no horário agendado e a Rita foi extremamente atenciosa. Recomendo.

     • Clínica Equilíbrio Mente  • 

    Dra. Rita Aparecida Longo Russo

    Obrigada


  • J

    Excelente consulta, profissional atenciosa. Gostei muito

     • Clínica Equilíbrio Mente  • 

    Dra. Rita Aparecida Longo Russo

    Obrigada


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Dúvidas respondidas

5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho dificuldade para ler em voz alta na sala de aula. Fico nervosa, gaguejo e acabo lendo mal. Já quando estou sozinha ou com amigos, leio normalmente. Também percebo que, quando leio em sala, meu cérebro fica confuso, como se várias informações se misturassem. Além disso, se o professor me entrega um artigo e diz que tenho 10 minutos para ler e apresentar, não consigo. Não entendo direito o que li nesse tempo e, por isso, não consigo apresentar bem. Já precisei de vários dias lendo o mesmo texto para conseguir entender e explicar. Isso pode ser ansiedade, dificuldade de leitura ou algum transtorno de aprendizagem?

Obrigada por compartilhar isso. O que você descreve é mais comum do que parece, e é importante dizer, antes de tudo, que isso não significa incapacidade, falta de inteligência ou desinteresse.

Pelo seu relato, há alguns pontos distintos que podem estar atuando juntos, e só uma avaliação cuidadosa poderia diferenciar com precisão. Vou explicar de forma clara:

Ansiedade de desempenho
O fato de você conseguir ler bem quando está sozinha ou com pessoas de confiança, mas apresentar bloqueio em sala de aula, com nervosismo, gagueira e confusão mental, é muito compatível com ansiedade de desempenho. Nessas situações, o cérebro entra em estado de alerta, o que prejudica funções como atenção, memória de trabalho e organização das ideias. Por isso surge a sensação de que “as informações se misturam” ou “a mente trava”.

Pressão de tempo e sobrecarga cognitiva
Quando o professor impõe um tempo curto para leitura e apresentação, ocorre uma sobrecarga da memória de trabalho. Mesmo pessoas sem nenhuma dificuldade de aprendizagem podem não conseguir compreender e organizar um texto acadêmico em 10 minutos. No seu caso, essa pressão parece intensificar ainda mais o bloqueio, o que explica a dificuldade de entender e expor o conteúdo.

Dificuldade de aprendizagem × transtorno de aprendizagem
O fato de você conseguir compreender o texto quando tem mais tempo, relendo e elaborando aos poucos, não é compatível, a princípio, com um transtorno específico de aprendizagem (como a dislexia). Nos transtornos, a dificuldade costuma aparecer de forma consistente, em diferentes contextos e desde fases mais precoces da escolarização.
O seu padrão sugere mais uma dificuldade funcional associada à ansiedade, ao contexto avaliativo e ao estilo de processamento, e não necessariamente um transtorno.

Estilo de processamento da informação
Algumas pessoas precisam de mais tempo para organizar, integrar e elaborar o que leem — especialmente textos densos ou acadêmicos. Isso não é patológico. O problema surge quando o ambiente exige rapidez constante, leitura em voz alta e exposição imediata, o que não respeita esse ritmo cognitivo.

Em resumo, o que você relata aponta muito mais para ansiedade de desempenho associada à pressão acadêmica, possivelmente somada a um estilo de aprendizagem que exige mais tempo de processamento, do que para um transtorno de aprendizagem propriamente dito.

Ainda assim, se isso estiver causando sofrimento, insegurança ou prejuízo acadêmico, uma avaliação psicológica e/ou psicopedagógica pode ajudar muito, tanto para esclarecer o que está acontecendo quanto para desenvolver estratégias de manejo, leitura, apresentação e autorregulação emocional.

Estou à disposição para te acolher, conversar com calma sobre isso e, se você quiser, te ajudar a pensar em caminhos e estratégias que façam sentido para você. Você não está sozinha nisso.

Dra. Rita Aparecida Longo Russo

Em 2020 me casei porém um dia antes do casamento meu esposo disse não gostava de mim mais msm assim no dia seguinte nos casamos .ele ficou por muito tempo distante no começo até ficou uns dias na casa da mãe passou meses ele melhorou e eu voltei a ver alegria nele depois de 6 anos parece q ele voltou a ter esse bloqueio.teve várias dias com insônia,irritado ,teve dias com altos e baixos.ate q um dia desses ele me pediu um tempo chorou bastante e já está fazendo 46 dias q está na casa da mãe porém todos os domingos ele faz questão de vir ficar comigo agente namora e tudo com muita conexão.porem quando ele vai embora ele muda completamente fica totalmente distante.agora está se sentindo mal por a gente fazer sexo aos domingos,está sentindo q está me usando.ele parece confuso ,diz q lembra de coisas no nosso casamento q machuca muito ele .ele age como só eu que o machuquei.agora já está falando q não tem vontade de dormir em nossa casa e q não tem quase vontade nenhuma de voltar pra casa .eu e a família dele sabe q tem algum problema na cabeça dele .pq ele sempre chora ,fala q dói nele está fazendo isso pq quem quer se separar pega e se separa e não chora e não tem dúvidas

Pelo que você descreve, a situação que você está vivendo é emocionalmente muito complexa e realmente dolorosa. O comportamento do seu esposo não se parece com o de alguém que simplesmente decidiu se separar. Há sinais claros de sofrimento psíquico intenso: confusão emocional, culpa, choro frequente, insônia, irritabilidade e uma grande dificuldade de tomar decisões. O fato de ele se aproximar de você com afeto e conexão, especialmente aos domingos, e depois se afastar de forma abrupta, indica um conflito interno profundo. Isso mostra ambivalência, não indiferença. Ele parece preso a dores antigas do relacionamento, que não foram elaboradas emocionalmente, e acaba revivendo essas lembranças de forma distorcida, como se apenas você fosse responsável por tudo o que ele sente. Esse tipo de funcionamento não é saudável e ultrapassa o que se espera de uma crise conjugal comum, sugerindo a necessidade de ajuda profissional. Ao mesmo tempo, é fundamental reconhecer que, mesmo havendo sofrimento dele, você também está sendo machucada. Viver nessa dinâmica de aproximação e afastamento constante gera insegurança, desgaste emocional e mantém você em um lugar de espera que pode adoecer. É importante compreender que você não tem como resolver ou curar o que está acontecendo dentro dele. O que está ao seu alcance é cuidar de si, buscar apoio psicológico e, com ajuda, estabelecer limites claros para que essa situação indefinida não continue te ferindo. Ele precisa de acompanhamento psicológico e, possivelmente, de uma avaliação psiquiátrica, mas você também merece acolhimento, orientação e proteção emocional. Amor não deve significar suportar dor contínua. Estou à disposição para te acolher, te ouvir e te ajudar a atravessar esse momento com mais clareza e cuidado.

Dra. Rita Aparecida Longo Russo
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Perguntas frequentes