Sara Santos

Psicóloga · Mais

Número de registro: CRP MG 72262

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Experiência

Olá! Sou psicóloga clínica, mestra em Psicologia pela Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM). Atuo a partir de uma clínica racializada, afirmativa e interseccional, considerando questões de gênero, sexualidade, raça, território e suas diferentes expressões.

Atualmente, sou especializanda na área de sexualidade e saúde, com experiência em demandas relacionadas a relacionamentos afetivos, ansiedade e depressão.

Os atendimentos são particulares, com possibilidade de emissão de recibo para solicitação de reembolso pelo plano de saúde.

Se você busca um espaço seguro para falar sobre suas emoções, vivências e desafios, será um prazer caminhar com você nesse processo de cuidado e autoconhecimento.

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  • D

    A Sara é muito acolhedora e espontânea. Tem me ajudado a pensar bastante, a refletir sobre minhas atitudes e a me conhecer melhor. O processo tem sido muito importante para mim.

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    Sara Santos

    Fico muito contente em saber que você se sentiu acolhida!


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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Depressão

Como diferenciar tristeza passageira de um quadro de depressão que precisa de acompanhamento especializado?

A tristeza é, antes de tudo, um sentimento e, como todos os sentimentos, faz parte da vida e pode ser experimentada em diferentes momentos e situações. Ela é comum, geralmente tem uma causa identificável e tende a diminuir com o tempo, sem comprometer de forma significativa o funcionamento da pessoa.

Já a depressão se refere a um quadro clínico que exige acompanhamento especializado, pois provoca um impacto significativo na vida do sujeito, muitas vezes dificultando ou até impossibilitando a realização de atividades cotidianas. Esse impacto pode atingir diferentes áreas, como a manutenção dos vínculos afetivos, o desempenho social, escolar ou profissional, além do bem-estar emocional de forma mais ampla.

 Sara Santos

Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapia por um ano, Há dois anos atrás. Aparentemente, parecia uma depressão. A psicóloga me passou que ele tinha um pouco de fobia social. Como ele apresentou uma certa melhora, a psicóloga disse que não havia mais necessidade de terapia. Porém, eu percebo qie ele é diferente, já cheguei a pensar que ele talvez seja autista. Mas, hoje ele (chorando) me disse que não queria nos decepcionar e me contou que ele não se sente um menino e sim menina(desde pequeno). Ele tem 17 anos.Ele não demonstra nenhum estereótipo feminino. Já chegou a se apaixonar por uma menina. Ele diz que apesar de se sentir assim,.sexualmente, ele não tem interesse em se relacionar com menino, e sim, com menina
Comentou também sobre a mudança de identidade, de transição de gênero e que pode acontecer dd mesmo ele se tornando uma menina ele se relacionar com outra menina. Hoje em dia os jovens tem muito mais informação. Pra mim é um pouco confuso , sei qie mesmo que ele tenha informações, tenho certeza que não é fácil lidar com isso. Pois, sabemos os desafios e situações que iremos enfrentar. Jamais agendei com uma psicóloga, mas gostaríamos de mais esclarecimentos.

Olá, é comum que a família se sinta atravessada por muitas dúvidas e sentimentos, pois vocês também estão em um processo de compreensão e de elaboração do que essas mudanças significam. A partir do seu relato, me parece que a experiência descrita envolve duas dimensões distintas que estão sendo descobertas e nomeadas: a identidade de gênero, que diz respeito a como a pessoa se reconhece internamente, e a orientação sexual, que se refere a por quem sente desejo afetivo e sexual. São aspectos diferentes da experiência humana e um não determina o outro.

Pelo que você relata, há sentimentos que vêm sendo carregados há bastante tempo e que agora puderam ser expressos. O fato de essa conversa ter acontecido demonstra um vínculo de confiança e um pedido de ajuda. A adolescência é um período marcado por muitas transformações, e quando essas questões emergem, podem vir acompanhadas de inseguranças.

O acompanhamento psicológico pode ser muito importante nesse momento, tanto para auxiliar na compreensão do que está sendo vivido, quanto para oferecer um espaço seguro de escuta.

 Sara Santos
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Perguntas frequentes