A colectomia parcial (hemicolectomia) por câncer é um procedimento médico onde uma porção do intestino grosso, e linfonodos da região são removidas na conseqüência da presença de um . A colectomia parcial ou hemicolectomia por câncer é a remoção parcial (metade ou menos), do intestino grosso (cólon) por presença de tumores malignos (carcinomas). Poderá ser efectuada tanto do lado direito, como do lado esquerdo do intestino. A colectomia parcial é realizada através de uma grande incisão na parede abdominal. A área afectada do intestino é removida e é efectuada a anastomose das duas terminações restantes. O local da incisão é uma ferida cerca de 20 cm de extensão na zona abdominal que provoca dores, pelo que será administrada analgesia. O paciente permanece com oxigenoterapia até acordar e então apresentar uma respiração normal. Poderá ser feita uma (abertura temporária do intestino ao abdómen) se for necessário poupar o intestino do trabalho digestivo enquanto está cicatrizando. A temporária será fechada mais adiante. Se for removida uma grande parte do intestino, a colostomia poderá ser permanente. No período em que não são administrados alimentos por via oral, existirá uma perfusão contínua de soro glicosado durante cinco a seis dias após a cirurgia, que permitirá o fornecimento de líquidos. Também é colocada uma sonda nasogástrica com a função de drenar líquidos até que o estômago comece a trabalhar correctamente outra vez. O primeiro levante depois da hemicolectomia será efectuado no dia seguinte à cirurgia, caso o paciente não apresente muitas dores abdominais. A actividade será aumentada de forma gradual até que atinja a actividade considerada normal. Deverão então ser efectuados ensinos ao paciente para que se proteja o local da incisão e não ocorrer deiscência. O paciente deverá descansar não efectuando esforços durante várias semanas. Os pontos ou agrafos são retirados sete a dez dias após a cirurgia.

Dr. Daniel Eichemberg Fernandes e Maia
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral, Coloproctologista
São Paulo
é normal sim... se isto está lhe incomodando... existe medicamentos e orientações dieteticas que podem reduzir a frequencia...

Dr. Umberto Morelli
Coloproctologista
São Paulo
Se a colectomia envolveu o reto, tem alguma chance de ter algum problema na função sexual como falha na ejaculação ou ereção no pós operatório.Muitas vezes se recupera após um tempo,…

Dr. Umberto Morelli
Coloproctologista
São Paulo
A colectomia é uma cirurgia de grande porte, que necessita de um cuidado pós operatório direcionado. Precisa se mobilizar normalmente, se alimentar com dieta leve, evitar esforços físicos…

Dr. Alan Pontes
Cirurgião torácico
Fortaleza
O intestino grosso é responsável pela maior absorção de água do nosso trânsito gastrointestinal. É comum sim que você tenha alterações do hábito intestinal, mas que pode ser minimizada…

Dra. Clarissa Alster Vicente
Cirurgião do aparelho digestivo, Cirurgião geral
São Paulo
A reabsorção dos sais biliares ocorre em 95% no íleo terminal (porção final do intestino fino) porque o resto é eliminado na urina (urobilinogênio) e nas fezes (estercobilinogênio). Se…

Dr. Ricardo Lourenço
Cirurgião do aparelho digestivo
São Paulo
Boa noite.

É necessário saber em que condições estava seu tumor no momento do procedimento, o resultado do exame anatomopatológico da peça retirada e se havia acometimento…

Dr. Ricardo Lourenço
Cirurgião do aparelho digestivo
São Paulo
Boa noite.

A princípio, não haverá problemas significativos nesta altura do procedimento a não ser aderenciais principalmente, que podem surgir anos após uma cirurgia.…

Dr. Ricardo Lourenço
Cirurgião do aparelho digestivo
São Paulo
Boa noite.

Provavelmente não há relaçao além do que a trombose não costuma apresentar escurecimento e na maioria dos casos seria unilateral. Assim passe por uma avaliação…

Dr. Ricardo Lourenço
Cirurgião do aparelho digestivo
São Paulo
Bom dia.

O ideal é você realizar um acompanhamento com nutricionista, mas no geral, seria uma dieta antifermentativa, evitando-se alimentos gordurosos e dando preferência…

Dr. Ricardo Lourenço
Cirurgião do aparelho digestivo
São Paulo
Não.

Só é feita quando não consegue - se fazer uma anastomose primária ou quando há risco de deiscencia desta, como infecções ou desnutrição, por exemplo.
O ideal…