Dr. Vinícius Veras

Psiquiatra · Mais sobre as especializações

São Paulo 1 endereço

Número de registro: CRM SP 254705 - RQE não encontrado para psiquiatria

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Experiência

Atualmente sou médico residente de Psiquiatria na renomada Escola Paulista de Medicina – UNIFESP.

Acredito que o tratamento vai muito além da prescrição de medicamentos: ele começa com uma escuta atenta e respeitosa. Por isso, nas minhas consultas, faço uma avaliação ampla e cuidadosa para entendermos com profundidade o que está acontecendo e definirmos a melhor estratégia de cuidado. A primeira consulta tem duração média de 90 a 120 minutos, justamente por ser uma avaliação mais detalhada.

As consultas subsequentes são individuais e tem duração média de 60min e são focadas no acompanhamento e ajustes do tratamento.

Independentemente da sua demanda (ansiedade, depressão, investigação diagnóstica, autismo, TDAH, bipolaridade, síndrome do pânico ou surto psicótico) vou te ouvir com calma e respeito para definirmos as melhores estratégias de cuidado, alinhando as melhores evidências científicas com acolhimento e empatia.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psiquiatria clínica

Pacientes que trato

Adultos
Crianças

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Primeira consulta Psiquiatria

    R$ 400

  • Tratamento da ansiedade

    R$ 400

  • Tratamento do transtorno de estresse pós-traumático

    R$ 400

  • Tratamento de transtorno afetivo bipolar

    R$ 400

  • Tratamento da síndrome do pânico

    R$ 400

Consultórios (2)

Disponibilidade

Pagamento online

Aceito

Número de telefone

(11) 98938...
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Consultório Dr. Vinícius Veras

Rua Manuel de Paiva 257, Vila Mariana, São Paulo 04106-020

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Planos de saúde aceitos

Os planos de saúde são aceitos, mas a cobertura varia de acordo com o local e o serviço. Confirme durante a etapa de agendamento!

  • Outro (Reembolso)

7 opiniões

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  • P

    Desde o início, acessível e atencioso, dr Vinícius Veras prescreveu as medicações depois de uma análise ampla através das consultas (onde esmiuçou meu histórico psicológico, além de testes e acompanhamento regular a fim de determinar o melhor tratamento do meu TDAH e depressão).

     • Consultório Dr. Vinícius Veras Acompanhamento de pacientes adultos  • 

  • L

    Consulta longa, bem detalhada, na qual o médico procura entender todo o seu contexto. Médico humano, atencioso e competente.

     • Consultório Dr. Vinícius Veras Primeira consulta Psiquiatria  • 

  • G

    Profissional atencioso, atualizado e didático nas explicações. Recomendo a qualquer pessoa que necessite de um tratamento psiquiátrico eficaz.

     • Consultório Dr. Vinícius Veras Primeira consulta Psiquiatria  • 

  • L

    Médico atencioso , pontual, empático e muito competente . Recomendo a consulta para quem precisar de consulta com psiquiatra

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

  • L

    Profissional muito competente, atencioso e atualizado. Tenho fibromialgia e ele propôs um tratamento amplo, considerando não só a medicação, mas também a importância da psicoterapia e do cuidado integral.

     • Teleconsulta Teleconsulta  • 

  • J

    Entrei destruído e ele me ajudou bastante, se não fosse por ele, eu não estaria como estou hoje

     • Consultório Dr. Vinícius Veras Tratamento da ansiedade  • 

  • R

    Faço tratamento psiquiátrico há mais de 20 anos e já consultei com vários médicos nesse período. Gostei bastante do atendimento do Dr. Vinícius, porque ele é muito atencioso!

     • Consultório Dr. Vinícius Veras Primeira consulta Psiquiatria  • 

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Dúvidas respondidas

3 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Boa tarde. Visto que a lamotrigina "freia" a excitação do cerebro e o venvanse estimula o cérebro.. essas medicações podem se contrapor ou terem interações perigosas?

Em geral, lamotrigina e Venvanse (lisdexanfetamina) podem ser usados juntos sem que haja uma interação medicamentosa relevante conhecida.

A lamotrigina atua principalmente estabilizando a atividade elétrica dos neurônios, sendo usada como estabilizador do humor e anticonvulsivante. Já o Venvanse é um estimulante do sistema nervoso central, indicado principalmente para TDAH e para transtorno de compulsão alimentar em alguns casos.

Apesar de parecer que uma medicação “freia” o cérebro e a outra “estimula”, isso não significa que elas se anulam ou que exista um efeito oposto clínico direto. Elas atuam em mecanismos diferentes no cérebro, e por isso podem ser usadas em conjunto quando há indicação.

De acordo com as evidências atuais, não existe interação farmacológica significativa conhecida entre lamotrigina e lisdexanfetamina. As interações mais importantes da lamotrigina costumam ocorrer com medicamentos que alteram seu metabolismo (como valproato, carbamazepina ou alguns anticoncepcionais). Já o Venvanse tem interações mais relevantes com inibidores da MAO, medicamentos serotoninérgicos ou substâncias que alteram o pH urinário.

Portanto, do ponto de vista das informações atuais, o uso conjunto é considerado seguro, desde que haja acompanhamento médico, como ocorre com qualquer tratamento psiquiátrico. Cada caso precisa sempre ser avaliado individualmente para ajustar doses e observar possíveis efeitos ao longo do tratamento.

Dr. Vinícius Veras

Olá. Tomo 50 mg de quetiapina às 21h pra ajudar na insônia. É possível ter uma sonolência residual durante o outro dia?
Antes da quetiapina eu não tinha essa sonolência residual..

Sim, isso pode acontecer.

A quetiapina costuma causar sonolência, e esse efeito pode se estender para o dia seguinte em algumas pessoas, mesmo quando usada em doses baixas, como 25–50 mg para ajudar no sono. Isso ocorre porque o medicamento bloqueia alguns receptores no cérebro relacionados ao estado de alerta, especialmente receptores de histamina, que estão envolvidos na regulação da vigília. Por causa desse efeito, algumas pessoas relatam sensação de “ressaca” ou lentidão pela manhã, dificuldade de concentração ou mais cansaço durante o dia.

Estudos mostram que, mesmo em doses de 50 mg, pode haver sonolência residual e leve redução da atenção no dia seguinte, especialmente nas primeiras semanas de uso. Em muitos casos, o organismo acaba se adaptando com o tempo, e esse efeito tende a diminuir.

Alguns fatores podem aumentar a chance dessa sonolência residual, como:
- tomar a medicação muito tarde da noite
- sensibilidade individual ao medicamento
- uso de outros remédios sedativos
- dormir poucas horas após tomar o comprimido

Se a sonolência durante o dia estiver atrapalhando suas atividades, vale conversar com o médico que prescreveu. Às vezes ajustar o horário da medicação, reduzir a dose ou avaliar outras opções para o sono pode ajudar.

Dr. Vinícius Veras
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Perguntas frequentes