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EMITO RECIBO PARA A SOLICITAÇÃO DE REEMBOLSO
Ler mais19/03/2026
Salvador 4 endereços
Número de registro: CRP BA 35168
14 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
Psicóloga com atendimento para crianças, adolescentes e orientação para pais, auxiliando em ansiedade, comportamento infantil e dificuldades na escola.
Realizo acompanhamento psicológico em demandas como ansiedade, dificuldades emocionais, comportamento infantil, dificuldades escolares, regulação emocional, autoestima e desafios no desenvolvimento.
Também trabalho com orientação parental, auxiliando pais e responsáveis a compreender melhor o comportamento das crianças, fortalecer vínculos familiares e desenvolver estratégias mais saudáveis de educação e manejo das emoções no dia a dia.
No atendimento com mulheres, ofereço suporte psicológico para questões relacionadas à ansiedade, autoestima, autoconhecimento e desafios emocionais da vida adulta. Meu trabalho busca promover bem-estar emocional, desenvolvimento pessoal e relações mais saudáveis.
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Alienação Parental
A alienação parental acontece quando uma criança ou adolescente passa a ser influenciado a rejeitar ou se afastar de um dos responsáveis, geralmente após separações ou conflitos familiares. Isso pode ocorrer por meio de críticas constantes, desvalorização do outro responsável ou dificuldades para manter o contato. Com o tempo, a criança pode desenvolver sentimentos de rejeição, confusão ou sofrimento emocional. Esse tipo de situação pode afetar o bem-estar e as relações familiares, tornando importante compreender como esses conflitos impactam o desenvolvimento emocional da criança.
Transtorno do espectro autista (TEA)
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que pode envolver diferenças na comunicação, na interação social e no comportamento. Entre os sinais de autismo na infância podem aparecer dificuldades para iniciar interações, manter conversas, compartilhar interesses ou compreender expressões e gestos. Algumas crianças também apresentam interesses mais restritos, preferência por rotinas e maior sensibilidade a sons, luzes ou mudanças no ambiente. As características do autismo podem variar bastante, e cada criança no espectro apresenta um perfil único de desenvolvimento.
Ansiedade
A ansiedade infantil é uma reação emocional que pode surgir quando a criança se sente preocupada, insegura ou com medo diante de determinadas situações. Ela pode aparecer de diferentes formas, como medo intenso de se separar dos pais, preocupação excessiva, irritabilidade, dificuldade para dormir ou sintomas físicos, como dor de barriga e dor de cabeça. Em alguns momentos da infância é esperado que a ansiedade apareça, especialmente diante de mudanças ou situações novas. No entanto, quando esses sinais se tornam frequentes e intensos, podem acabar interferindo no bem-estar da criança e nas suas atividades do dia a dia.
Transtorno do espectro autista (TEA)
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que pode envolver diferenças na comunicação, na interação social e na forma de perceber o ambiente. Algumas crianças podem apresentar dificuldades em iniciar interações, manter conversas, compreender sinais sociais ou lidar com mudanças na rotina. Cada pessoa no espectro é única e apresenta características próprias. A avaliação profissional ajuda a compreender o desenvolvimento da criança e orientar estratégias que favoreçam aprendizagem, autonomia e participação nas relações sociais.
Transtorno de oposição desafiante
Muitos pais procuram ajuda porque sentem que o filho é muito desafiador, discute com frequência ou tem grande dificuldade em obedecer regras. Em alguns casos, podem estar relacionados ao Transtorno Opositivo Desafiador. Envolve um padrão frequente de irritabilidade, discussões e comportamento desafiador em relação a adultos e regras. A criança pode perder a paciência com facilidade, recusar-se a obedecer ou provocar outras pessoas repetidamente. Não se trata apenas de “birra”. Quando esses comportamentos são persistentes e causam dificuldades na família ou na escola, uma avaliação profissional pode ajudar a compreender a situação e orientar estratégias de apoio para a criança e sua família.
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14 opiniões
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Muito atenciosa, gentil e simpática!
Adorei, me ajudou muito!
Gostaria de expressar minha gratidão pelo excelente trabalho realizado com meu filho durante esse período de terapias.
Percebi claramente o cuidado, a atenção e o carinho em cada atendimento, o que fez toda a diferença para o desenvolvimento e bem-estar dele. Sua sensibilidade, profissionalismo e dedicação trouxeram segurança não só para ele, mas também para nós, como família.
Muito obrigado(a) por todo o apoio, acolhimento e compromisso. Levaremos esse cuidado com muito carinho e reconhecimento.
Estou muito satisfeita com o atendimento. A psicóloga demonstra muita atenção, paciência e um cuidado especial com o meu filho. É nítido o carinho e o profissionalismo no trabalho dela. Isso nos trouxe mais segurança e tranquilidade. Recomendo de olhos fechados!
Profissional paciente e atenciosa. Sempre disposta a escutar e deixar o paciente confortável.
Me senti verdadeiramente acolhida pela doutora, ter uma escuta atenta na terapia é um diferencial que ela oferece.
Otima profissional! Foi minha primeira sessão e eu amei!
Demonstra muita habilidade no acompanhamento de crianças. Recomendo.
Gostei bastante por ser calma e ter uma escuta ativa. Muito educada.
Extremamente atenciosa e empática durante a consulta
Profissional qualificada, educada, atenciosa, disponível para atender as necessidades da criança e família.
5 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
É possível ter uma boa avaliação neuropsicológica com 1 sessão de cerca de 1h e 20 testes feitos de forma remota? Os testes envolvem escalas de características de autismo, superdotação, TDAH, bipolaridade, depressão etc. O profissional retorna um laudo completo.
De modo geral, uma avaliação neuropsicológica adequada costuma envolver várias etapas, como entrevista clínica detalhada (anamnese), aplicação de testes padronizados, observação do comportamento, análise integrada dos resultados e, muitas vezes, mais de uma sessão. Esse processo normalmente leva algumas horas ou encontros diferentes, justamente para garantir maior validade e confiabilidade das conclusões. Realizar cerca de 20 testes em uma única sessão remota de aproximadamente 1h pode levantar dúvidas sobre a profundidade e a qualidade da avaliação, principalmente porque muitos instrumentos possuem tempo mínimo de aplicação, regras específicas de padronização e exigem análise cuidadosa pelo profissional. Além disso, diagnósticos ou hipóteses relacionadas a condições como TDAH, autismo, depressão ou bipolaridade geralmente não devem se basear apenas em escalas de rastreio. Elas são ferramentas auxiliares e precisam ser interpretadas dentro de um processo clínico mais amplo.
Por isso, é importante verificar se o procedimento segue as diretrizes técnicas do Conselho Federal de Psicologia e se os instrumentos utilizados são validados para aplicação remota. Em caso de dúvida, buscar uma segunda opinião profissional pode ser uma alternativa prudente.
Estou a muito tempo sem falar com a minha namorada. Ainda gosto muito dela, mas eu não consigo falar sobre os meus próprios sentimentos e sinto que tenho magoado muito ela. É melhor insistir no relacionamento ou deixar ir de vez?
Sentir que ainda gosta da parceira, mas ter dificuldade em falar sobre os próprios sentimentos, é algo mais comum do que parece. Muitas pessoas não aprenderam ao longo da vida a expressar emoções com facilidade, e isso pode acabar gerando sofrimento no relacionamento mesmo sem intenção.
Antes de decidir insistir ou deixar ir, pode ser importante refletir sobre alguns pontos: se ainda existe abertura dos dois para conversar, se há disposição de ambos para tentar reconstruir a relação e se você estaria disposto a trabalhar a comunicação emocional. Expressar sentimentos também é uma habilidade que pode ser aprendida e desenvolvida com o tempo.
Se ainda existe interesse dos dois lados, uma conversa honesta, mesmo que simples, pode ser um primeiro passo. Caso contrário, às vezes encerrar um relacionamento também pode ser uma forma de cuidado consigo e com o outro. Em muitos casos, conversar com um psicólogo pode ajudar a compreender melhor essas dificuldades e desenvolver formas mais saudáveis de se comunicar nos relacionamentos.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.