Ana Paula Braga Duarte

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Número de registro: CRP SP 220162

43 opiniões
Pacientes fiéis

Pacientes deste especialista retornam para outras consultas.

Experiência

Sou psicóloga com atuação baseada na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e na Psicologia Sócio-Histórica. Atendo adolescentes, adultos e idosos, oferecendo um espaço acolhedor e ético para o autoconhecimento, manejo emocional e desenvolvimento pessoal.

Minha prática integra o olhar para pensamentos e comportamentos com a compreensão da história de vida e das relações sociais, respeitando a singularidade de cada pessoa. Acredito no cuidado em saúde mental como um processo transformador, construído de forma conjunta e consciente.
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Problemas de relacionamentos
  • Emergências psicológicas
  • Atendimento ao público lgbtqia+

Pacientes que trato

Adultos

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Serviços e preços

  • Atendimento psicológico

    R$ 200

  • Terapia online

    R$ 180

  • Consulta psicológica do adulto

    R$ 200

Consultórios (2)

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Edifício Pravda Alphaville

Alameda Grajaú 98, 18° andar, Barueri 06454-050

Disponibilidade

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Disponibilidade

Número de telefone

(11) 94263...

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

43 opiniões

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  • G

    Minha primeira consulta uma pessoa sem julgamentos, profissional e simpática. Atendimento humanizado cheguei não fiquei esperando adorei nossa conversa.

     • Edifício Pravda Consulta psicológica do adulto  • 

  • M

    Sou paciente da Dra a 8 meses, ela e excelente, muito atenciosa, otimo tratamento.

     • Teleconsulta  • 

  • E

    Nunca tinha feito uma sessão de psicologia. Ela foi muito atenciosa.

     • Edifício Pravda Consulta psicológica do adulto  • 

  • G

    Tive uma boa impressão durante a sessão . Se demonstrou muito empatica e proficiente no que se propoe

     • Teleconsulta Outro  • 

    Ana Paula Braga Duarte

    Agradeço a confiança!


  • M

    Simplesmente amei a consulta, quero passar mais vezes!!
    Profissional incrível, descontraída e é perceptível que ela sabe o que faz.
    Foi uma experiência maravilhosa!

     • Edifício Pravda Primeira consulta psicologia  • 

    Ana Paula Braga Duarte

    Agradeço a confiança!


  • M

    Muito eficiente, prestativa, profissional e educada
    Nota 10

     • Teleconsulta  • 

    Ana Paula Braga Duarte

    Agradeço a confiança!


  • B

    Dr. Foi muito atenciosa. Me senti a vontade para conversar

     • Edifício Pravda Primeira consulta psicologia  • 

    Ana Paula Braga Duarte

    Obrigada, Breno!

    Vamos juntos no processo!


  • M

    Ótima profissional, sabe ouvir e falar. Estou muito segura com ela em falar tudo de mim e acredito que vou melhorar a minha vida...

     • Teleconsulta  • 

    Ana Paula Braga Duarte

    Obrigada pela confiança, Mari!


  • E

    Eu me diverti bastante durante a consulta, não me senti precionada em momento algum e me senti bastante confortável.

     • Teleconsulta  • 

    Ana Paula Braga Duarte

    Obrigada, Eshiley!


  • L

    Ana Paula está sendo o meu alicerce dês de os 20 minutos de conhecimento. Uma profissional excelente, sem dúvidas.

     • Teleconsulta  • 

    Ana Paula Braga Duarte

    Obrigada, Laís!


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Dúvidas respondidas

10 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Olá! Minha namorada após 1 ano de relacionamento não sente mais afeto/carinho/tesão. Isso aconteceu em todos os relacionamentos dela e está acontecendo no nosso agora. O que pode estar causando isso? Ela é religiosa mas nem tanto, não gosta muito de toque físico mas quanto fica sem relacionamento por 3 meses ou mais esse afeto volta. É estranho, como um ciclo onde ela nunca se mantém em um relacionamento pois não consegue mais satisfazer o afeto do companheiro

O que você descreve pode, sim, estar relacionado a um padrão emocional que se repete e que vale a pena ser olhado com cuidado e acolhimento — especialmente por parte dela, se ela estiver aberta a isso.

É comum que algumas pessoas enfrentem dificuldades em manter o afeto, o desejo ou o vínculo emocional conforme o relacionamento avança. Isso pode ter várias causas: experiências anteriores, crenças aprendidas sobre amor e intimidade, conflitos internos em relação à sexualidade, ou até formas específicas de se proteger de uma possível dor emocional.

O fato de ela não gostar tanto de toque físico, por exemplo, e de viver esse “ciclo” de esfriamento afetivo pode indicar questões mais profundas em torno da intimidade e da vinculação emocional — algo que pode ser explorado com muito cuidado em um processo terapêutico. Às vezes, quando a pessoa está sozinha, sente falta da conexão; mas quando se envolve, surgem bloqueios ou desconfortos, como se o afeto despertasse ansiedade, medo ou até culpa.

É importante ressaltar que isso não significa que há algo “errado” com ela, mas que há algo que merece atenção, especialmente se esse ciclo a impede de construir vínculos duradouros que lhe tragam bem-estar.

Se houver abertura, o acompanhamento psicológico pode ajudá-la a entender melhor esses padrões e o que eles querem comunicar. Já para você, também pode ser um momento importante de refletir sobre seus próprios limites, expectativas e necessidades dentro da relação.

Se precisar conversar mais sobre isso, estou à disposição.

 Ana Paula Braga Duarte

Pergunta sobre Incongruência de gênero

Sou casado a 35 anos, desde criança tenho sentimentos homossexuais gostava de fazer de minhas cuecas de calcinhas, mas crédito casei e sempre com meu desejo, depois dos trinta anos tive uma experiência homossexual passiva com um travesti, gostei muito e aí aflorou meus desejos e de lá pra cá tenho tido várias experiências homossexuais com homem e travestis, continuo com vontade de usar calcinha usando da minha esposa em casa, meu relacionamento no casamento é bom mas na ha relação sexual, devo continuar na prática homossexual?

Olá, agradeço por compartilhar sua vivência com tanta sinceridade. Falar sobre sentimentos e desejos que atravessam toda uma vida não é simples, e você demonstra muita coragem ao fazer isso.

É importante dizer que não existe uma resposta pronta sobre “devo ou não continuar”. O que podemos fazer juntos em um processo terapêutico é refletir sobre o que esses desejos significam para você, como eles impactam sua vida, seu bem-estar e suas relações. Você descreve uma relação longa e estável, mas sem vida sexual, ao mesmo tempo em que vive experiências que parecem trazer satisfação e conexão com partes de si que talvez tenham sido reprimidas por muito tempo.

Sua história revela um conflito entre o que você aprendeu socialmente como “correto” e os desejos que fazem parte da sua identidade. Isso é algo que pode ser profundamente trabalhado na terapia, com respeito, sem julgamentos, e com espaço para que você se escute de maneira autêntica.

Vale lembrar que nossa sexualidade pode ser fluida e múltipla, e que compreender quem você é — além de rótulos e expectativas sociais — pode abrir caminhos para decisões mais conscientes, sejam elas no campo da sexualidade ou dos relacionamentos.

Se você sente que essa questão está gerando sofrimento ou confusão, buscar apoio terapêutico contínuo pode ser um passo importante para seu autoconhecimento e bem-estar emocional.

Conte comigo no que precisar nesse processo.

 Ana Paula Braga Duarte
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Perguntas frequentes