Dra. Andréa Pepino da Silva

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Número de registro: 01/6570

Experiência

Sou Andréa Pepino, Psicóloga e Neuropsicóloga, CRP 01/6570, com mais de 30 anos de experiência em avaliações psicológicas, neuropsicológicas e psicopedagógicas.

Atendo crianças, adolescentes, adultos e idosos, buscando compreender cada pessoa de forma ampla, cuidadosa e individualizada. Meu trabalho não se limita à aplicação de testes: considero a história de vida, o desenvolvimento, as dificuldades apresentadas, as potencialidades, o contexto familiar, escolar, profissional e emocional.

Realizo avaliações para investigação de TDAH, Transtorno do Espectro Autista, altas habilidades ou superdotação, dificuldades de aprendizagem, alterações de atenção, memória, linguagem, planejamento, organização, personalidade, funcionamento cognitivo e declínio cognitivo.

Meu compromisso é oferecer uma avaliação que responda à demanda com clareza. Ao final do processo, explico o que foi identificado, quais hipóteses foram confirmadas ou afastadas, quais habilidades estão preservadas, quais dificuldades precisam de atenção e quais encaminhamentos podem contribuir para o desenvolvimento e a qualidade de vida.

Quando necessário, também oriento a continuidade do acompanhamento com profissionais da equipe ou de outras especialidades.

Além da atuação clínica, trabalho com Psicologia Jurídica e Forense, perícias judiciais, assistência técnica e análise de documentos psicológicos. Sou perita judicial cadastrada no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios e na Justiça Federal da 1ª Região.

Meu atendimento é pautado na ética, no sigilo, na escuta acolhedora e na responsabilidade técnica. Crianças e adolescentes são avaliados presencialmente. Adultos e idosos podem ser atendidos presencialmente ou online, quando essa modalidade for tecnicamente adequada.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Psicopedagogia
  • Neuropsicologia
  • Avaliação neuropsicológica
  • Perícia psicológica

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Dúvidas respondidas

9 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso faz

Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso fazer nessa situação?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Andréa Pepino da Silva

Esses sintomas podem ter diferentes causas, como estresse, ansiedade, privação de sono, sobrecarga de trabalho, alterações emocionais ou TDAH. Por isso, tentar controlar apenas a agitação ou a falta de concentração sem compreender a origem do problema pode trazer apenas uma melhora temporária.

A forma mais segura de entender o que realmente está acontecendo é realizar uma avaliação neuropsicológica. Esse processo investiga atenção, memória, velocidade de processamento, planejamento, organização, controle da impulsividade e aspectos emocionais, além de considerar seu histórico pessoal, profissional e de saúde.

Com os resultados, é possível identificar quais dificuldades estão presentes, diferenciar condições que podem apresentar sintomas semelhantes e definir os encaminhamentos mais adequados para o seu caso. Enquanto isso, procure organizar as tarefas em etapas menores, reduzir distrações, fazer pausas breves e observar a qualidade do sono, mas não deixe de buscar uma avaliação especializada se os sintomas estiverem prejudicando seu trabalho ou sua rotina.


Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por d

Tenho 19 anos e, há cerca de 1 mês e meio, comecei a ter episódios diários (cerca de 4–5 vezes por dia) em que surgem “flashes” muito rápidos e involuntários de tragédias, acidentes, assassinatos ou mortes envolvendo pessoas ao meu redor ou, às vezes, eu mesmo. Eles aparecem do nada, em qualquer lugar (rua, trabalho, casa), duram apenas alguns segundos e, enquanto acontecem, fico totalmente focado neles, como se estivesse vendo mentalmente a cena. Só percebo que foi um pensamento depois que acaba. Às vezes paro o que estou fazendo e, em algumas situações, acabo conferindo ou fazendo algo simples para evitar que aquilo possa acontecer (por exemplo, trancar a porta antes de dormir), porque fico com a sensação de “e se acontecer?”.

Além disso, quando eu era criança (menos de 10 anos), tive episódios em que, acordado, via uma “bola gigante”, via espinhos na parede e sentia uma sensação muito estranha de estar preso ou pressionado, como se meu corpo estivesse sem espaço. Às vezes eu levantava desesperado, andava em círculos e chamava minha mãe porque aquilo parecia muito real. Esses episódios desapareceram. Por volta dos 12–14 anos, passei por uma fase em que tinha uma sensação constante de que seria morto ou assassinado a qualquer momento. Isso também passou. Há cerca de 6 meses, a sensação de pressão e a “bola gigante” voltaram 1 a 3 vezes e desapareceram novamente.

Recentemente também tive um sonho extremamente realista em que levei um tiro na região do pescoço/cabeça, caí no chão, minha visão ficou muito prejudicada (como um clarão), tentei pedir socorro e acordei muito assustado.

Gostaria de saber que tipo de condição ou investigação poderia explicar esse conjunto de sintomas e qual profissional seria o mais indicado para avaliar esse caso.

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

Dra. Andréa Pepino da Silva

O conjunto descrito merece uma avaliação especializada e não deve ser interpretado apenas como “pensamentos ruins”. As imagens rápidas e involuntárias, acompanhadas da necessidade de conferir ou prevenir algo, podem ocorrer em quadros de ansiedade ou sintomas obsessivo-compulsivos. No TOC, podem existir pensamentos recorrentes e indesejados, acompanhados de comportamentos realizados para reduzir o medo ou a dúvida. :contentReference[oaicite:0]{index=0}

Entretanto, os episódios antigos de alterações visuais e corporais, a sensação de realidade intensa e o relato de ficar completamente absorvido por alguns segundos também tornam importante investigar causas neurológicas. Algumas crises focais podem produzir imagens, sensações estranhas, experiências semelhantes a sonhos ou mudanças breves da consciência, podendo ser confundidas com manifestações exclusivamente psicológicas. :contentReference[oaicite:1]{index=1}

Por isso, eu recomendaria uma avaliação neuropsicológica completa, associada à consulta com neurologista e psiquiatra. A avaliação neuropsicológica poderá investigar atenção, memória, percepção, funcionamento executivo, aspectos emocionais, presença de pensamentos intrusivos e o impacto dos episódios na rotina. O neurologista poderá verificar a necessidade de exames, como eletroencefalograma ou imagem, e o psiquiatra avaliará hipóteses relacionadas à ansiedade, obsessões, alterações do pensamento e da percepção.

O fato de essas imagens serem involuntárias não significa, por si só, que exista desejo de realizá-las. Ainda assim, como começaram recentemente e estão ocorrendo várias vezes ao dia, é importante não adiar a investigação. Registre horário, duração, situação em que ocorreram, qualidade do sono e o que sentiu antes e depois de cada episódio; essas informações ajudarão os profissionais no diagnóstico diferencial.

Caso haja perda de consciência, confusão prolongada, alteração de força ou fala, dor de cabeça intensa ou risco imediato de machucar alguém ou a si mesmo, procure atendimento de urgência.


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