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4 opiniõesPacientes deste especialista retornam para outras consultas.
Sou psicanalista, com atuação voltada ao acolhimento de casais e adultos que enfrentam desafios emocionais e relacionais. Atendo pessoas que lidam com inseguranças, ciúmes, baixa autoestima, dificuldades sexuais, timidez, comunicação em público e dependência emocional — em contextos amorosos, sociais, familiares e profissionais.
Também ofereço apoio psicanalítico para quem vivencia sintomas de ansiedade e depressão, além de orientação para lidar com conflitos em relacionamentos afetivos ou no ambiente de trabalho.
Minha escuta é pautada pelo respeito, pelo não julgamento e pelo compromisso com o bem-estar psíquico de cada pessoa. Em minha atuação, busco criar um espaço seguro e sigiloso, onde cada paciente possa se expressar livremente e, a partir do vínculo terapêutico, elaborar conflitos, ressignificar vivências e fortalecer sua autonomia emocional.
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4 opiniões
Fernando é um profissional extremamente qualificado e comprometido com o processo terapêutico. Desde as primeiras sessões, demonstrou uma escuta atenta, sensibilidade e capacidade de conduzir reflexões profundas de forma respeitosa e acolhedora.
Recomendo seu trabalho a qualquer pessoa que esteja buscando um profissional sério, ético, humano e interessado.
Fernando Cravos
Obrigado pela avaliação, pela confiança e pela recomendação.
Indico o Fernando de olhos fechados. Além de ser excelente profissional, ele se destaca como terapeuta pela responsabilidade, comprometimento e pela capacidade de escutar e interpretar o que sente o paciente. Me sinto segura e confiante durante as sessões. A segurança que ele transmite com serenidade e demonstração de conhecimento e experiência me deixa certa de que fiz uma boa escolha. Um psicoterapeuta com quem você sabe que pode contar sempre que precisar. Recomendo com muita confiança.
Fernando Cravos
Obrigado pelas palavras e pela recomendação.
Excelente profissional! A escuta atenta e acolhedora me fez sentir à vontade desde o primeiro atendimento. Demonstra empatia, sensibilidade e conhecimento técnico, conduzindo as sessões com seriedade e cuidado. Recomendo fortemente o trabalho dele.
Fernando Cravos é um profissional comprometido, ético e muito humano. Durante o acompanhamento, sempre demonstrou empatia, escuta atenta e respeito pelo meu tempo e processo. Sua abordagem me ajudou a enxergar questões importantes com mais clareza e acolhimento. Recomendo com confiança.
9 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Tenho uma dúvida sobre a técnica do copo com água divulgada por Lair Ribeiro. Nessa prática, a pessoa faz uma pergunta ao subconsciente, bebe metade da água antes de dormir e depois bebe o restante ao acordar.
Minha dúvida é a seguinte: se após beber o primeiro gole a pessoa demora bastante tempo para adormecer, essa demora poderia enfraquecer ou até ‘dissipar’ o possível efeito da técnica? Ou o processo já estaria estabelecido independentemente do tempo que se leve para pegar no sono?
Essa é uma dúvida compreensível dentro da proposta da técnica. No entanto, é importante esclarecer que essa prática não possui respaldo científico nas áreas da psicologia ou da neurociência. Não há evidências de que o ato de “perguntar ao subconsciente” dessa forma, nem o consumo de água antes e depois do sono, produza efeitos sobre resolução de problemas ou processamento mental durante o sono.
Assim, a questão sobre o tempo para adormecer parte de um pressuposto que não se sustenta empiricamente. Em outras palavras, não há um mecanismo demonstrado que possa ser enfraquecido ou dissipado.
Técnicas desse tipo são frequentemente divulgadas sem validação empírica e podem gerar expectativas que não se confirmam na prática.
Para esse tipo de questão, tende a ser mais útil recorrer a formas mais estruturadas de reflexão ou a um acompanhamento clínico que permita elaborar melhor pensamentos, dúvidas e processos de decisão.
De que forma o vazio deixado pelo abandono do meu pai se transformou em uma insegurança constante de que serei deixada a qualquer momento?
Sentir um medo constante de ser deixada depois de ter vivido o abandono de um dos pais é algo mais comum do que muitas pessoas imaginam. Experiências desse tipo, especialmente na infância, podem marcar profundamente a forma como passamos a perceber os relacionamentos.
Na psicologia do desenvolvimento, a teoria do apego mostra que nossas primeiras relações com figuras parentais ajudam a formar expectativas internas sobre os vínculos. Quando ocorre um afastamento ou abandono importante, a criança pode desenvolver um padrão de apego mais inseguro, no qual os relacionamentos passam a ser vividos com maior sensibilidade à possibilidade de perda.
Como a criança ainda não possui recursos emocionais para compreender plenamente o que aconteceu, essa experiência pode ficar registrada como uma sensação persistente de que as pessoas importantes podem ir embora a qualquer momento. Na vida adulta, isso às vezes aparece como medo intenso de abandono ou necessidade de maior segurança nas relações.
A psicoterapia pode ajudar a compreender como essas experiências iniciais influenciaram a forma de viver os vínculos e, gradualmente, construir relações sentidas com mais estabilidade e confiança.
Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.