Dra. Flavia Frare

Psicóloga · Mais

São Bernardo do Campo 1 endereço

Número de registro: CRP SP 169845

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Experiência

Sou psicóloga com atuação em psicologia, saúde ginecológica e sexualidade. Atendo mulheres e pessoas com útero (cis e trans) com foco em endometriose, SOP, TDPM, dor pélvica, disfunções sexuais e questões de imagem corporal.

Trabalho com abordagem cognitivo-comportamental e intervenções psicoeducativas, oferecendo um espaço acolhedor, baseado em ciência e empatia.

Atendimentos online (Brasil). Emissão de recibo para reembolso.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Sexologia
  • Atendimento ao público lgbtqia+

Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 200

  • Psicoterapia

    R$ 200

  • Tratamento da ansiedade

    R$ 200

  • Terapia online

    R$ 300

  • Terapia de Casal Online

    R$ 300

Consultórios (2)

Disponibilidade

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Psicoterapia

Rua das Laranjeiras 1241, Parque Terra Nova , São Bernardo do Campo 09820-480

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  • J

    Flávia é uma excelente profissional, atenciosa e dedicada !!

     • Teleconsulta Atendimento Online em Psicoterapia  • 

  • M

    Profissional super dedicada e atenciosa. Super indico

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Dúvidas respondidas

12 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Eu namoro há oito meses uma outra funcionária da empresa, ninguém da empresa sabe. Semana passada por motivos familiares ela pediu um tempo até o fim de Dezembro: a irmã surtou e a mãe está em briga constante com o padrasto dela. Estou tendo crises na empresa, muita falta de ar e choro e uma das crises sem querer acabei me abrindo com a gerente que eu estava namorando alguém da empresa, sem citar o nome. Minha namorada agora está chateada comigo. Eu a amo muito tenho medo de ter destruído a chance de recomeçar com ela. Como posso recuperar a confiança dela? Será que o relacionamento não tem mais salvação?

O que aparece no seu relato é uma **reação intensa de ansiedade diante da ameaça de perda**, somada a um contexto de alto estresse emocional. As crises não indicam má-fé, mas sim **desregulação emocional**, o que ajuda a entender — não a justificar — a quebra do acordo de sigilo.

Para a confiança ser reconstruída, é necessário primeiro **assumir responsabilidade sem se defender**, validar o impacto que isso teve nela e deixar claro quais medidas concretas você adotará para que a situação não se repita (ex.: estabelecer limites no ambiente de trabalho, buscar apoio psicológico para manejo da ansiedade).

Quanto à possibilidade de continuidade, ela não pode ser forçada. Um “tempo” é justamente um pedido de espaço para reorganização emocional. Respeitar esse limite, reduzir comportamentos de urgência e demonstrar consistência ao longo do tempo são fatores mais relevantes do que tentativas imediatas de reparação.

A psicoterapia pode auxiliar tanto no controle das crises de ansiedade quanto na compreensão dos padrões de apego que se ativaram nesse contexto.

Dra. Flavia Frare

Pergunta sobre Vício em pornografia

Tenho 28 anos e meu namorado 27, estamos juntos a 5 anos e moramos juntos. Enfrentamos um problema que causa desconforto em ambos, a pornografia. Eu já consumi a anos atrás, mas consegui me livrar, mas é algo que até hj as vezes aparece na mente como uma ideia de se ver, mas mesmo assim, opto por não ver. Meu namorado já vem de um histórico como a maioria dos homens, de crescer vendo pornografia e ser tratado como algo normal. Já peguei mais de uma vez no celular e já foi motivo de piorar meus problemas psicológicos, e um quase término. De princípio ele não aceitava tratamento pois tinha preconceito. Uma vez ele teve coragem e me confidenciou que além da pornografia já chegou a olhar pra outras mulheres e desejar, e que tinha consciência que era errado. E isso normalmente acontecia quando a gente brigava. Recentemente ele começou a falar mais abertamente sobre o uso, e até falou para os pais dele, que ele esconde quase tudo. Naquele momento eu pensei que fosse o fim, mas não foi. Eu noto a diferença de comportamento quando ele assiste pornografia nas relações sexuais que temos. E perguntei se ele havia consumido novamente e ele confirmou. A primeira vez eu senti nojo dele e de mim, mas tento não focar nisso, pois é um problema dele, não diz sobre mim. Mas como somos um casal isso afeta. Hj ele diz que aceita tratamento. Então estou em busca de selecionar alguns profissionais que podem auxiliar ele a parar de vez com isso e ter mais alto controle. Ele é do tipo que acredita que homem não demonstra fraquezas e tem que lidar com tudo sozinho, mas na verdade quem tem lidado com os problemas dele sou eu. Também preciso voltar a fazer, e pretendo, mas já deixo claro, que o uso de pornografia não é algo que aceitamos no nosso relacionamento e já conversamos sobre. Então não é algo pra ser aceito como normal, pois já existem estudos que comprovam que esses estímulos não tem benefício algum. Gostaria de conhecer profissionais que trabalham com isso, e como poderiam nos ajudar com práticas confiáveis e seguras.

Obrigada por compartilhar uma situação tão sensível. Pelo que você descreve, o uso de pornografia deixou de ser um comportamento isolado e passou a gerar impacto emocional, relacional e sexual, o que caracteriza um uso problemático, especialmente quando há perda de controle, mentiras e prejuízo no vínculo.

Nesses casos, o mais indicado é psicoterapia individual para ele, com profissionais que atuem com sexualidade humana, comportamento compulsivo e regulação emocional (frequentemente em abordagens cognitivo-comportamentais ou integrativas). O foco não é repressão, mas identificação de gatilhos, manejo de impulsos e construção de uma sexualidade mais consciente.

Também é importante destacar que você não é responsável pelo tratamento dele. Seu sofrimento é legítimo e merece espaço, portanto a terapia individual para você é igualmente indicada. Em alguns momentos, a terapia de casal pode ser considerada, mas não substitui o trabalho individual.

Dra. Flavia Frare
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