Dr. Gabriel Benevides Valiate Martins

Ortopedista - Traumatologista · Mais

São Paulo 1 endereço

Número de registro: CRM SP 220717 - RQE Nº: 124963

Experiência

Dr. Gabriel Benevides Valiate Martins é médico ortopedista, especialista em Cirurgia de Quadril. Formado pela Universidade Federal do Espírito Santo, realizou Residência Médica de Ortopedia e Traumatologia e especialização em Cirurgia de Quadril no Instituto de Ortopedia e Traumatologia da USP. Atualmente é membro Titular da Socidade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e Cirurgião de Quadril voluntário no Hospital das Clínicas da USP São Paulo.

mais Sobre mim

Experiência em:

  • Cirurgia do quadril

Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Primeira consulta ortopedia e traumatologia

    R$ 400

  • Artroplastia de Quadril


  • Artroscopia do quadril


  • Consulta de retorno


  • Consulta em cirurgia do quadril

    R$ 400

Consultório

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Consultório particular

Avenida Açocê 50, Indianópolis, São Paulo

Disponibilidade

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Dúvidas respondidas

13 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho dor importante no braço não operado, com piora progressiva há cerca de 21 dias.
Tenho histórico de cirurgia recente no membro contralateral e compensei esse braço por aproximadamente 9 meses, sendo 100% de compensação nos primeiros 2 meses pós-operatório.

A dor começou de forma limitante após uma sessão de fisioterapia e vem piorando desde então, a ponto de eu não conseguir realizar elevação ativa do braço, enquanto a mobilidade passiva não parece bloqueada.

Durante esse período, realizei repetidamente movimentos funcionais de compensação, especialmente o gesto de enfiar o cotovelo na blusa e elevar a roupa com o braço “bom” para me trocar, o que pode ter sobrecarregado a articulação.

Já utilizei Diprospan IM dose unica a 10 dias, sem melhora.
Meu cirurgião prescreveu etodolaco 600 mg 12/12h por 10 dias, porém tenho restrição ao uso de AINEs e preocupação com rim/coração, o que torna esse esquema uma decisão difícil.

Minhas dúvidas são:

Esse tipo de inflamação realmente costuma exigir 10 dias completos de AINE, ou um curso mais curto (3–5 dias) já é suficiente para avaliar resposta e reduzir risco?

Quais diagnósticos são mais prováveis nesse contexto?

Tem possibilidade de melhora ou precisarei fazer outra cirurgia?

Pelo seu relato, esse quadro é relativamente comum após períodos prolongados de sobrecarga do “braço bom”, especialmente depois de cirurgia no lado oposto. Em geral, dor progressiva com perda da elevação ativa, mas preservação do movimento passivo, sugere problemas como tendinite ou bursite do ombro, lesão do manguito rotador ou um quadro inflamatório por uso excessivo. Movimentos repetitivos de vestir-se, elevar o braço e compensar funções do dia a dia realmente podem desencadear ou agravar esse tipo de inflamação.

Sobre o tratamento, nem toda inflamação exige obrigatoriamente 10 dias contínuos de anti-inflamatório, e em muitos casos um período mais curto (3 a 5 dias) já permite avaliar resposta clínica, especialmente em pessoas com restrição ao uso dessas medicações. A decisão deve sempre ser individualizada, considerando riscos renais e cardiovasculares. Na maioria dos pacientes, há chance real de melhora com tratamento conservador, como ajuste da fisioterapia, controle da dor e redução de sobrecarga; cirurgia é exceção, indicada apenas quando há falha do tratamento clínico ou confirmação de lesões estruturais relevantes em exames.

Dr. Gabriel Benevides Valiate Martins

Pergunta sobre Doença De Legg-Perthes

Eu tenho a doença de pethes. Hoje eu tenho 38 anos. Tive na infância coloquei platina diminui o tamanho da perna porque não queria usar gaiola. Porém hoje sofro com dores intensas nas costas . A perna já está com. Uma boa diferença da outra e constantemente tenho inchaços . E bem complicado pra caminhar longas distâncias não consigo pois a perna doe e pesa muito . Onde fiz a cirurgia não sinto dor mais o joelho a dor e bem intensa . Qual tratamento buscar na minha idade?

A doença de Perthes na infância pode deixar sequelas na vida adulta, especialmente diferença no comprimento das pernas e alterações na forma de andar. Isso costuma gerar sobrecarga na coluna e no joelho, explicando dores lombares intensas, dor importante no joelho, inchaço após esforço e dificuldade para caminhar longas distâncias, mesmo quando o quadril operado não dói diretamente.

Na sua idade, o tratamento deve começar por uma avaliação com ortopedista especialista em quadril, para medir a diferença das pernas e avaliar o estado do quadril, joelho e coluna. Na maioria dos casos, há benefício com compensação no calçado, fisioterapia específica para correção da marcha e fortalecimento muscular. Quando há desgaste avançado do quadril ou falha do tratamento conservador, procedimentos cirúrgicos, incluindo prótese de quadril, podem ser indicados de forma individualizada.

Dr. Gabriel Benevides Valiate Martins
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