Jordana Teixeira

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Porto Alegre 5 endereços

Número de registro: 07/27474

4 opiniões

Experiência

Psicóloga e psicanalista, com 10 anos de prática clínica. Especializada em atender mães das tentativas de engravidar ao puerpério.

Ajudo mães a entender o que sentem, a construir uma relação mais leve e verdadeira consigo e com a maternidade, respeitando a sua individualidade, e promovendo o bem-estar emocional.

Se a maternidade tem te despertado sentimentos inesperados, se você se sente confusa, perdida, culpada ou sobrecarregada, a terapia pode te ajudar a entender e mudar isso de forma profunda.

Meu trabalho é ir além do alívio imediato busco compreender a origem dos seus conflitos para que você desenvolva mais clareza emocional, segurança e autonomia na sua vida.

Ofereço um olhar acolhedor e técnico e um espaço seguro, ético e sem julgamentos, onde você pode falar livremente e se reconectar com quem você é.

Os atendimentos são online e particulares.

Agende sua primeira sessão e comece a entender o que a maternidade tem despertado em você.

 

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicanálise

Experiência em:

  • Psicanálise contemporânea
  • Psicologia da gestante
  • Gravidez e maternidade
  • Psicologia psicanalítica
  • Psicoterapia individual
  • Psicologia perinatal
  • Psicologia obstétrica e da parentalidade
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Pacientes que trato

Adultos

Serviços e preços

  • Pré-natal psicológico

    R$ 200

  • Psicologia puerperal

    R$ 200

  • Psicoterapia adulto

    R$ 200

  • Tratamento psicanalítico para adultos

    R$ 200

Consultórios (6)

Jordana Teixeira

Teleconsulta

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Av. Palmeira, 27, Petrópolis, Porto Alegre 90470-300

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Avenida Osvaldo Reis, 3385, Praia Brava, Itajaí 88306-001

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Rua Teixeira de Melo, 34, Ipanema, Rio de Janeiro 22410-010

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0 - SGAS I Setor de Grandes Áreas Sul 910 - Asa Sul, Asa Sul, Brasília 70390-100

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Rua Aguaçu, 171, Loteamento Alphaville Campinas, Campinas 13098-321

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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

4 opiniões

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  • S

    S.S

    Jordana é uma profissional maravilhosa! O acompanhamento com ela tem sido muito importante para eu lidar com minhas questões relativas à maternidade. Recomendo demais!

     • Teleconsulta Psicoterapia adulto  • 

  • C

    Camila

    A Jordana foi muito importante pra eu entender melhor meu momento, no puerpério me deu o acolhimento que precisava. É um período desafiador e a Jordana deixou tudo mais leve. Recomendo à quem precisa de cuidado, acolhimento e um olhar sensível para seu momento.

     • Jordana Teixeira Outro  • 

    Jordana Teixeira

    Fico muito feliz em receber esse relato. O puerpério é um período de tantas mudanças, descobertas e sentimentos, e poder oferecer um espaço de escuta e acolhimento nesse momento é muito especial para mim. Fico feliz em saber que esse espaço pode tornar essa experiência um pouco mais leve e ajudar você a compreender melhor o que estava vivendo.
    Que bom poder fazer parte de um momento tão importante da sua história.


  • C

    C.T

    Procuramos a Jordana em maio desse ano em um momento de muitas mudanças e inseguranças com a chegada do nosso filho. Como pai, muitas vezes me senti perdido, sem saber como ajudar a minha esposa, e também tinha meus próprios medos e dúvidas. Ter um espaço onde pude encontrar uma direção, e falar sobre o que eu sentia sem julgamentos fez toda a diferença.

    A Jordana é uma profissional muito acolhedora e atenta. Sua escuta me ajudou a compreender melhor o que eu estava sentindo e a atravessar esse período com mais segurança e tranquilidade. Recomendo muito o seu trabalho!

     • Teleconsulta Pré-natal psicológico  • 

    Jordana Teixeira

    Muito obrigada pelo carinho e pela confiança! A chegada de um filho transforma a vida de toda a família, e olhar também para o que o pai está vivendo é parte importante desse processo. Fico muito feliz em saber que você encontrou um espaço onde pode olhar para os seus próprios sentimentos. Foi muito especial poder acompanhar você nesse momento de tantas descobertas e transformações. Obrigada por compartilhar sua experiência e pela recomendação


  • I

    IR

    A Jordana é uma profissional maravilhosa, extremamente sensível e acolhedora. O espaço que ela oferece para a maternidade é único e traz um alívio imenso em meio a tantos sentimentos e descobertas. A escuta e o cuidado dela fazem toda a diferença. Recomendo de coração!

     • Jordana Teixeira Outro  • 

    Jordana Teixeira

    Muito obrigada pelo carinho e pela confiança! Fico muito feliz em saber que você se sentiu acolhida e encontrou, nesse espaço, um lugar de escuta e cuidado em um momento tão cheio de transformações e sentimentos. É muito especial poder acompanhar cada mulher em sua trajetória. Obrigada por compartilhar sua experiência e por sua recomendação!


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Dúvidas respondidas

2 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coi

Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coisa e não costumo sair de casa. Estou grávida de 4 meses, e por ver que tava horrível pra mim psicologicamente resolvi me mudar pro bem do bebe, ainda em processo de mudança sem dizer a minha mãe. Fiquei desesperada com a gravidez e agora mesmo tentando gostar e ver algo novo na minha vida, minha cabeça está me fazendo pensar que ele é amado e eu não, e que a viva que eu finalmente poderia começar não é minha, mas sim será pro bebe. O que fazer? Como é possível não ter planos e objetivos na vida, e ao mesmo tempo acreditar que um filho a caminho roubará a minha vida?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Jordana Teixeira

O que você está vivendo parece envolver sentimentos muito diferentes ao mesmo tempo.
Importante destacar é que ter medo de perder a própria vida com a chegada de um filho não significa que você não queira ou não ame esse bebê. A maternidade pode despertar sentimentos ambivalentes, inclusive antes mesmo do nascimento. É possível estar feliz com a chegada do bebê e, ao mesmo tempo, sentir medo, tristeza, raiva, insegurança ou até uma sensação de perda.
Também chama atenção você dizer que “ele é amado e eu não”. Talvez valha a pena olhar com cuidado para esse pensamento: o que significa, para você, sentir que o bebê será amado e você não? De onde vem essa sensação de não ser amada ou de precisar deixar de existir para que outra pessoa possa existir?
Ter um filho não significa que todos os seus planos, desejos e possibilidades precisam desaparecer. Mas é verdade que a maternidade transforma a vida e exige uma reorganização. A questão talvez não seja escolher entre ter uma vida ou ser mãe, mas descobrir como construir uma vida que também possa incluir a maternidade sem que você precise se apagar.
Você está passando por uma mudança importante, e parece estar tentando dar conta de muitas coisas ao mesmo tempo. Por isso, acredito que seria muito importante ter um espaço de psicoterapia durante a gestação, onde você possa falar livremente sobre esses medos, sem ser julgada e sem precisar demonstrar que está feliz com a gravidez o tempo todo.
Você não precisa ter todas as respostas agora, nem saber exatamente quais serão seus planos depois que o bebê nascer. Talvez esse seja justamente um momento para começar a descobrir o que você deseja para a sua própria vida, além de pensar apenas no que será melhor para o bebê.
E se esses sentimentos estiverem muito intensos, persistentes ou vierem acompanhados de desesperança, crises de ansiedade ou pensamentos de não querer mais estar aqui, procure ajuda profissional o quanto antes.
Eu sou psicóloga especialista em saúde mental materna, tentantes, gestantes e puérperas, fico à disposição.
Um abraço, com carinho.


Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?

Como eu sei que estou rejeitando o bebê na barriga? Ou somente não aceitei a ideia de ter um bebê ?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Jordana Teixeira

Essa é uma dúvida bastante compreensível, principalmente quando a gravidez não é planejada, ou não aconteceu exatamente como você imaginava.
Não aceitar a ideia de ter um bebê e sentir dificuldade para se conectar emocionalmente com ele não significam, necessariamente, rejeitar esse bebê. A gestação pode despertar sentimentos muito diferentes e, às vezes, contraditórios: medo, ansiedade, tristeza, raiva, insegurança, sensação de perda da própria liberdade, preocupação com o futuro... E sentir essas coisas não faz de você uma pessoa ruim ou uma mãe que não vai amar seu filho.
O vínculo com o bebê também não precisa acontecer imediatamente. Para algumas mulheres, ele vai sendo construído ao longo da gestação; para outras, especialmente diante de uma gravidez inesperada ou de um momento emocionalmente difícil, essa aproximação pode acontecer aos poucos, inclusive depois do nascimento.
Talvez mais importante do que tentar descobrir agora se você está “rejeitando o bebê” seja poder se perguntar: o que exatamente está sendo tão difícil de aceitar nessa gravidez? O que essa chegada representa para você?
Essas são questões que podem ser trabalhadas em psicoterapia, em um espaço no qual você possa falar sobre tudo isso sem precisar se censurar ou tentar sentir aquilo que acredita que deveria sentir. A partir dessa escuta, é possível compreender melhor esses sentimentos e construir, gradualmente, uma relação possível com a gravidez, com o bebê e com a ideia de ser mãe.
Você não precisa se obrigar a sentir amor, alegria ou conexão o tempo todo. Primeiro, talvez seja necessário encontrar um espaço para entender o que você está sentindo.


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Perguntas frequentes