Dr. José Luiz Ribeiro

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Experiência

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Graduado em psicologia, sou pós-graduado em musicoterapia e músico experiente, especializado no atendimento de jovens, adultos e idosos. Desenvolvi uma escuta atenta, sensível, humanizada e profissional.

Dedicado ao estudo e ao aperfeiçoamento personalizado de cada paciente, realizei diferentes pós-graduações em musicoterapia, com o objetivo de agregar ferramentas no atendimento de crianças e adultos com transtorno de TEA, síndrome de Down, paralisia cerebral e outros transtornos neurológicos.

Atento às questões contemporâneas, tenho me especializado cada vez mais em depressão e ansiedade, visto que, no Brasil, as populações atingidas por esses transtornos vêm crescendo.

Entre as pós-graduações realizadas estão: especialização em transtorno do espectro autista, especialização em musicoterapia plurimodal e, atualmente, sou pós-graduando em transtornos neurológicos e neuroreabilitação, ampliando assim a compreensão da neurologia do cérebro humano e as possibilidades técnicas de contribuição nos processos de reabilitação dos pacientes.

Com projetos de musicoterapia voltados aos idosos com Alzheimer, Parkinson e demências, tenho promovido bem-estar emocional, socialização e resultados significativos na estimulação de áreas cognitivas por meio da música.

Se você busca uma abordagem que combine ciência, empatia e cuidado humano, convido você a agendar uma consulta para conversarmos sobre suas necessidades e objetivos.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental

Experiência em:

  • Aconselhamento e orientação a pais
  • Terapia aba
  • Musicoterapia

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Dr. José Luiz Ribeiro

Projeto de Musicoterapia para atendimento de idosos em grupo
Musicalizando o envelhecer
José Luiz Ribeiro
CPMT 114-2024 12/23473
Musicoterapeuta Psicólogo
Musicoterapeuta especializado em neurologia, transtornos mentais e geriatria.
Experiência que alia conhecimento técnico e sensibilidade para promover bem-estar,
comunicação e desenvolvimento cognitivo, tanto no atendimento em grupo,
individual, casais ou familiar.

Apresentação

Envelhecer não é um processo homogêneo (De Souza Minayo e Coimbra Jr, 2002), pois
cada ser humano vivencia e o transcorre de forma única, mesmo ocorrendo
modificações morfológicas, funcionais e bioquímicas, como psicológicas, que
determinam a progressiva perda das capacidades de adaptação do indivíduo ao meio
ambiente, ocasionando maior vulnerabilidade e incidência de doenças (Vieira, 1996;
Lopes, 2000). A política de desenvolvimento ativo, proposta pela Organização Mundial
da Saúde (OMS) enfatizou que envelhecer bem não é apenas responsabilidade do
indivíduo e, sim, um processo que deve ser respaldado por políticas públicas e por
iniciativas sociais e de saúde ao longo do curso da vida. A criação dessa política apoia
se numa perspectiva que visa à promoção da saúde, à prevenção de doenças e ao
acesso equânime aos cuidados de qualidade, promovendo assim o envelhecimento
ativo (OMS., 2005). As teorias do envelhecimento bem sucedido veem o sujeito como
proativo, regulando a sua qualidade de vida através da definição de objetivos e
tentando alcançá-los, acumulando recursos que são úteis na adaptação à mudança e
ativamente envolvidos na manutenção do bem estar. Dessa maneira o envelhecimento
bem sucedido é acompanhado de qualidade de vida e deve ser impulsionado ao longo
dos estados anteriores de desenvolvimento (D'alencar e Andrade, 2012).
Durante o envelhecimento, seja ele fisiologicamente normal ou não, ocorre uma
atrofia do cérebro e consequente morte neuronal que tende a ser seletiva. Um
conjunto de sistemas tratam de compensar as áreas das perdas sofridas, retardando o
aparecimento de déficits funcionais importantes e conseguindo que tal função
permaneça, em parte compensada (Febrero, 2010).

Objetivos
O projeto visa atuar com o sujeito idoso uma ou duas vezes por semana procurando
promover o bem estar físico, emocional, cognitivo e social, melhorando a qualidade de
vida e estimulando a autonomia dos mesmos. Atuando também na prevenção de
transtornos tais como a depressão, ansiedade, demência, Alzheimer, Parkinson, muita
das vezes retardando a evolução de alguns destes transtornos dando melhor condição
de vida para este sujeito.
Público alvo
O projeto pretende reunir grupos que estejam procurando uma melhor maneira de
envelhecer com uma melhor qualidade de vida.
Quando temos a experiência do tempo, o que determina o significado do que foi vivido
é o como cuidamos do nosso envelhecer.
Faixa etária para este primeiro projeto é a partir dos 60 anos sem idade máxima e com
a possibilidade de abraçar idosos com algum transtorno neurológico.
Fundamentação teórica
A Musicoterapia atua como dispositivo de intervenção em prevenção, incentivando a
criatividade em grupos de pessoas idosas e melhorando a sua qualidade de vida. O uso
da linguagem musical e o vínculo musical são construídos tomando uma dimensão de
saúde para o idoso (Ferreira et al.,2013).
Benefícios Cognitivos: A Musicoterapia estimula a memória, atenção e concentração,
reforçando a neuroplasticidade do cérebro idoso. Em pacientes com Alzheimer ou
outras demências, músicas significativas podem acessar memórias aparentemente
perdidas, criando momentos de lucidez e melhorando a comunicação e a linguagem. A
musicoterapia para idosos vai além dos aspectos clínicos. Ela proporciona experiências
significativas que enriquecem o cotidiano, promovendo autonomia, autoestima e
relações interpessoais mais saudáveis.
Entre os principais ganhos na qualidade de vida, destacam-se:
 Melhora do sono e relaxamento;
 Redução da agitação e do comportamento agressivo;
 Estímulo à atividade física por meio da dança;
 Fortalecimento de vínculos familiares, especialmente quando os
familiares participam das sessões.
A música também é uma forma de lazer, algo essencial para proporcionar a
conquista de uma terceira idade feliz, ela nos afeta emocionalmente, criando
ambientes aos quais reagimos em um nível subconsciente e não verbal (Júnior 2008;
Padilha 2008).
Nos convida à participação da vida, cantando ou tocando, levando o idoso a interagir
com outras pessoas amenizando o isolamento social ou melhorando a aptidão física
que auxiliará na capacidade funcional (Gaston 1968).
O Musicoterapeuta é um profissional da área de saúde com formação específica
de nível superior e com pós graduação regulamentada por um conselho atuante. Por ser
um profissional da área de saúde, deve ter conhecimento do distúrbio com o qual vai
intervir, pois, a estruturação do processo terapêutico e os objetivos propostos variam e
dependem das diferentes características de cada paciente assim como o conhecimento
das funções cerebrais e neurológicas de um modo geral. Com este conhecimento as
sessões de musicoterapia podem ser um importante aliado em busca da saúde mental
deste sujeito. O Musicoterapeuta deve ter conhecimento do público com o qual vai
intervir, pois, a estruturação do processo terapêutico e os objetivos propostos variam
e dependem das diferentes características de cada paciente assim como o
conhecimento das funções cerebrais e neurológicas de um modo geral. Com este
conhecimento as sessões de musicoterapia podem ser um importante aliado em busca
da saúde mental deste idoso, pois o Musicoterapeuta além do saber possui
qualificação e um recurso único que o identifica na prática clínica, a música.
Metodologia.
Os atendimentos serão feitos em grupos de no mínimo 5 pessoas e no máximo de 17
pessoas em frequência de uma ou duas vezes por semana com a sessão de
Musicoterapia durando 1 hora por sessão. É importante que possamos ter o histórico
musical destes participantes para que possamos trabalhar com músicas que possam
abraçar todos os participantes do grupo com um repertório amplo e variado
trabalhando também empatia musical dos participantes. O setting terapêutico será
organizado com instrumentos percussivos para que os pacientes possam participar
ativamente destes momentos. Poderemos ter músicas executadas ao vivo ou músicas
gravadas (receptivas), para que os mesmos possam dançar trabalhando assim uma
maior interação com seus parceiros. Poderemos usar também papel e caneta para
alguma outra intervenção como jogos musicais, anotações de algumas emoções que
possam aflorar no momento musical.
Referências:
Ahessy, B. Choral therapy: reducing depression and improving quality of life in older
adults. In Proceedings of the 8th European Music Therapy Congress: Evidence for
Music Therapy Practice, Research & Education, [May 2010], Cadiz, Spain, 2010
. Andrade AC, Lima FRA, Silva LFA, Santos SSC. Depressão em idosos de uma Instituição
de Longa Permanência: proposta de ações de enfermagem. Revista Gaúcha de
Enfermagem. 2005;26(1):57-66.
. Avila R, Moscoso MA, Ribeiz S, Arrais J, Jaluul O, Bottino CM. Influence of education
and depressive symptoms on cognitive function in the elderly. Inter Psychogeriat
2009;21:560-7. http://dx.doi.org/10.1017/ S1041610209008928
BRASIL. Portaria nº 810 Normas para Funcionamento de Casas de Repouso, Clínicas
Geriátricas e Outras Instituições Destinadas ao Atendimento ao Idoso de 22 set 1989.
Ministério da Saúde: Brasília/DF 1989.
D'ALENCAR, R. S.; ANDRADE, C. M. A educaçao (re)visitada: a velhice na sala de aula.
Editus - UESC, 2012. ISBN 9788574552989. Disponível em: <
https://books.google.com.br/books?id=JtGamwEACAAJ >.
FERREIRA, L. B.; REZENDE, L. V.; DE VARGAS, D. R. M. A influência da Musicoterapia na
autoestima de idosos que vivem em uma instituição de longa permanência em Araguaína -TO.
Revista Cereus, v. 5, n. 1, p. 47-62, 2013.
FEBRERO, M. B. M.; ORUETA, U. D.; PEREIRO, J. M. M. El proceso de envejecer: una perspectiva
integradora: evaluación e intervención biopsicosocial. Universidad de Deusto, 2010. ISBN
8498302439.
JÚNIOR, J. D. S. A utilização da música com objetivos terapêuticos: interfaces com a bioética.
2008. Dissertação de Mestrado Programa de Pós-graduação em Música., Universidade Federal
de Goiás Escola de Música e Artes Ciências. , Goiânia.
SOUSA, R. G. D.; LOVISI, G. M. Avaliação de déficits cognitivos em moradores com mais de 65
anos de um albergue público. Revista Psiquiatr Clin, v. 34, n. 5, p. 205 209, 2007.
VIEIRA, E. B. Manual de gerontologia. Rio de Janeiro: Revinter, p. 06-23, 1996.


MÚSICA E MUSICOTERAPIA
José Luiz Ribeiro da Silva
Psicólogo CRP 12123473
Musicoterapeuta CPMT/SC 114/2024
A Música faz parte da nossa vida, mesmo antes do nosso nascimento a sua
presença pode ser sentida de inúmeras maneiras em nosso cotidiano, assumindo assim
distintas definições. Uma das formas de definir a música é como uma sequência de
notas ou melodias, organizada por uma estrutura de elementos fundamentais:
Intensidade, altura, delineamento de uma melodia, duração, ritmo, andamento, timbre,
localização espacial, reverberação.No entanto a música na sua potencialidade,
sentidos, significados e benefícios extrapola os limites deste conceito.
O grande filósofo grego, Sócrates, em 400 a.C. já dimensiona a importância da
música no desenvolvimento humano ao declarar que “A educação musical é a parte
principal da educação porque, seu ritmo e harmonia tem o grande poder de penetrar
na alma fortemente “.
A música além de trabalhar com as emoções é um estímulo sensorial, rítmico,
auditivo, estimulador da fala ela vai ajudar a focar a sua concentração aumenta a
atenção e assim por diante.Ela nos afeta do ponto de vista: Orgânico, psíquico,
emocional, cognitivo, ela nos afeta por inteiro faz parte do nosso dia a dia.
Quando uma criança começa a aprender música a ler as notas musicais, começa
a cantar, ou tocar um instrumento musical, todo este movimento vai estar fazendo
com que este cérebro vá criando uma série de conexões neuronais, transformando este
cérebro neurologicamente em um cérebro diferente das pessoas que não fazem ou não
estudam música.
O ato de acompanhar uma música que conhecemos mobiliza várias regiões do
cérebro, inclusive o hipocampo, bater com os pés ou com as mãos o rítmo mobiliza os
circuitos de regulação temporal do cerebelo (responsável pela aprendizagem e
regulação motora, coordenação e precisão das funções motoras).
Tocar um instrumento ou cantar, por exemplo, mobiliza o lobo frontal,
responsável pela elaboração do pensamento, planejamento, programação de
necessidades individuais, emoção, memória e função motora. Rememorar letras de
canções mobiliza centros de linguagem como os da área de Broca e Wernicke.
(LEVITIN- page 87,88 2021).
Interpretar uma música qualquer, com letra ou instrumental possibilitará que a
criança esteja acessando imagens visuais, emoções, memórias e ao mesmo tempo
ocorra a liberação de neurotransmissores, especialmente dopamina aumentando a
sensação de prazer.
A música como terapêutica, configura-se substancialmente como uma
possibilidade humanizada do cuidado, experienciando tanto os pacientes quanto a
equipe de terapeutas, uma abordagem leve e diferente, porém intensa em suas práticas
dentro dos planos terapêuticos.
A musicoterapia oferece inúmeros benefícios para pessoas com distúrbios
neurológicos, proporcionando oportunidades para estimular o cérebro, melhorar o
humor, incentivar a auto-expressão e a comunicação.
O musicoterapeuta é um profissional que contribuirá no desenvolvimento do
indivíduo nas habilidades funcionais, na sua autonomia, protagonismo, bem estar,
reabilitação e habilitação de funções, comunicação, funções sensoriais, sociabilidade,
função executiva, função inibitória, cognição, postura, equilíbrio, memória, dentre
outras.
A Musicoterapia permite que o musicoterapeuta transite por vários caminhos,
podendo atuar com pessoas típicas e neurotípicas, de todas as idades, na geriatria, nos
hospitais, nas escolas, em programas sociais, com pessoas com mal de Alzheimer,
Parkinson, Transtorno de Esquizofrenia, Ansiedade, Depressão, TEA dentre outros.
E para cada caso ela nos propicia trabalhar com perspectivas diferentes e obviamente
maneiras e técnicas diferentes .
Para isso o Musicoterapeuta tem que saber profundamente de Música e do
universo musical, ter um conhecimento amplo de um ou mais instrumentos musicais,
dominar técnica vocal, saber de teoria musical.
No entanto, não basta ter uma formação musical, o Musicoterapeuta é um
profissional da área de saúde com formação específica de nível superior e com pós
graduação regulamentada por um conselho atuante. Por ser um profissional da área de
saúde, o Musicoterapeuta deve ter conhecimento do distúrbio com o qual vai intervir,
pois, a estruturação do processo terapêutico e os objetivos propostos variam e
dependem das diferentes características de cada paciente assim como o conhecimento
das funções cerebrais e neurológicas de um modo geral. Com este conhecimento as
sessões de musicoterapia podem ser um importante aliado em busca da saúde mental
deste sujeito.

05/08/2026

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    Recomento muito o trabalho do Dr. José, podem confiar sem dúvidas!!

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    “Tio Zé fez a diferença atuando com a musicoterapia com minha filha autista nível 3 de suporte. Profissional maravilhoso e qualificado. Por mais profissionais assim!

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