Juliana da Cruz Barros Neves

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São Bernardo do Campo 1 endereço

Número de registro: CRP SP 76711

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Experiência

Juliana Barros (CRP 06/76711) é psicóloga formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com pós-graduação em Gestão de Pessoas. Possui formação em Gestalt-terapia pelo Instituto Mineiro de Gestalt Terapia (IMGT) e, atualmente, segue em pós-formação continuada pelo Instituto Ampliando Fronteiras (RJ), aprofundando sua prática clínica.
Atua principalmente com mulheres que desejam compreender suas emoções, fortalecer a autoestima e se libertar de padrões internos que geram sofrimento — como insegurança, autocrítica, síndrome da impostora, perfeccionismo, ansiedade e sobrecarga emocional.
Sua prática é guiada pela Gestalt-terapia e inspirada pela Fenomenologia e o Existencialismo, compreendendo a pessoa em sua totalidade: corpo, mente, emoções, história e relações. Juliana busca criar um espaço em que a paciente se sinta acolhida, ouvida e respeitada em sua singularidade, favorecendo o desenvolvimento de mais clareza, presença e autonomia na própria vida.
Seu trabalho é orientado pela ética, pela sensibilidade e pela construção de um ambiente seguro, no qual cada mulher pode encontrar caminhos mais autênticos para viver, sentir e se relacionar consigo e com o mundo.

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Gestalt

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  • A

    Anselmo

    Gostei muito, foi só uma consulta precisava conversar e foi muito bom

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    Laura

    Gostei muito do atendimento da Ju. Foi a primeira vez que passei com uma psicóloga e me senti ouvida e acolhida!

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    Paciente

    Juliana é ótima! Me ajuda muito com minhas crises.
    Tenho boderline.

     • Psicoabc Primeira consulta psicologia  • 

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    Laura D

    Gosto muito das sessões com a Juliana, ela faz esse momento ficar leve, mesmo sendo um momento difícil

     • Psicoabc  • 

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    Carla G

    A Juliana é muito acolhedora, simpática e transmite total conhecimento. Me sinto acolhida no atendimento.

     • Psicoabc  • 

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Dúvidas respondidas

416 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons

Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Juliana  da Cruz Barros Neves

OLÁ, TUDO BEM? Li com cuidado o que você trouxe, e percebo o quanto tem sido pesado carregar esse medo por tanto tempo, principalmente sabendo que ele te acompanha desde a adolescência e se intensificou ao ponto de doer tanto no corpo quanto na vida profissional.

Esse tipo de reação, o coração acelerado, o choro, a vontade de fugir do contato visual, costuma se instalar cedo e se manter porque o corpo aprende a associar situações sociais a perigo, entrando em alerta antes mesmo de qualquer coisa acontecer de fato. Com o tempo, esse alerta vira um ciclo: o medo antecipa o sofrimento, e o sofrimento reforça o medo. Não tem relação com ser ou não uma pessoa legal ou carismática, é uma resposta emocional que se automatizou e que pode, sim, ser trabalhada com tempo e cuidado.

Procurar ajuda psicológica aqui não é perder tempo nem expor uma fragilidade que deveria ficar escondida. É justamente o oposto: é dar a você mesma a chance de entender de onde vem esse medo tão intenso e, aos poucos, no seu ritmo, construir novas formas de estar com as pessoas que não custem tanto.

Você consegue identificar algum momento específico em que esse medo ficou mais forte, ou ele sempre esteve presente dessa forma? O que você imagina que os outros pensariam de você nos momentos em que o coração dispara? E se esse medo diminuísse um pouco, o que você acha que mudaria primeiro no seu dia a dia?

Caso precise, estou à disposição.


Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico a

Boa tarde. Para terapia hormonal com pessoas trans maiores de idade é necessário laudo psicológico assinado? Existe tempo mínimo de acompanhamento psicológico?

RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

 Juliana  da Cruz Barros Neves

BOA TARDE, TUDO BEM? Que bom que você trouxe essa dúvida, ela é comum e mostra o cuidado que você está tendo antes de iniciar esse processo.

Não existe, hoje, uma exigência universal e fixa por parte do Conselho de Psicologia de um laudo psicológico obrigatório nem um tempo mínimo padronizado de acompanhamento para hormonioterapia em pessoas trans adultas. As diretrizes mais recentes da própria Psicologia reforçam justamente o contrário: uma abordagem não patologizante, que respeita a autodeterminação de gênero e que não permite que documentos psicológicos funcionem como uma espécie de "validação de identidade". O que costuma existir são critérios definidos pelo serviço ou pelo médico endocrinologista responsável pela prescrição, que podem variar bastante entre o SUS e o atendimento particular.

Por isso, o caminho mais seguro é confirmar diretamente com o profissional ou serviço que vai conduzir a hormonioterapia quais documentos e prazos eles exigem no protocolo específico deles.

Você já conversou com esse profissional sobre os critérios do serviço dele? E, pensando além da exigência documental, esse acompanhamento psicológico é algo que você sentiria como um cuidado importante para você de qualquer forma, nesse momento de transição?

Caso precise, estou à disposição.


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