Juliana da Cruz Barros Neves

Psicóloga · Mais sobre as especializações

São Bernardo do Campo 1 endereço

Número de registro: CRP SP 76711

5 opiniões
Tempo estimado de resposta:

Experiência

Juliana Barros (CRP 06/76711) é psicóloga formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, com pós-graduação em Gestão de Pessoas. Possui formação em Gestalt-terapia pelo Instituto Mineiro de Gestalt Terapia (IMGT) e, atualmente, segue em pós-formação continuada pelo Instituto Ampliando Fronteiras (RJ), aprofundando sua prática clínica.
Atua principalmente com mulheres que desejam compreender suas emoções, fortalecer a autoestima e se libertar de padrões internos que geram sofrimento — como insegurança, autocrítica, síndrome da impostora, perfeccionismo, ansiedade e sobrecarga emocional.
Sua prática é guiada pela Gestalt-terapia e inspirada pela Fenomenologia e o Existencialismo, compreendendo a pessoa em sua totalidade: corpo, mente, emoções, história e relações. Juliana busca criar um espaço em que a paciente se sinta acolhida, ouvida e respeitada em sua singularidade, favorecendo o desenvolvimento de mais clareza, presença e autonomia na própria vida.
Seu trabalho é orientado pela ética, pela sensibilidade e pela construção de um ambiente seguro, no qual cada mulher pode encontrar caminhos mais autênticos para viver, sentir e se relacionar consigo e com o mundo.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Gestalt

Experiência em:

  • Transtornos de ansiedade

Formatos de consulta

Presencial Ver locais (1)
Consulta por vídeo

Fotos e vídeos

Pagamento online aceito

Economize tempo antes da consulta.

Serviços e preços

  • Consulta Psicologia

    R$ 150

  • Tratamento da dor na relação sexual feminina

    R$ 150

  • Tratamento para vício em pornografia

    R$ 150

  • Tratamento para transtorno de ansiedade generalizada

    R$ 150

  • Tratamento para transtorno de ansiedade

    R$ 150

Consultórios (2)

Psicoabc

Teleconsulta

Disponibilidade

Pagamento online aceito

Economize tempo antes da consulta.

Modalidades de pagamento (visitas privadas)

  • Pagamento online aceito
  • PIX
  • Depósito Bancário

Número de telefone

(11) 97581...
Psicoabc
Psicoabc

Rua: Jurubatuba, 1350, Centro, São Bernardo do Campo 09725-000

Ampliar o mapa abre num novo separador

Disponibilidade

Pagamento online aceito

Economize tempo antes da consulta.

Modalidades de pagamento (visitas privadas)

  • Pagamento online aceito

Número de telefone

(11) 97581...

Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

5 opiniões

Mais mencionado pelos pacientes

  • Atencioso durante a consulta
Todas as opiniões são importantes, por isso os especialistas não podem pagar para alterar ou excluir uma opinião. Saiba mais. Saber mais sobre pareceres
  • A

    Gostei muito, foi só uma consulta precisava conversar e foi muito bom

     • Psicoabc Teleconsulta  • 

  • L

    Gostei muito do atendimento da Ju. Foi a primeira vez que passei com uma psicóloga e me senti ouvida e acolhida!

     • Psicoabc  • 

  • P

    Juliana é ótima! Me ajuda muito com minhas crises.
    Tenho boderline.

     • Psicoabc Primeira consulta psicologia  • 

  • L

    Gosto muito das sessões com a Juliana, ela faz esse momento ficar leve, mesmo sendo um momento difícil

     • Psicoabc  • 

  • C

    A Juliana é muito acolhedora, simpática e transmite total conhecimento. Me sinto acolhida no atendimento.

     • Psicoabc  • 

Ocorreu um erro, tente outra vez

Dúvidas respondidas

411 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Existe um contínuo entre Transtorno de Estresse Pós-Traumático Complexo (TEPT-C) e Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

Olá, tudo bem? Essa é uma pergunta muito importante, porque TEPT Complexo e Transtorno de Personalidade Borderline podem realmente ter áreas de sobreposição, mas isso não significa que sejam a mesma coisa. Em alguns casos, pode haver um contínuo clínico no sentido de que experiências traumáticas precoces, repetidas ou relacionais podem influenciar profundamente a regulação emocional, a forma de se vincular, a percepção de segurança e a construção da identidade.

Ao mesmo tempo, é importante diferenciar: no TEPT Complexo, costuma haver uma organização mais centrada em trauma persistente, com revivências, evitação, sensação de ameaça, vergonha, culpa, dificuldades relacionais e alterações na autoimagem. No TPB, além da desregulação emocional, costumam aparecer padrões marcantes de instabilidade nos vínculos, medo intenso de abandono, impulsividade, oscilações na identidade e formas muito intensas de reagir a rupturas ou rejeições percebidas.

Talvez uma boa forma de pensar seja: existe uma zona de encontro entre os dois quadros, mas não uma fusão completa entre eles. O que aparece primeiro na história da pessoa? A sensação de ameaça e trauma domina o funcionamento? Ou o eixo principal está na instabilidade dos vínculos, na identidade e na impulsividade? As crises emocionais surgem mais como resposta a memórias traumáticas ou como reação a sinais de abandono, rejeição ou perda de conexão?

Na prática clínica, essa diferenciação exige cuidado, escuta da história de vida, avaliação dos padrões atuais e compreensão da função dos sintomas. Uma sessão pode ajudar bastante a organizar esses elementos com profundidade, sem reduzir a pessoa a um rótulo diagnóstico. Caso precise, estou à disposição.

 Juliana  da Cruz Barros Neves

Quais são os fatores que indicam melhor prognóstico no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

Olá, tudo bem? Essa é uma pergunta muito relevante, porque o prognóstico no Transtorno de Personalidade Borderline não depende apenas do diagnóstico em si, mas de um conjunto de fatores pessoais, relacionais, clínicos e contextuais. De modo geral, um prognóstico mais favorável costuma estar associado à presença de motivação para tratamento, capacidade progressiva de reconhecer padrões emocionais, adesão ao acompanhamento psicológico, redução de comportamentos impulsivos e construção de vínculos terapêuticos mais estáveis.

Também fazem diferença alguns fatores como rede de apoio minimamente segura, menor gravidade de comorbidades, menor uso de substâncias, possibilidade de refletir sobre as próprias reações e algum grau de continuidade no cuidado. Quando a pessoa consegue começar a perceber o que acontece antes de uma crise, o que dispara sentimentos intensos e como costuma reagir ao medo de abandono ou rejeição, já existe um ponto importante de trabalho clínico.

Vale pensar: a pessoa consegue reconhecer quando está entrando em um estado emocional mais intenso? Consegue pedir ajuda antes de agir impulsivamente? Há algum vínculo que funcione como referência de estabilidade? Ela consegue, mesmo com dificuldade, olhar para os próprios padrões sem se reduzir à culpa ou à vergonha?

O prognóstico melhora quando o tratamento não busca “apagar” emoções, mas ajudar a pessoa a compreendê-las, regulá-las e construir formas mais seguras de se relacionar consigo e com os outros. É um processo que exige cuidado, constância e uma avaliação individualizada, porque cada história tem uma organização própria. Caso precise, estou à disposição.

 Juliana  da Cruz Barros Neves
Ver todas as respostas

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.

Perguntas frequentes