Dra. Juliane Callegaro Borsa

Psicóloga · Mais sobre as especializações

Porto Alegre 1 endereço

Número de registro: CRP RS 07/13425

33 opiniões

Experiência

Sou Psicóloga, Mestra em Psicologia Clínica (PUCRS), Doutora e Pós-Doutora em Psicologia (UFRGS).
Atuo como terapeuta cognitivo-comportamental, ajudando mulheres a alcançarem a realização e o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, oferecendo as seguintes modalidades de atendimento:
- Psicoterapia individual online;
- Intervenção individual e focal para tentantes, gestantes e puérperas;
- Aconselhamento de carreira;
- Aconselhamento reprodutivo;
- Avaliação Psicológica;
- Orientação de projeto de vida;
- Mentoria acadêmica.

| Atendimento Online para mulheres |
mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Terapia cognitivo comportamental
Psicoterapia individual

Experiência em:

  • Psicologia da mulher
  • Aconselhamento psicológico

Pacientes que trato

Adultos

Destaques

Serviços e preços

  • Teleconsulta

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  • Orientação e desenvolvimento de carreira

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  • Terapia Cognitivo Comportamental

    A partir de R$ 0

  • Urgências psicológicas

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Consultórios (2)

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Psicoterapia para Mulheres

Avenida Getúlio Vargas, 911, sala 605, Menino Deus, Porto Alegre 90150-001

Disponibilidade

Este especialista não oferece agendamento online neste endereço

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Planos de saúde não aceitos

Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.

33 opiniões

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  • B

    Boa escuta e boas colocações. Uma conversa ativa e que traz grandes reflexões e uma boa visão da nossa situações.

     • Psicoterapia Online Aconselhamento Psicológico  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Agradeço seu retorno e sua avaliação. Quatro estrelinhas que valem por cinco! ;)


  • N

    Ótima profissional! Atenciosa, demonstra muito conhecimento na área em que atua.

     • outro lugar Outro  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Oi Nai, muito obrigada pela mensagem e por confiar em mim e em meu trabalho!
    Juli


  • S

    Adoro o atendimento da Juliane, muito bom, ponto alto da semana ;)

     • Psicoterapia Online Teleconsulta  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Que bom! Fico feliz por ajudar você nesse momento e tornar sua semana melhor! Conte comigo, seguimos juntas nesse processo.


  • C

    Dra Juliane é uma excelente psicóloga que me conduziu com extremo profissionalismo e dedicação durante um período desafiador na minha vida. Moro fora do Brasil e ter a oportunidade de realizar as consultas on-line com um profissional que fala a minha língua e entende a minha cultura fez uma grande diferença no meu tratamento. Recomendo com segurança o trabalho da Dra Juliane!

     • Psicoterapia Online Teleconsulta  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Cynthia, muito obrigada pelo feedback. Foi um prazer compartilhar parte da sua trajetória e vê-la tão confiante e fortalecida no momento da sua alta terapêutica.
    Desejo tudo de melhor na sua vida.
    E quando precisar, conte comigo.


  • C

    A Ju é uma psicóloga muito qualificada e acolhedora. Apresenta um olhar transdisciplinar e que trouxe segurança na condução das sessões. Foi o processo de psicoterapia mais assertivo que já experienciei. Consigo identificar claramente minha evolução e o quanto ampliei e flexibilizei meu repertório para lidar com situações do cotidiano que afloram minha ansiedade. Eu digo pra Ju que a gente tinha que ter uma sessão depois de uma hora da sessão regular para falar sobre os insights e conexões que surgem rsrs ("a terapia também acontece entre as sessões e segue repercutindo pela vida").

     • Psicoterapia Online Teleconsulta  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Cris, fico feliz e lisonjeada em receber um feedback tão positivo de uma profissional e colega séria e competente como você.
    Obrigada pela confiança em meu trabalho. Sigo aqui para quando você precisar! Um abraço!


  • M

    Excelente professional, muito atenciosa e empática !

     • Psicoterapia Online Teleconsulta  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Muito obrigada pelo seu feedback, Martina! Bjs.


  • P

    Juli me ajudou muito, não tenho dúvidas de que ela foi um instrumento de Deus em minha vida. O ponto que mais gosto dela é perceber que ela não se coloca no "pedestal inalcançável" do psicólogo. De forma muito ética e profissional, ela se mostra como alguém humana e também vulnerável a erros. Inteligentíssima, ela também demonstrou muita empatia.

     • Psicoterapia Online Teleconsulta  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Paloma, depois de um tempinho, vim lhe agradecer pelas palavras. É muito bom saber que pude contribuir, mesmo que um pouquinho, da sua trajetória. Desejo tudo de melhor para você e sua família! Ah! E sucesso nos próximos passos profissionais também.


  • B

    Ótimas sessões de teste vocacional! Juliane sempre se esforça para entender de onde vem as preocupações do paciente que podem motivar suas decisões nesse âmbito. Me senti muito acolhida

     • outro lugar Outro  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Bia, muito obrigada por suas palavras. Sigo na torcida para que você construa uma trajetória profissional feliz e cheia de sentido. Um abraço carinhoso!


  • C

    Me sinto acolhida e muito bem direcionada em relação ao processo psicoterapêutico! Excelente profissional!

     • Psicoterapia Online Terapia Cognitivo Comportamental  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Muito obrigada Camila. Sou muito grata por toda essa história que reescrevemos juntas e por ver você tão bem. Conte comigo sempre que precisar!


  • F

    A Juliane tem sido muito importante em minha busca pelo autoconhecimento como profissional e como mulher. Ela é uma pessoa com muita competência e experiência, além de ser muito acolhedora e empática. Sem dúvida eu a recomendo para ajudar nas questões profissionais e pessoais femininas.

     • Psicoterapia Online Teleconsulta  • 

    Dra. Juliane Callegaro Borsa

    Fabi! Que alegria ter contribuído com esse processo tão lindo de crescimento pessoal e profissional. Seu processo de alta foi emocionante, pois sei o quanto você foi comprometida e focada no seu processo terapêutico. Um abraço carinhoso pra você. Sigo por aqui para quando precisar.


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Dúvidas respondidas

52 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Saí do meu primeiro relacionamento tem quase 1 mês, durou 8 meses. Eu tenho 29 anos, estou com um certo medo de não encontrar um novo amor ou a pessoa certa nunca aparecer. Esse medo é normal depois de um término? Ao mesmo tempo vejo que finalmente superei a minha ex. Sou muito caseiro e introvertido, como posso mudar isso?

Após um término, especialmente quando se trata do primeiro relacionamento significativo, é muito comum que surjam pensamentos automáticos ligados a medo, escassez e catastrofização, como a ideia de que “talvez eu não encontre mais alguém” ou “a pessoa certa nunca vai aparecer”. Do ponto de vista da Terapia Cognitivo-Comportamental, isso não indica uma verdade sobre o futuro, mas uma resposta previsível do sistema cognitivo à quebra de vínculo e à perda do projeto relacional que estava em curso. O término ativa esquemas relacionados a abandono, rejeição ou desvalor, mesmo quando a relação já foi emocionalmente elaborada.
É importante diferenciar o fato de ter superado a ex-parceira do medo antecipatório em relação ao futuro. São processos distintos. Superar alguém diz respeito ao passado; o medo diz respeito à intolerância à incerteza. A TCC compreende esse medo como uma tentativa de controle cognitivo diante de algo que, por definição, não pode ser totalmente previsto. Psicoeducação aqui é fundamental: pensamentos não são fatos, e emoções desconfortáveis após um término não são sinal de que algo está errado com você, mas de que o cérebro está se reajustando à ausência de um vínculo significativo.
Uma estratégia inicial é aprender a identificar esses pensamentos automáticos e questioná-los com perguntas mais funcionais: quais evidências reais sustentam a ideia de que você “não encontrará ninguém”? Esse pensamento é uma previsão baseada em dados concretos ou uma resposta emocional ao término? O objetivo não é substituir por pensamentos excessivamente positivos, mas por interpretações mais realistas e equilibradas.
Quanto ao fato de você se perceber como caseiro e introvertido, a TCC não trabalha com a lógica de “mudar quem você é”, mas de avaliar se determinados comportamentos estão alinhados com seus objetivos de vida. Introversão é um traço, não um problema clínico. O ponto de atenção é quando o comportamento de evitação reduz oportunidades de experiência, conexão e reforço positivo. Nesse caso, estratégias de ativação comportamental podem ajudar: pequenas exposições graduais a contextos sociais que façam sentido para você, sem a pressão de desempenho ou de “precisar conhecer alguém”. O foco é ampliar repertório, não forçar uma transformação identitária.
Outro eixo importante de psicoeducação é compreender que relacionamentos saudáveis costumam surgir como consequência de uma vida minimamente ativa e coerente com valores pessoais, não como resposta a um medo. Trabalhar tolerância à incerteza, flexibilidade cognitiva e exposição gradual ao novo tende a reduzir a ansiedade e aumentar a sensação de agência.
Em resumo, o que você está vivendo é compatível com um processo de adaptação emocional após o término, não com um indicativo de fracasso relacional futuro. O trabalho terapêutico, nessa fase, costuma se concentrar menos em “encontrar alguém” e mais em fortalecer recursos cognitivos e comportamentais para que, quando novos vínculos surgirem, eles não sejam mediados pelo medo, mas pela escolha.

Dra. Juliane Callegaro Borsa

Tenho ansiedade intensa e faço uso de fluoxetina 40mg. Ultimamente, venho enfrentando uma autoestima muito baixa e constante, que me causa sofrimento e interfere no meu dia a dia. Me cobro e me comparo o tempo todo, o que aumenta minha ansiedade e tristeza.

Tenho pensamentos muito negativos e recorrentes, principalmente em relação a mim mesma, com uma sensação frequente de inutilidade. Quase tudo me deixa mal, cansada emocionalmente, triste e desconfortável. Em alguns momentos, esses pensamentos se tornam impulsivos e difíceis de controlar, o que intensifica meu desânimo.

Apesar disso, ainda consigo realizar algumas atividades, mas existem dias em que me sinto completamente paralisada emocionalmente. Nesses períodos mais intensos de ansiedade e tristeza, acontece algo que me preocupa, ou mesmo não acontecendo nada perco a vontade de tomar o antidepressivo, como se eu não tivesse energia ou desejo de melhorar naquele momento.

Gostaria de saber se esses sinais podem estar relacionados a um quadro depressivo associado à ansiedade, poderiam me dizer ?

Os sinais que você descreve são compatíveis, sim, com um quadro em que ansiedade e depressão coexistem, algo bastante frequente na prática clínica. Na perspectiva da Terapia Cognitivo-Comportamental, a ansiedade intensa tende a manter um estado de hipervigilância e autocrítica, enquanto a depressão se manifesta por pensamentos centrais de desvalor, inutilidade e desesperança, acompanhados de exaustão emocional e redução da motivação. Uma condição frequentemente retroalimenta a outra.
A autoestima baixa persistente, a comparação constante e os pensamentos negativos recorrentes sobre si mesma indicam a ativação de crenças centrais disfuncionais (por exemplo: “não sou suficiente”, “há algo errado comigo”). Esses pensamentos não surgem porque são verdadeiros, mas porque o sistema cognitivo, sob estresse emocional, passa a operar em modo automático e rígido. Isso ajuda a explicar por que quase tudo te afeta emocionalmente e por que há momentos de paralisia psíquica, mesmo quando você ainda consegue manter algumas atividades.
O comportamento de perder a vontade de tomar o antidepressivo nos períodos de maior sofrimento também é compreensível do ponto de vista da TCC. Não costuma ser “falta de vontade de melhorar”, mas um fenômeno ligado à anedonia, desesperança e esquiva experiencial (quando o próprio ato de se cuidar parece inútil ou pesado demais). Ainda assim, é importante reforçar que qualquer alteração no uso da medicação deve ser discutida com o médico, pois interrupções podem intensificar os sintomas.

Em termos de psicoeducação e manejo, alguns pontos são centrais:
- pensamentos não são fatos, especialmente quando vêm carregados de emoção intensa;
- observar e nomear esses pensamentos automáticos já reduz seu impacto;
- trabalhar reestruturação cognitiva (questionar evidências, buscar interpretações mais funcionais) e ativação comportamental gradual costuma ser fundamental nesses quadros;
- ansiedade + depressão não significam fraqueza, mas um sistema emocional sobrecarregado.

O que você relata merece, sim, uma avaliação clínica cuidadosa e acompanhamento adequado. O sofrimento que você descreve é real, tratável e não define quem você é — define apenas o estado emocional em que você se encontra agora.

Dra. Juliane Callegaro Borsa
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