Não são realizadas consultas por convênios. Porém, emito recibo para solicitação de reembolso ao plano.
Ler mais23/05/2024
Brasília 1 endereço
Número de registro: CRP 01/26643
45 opiniões
Não são realizadas consultas por convênios. Porém, emito recibo para solicitação de reembolso ao plano.
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Este especialista só aceita pacientes particulares. Você pode pagar particular para marcar, ou encontrar outro especialista que aceite o seu plano de saúde.
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Excelente profissional. Me passou muita confiança. É super segura no serviço que presta.
Maria Eduarda Lara Melo
Fico muito feliz por ter se sentido bem na nossa primeira sessão, KSA! Pode contar comigo para nesse processo!
A Maria é maravilhosa, tem uma escuta ativa e um acolhimento muito seguro, sempre me deixando muito confortável. É uma excelente profissional.
Maria Eduarda Lara Melo
Obrigada pela confiança e presença, JNP! Um prazer te acompanhar nesse processo :)
Obrigado, Duda, pelo carinho com que atende minha filha, sem falar do profissionalismo e da sua dedicação... a trajetória, comportamento e autoestima dela são outros depois de estar sob seus cuidados.
Maria Eduarda Lara Melo
Tenho o prazer de acompanhar essa evolução tão significativa! Muito obrigada pela confiança no processo terapêutico da sua filhota, David!! Reconheço e valorizo muito o seu empenho e a sua participação nesse processo também, o envolvimento dos pais faz toda a diferença :)
Ambiente super agradável e atendimento super humanizado! Recomendo.
Maria Eduarda Lara Melo
Que bom saber que você teve uma experiência boa, Mari! Achei nosso encontro incrível também. Pode contar comigo e vamos seguindo juntas nesse processo. Obrigada pela confiança :)
A Duda é atenciosa, presente e prestativa. Gosto muito das consultas. O espaço é cuidadosamente montado. É o que procurava!
Maria Eduarda Lara Melo
Que bom saber que tem sido bom para você, A! Obrigada pelo feedback e vamos em frente :)
O atendimento da Duda, foi excelente! Me senti acolhida. Terapia é vida
Maria Eduarda Lara Melo
Fico feliz em saber que você se sentiu bem, NA!! Muito obrigada pelo feeback :)
A Maria é uma excelente profissional, tem me ajudado muito!! Obrigado!
Maria Eduarda Lara Melo
Fico feliz em saber que os nossos encontros têm feito sentido pra você, Lucas!! Conte comigo nessa jornada!
Bom atendimento numa pessoa incrível, show de bola demais, atenciosa geek gamer e turumais.
Maria Eduarda Lara Melo
Hahaha muito obrigada, Fran! Que venham mais sessões com diversos insights e trocas :)
Otima profissional. Pontual, flexivel, atenciosa e que consegue te deixar a vontade pra falar o que quiser. Sempre tive dificuldade em manter regularidade com psicologas, mas com a a Maria Eduarda me sinto bem a ponto de sempre esperar pela proxima sessao.
Maria Eduarda Lara Melo
Que bom saber que tem sido um espaço acolhedor e benéfico pra você, João! Pode contar sempre com o meu apoio, vamos em frente!!
Eduarda é uma ótima psicóloga. Ela é extremamente empática, profissional e ajudou muito no meu processo de autoconhecimento.
Maria Eduarda Lara Melo
Muito obrigada pelo feedback, Victor! Qualquer coisa, estou à disposição :)
93 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia
Como a dinâmica de negação pode afetar a relação entre o paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) e o terapeuta? Como o terapeuta pode garantir uma relação de confiança enquanto o paciente nega seu diagnóstico?
Olá, tudo bem?
Acredito que se existe um comportamento de "negação" desse diagnóstico, podemos compreender como uma defesa. Querendo ou não, muitas pessoas ainda interpretam o diagnóstico como um tipo de rótulo, e confirmar muitas inseguranças ou angústias a partir desse veredito, pode acarretar no medo da rejeição, desaprovação ou julgamento. Então, na prática, essa negação pode aparecer na relação com o terapeuta como desconfiança, afastamento, ou até momentos em que o paciente sente que não está sendo compreendido ou acolhido. Isso pode, sim, afetar o vínculo. Às vezes o paciente testa o terapeuta, duvida do que ele diz, ou até oscila entre momentos de proximidade e de afastamento. Para o terapeuta, o desafio é não entrar numa “disputa” para convencer o paciente de nada. Insistir no diagnóstico nesse momento costuma mais afastar do que ajudar. Em uma escuta psicanalítica, tentamos afastar os pacientes desse rótulo para entender como esses sintomas e comportamentos afetam a ele individualmente.
O mais importante é construir confiança no dia a dia. Isso acontece com atitudes simples, mas consistentes: escutar de verdade, validar o sofrimento sem julgamento, não rotular a pessoa, respeitar o tempo dela. Em vez de focar no nome do diagnóstico, o terapeuta pode ir trabalhando com o que o paciente traz, como suas dores, relações e dificuldades. Com o tempo, quando o paciente se sente mais seguro, ele mesmo pode começar a olhar para seus padrões com mais curiosidade e menos defesa. No fundo, a confiança não vem de o paciente “aceitar” o diagnóstico, mas de sentir que tem um espaço onde ele pode ser quem é, sem medo de ser julgado ou abandonado. É isso que sustenta o trabalho.
Espero ter ajudado e fico à disposição!
Como o terapeuta pode lidar com a dor emocional do paciente, sem se envolver excessivamente?
Olá, como vai? Ótima pergunta, acredito que é uma dúvida frequente pela razão do psicólogo lidar com cargas emocionais de diferentes pacientes diariamente. Acredito que para termos bons resultados com um paciente, precisamos não só acolhê-lo, mas conseguir criar um vínculo e acessar suas emoções. Na psicanálise, entendemos que a escuta deve ser implicada, sensível e disponível, mas também sustentada por um certo enquadre interno que permite ao profissional não se confundir com o sofrimento do outro. Esse vínculo não se constrói a partir da fusão emocional, e sim da capacidade do terapeuta de acolher, compreender e devolver aquilo de forma elaborada. Para não se envolver excessivamente, é fundamental que o terapeuta tenha seu próprio espaço de análise pessoal e supervisão. Esses são os lugares onde ele pode elaborar o que o paciente desperta nele, evitando que isso transborde na relação clínica. Além disso, outras condutas profissionais como entender os próprios limites, permitir momentos de descanso e ter objetivos pessoais podem possibilitar um espaço além do trabalho, permitindo o psicólogo trabalhar com as próprias questões e respeitar o espaço desse paciente para que ele também tenha a autonomia de trabalhar com as dele.
Em resumo, não se trata de ser frio ou distante, mas de sustentar uma presença que acolhe sem se perder. É essa posição que possibilita ajudar o paciente a entrar em contato com sua dor, sem que o terapeuta precise adoecer junto com ele.
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