Marina Margotti

Psicóloga · Mais sobre as especializações

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Experiência

Os motivos que fazem alguém buscar um processo de análise/terapia são vários, mas se há algo em comum entre eles é a busca por qualidade de vida, o que muitas vezes é expresso em palavras como felicidade, leveza, clareza mental, tranquilidade.

Buscar um estilo de vida coerente com seu desejo exige conhecimento acerca de si mesmo. É necessário interessar-se por si. Essa nem sempre é uma tarefa fácil, pois exige olhar para feridas e traumas que muitas vezes preferimos ignorar. Acontece que isso que tentamos ignorar, isolar, esconder, insiste em se manifestar — seja como um nó na garganta, uma alergia que não passa, as chamadas crises de ansiedade, fobia social, o medo de julgamento, a necessidade de validação externa, a dependência emocional, e os mais diversos tipos de diagnósticos.

É esse desconhecido, não nomeado, não observado, que muitas vezes domina nossas escolhas, dita nossas angústias, e nos coloca a repetir certas atitudes, falas, comportamentos e sofrimentos, sem que isso pareça fazer sentido algum, afastando-nos daquilo que poderia apontar para o nosso desejo. O resultado acaba sendo a sensação de vazio, de viver uma vida que não é sua — ou uma inquietação pouco localizada, um cansaço sem explicação...

Além disso, em um mundo que dita regras bem definidas sobre o que seria o sucesso, a felicidade e o valor, e que impõe de antemão um modo de viver validado historicamente, cada vez menos nos é ofertada a possibilidade de realmente escutar o que seria um desejo próprio e de acessar a potência disso. Um mundo que nos empurra a sermos superficiais com nós mesmos. Diante disso, descobrir aquilo que nos impede de ser nós mesmos — um ser humano autêntico — é o trabalho de uma vida.

Gasta-se muito tempo lutando contra si mesmo, contra o que se sente e pensa. Esse espaço terapêutico é norteado justamente pela ideia de que, na ausência de julgamentos e de regras externas para nortear sua fala, emergem as regras internas. Propicia-se e trabalha a possibilidade de soltar o fio do pensamento e observar. Associar livremente as suas ideias. Isso nos ensina muito sobre nós mesmos. Perceber aquilo que nos impede de apenas observar e deixar aquele pensamento ou sentimento existir nos ensina muito sobre nossos traumas, nossas feridas. Para tratar, é preciso primeiro localizar, escutar e acolher. Construir a tranquilidade para olhar para o que for, mergulhar na profundeza de cada um para, assim, poder tratar. É preciso silenciar para escutar a sua verdade em meio ao ruído, para seguir o fio do seu pensamento… suas conexões — ao invés de pensar para fazê-las. A proposta é proporcionar um espaço/tempo criativo de escuta, para dar voz a si mesmo, nomeando aquilo que traz sofrimento e aquilo que é o desejo de cada um, tornando experiência de viver mais agradável. Assim, abre-se a possibilidade de construção de algo próprio e autêntico, e se ganha liberdade em torno de si e de suas escolhas.

O meu trabalho pode ser descrito como o de uma facilitadora para esse processo. Facilitadora para o acesso a si.

mais Sobre mim

Abordagem terapêutica

Psicoterapia individual
Psicanálise lacaniana

Experiência em:

  • Depressão
  • Transtornos de ansiedade
  • Psicanálise lacaniana
  • Conversões somáticas
  • Psicanálise com adultos
  • Psicologia psicanalítica
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Pacientes que trato

Adultos (Apenas em alguns endereços)
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Marina Margotti

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(31) 98487...
Marina Margotti
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Rua Timbiras, 1936, sala 603, Funcionários, Belo Horizonte 30140061

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Mais mencionado pelos pacientes

  • Atencioso durante a consulta
  • Pontual
  • Eficácia do tratamento
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  • F

    Marina é bastante atenciosa, e em duas sessões já tem me ajudado bastante a refletir sobre meus problemas. Escritório de boa localização no centro de BH.

     • Consultório Psicanálise  • 

  • D

    Primeira profissional que encontrei que trabalha sob uma ótica não monogâmica. Me sentia julgada pela minha psicóloga antiga, por conta das minhas escolhas pessoais, coisa que não acontece com a Marina. Perfeita!

     • Consultório Psicoterapia adulto  • 

  • M

    Por sorte da vida eu conheci a Marina! Excelente profissional! Sou timida mas me senti confortável em conversar com ela.recomendo!

     • Consultório  • 

  • D

    A Marina é uma profissional incrível! Desde a primeira consulta, me senti acolhido e à vontade para falar sobre tudo. Além de ser pontual e atenta, as colocações dela são claras e fazem você sair da consulta pensando em muitos pontos importantes. Já faço acompanhamento há um tempo e não poderia estar mais satisfeito. Sou muito grato por ter encontrado alguém tão dedicada e qualificada. Se você está buscando um apoio psicológico que realmente faz a diferença, recomendo a Marina de olhos fechados!



     • Consultório  • 

  • D

    Meu primeiro atendimento com a Marina foi ótimo. Consultorio de facil acesso e a profissional é pontual e muito educada.
    Também foi meu primeiro atendimento com um psicologo. Tinha certos receios, mas correu tudo bem. Estou animado com a continuidade dos atendimentos




     • Consultório Primeira consulta psicanálise  • 

  • C

    Otima profissional. Gostei da condução das sessões que realizei com ela até o momento. O consultório muito bonito e com boa localização.

     • Consultório Psicoterapia  • 

  • C

    Minha primeira impressão da Marina foi positiva. Gostei do profissionalismo que ela inspira. Espero coisas boas do processo

     • Consultório Psicoterapia  • 

  • G

    Gosto muito de fazer análise com a Marina, mudou minha visão sobre as coisas e sobre o que me fazia muito mal antigamente

     • Consultório  • 

  • J

    Gostei! Atenciosa e empática! Me senti bem acolhido!

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  • M

    Faço análise com a Mariana já a um bom tempo e cada vez mais vejo progresso em nossas sessões, fazer análise não é fácil, mas me sinto acolhida e segura com a profissional que ela é.

     • Consultório Psicoterapia Psicanalítica  • 

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Dúvidas respondidas

33 dúvidas de pacientes respondidas na Doctoralia

Pergunta sobre Psicanálise

É normal ser obcecada pela própria aparência e nunca estar satisfeita?

Podemos dizer que é normal, se pensarmos que hoje em dia a sociedade impõe tantos padrões incalcançáveis, que grande parte da população sofre com isso que você está se queixando. Porém, nós não devemos normalizar esse tipo de sofrimento, que está profundamente ligado à expectativas sociais. Vivemos em um mundo que supervaloriza a imagem, alimentando a sensação de nunca sermos suficientes. A obsessão pelo próprio reflexo pode surgir não apenas de algo pessoal, mas do desejo de se encaixar em padrões inatingíveis. Muitas vezes, o que parece faltar não está no espelho. A questão não é apenas sobre o que você vê, mas sobre o que espera encontrar nesse reflexo. Explorar essa relação, tanto com você mesma quanto com o que a sociedade impõe, pode ajudar a entender melhor essa insatisfação.

 Marina Margotti

Pergunta sobre Compulsão sexual

Existe alguma ligação entre compulsão sexual e experiência vivida ao longo da vida?

Sim, é possível que haja uma ligação, mas não de forma direta ou previsível. A compulsão sexual pode surgir como uma resposta a algo que marcou a pessoa, mas que não necessariamente está claro ou consciente. Às vezes, o desejo toma essa forma repetitiva, quase como uma tentativa de preencher uma falta que não se explica facilmente. A experiência vivida ao longo da vida deixa rastros, e o corpo muitas vezes responde a eles de maneiras inesperadas. O importante não é tanto buscar uma causa fixa, mas escutar o que essa compulsão tenta dizer. A repetição, no fundo, pode ser um pedido de que algo seja reconhecido, e a terapia é um espaço onde isso pode começar a ganhar forma.

 Marina Margotti
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Perguntas frequentes