Perguntas do paciente (185)

  • Falar sobre medos e fobias com outras pessoas ou na terapia ajuda a aliviar os sintomas?

    Falar sobre medos e fobias com outras pessoas ou na terapia ajuda a aliviar os sintomas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo


    Olá! Tudo bem?
    É compreensível que você tenha essa dúvida, afinal, falar sobre medos e fobias pode parecer desafiador. Imagino que, dependendo da intensidade dessas emoções, o simples ato de expô-las possa gerar desconforto.
    Expressar seus medos, seja na terapia ou com pessoas de confiança, pode sim ajudar a aliviar os sintomas, desde que seja feito de modo apropriado. Quando falamos sobre aquilo que nos assusta, tiramos um pouco do peso que carregamos sozinhos e começamos a ressignificar essas experiências (desde que quem nos escuta tenha a sensibilidade de não julgar ou impor regras inadequadas). Na terapia, é possível identificar os gatilhos específicos, entender a origem dos medos e trabalhar estratégias para reduzir sua intensidade.
    Como psicóloga clínica e mestre em psicologia, com conhecimento prático e teórico, sei que muitas pessoas, ao falarem sobre o medo sem um suporte adequado, podem se sentir ainda mais em perigo, impotentes e sem apoio. Por isso, é importante que esse processo ocorra de forma estruturada e segura, especialmente em casos de fobias mais intensas.
    Se você sente que esses medos têm impactado sua vida, explorar isso em terapia pode ser um passo fundamental para recuperar sua liberdade emocional. Conte comigo para esse caminho! Tenho livros publicados sobre superação de medos e sei que posso contribuir, de maneira prática e eficaz, para o seu autoconhecimento e para a melhoria daquilo que você busca.
    Com dedicação à ciência e ao desenvolvimento humano,
    Adriana de Araújo


  • Me assusto muito,com várias coisas, alguém chegando, mesmo sabendo que aquela pessoa está comigo no

    Me assusto muito,com várias coisas, alguém chegando, mesmo sabendo que aquela pessoa está comigo no mesmo lugar, e todos os dias com a mesma coisa,no banheiro da empresa que trabalho tem um difusor de ambiente, toda vez que ele dispara a cada 25 minutos me assusto é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Que tudo esteja bem! É compreensível que você esteja sentindo lhe cause dúvida e talvez uma preocupação. Imagino que lhe cause um desconforto pela descrição. Essa reação pode estar relacionada a respostas emocionais, como traumas passados, ansiedade ou estresse, que impactam diretamente o corpo e a mente.

    Por outro lado, também pode ser uma resposta exacerbada do seu sistema nervoso, ligada à resposta vasovagal. O corpo pode estar interpretando certos estímulos como ameaças e reagindo de forma intensa, algo comum em pessoas com hipersensibilidade autonômica.
    Lembrando que nesse sintoma isolado não configura um diagnóstico, mas talvez outros sintomas que você não mencionou possam fazer parte de um quadro clínico.

    Havendo interesse por compreender-de melhor, tratar e se sentir mais confortável, explore isso em terapia. Conte comigo, posso lhe ajudar a entender melhor os gatilhos e desenvolver estratégias para lidar com essas reações de forma mais equilibrada. Vamos trabalhar isso juntos? Entre contato comigo!

    Com dedicação à ciência e ao desenvolvimento humano, 
    Adriana de Araújo


  • Estou sofrendo muito pois terminei um namoro de 1 ano e durante esse tempo ele sempre foi incrível,

    Estou sofrendo muito pois terminei um namoro de 1 ano e durante esse tempo ele sempre foi incrível, só não era perfeito por conta dos ciúmes e desconfianças dele que na maioria das vezes ele mesmo que criava na cabeça, nunca dei motivos, nunca fiz nada de errado, sempre fui leal mas ele tinha muitos ciúmes e depois que acontecia alguma briga por conta disso ele via que exagerou e vinha me pedir desculpas. Pedi diversas vezes para procurar ajuda profissional, ele falava que iria e até procurou alguns psicólogos, mas não gostava de nenhum.

    Por ele ser bom está sendo difícil seguir em frente, sei o quanto ele me amava, nunca desconfiei de nada, sempre estava disposto e por mim, e eu fico pensando será que eu tenho que aceitar as crises de ciúmes sem fundamento? já que o mundo está tão doente, pessoas rasas, e esse cara que me ama, demonstra, nunca me fez eu me sentir sozinha. Vai fazer 2 meses que terminamos e nesse tempo ele me procurou mais de uma vez, pra dizer o quanto que me ama, porém chegava já perguntando se eu já fiquei com alguém ou segui minha vida e nisso nos estressávamos de novo. E sempre joga nas conversas os nossos planos de casar e ter filhos, isso está doendo muito.
    Não sei o que fazer pois o amo muito.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Imagino o quanto essa situação esteja sendo difícil para você. Terminar um relacionamento já é, por si só, um processo doloroso, e quando ainda há amor envolvido, além de planos em comum, os sentimentos podem se tornar ainda mais confusos. É natural sentir saudade, dúvida e até se perguntar se deveria ter sido mais tolerante.
    Pelo que você descreveu, seu ex-namorado tinha qualidades importantes, mas o ciúme excessivo e as desconfianças sem fundamento geravam conflitos constantes. Não é fácil lidar com alguém que nos ama, mas que, ao mesmo tempo, não consegue confiar plenamente. E você se dedicou, foi leal e tentou ajudá-lo a buscar apoio profissional, mas essa mudança precisa partir dele.
    Se aceitar essas crises de ciúme sem fundamento significa abrir mão da sua paz, dos seus limites e do respeito que você merece, talvez a questão não seja apenas sobre amor, mas sobre o tipo de relacionamento que você quer para sua vida. Amor, por si só, não basta quando há padrões que te machucam.
    Seu sofrimento é legítimo, e levar um tempo para processar tudo isso faz parte. Mas é importante que esse período não se transforme em um ciclo sem fim de angústia. Em terapia, podemos trabalhar essas emoções, entender seus sentimentos de forma mais profunda e te ajudar a tomar uma decisão que respeite tanto o amor que você sente quanto o bem-estar que você merece.
    Situações dúbias e conflitantes, onde há algo que é bom também há algo que faz mal costuma gerar muitos sentimentos.
    Havendo interesse em encontrar melhores formas de lidar com esse momento, desenvolvendo auto conhecimento, gestão das emoções e e segurança nas boas escolhas, conte comigo, estou aqui para lhe acompanhar nas sessões de psicoterapia para esse processo. Você não precisa passar por isso sozinha.

    Com dedicação à ciência e ao desenvolvimento humano,
    Adriana de Araújo


  • Me ajudem com concelhos! Estou em relacionamento de 10 anos, contando 5 anos de casamento, nesse

    Me ajudem com concelhos!

    Estou em relacionamento de 10 anos, contando 5 anos de casamento, nesses 5 anos de casamento fui traída 2 vezes, muitas mentiras, traumas enfim, acabamos nos separando por 6 meses vivemos cada um a sua vida e voltamos. Voltei a dois anos e meio porém não sinto que o amo mais, ele faz de tudo por mim, se tornou outra pessoa, mas infelizmente não consigo amá-lo como antes, não o vejo com os mesmos olhos, aquela admiração foi embora.
    E estou enfrentando um problema de saúde, onde talvez não vou poder ter filhos, e estou pensando seriamente em terminar e deixá-lo refazer a vida dele para que ele posso ter uma família, ele nunca me disse que queria ter filhos agora mais que pensava no futuro. Não quero que ele não tenha a experiência de não ter filhos, e não quero ter filhos num casamento onde eu tenho dúvidas dos meus sentimentos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Imagino o quanto esse momento deve estar sendo difícil para você. São muitas camadas de emoções em relação ao passado do relacionamento, as mudanças que aconteceram, suas dúvidas sobre o que sente hoje e, além disso, o futuro e a questão dos filhos. Tudo isso pesa e traz questionamentos profundos.

    O que você sente agora, se compreendi correto que o amor mudou com o tempo, principalmente em relação a confiança foi abalada. Mesmo que ele tenha se transformado e esteja presente de uma forma diferente, isso não significa que seus sentimentos acompanham essa mudança.

    Sobre os filhos, é compreensível que você se preocupe com o que ele pode desejar no futuro, mas e você? Como você se sente em relação a isso e ao relacionamento como um todo? Separar esses sentimentos pode te ajudar a enxergar com mais clareza.

    É um momento de muitas dúvidas, mas você não precisa enfrentar isso sozinha. Ter um espaço para falar sobre essas questões, sem pressões pode te ajudar a entender o que realmente deseja para sua vida. E qualquer que seja sua decisão, ela merece ser tomada com calma e escutando a si mesma.
    Havendo interesse por se desenvolver melhor, fortalecer o auto conhecimento para tomada de decisão mais segura e serena entre em conta comigo. Estou à disposição para te atender. A psicoterapia pode ser excelente para a ajuda que você pede. Conte comigo. Aguardo por você! Sucesso naquilo que busca e até breve!


  • Criança com infância extremamente tóxica, com cuidador com grave transtorno de personalidade do grup

    Criança com infância extremamente tóxica, com cuidador com grave transtorno de personalidade do grupo B, tem grandes chances de desenvolver algum transtorno de personalidade do grupo C?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá, tudo bem? Falar sobre infância, cuidadores e os impactos que essas experiências têm na vida adulta não é fácil. É um assunto importante para entender quem se é e como se pode cuidar melhor de si mesmo.
    Crescer em um ambiente tóxico especialmente com um cuidador que tem um transtorno de personalidade do grupo B, pode deixar marcas. Por exemplo, desenvolver mecanismos de defesa para sobreviver naquele momento; evitar conflitos, buscar aprovação excessiva ou até se isolar. O problema é que, muitas vezes, esses padrões que protegem no passado podem se tornar disfuncionais na vida adulta, gerando ansiedade, medo ou dificuldades nos relacionamentos.
    Um ponto importante: nem todo mundo que passa por situações difíceis na infância vai desenvolver um transtorno de personalidade. A resiliência, o apoio de outras pessoas, outros vínculos e outras referências e, principalmente, a terapia podem fazer uma diferença enorme. A terapia pode ajudar a entender padrões, processar as experiências dolorosas e, aos poucos, reconstruir autoestima, confiança e aprender a estabelecer limites saudáveis.
    Se você está pensando em marcar uma sessão, que tal dar esse primeiro passo hoje? Estou aqui para te ajudar, sem pressão, no seu ritmo. Você merece se cuidar bem.
    Fico no aguardo do seu contato. Sucesso naquilo que busca e até breve!


  • Qual a diferença entre Esquiva Experiencial e Transtorno de Personalidade Esquiva?

    Qual a diferença entre Esquiva Experiencial e Transtorno de Personalidade Esquiva?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? O que você está descrevendo sentir parece estar relacionado a um nível intenso de culpa, pensamentos repetitivos e rumininação, o que pode ter relação com ansiedade, ou um possível quadro de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), ou outras questões emocionais, principalmente se esses pensamentos são intrusivos, persistentes e fora do seu controle.

    A culpa que você sente está sendo amplificada por um pensamento dicotômico (tudo ou nada), onde você está tentando encaixar sua experiência dentro de uma definição rígida de traição, quando, na realidade, relacionamentos são construídos em cima de nuances, diálogo e acordos entre o casal. Se antes você via a troca de olhares como algo inofensivo e agora passou a interpretá-la como traição, isso pode indicar que você está se deixando levar por uma regra externa sem considerar sua própria percepção e valores.

    Além disso, o fato de você estar constantemente revisitando esse pensamento, sentindo culpa extrema e buscando formas de aliviar essa angústia (como tentar se convencer de que não foi traição ou cogitar contar para sua namorada) pode estar reforçando um ciclo de ansiedade. Pode ser algo pontual ou mesmo um padrão inadequado para lidar com situações difíceis.

    O ideal seria explorar isso em um ambiente terapêutico, onde você pode entender melhor essa culpa, os padrões de pensamento que a alimentam e aprender estratégias para lidar com a ansiedade sem precisar recorrer a compulsões, como a necessidade de se punir ou confessar algo apenas para se aliviar.

    Se quiser conversar mais sobre isso, a terapia pode ser um espaço seguro para você compreender melhor seus sentimentos e aprender a lidar com essa autocrítica severa. Você demonstra estar sofrendo com isso e não precisa enfrentar essa angústia sozinho. Se quiser, podemos trabalhar juntos para que você se sinta mais leve e seguro em relação a isso.

    Entre em contato, estou à disposição para lhe atender.

    Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Psicóloga Adriana de Araújo


  • Toda vez que eu me alimento, começo a me sentir mal e enjoado. Percebo, que esses sintomas, ocorrem,

    Toda vez que eu me alimento, começo a me sentir mal e enjoado. Percebo, que esses sintomas, ocorrem, porque começo a imaginar o processo do alimento em meu corpo. Desde o ato de mastigar, engolir até o processo de digestão. Muitas vezes, deixo de me alimentar por conta desses pensamentos intrusivos, que me tomam. Já com alimentos na forma liquida (água, sucos naturais, vitaminas e caldos), eu percebo que o pensamento e desconforto é menor, no entanto, o pensamento se faz de forma mais leve. Muitas vezes me sinto muito mal. Não consigo realizar uma alimentação de forma tranquila, porque a todo momento, que começo me alimentar começo a imaginar o meu corpo internamente, trabalhando e recebendo o alimento, assim como todo o processo e etapas de digestão. Pode ser alguma questão psicológica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá, tudo bem? Entendo a preocupação com essa experiência de enjoo e desconforto ao se alimentar. O que você está descrevendo parece envolver pensamentos intrusivos e, possivelmente, uma hipersensibilidade em relação ao processo digestivo, o que pode sugerir a presença de uma condição psicológica, como ansiedade ou até mesmo uma forma de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), em que pensamentos repetitivos e angustiantes interferem nas atividades cotidianas, como a alimentação. Não interprete isso como um diagnóstico, mas como uma reflexão sobre o caso, para contribuir na busca por uma ajuda direcionada e adequada ao seu contexto.
    Além disso, não deixe de consultar um médico (gastro) para avaliar se há algo clínico que merece tratamento gástrico, pois questões fisiológicas podem necessitar de tratamento específico e complementar ao emocional. Uma coisa não exclui a outra.

    Quando os pensamentos intrusivos sobre o processo digestivo e o desconforto físico impedem você de se alimentar adequadamente, isso pode ter implicações importantes para a sua saúde física e emocional. O fato de esses pensamentos serem menos intensos com alimentos líquidos sugere que a textura e a sensação dos alimentos sólidos podem estar intensificando essa resposta emocional e mental.

    Vou explicar como posso ajudar. Durante o atendimento psicológico, é possível contribuir com:

    1. Acolhimento: É fundamental reconhecer e validar seus sentimentos. Parece que a experiência de comer se tornou associada a uma série de pensamentos que causam mal-estar, e isso é angustiante.

    2. Pensamentos: Em um ambiente terapêutico, você poderá explorar esses pensamentos de forma segura, para entender melhor o que desencadeia essas preocupações e como pode começar a mudar o foco durante as refeições, para que a alimentação não seja uma fonte de estresse.

    3. Relaxamento: Práticas de relaxamento antes e durante as refeições podem ajudar a acalmar a mente, concentrar-se no presente e reduzir os pensamentos intrusivos.

    4. Autoconhecimento e Técnicas Diversas: Conhecer seus gatilhos, mudar padrões emocionais e fazer novas escolhas comportamentais pode contribuir para uma melhora significativa.

    Se houver interesse em trabalhar na melhoria emocional, entre em contato comigo. As sessões podem lhe ajudar a desenvolver estratégias personalizadas para lidar com essa situação. A terapia pode ser um espaço seguro para entender melhor suas preocupações e trabalhar em direção a uma alimentação mais saudável e tranquila.

    Aguardo sua mensagem, estou à disposição para ajudar e apoiar você nesse processo.

    Psicóloga Adriana de Araújo, Mestre em Psicologia Clínica e Aconselhamento
    @psicologaadrianaaraujo


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  • Prezados (a), cheguei a conclusão que preciso de terapia. Mas minha dúvida é que psicólogo (a), devo

    Prezados (a), cheguei a conclusão que preciso de terapia. Mas minha dúvida é que psicólogo (a), devo procurar? Há uma especialidade especifica devo procurar? Não sei dizer em detalhes quais os meus problemas, muito se resume a minha infância e adolescência, problemas com meu pai, minha família em geral, as cobranças que tive de outros e de mim mesma. Tive depressão na minha adolescência e isso me assombra até hoje também. É um pacote de tanta coisa. Então, minha pergunta é que especialidade eu devo procurar em um psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Espero que você esteja bem!
    Fico contente em saber que você tomou uma decisão importante de auto cuidado que é buscar orientação para iniciar psicoterapia. É um passo significativo para o se bem-estar e crescimento pessoal. Entendo que pode ser um pouco confuso ou até mesmo difícil escolher a especialidade certa quando há várias questões mesmo que pareçam interligadas.
    Pelo que você descreveu, parece que suas preocupações estão enraizadas em experiências passadas, como sua infância, adolescência, e relações familiares. Vou explicar algumas especialidades que podem ser úteis no seu caso:

    1. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): A TCC é focada no presente e ajuda a identificar e modificar pensamentos e comportamentos negativos. Pode ser útil para tratar a depressão e ansiedade que você mencionou, além de ajudar a lidar com as cobranças e expectativas que tem de si mesma e dos outros.

    2. Terapia Sistêmica ou Familiar: Dado que suas dificuldades envolvem relações familiares, essa abordagem pode ser útil para entender e melhorar essas dinâmicas. Mesmo que você faça a terapia individualmente, um terapeuta sistêmico pode ajudá-la a compreender o impacto dessas relações na sua vida.

    3. Terapia Humanista: Essa abordagem enfatiza o crescimento pessoal e a autoatualização. Pode ser útil para trabalhar questões de autoestima e autoconfiança, além de proporcionar um ambiente de aceitação incondicional.

    3. Terapia Integrativa: Muitos psicólogos utilizam uma abordagem integrativa, combinando elementos de várias teorias para adaptar o tratamento às suas necessidades específicas. Isso pode ser especialmente útil quando há múltiplas questões a serem abordadas.

    Dado que você menciona um "pacote de tanta coisa", pode ser interessante procurar um psicólogo que tenha experiência em trabalhar com traumas, depressão, e problemas familiares. Você pode iniciar a busca por um psicólogo que se especialize em uma dessas áreas e que também seja aberto a usar técnicas integrativas. É uma sugestão, não uma indicação, até porque existem diversas outras abordagens.

    Estou à disposição para ajudar você a encontrar um caminho terapêutico que faça sentido para sua jornada de autoconhecimento e cura. Se desejar, podemos agendar uma consulta para conversarmos melhor sobre suas necessidades em mais detalhes e determinar a melhor abordagem para o seu caso específico.

    Sinta-se à vontade para entrar em contato comigo e para marcar uma consulta. Estou aqui para apoiar você nesse processo de autoconhecimento e crescimento pessoal. Aguardo seu contato!

    Abraços,
    Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo
    @psicologaadrianadearaujo


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  • Olá! Qual o significado de "Impressão Diagnóstica" em Avaliação neuropsicológica? Obrigado.

    Olá!

    Qual o significado de "Impressão Diagnóstica" em Avaliação neuropsicológica?

    Obrigado.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Espero lhe encontrar bem!
    Entendo que você tenha dúvidas sobre o termo "Impressão Diagnóstica" em uma avaliação neuropsicológica. Esse é um termo técnico que pode causar algumas dúvidas, mas estou aqui para ajudar a esclarecer.
    A "Impressão Diagnóstica" em uma avaliação neuropsicológica refere-se à conclusão preliminar do profissional sobre o quadro do paciente com base nas informações coletadas durante a avaliação. Isso inclui dados obtidos através de testes neuropsicológicos, entrevistas clínicas, histórico médico e observações comportamentais. Essa impressão não é um diagnóstico final, mas sim uma hipótese inicial que guia o plano de tratamento e possíveis encaminhamentos. Desse modo, serve como um ponto de partida para a compreensão das dificuldades e das capacidades do paciente, fornecendo uma visão integrada de como diferentes aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais podem estar inter-relacionados. Isso é fundamental para o desenvolvimento de estratégias de intervenção personalizadas e eficazes.
    Se você está buscando compreender mais sobre esse termo em relação a uma avaliação específica, ou se deseja explorar mais a fundo suas próprias questões cognitivas ou emocionais, a psicoterapia pode ser um excelente caminho. Durante as sessões de psicoterapia é possível contribuir para ajudar na interpretação dos resultados de uma avaliação neuropsicológica para desenvolver um plano de ação adequado para suas necessidades.
    Se desejar, me mande uma mensagem, conte comigo, podemos agendar uma consulta para conversarmos mais detalhadamente suas preocupações e objetivos terapêuticos. Estou à disposição para ajudar a encontrar as respostas e o suporte que você precisa para seu bem-estar.
    Aguardo seu contato! Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços,
    Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo
    @psicologaadrianadearaujo


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  • Ola, gostaria de saber de uma forma bem clara a diferença do tratamento TCC e CT-R?

    Ola, gostaria de saber de uma forma bem clara a diferença do tratamento TCC e CT-R?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Espero que você esteja bem!
    Ambas são abordagens terapêuticas, mas têm algumas diferenças importantes em termos de foco e metodologia.
    Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):
    É uma abordagem estruturada e dirigida para identificar e modificar padrões de pensamento e comportamento disfuncionais. Amplamente utilizada para tratar uma variedade de transtornos, incluindo depressão, ansiedade, transtornos alimentares e mais. Através da identificação de pensamentos automáticos negativos e da substituição desses pensamentos por alternativas mais realistas e positivas o bem-estar acontece. Também inclui a modificação de comportamentos que contribuem para os problemas emocionais.
    A Terapia Cognitiva Focada na Recuperação (CT-R):
    É uma abordagem mais recente e é uma extensão da TCC, focada especialmente em indivíduos com questões mais desafiadoras, como por exemplo, esquizofrenia e outros transtornos psicóticos. A CT-R enfatiza a recuperação e o empoderamento, ajudando os indivíduos a se reconectarem com suas esperanças, sonhos e aspirações. A condução da sessão se dá na identificação das áreas de interesse e metas pessoais para o encontro de motivação e propósito. A terapia envolve a construção de resiliência e habilidades para superar barreiras percebidas.
    As duas utilizam princípios cognitivos para ajudar na modificação de pensamentos e comportamentos, mas a CT-R tem um enfoque mais específico na recuperação e no desenvolvimento de uma vida significativa.
    Se você está considerando iniciar seu processo psicológico e pensando qual abordagem pode ser mais adequada para você ou para alguém que conheça, estou à disposição para atender. A terapia pode proporcionar um espaço seguro para explorar essas opções e desenvolver um plano de tratamento personalizado.
    Se desejar agendar uma consulta para conversar mais sobre essas abordagens e encontrar a melhor forma de apoio, conte comigo para ajudar. Me mande uma mensagem, entre em contato comigo. Estou aqui para apoiar você nesse processo de escolha e tratamento.
    Aguardo seu contato! Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços,
    Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo
    @psicologaadrianadearaujo


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  • É normal sentir que gosta romanticamente de alguém e ficar dias pensando nela, mesmo sabendo que não

    É normal sentir que gosta romanticamente de alguém e ficar dias pensando nela, mesmo sabendo que não dá em nada, e quando penso nisso tudo some?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Espero lhe encontrar bem!
    Entendo que esses sentimentos e pensamentos podem ser confusos e, muitas vezes, desgastantes. Gostar romanticamente de alguém e passar dias pensando nessa pessoa, mesmo sabendo que isso não levará a lugar algum, é uma experiência que muitos podem ter em algum momento da vida. No entanto, a questão não é tanto sobre ser "normal" ou não, mas sim sobre como isso está afetando seu dia a dia e seu bem-estar.
    Se esses pensamentos estão interferindo em suas atividades diárias, causando sofrimento emocional ou afastando você de outras experiências e interações, pode ser um sinal de que algo mais profundo está acontecendo. Muitas vezes, esse tipo de fantasia pode ser uma forma de evitar enfrentar a realidade ou lidar com outras questões emocionais.
    A psicoterapia pode ser um caminho valioso para entender melhor esses sentimentos e pensamentos. Na terapia, você terá um espaço seguro para explorar por que esses pensamentos ocorrem, como eles afetam sua vida e como lidar com eles de maneira saudável. Durante as sessões você poderá identificar os padrões de pensamento e comportamento que estão contribuindo para essa situação e trabalhar para desenvolver estratégias de enfrentamento e ações mais construtivas na realidade.
    Buscar ajuda profissional pode ser um passo importante para melhorar sua qualidade de vida e bem-estar emocional. Se estiver interessado em explorar essa questão de forma mais profunda, estou à disposição para ajudar. Conte comigo. Me mande uma mensagem. Agenda uma consulta para trabalharmos juntos nessas questões e encontrar maneiras de você se sentir mais equilibrado e realizado.
    Estou aqui para lhe oferecer um espaço acolhedor e seguro para você explorar suas emoções e desenvolver estratégias eficazes para lidar com elas.
    Aguardo seu contato! Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços, Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo
    @psicologaadrianadearaujo


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  • Boa tarde. Meu filho de 10 anos , tem nojo de restos de comida, que ele próprio comeu. Nojo de conti

    Boa tarde. Meu filho de 10 anos , tem nojo de restos de comida, que ele próprio comeu. Nojo de continuar na mesa após fazer as refeições. Chega a vomitar se ficar olhando .Hipnose ajuda ? Psicólogo ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Espero lhe encontrar bem.
    Entendo que a situação que você descreveu pode ser muito preocupante. Lamento por essa situação com seu filho e desejo melhoras. Seu filho de 10 anos está apresentando uma forte aversão a restos de comida, chegando ao ponto de vomitar se continuar na mesa após as refeições. Essa resposta intensa pode estar causando bastante desconforto para ele e para toda a família.
    Em casos como este, é essencial realizar uma avaliação abrangente para entender melhor o que está acontecendo. A aversão intensa a restos de comida pode ter várias origens, incluindo fatores psicológicos, sensoriais ou até mesmo físicos.
    A hipnose pode ser uma ferramenta eficaz para ajudar a reduzir essas reações de nojo e promover uma resposta mais positiva. Como hipnoterapeuta, posso afirmar que existem diferentes métodos de hipnose, e alguns deles são especialmente indicados para reforço positivo e manejo de fobias ou aversões. A hipnose pode ajudar a reprogramar a resposta emocional e comportamental do seu filho diante dessa situação. E não existe um único modo do uso da hipnose.
    No entanto, antes de iniciar qualquer tratamento, é fundamental compreender se a aversão do seu filho é apenas de origem psicológica ou se há questões físicas ou sensoriais envolvidas. Uma avaliação completa pode ajudar a identificar as causas desse comportamento e determinar a abordagem mais adequada para o tratamento.
    Além da hipnose, a psicoterapia pode ser extremamente benéfica para ajudar seu filho a explorar e entender suas reações, ensinar técnicas de manejo da ansiedade (se for necessário) e ajudar a modificar padrões de pensamento e comportamento relacionados ao nojo.
    Em alguns casos, pode ser indicado um trabalho multidisciplinar, envolvendo médicos e outros profissionais de saúde, para garantir que todas as possíveis causas sejam investigadas e tratadas adequadamente.
    Eu recomendo fortemente que você agende uma consulta não apenas com um psicoterapeuta/hipnoterapeuta, mas um médico também. Se for determinado que a hipnose é uma opção viável, pode ser integrada ao plano de tratamento para proporcionar um suporte adicional.
    Estou à disposição para ajudar nessa jornada. Conte comigo para psicoterapia, hipnose e/ou indicação de médicos para lhe ajudar. Se desejar agendar uma consulta ou obter mais informações, por favor, entre em contato. Me mande uma mensagem! Estou aqui para oferecer um suporte único e especializado para o seu filho e para você. Aguardo seu contato! Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços,
    Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo
    @psicologaadrianadearaujo


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  • Na sua opinião, independente de sua abordagem de preferência, o que as outras abordagens têm de melh

    Na sua opinião, independente de sua abordagem de preferência, o que as outras abordagens têm de melhor a contribuir no entendimento dos fenômenos psicológicos? O ecletismo na psicologia no final das contas favorece o trabalho do psicólogo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Espero lhe encontrar bem!
    Sua pergunta é bastante pertinente e demonstra um interesse profundo no campo da psicologia e suas diversas abordagens. Cada abordagem na psicologia traz contribuições valiosas para o entendimento dos fenômenos psicológicos. Brevemente:
    - Psicanálise: Foca no inconsciente e nas experiências da infância, ajudando a compreender como nossos padrões de comportamento e emoções são moldados desde cedo.
    - Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): É excelente para identificar e modificar pensamentos e comportamentos disfuncionais no presente, proporcionando ferramentas práticas para lidar com a ansiedade, depressão e outros transtornos.
    - Humanismo: Enfatiza a importância da autoatualização e do crescimento pessoal, promovendo um ambiente terapêutico de aceitação incondicional e escuta ativa.
    - Terapia Sistêmica: Foca nas dinâmicas familiares e relacionais, ajudando a entender como os sistemas dos quais fazemos parte influenciam nosso comportamento e bem-estar emocional.
    - Abordagens Integrativas: Combinam elementos de várias teorias para criar um plano de tratamento personalizado que melhor atenda às necessidades do cliente.
    Entre outras abordagens.
    O ecletismo na psicologia, que envolve a utilização de técnicas e conceitos de múltiplas abordagens, pode favorecer muito o trabalho do psicólogo, desde que ele seja experiente, bem formado e conhecedor do ser humano e das técnicas. Ao integrar diferentes perspectivas, o terapeuta pode oferecer um tratamento mais holístico e adaptado às necessidades únicas de cada cliente. Isso permite uma flexibilidade maior na escolha das intervenções, aumentando as chances de sucesso terapêutico.
    É normal que um psicólogo escolha a abordagem que mais lhe interessa para estudar e atuar. O paciente, por sua vez, não sabe exatamente se precisa repensar sua infância, seu núcleo familiar ou focar sua atenção nas escolhas atuais para mudanças satisfatórias. Cabe ao psicólogo ter conhecimento geral para compreender o que fazer, direcionar ou encaminhar.
    Independentemente de qual abordagem você prefira, o mais importante é que o terapeuta esteja bem preparado e aberto a adaptar seu método às particularidades de cada caso, ou até mesmo considerar um trabalho em conjunto. A diversidade de abordagens enriquece o campo da psicologia, proporcionando uma caixa de ferramentas variada e eficaz para o tratamento dos mais diversos fenômenos psicológicos.
    Engana-se muito quem pensa que existe a abordagem perfeita. Empatia, sintonia, respeito e compreensão pelo ser humano são fundamentais para que se possa utilizar as técnicas aprendidas e com comprovação científica para atuar com os clientes que queiram iniciar um processo psicoterapêutico.
    Havendo interesse em explorar mais sobre como diferentes abordagens podem contribuir para o seu entendimento e crescimento pessoal ou mesmo indicar para quem você acredita que possa se beneficiar dessas informações e conhecimentos, conte comigo. Me mande uma mensagem, estou à disposição para uma conversa mais detalhada. Podemos agendar uma consulta para conversar melhor, de modo único e diferenciado, sobre essas questões e encontrar uma abordagem terapêutica satisfatória para você ou para quem precisa.
    Aguardo seu contato! Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços, Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo
    @psicologaadrianadearaujo


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  • Como uma pessoa autista pode aprender a verbalizar de forma assertiva seus sentimentos?

    Como uma pessoa autista pode aprender a verbalizar de forma assertiva seus sentimentos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Espero lhe encontrar bem!
    Entendo que sua pergunta reflete uma preocupação importante sobre como ajudar uma pessoa autista a aprender a verbalizar de forma assertiva seus sentimentos. É fundamental reconhecer que cada indivíduo é único e pode precisar de abordagens personalizadas para alcançar essa habilidade e não protocolos padronizados.
    Para uma pessoa com o diagnóstico de autismo, desenvolver a capacidade de expressar seus sentimentos assertivamente pode ser um processo gradual e requer paciência e apoio contínuo.
    Alguns exemplos de ações possíveis e bem vindas:
    Criar um espaço onde a pessoa se sinta segura para expressar seus sentimentos sem medo de julgamento é importante. Isso pode envolver garantir que eles saibam que suas emoções são válidas e que é bom expressá-las.
    Mostrar como verbalizar sentimentos assertivamente através de exemplos práticos. Isso pode incluir o uso de frases como "Eu sinto [emoção] quando [situação]" e praticar isso em diferentes contextos.
    Participar de grupos de habilidades sociais pode ajudar a pessoa a praticar a expressão de sentimentos em um ambiente estruturado e de apoio. Profissionais especializados podem conduzir essas sessões de treinamento.
    Muitos autistas respondem bem a ferramentas visuais, como cartões de sentimentos ou diagramas, que podem ajudar a identificar e nomear emoções. Essas ferramentas podem ser usadas para facilitar a comunicação.
    Ensinar e praticar habilidades de comunicação assertiva, como manter contato visual (se confortável), usar um tom de voz adequado e escolher palavras que expressem claramente os sentimentos.
    Trabalhar com um terapeuta pode proporcionar suporte individualizado. A terapia ajudar a desenvolver essas habilidades, abordando pensamentos e comportamentos que podem estar interferindo na expressão assertiva.
    É importante lembrar que cada pessoa progride em seu próprio ritmo, e o processo de aprendizado pode variar. O apoio de profissionais, como psicólogos e terapeutas especializados, pode fazer uma grande diferença.
    Se você ou alguém que você conhece está buscando ajuda para desenvolver essas habilidades, considere agendar uma consulta com um profissional especializado em autismo e habilidades de comunicação. Estou à disposição, essa é minha área de atuação. A terapia pode proporcionar um espaço seguro e estruturado para explorar essas questões e encontrar estratégias personalizadas para a pessoa.
    Estou à disposição, conte comigo, para ajudar nessa jornada de autoconhecimento e crescimento. Se desejar agendar uma consulta ou obter mais informações, por favor, entre em contato. Me mande uma mensagem! Sucesso naquilo que busca e até breve! Aguardo por você!
    Abraços,
    Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo
    @psicologaadrianadearaujo


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  • Toda vez que alguém me dá um presente. Geralmente eu recuso. Sobretudo, quando há insistência ou não

    Toda vez que alguém me dá um presente. Geralmente eu recuso. Sobretudo, quando há insistência ou não tenho como negar, eu me sinto na obrigação de dar um presente de volta. Enquanto não fizer isso. Não tenho paz. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Espero lhe encontrar bem. Entendo que essa situação possa ser bastante incômoda e gerar um sentimento de desconforto significativo. Recusar presentes ou sentir-se na obrigação de retribuí-los pode estar relacionado a diversos fatores emocionais e comportamentais. Pode ter a ver com a experiência passadas e aprendizados.
    Primeiramente, gostaria de ressaltar que a questão não é sobre esses sentimentos serem "normais" ou não, mas sim sobre a sua qualidade de vida e o sofrimento que esse comportamento parece estar causando. Se você sente que essa necessidade de retribuir presentes está impactando negativamente seu bem-estar, então, é algo que merece atenção e pode ser tratado.
    Esse tipo de comportamento pode estar relacionado a sentimentos de culpa, medo de parecer ingrato ou até mesmo uma necessidade excessiva de reciprocidade, entre outras possibilidades. Todos esses sentimentos são válidos e compreensíveis, mas é importante entender de onde eles vêm e como podem ser gerenciados de forma saudável. Assim, você poderá escolher como agir e não apenas “reagir” a situação.
    A psicoterapia pode ser um caminho excelente de autoconhecimento, muito eficaz, para explorar sentimentos e comportamentos. Um psicólogo pode lhe ajudar a entender as raízes dessas reações e a desenvolver estratégias para lidar com elas de maneira que não comprometa seu bem-estar. Na terapia, você terá um espaço seguro para expressar suas preocupações, refletir sobre suas experiências, associações e trabalhar em direção a um estado emocional mais equilibrado e saudável.
    Havendo interesse em dar esse passo importante para cuidar de si mesmo, entre em contato comigo, estou à disposição para ajudar. Me mande uma mensagem e para poder agendar uma consulta para explorar melhor essa questão e outras que possam estar relacionadas. A terapia pode proporcionar o apoio necessário para que você encontre equilíbrio e novas escolhas em suas interações sociais.
    Aguardo seu contato. Conte comigo! Estou à disposição! Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços,
    Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo
    @psicologaadrianadearaujo


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  • O que é ficar lembrando de imagens de pessoas que já morreram que eu nunca vi e nunca tive contato?

    O que é ficar lembrando de imagens de pessoas que já morreram que eu nunca vi e nunca tive contato? É toc? O toc causa isso de ficar com imagens de coisas contra a nossa vontade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Espero lhe encontrar bem.
    Entendo que ficar lembrando de imagens de pessoas que já faleceram, especialmente aquelas que você nunca conheceu, pode ser uma experiência negativa. Tudo indica, no seu relato, que essas imagens recorrentes e indesejadas, possivelmente estão causando desconforto e ansiedade.
    É importante ressaltar que, com base apenas nesse sintoma, não é possível determinar se isso é Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ou outra condição. As imagens intrusivas podem ser resultado de diversos fatores, incluindo ansiedade, resposta ao estresse, ou até mesmo outras questões emocionais além dessas descritas. No TOC (uma breve explicação) as obsessões são pensamentos, imagens ou impulsos recorrentes e indesejados que causam grande ansiedade, e as compulsões são comportamentos repetitivos realizados para neutralizar esse mal estar. No entanto, é necessário uma avaliação mais específica para identificar o que precisamente está acontecendo, as razões e formas de tratamento para sua melhoria emocional.
    Ter pensamentos ou imagens indesejadas não necessariamente indica um diagnóstico específico. É natural, em momentos de estresse maior ou ansiedade, que a mente produza imagens ou pensamentos desconcertantes como uma forma de processar emoções ou lidar com situações difíceis. Porém, não deixe de buscar auto conhecimento e meios de melhorar. Cuidar bem de si é fundamental.
    Buscar ajuda profissional pode ser um passo importante para entender melhor o que está acontecendo e encontrar maneiras eficazes de lidar com tudo isso.
    Durante as sessões de psicoterapia você poderá explorar as causas dessas imagens intrusivas e trabalhar com você mesmo para desenvolver estratégias de manejo da ansiedade, do estresse e desse desconforto. Além disso, um diagnóstico adequado com um plano de tratamento personalizado são essenciais para abordar esses sintomas de maneira eficaz.
    Havendo interesse, me mande uma mensagem, fale comigo, agende uma consulta. A terapia pode ser um ótimo começo para entender melhor suas experiências e encontrar formas de melhorar seu bem-estar emocional. Dê esse passo importante na direção do seu auto cuidado.
    Estou aqui para ajudar e oferecer um espaço psicoterapêutico significativo, não apenas seguro e acolhedor, mas único, especializado e diferenciado para que você possa explorar melhor essas questões para um bem-estar maior. Aguardo seu contato! Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços,
    Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo
    @psicologaadrianadearaujo


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  • Ola tenho mania desde pequena antes de dormir de fazer sucção do lábio inferior (tipo chupar o lábio

    Ola tenho mania desde pequena antes de dormir de fazer sucção do lábio inferior (tipo chupar o lábio ) se eu não fizer isso eu não consigo dormir a noite, e se dizer durante o dia me dá um sono e é tão bom mas ao mesmo tempo me preocupa será que é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Que tudo esteja bem! A sucção do lábio inferior que você menciona é um comportamento que você adotou desde pequena, já tem uma memória de que funciona bem e que tem um efeito calmante para você, especialmente na hora de dormir. É natural se preocupar se esse tipo de comportamento é “normal” ou não.
    É importante compreender que sintomas isolados não são suficientes para um diagnóstico preciso ou para determinar se algo está dentro dos padrões de normalidade. Comportamentos de auto-regulação, como a sucção do lábio, podem ser formas que seu corpo encontrou para lidar com ansiedade ou estresse, funcionando como um mecanismo de conforto. Porém, quando essas práticas são persistentes e/ou causam preocupação, ou outras formas de auto regulação específica com frequência, podem ser sinais de outras questões que não chamam atenção inicialmente, mas que podem estar ligadas. Por isso, a terapia pode ser um caminho muito importante para compreender suas questões emocionais de forma mais abrangente e integrada.
    Na terapia, você teria um espaço seguro para explorar esses comportamentos e suas possíveis causas, além de desenvolver estratégias saudáveis para lidar com o estresse e a ansiedade. Com o apoio de um profissional, é possível entender melhor suas necessidades emocionais e encontrar formas de equilíbrio.
    Havendo interesse, me mande uma mensagem, agende uma consulta para explorar melhor essa questão e outras que possam estar relacionadas, estou à disposição para ajudar de maneira personalizada e exclusiva. Compreender suas emoções e comportamentos é um passo fundamental para seu crescimento pessoal e bem-estar. Conte comigo! Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços, Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo @psicologaadrianadearaujo


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  • Eu namoro há 4 anos mas sinto vontade de terminar. A real é que tenho vontade de terminar porque sin

    Eu namoro há 4 anos mas sinto vontade de terminar. A real é que tenho vontade de terminar porque sinto atração por outras pessoas, já sugeri abrir o relacionamento mas ele não concordou, seguimos juntos porém ele sabe dessa minha vontade. Porém a gente se gosta e não sei o que fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá, tudo bem? Que tudo esteja bem!
    Entendo que essa situação deve estar te trazendo bastante confusão e ansiedade. O fato de você estar considerando o término do seu relacionamento após 4 anos, especialmente devido à atração por outras pessoas, é algo que pode gerar muitas emoções conflitantes.
    É natural ter dúvidas e sentir-se dividido entre o amor pelo seu parceiro e a vontade de explorar novas possibilidades. Essas questões são complexas e é importante reconhecer o impacto que elas têm no seu bem-estar e na dinâmica do seu relacionamento.
    Gostaria de te convidar para uma sessão de terapia, onde você vai poder compreender melhor esses sentimentos e pensamentos validando seu histórico de vida e objetivos futuros. A terapia oferece um espaço seguro para entender melhor suas necessidades e desejos, além de ajudar a encontrar clareza e caminhos possíveis para lidar com essa situação.
    Para tomar uma decisão é preciso analisar outros fatores e princípios seus, valores e objetivos gerais, assim sua ação será mais estruturada.
    Havendo interesse em iniciar seu processo de autoconhecimento, me mande uma mensagem, estou aqui para te apoiar. Fale comigo e agende uma sessão para conversarmos mais sobre isso. Conte comigo! Sucesso naquilo que busca e até breve! Abraços, Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo @psicologaadrianadearaujo


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  • Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha m

    Logo após a morte dos meu avós maternos. Comecei a ter pavor da morte dos meus pais, medo da minha mãe morrer e como seria depois, sem poder falar com ela, não ter o carinho dela e nunca mais poder ver ela, da mesma maneira meu pai. Mas em relação ao meu pai, sei que se intensificou pq ele passou 1 ano com soluços de duravam meses e sem explicação. E pelas noites que dormia com ele acordava pela manhã para ver se ele ainda respirava e não dormia de maneira nenhuma. E a cada situação no dia que envolve falar dos meus pais eu começo a sentir um aperto do peito, vontade de chorar e fico toda hora pensando em como seria horrível minha vida se isso acontecesse, em que momentos que eu mais iria sentir falta e da um vontade de ir correndo para os meus pais

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Tudo bem? Que tudo esteja bem! Compreendo que você esteja passando por um momento difícil, meus sentimentos, e é normal sentir-se assim diante da perda dos avós e do medo constante de perder seus pais. Essas emoções são muito desafiadoras e impactam profundamente o seu bem-estar.
    O pavor que você descreveu especialmente após a experiência com seu pai e os soluços inexplicáveis, é uma resposta natural a esses eventos estressantes. O fato de você acordar à noite para verificar se ele ainda respirava demonstra o quanto essa situação abalou sua segurança emocional e a preocupação com ele.
    Sentir um aperto no peito, vontade de chorar e pensamentos constantes sobre a possibilidade de perder seus pais são sinais de emoções intensas. Esses sentimentos mostram o quanto você valoriza e depende emocionalmente dos seus pais, o que é natural, mas é importante encontrar maneiras de lidar com essa ansiedade para que ela não prejudique sua qualidade de vida.
    Procurar ajuda profissional pode ser extremamente benéfico para você. A terapia oferece um espaço seguro para explorar esses sentimentos, entender suas origens e desenvolver estratégias eficazes para lidar com eles. Além disso, um psicólogo pode ajudar a identificar os gatilhos de emoções e trabalhar com você para construir uma sensação de segurança e tranquilidade.
    Estou aqui para lhe apoiar nesse processo. Me mande uma mensagem para agendar uma consulta. Vamos trabalhar juntos para entender melhor seus sentimentos e encontrar formas de viver de maneira mais leve e equilibrada.
    Conte comigo! As perdas, muitas vezes, desestabilizam, posso lhe ajudar de modo personalizado e individualizado a se reequilibrar. Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços,
    Psicóloga e Mestre em Psicologia Adriana de Araújo @psicologaadrianadearaujo


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  • Quem sofre de ansiedade social, isso tem origem no que passou durante a infância, adolescência ou fa

    Quem sofre de ansiedade social, isso tem origem no que passou durante a infância, adolescência ou faz parte da personalidade da pessoa?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Adriana de Araújo

    Olá! Espero lhe encontrar bem. Entendo sua preocupação e desejo de entender melhor o tema. A ansiedade social é uma condição complexa que pode ter múltiplas origens. Pode ser influenciada por experiências da infância e adolescência, assim como por traços de personalidade e fatores genéticos.
    Durante a infância e adolescência, situações de bullying, críticas severas, rejeição ou falta de habilidades sociais adequadas podem contribuir para o desenvolvimento da ansiedade social. Por outro lado, traços de personalidade, como ser mais introvertido ou ter uma maior sensibilidade emocional, também podem aumentar a vulnerabilidade para essa condição.
    A ansiedade social pode ser desencadeada por uma combinação desses fatores e pode variar de pessoa para pessoa. É importante entender que, independentemente da origem, existem formas eficazes de tratamento que podem ajudar a reduzir os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
    Procurar ajuda profissional para um diagnóstico adequado e para descartar outras condições que possam estar contribuindo para os sintomas.
    A psicoterapia pode proporcionar o apoio necessário para lidar com essa condição e melhorar sua qualidade de vida.
    Agende uma consulta, me mande uma mensagem, estou à disposição para lhe ajudar no seu caminho de autoconhecimento e cura.
    Sucesso naquilo que busca e até breve!
    Abraços, Psicóloga Adriana de Araújo @psicologaadrianadearaujo


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Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.