Perguntas do paciente (414)

  • Como se sente uma pessoa com fibromialgia? Quais sintomas?

    Como se sente uma pessoa com fibromialgia? Quais sintomas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Se você suspeitar que possui fibromialgia, é recomendável buscar a orientação de um profissional de saúde, como um médico ou reumatologista. As pessoas com fibromialgia geralmente experimentam uma variedade de sintomas que podem variar em intensidade e frequência, de pessoa para pessoa. Alguns dos sintomas mais comuns da fibromialgia incluem:
    1. Dor generalizada, geralmente descrita como uma dor difusa e crônica em todo o corpo. A dor pode variar em intensidade e qualidade, sendo descrita como uma sensação de queimação, pontadas ou rigidez muscular.
    2. fadiga, outro sintoma comum que pode afetar significativamente a capacidade de realizar atividades diárias.
    3. dificuldades para dormir, como insônia, sono não reparador ou despertares frequentes durante a noite. Isso pode contribuir para a fadiga e a sensação de cansaço durante o dia.
    4. sensibilidade aumentada ao toque ou pressão leve em certas áreas do corpo pode causar desconforto ou dor intensa.
    5. dificuldades cognitivas em geral como problemas de concentração, memória ; é comumente referido como "fibro névoa" ou "névoa cerebral".
    6. rigidez muscular e articulações rígidas pela manhã que pode diminuir com o movimento e o aquecimento do corpo.
    Além desses sintomas principais, podem ocorrer diversos outros, como dores de cabeça, problemas digestivos, ansiedade, depressão e sensibilidade a estímulos sensoriais, como luz, som e odores.
    O diagnóstico e tratamento adequados são essenciais para lidar com as causas psicossomáticas e a redução dos sintomas. Sempre à disposição.


  • Procurar efeitos colaterais de remédios e sentir medo de tomar eles e sentir esses efeitos, pode ser

    Procurar efeitos colaterais de remédios e sentir medo de tomar eles e sentir esses efeitos, pode ser sinal de hipocondria? As vezes deixo de tomar um remédio por medo de me sentir mal ou surtir alguma reação alérgica que eu não sei, mas eu não consigo não procurar os efeitos que aquele medicamento pode fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Olá. Se esse medo de tomar remédios está te prejudicando, causando ansiedade intensa ou fazendo você evitar tratamentos necessários, pode ser muito útil buscar um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra.
    A terapia pode te ajudar a entender e controlar essa ansiedade, além de trabalhar possíveis gatilhos para esse medo. Se for necessário, um psiquiatra também pode avaliar outras formas de tratamento para reduzir essa preocupação excessiva. Sempre à disposição.


  • Algum psiquiatra aí pra sanar minhas dúvidas? Tomo risperidona de 1 mg a noite após o jantar desde a

    Algum psiquiatra aí pra sanar minhas dúvidas? Tomo risperidona de 1 mg a noite após o jantar desde agosto de 2021 até hoje em maio de 2023. Já tive efeito colaterais no início do medicamento e estou bem com ele até hoje... O meu psiquiatra me indicou esse medicamento para tratar a ansiedade e, tem me ajudando a reduzir o meu comportamento, nervosismo e a ansiedade e então, eu gostaria de saber se posso tomar cerveja zero álcool ou com álcool, pois tenho medo de passar mal caso eu tome uma quantidade de cerveja sem álcool ou com álcool? Me ajude, não quero sofrer reações e nem passar mal.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Olá, É importante ter cautela ao consumir álcool enquanto estiver em tratamento com risperidona, mesmo em doses baixas. O álcool pode aumentar os efeitos colaterais da risperidona, como sonolência, tonturas e dificuldade de concentração. Recomendo que você consulte o seu psiquiatra para discutir sobre o consumo de álcool e como isso pode interagir com o seu tratamento. Eles podem fornecer orientações específicas com base no seu histórico médico e na sua resposta ao medicamento. sempre à disposição.


  • Boa tarde! Quais são as técnicas usadas na psicologia social?

    Boa tarde! Quais são as técnicas usadas na psicologia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    A Psicologia Social é uma disciplina que estuda como as pessoas pensam, sentem e se comportam em contextos sociais. Existem várias técnicas utilizadas na Psicologia Social (observação, entrevista, questionário, estudo de caso, etc) para investigar e compreender o comportamento humano, usadas em grande parte das linhas psicológicas. Cada técnica tem suas vantagens e limitações, existem diferenças entre elas que melhor se adequam às diferentes pesquisa e objetivos de estudo.


  • Boa tarde! Quais são as técnicas da psicologia social?

    Boa tarde!
    Quais são as técnicas da psicologia social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Olá. A psicologia social utiliza uma variedade de técnicas para estudar e entender como as pessoas pensam, sentem e se comportam em contextos sociais. Algumas das principais técnicas incluem: experimentos; pesquisas, observações, estudos de caso, entrevistas, jogos, etc. Essas técnicas permitem aos psicólogos sociais obter uma compreensão abrangente e detalhada dos processos e fenômenos sociais, contribuindo para o desenvolvimento de teorias e práticas que podem ser aplicadas em diversos contextos, desde a educação até as políticas públicas.


  • Uma pessoa se considera hetero só se atrai por pessoas do gênero oposto mas já se apaixonou por algu

    Uma pessoa se considera hetero só se atrai por pessoas do gênero oposto mas já se apaixonou por alguém do mesmo gênero no passado sem sentir nenhum tipo de atração ela deixa de ser hetero?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Na psicologia, a orientação sexual é uma parte complexa e multifacetada da identidade de uma pessoa, e as categorias como "heterossexual", "homossexual" ou "bissexual" nem sempre capturam toda a diversidade da experiência humana.
    A orientação sexual refere-se aos padrões de atração emocional, romântica e/ou sexual que uma pessoa sente em relação a outras pessoas. É importante notar que a orientação sexual pode ser fluida e pode variar ao longo da vida de uma pessoa.
    No exemplo que você mencionou, a pessoa se considerava heterossexual, mas experimentou sentimentos românticos por alguém do mesmo gênero no passado, sem sentir atração sexual, não é incomum, e não há uma resposta simples para definir a orientação sexual dessa pessoa.
    Na psicologia contemporânea, a compreensão da orientação sexual evoluiu para reconhecer que ela pode existir em um espectro, e as pessoas podem ter uma variedade de experiências e sentimentos em relação à atração por outros indivíduos.
    Portanto, é importante permitir que cada pessoa explore e identifique sua própria orientação sexual com base em suas experiências e sentimentos pessoais. Algumas pessoas podem se identificar como heterossexuais, apesar de terem experimentado sentimentos românticos em relação a pessoas do mesmo gênero no passado. Outras podem preferir utilizar rótulos como "heterossexual com experiências bissexuais" ou "questionando a orientação sexual".
    Em última análise, o mais importante é respeitar e validar as experiências e identidades de cada indivíduo, permitindo que eles descubram e expressem sua orientação sexual de maneira autêntica e sem julgamentos. A sexualidade humana é complexa e diversa, e não pode ser reduzida a categorias rígidas ou definidas de forma estrita. Sempre à disposição.


  • Quantos sintomas preciso ter para ser diagnosticado com transtorno de ansiedade?

    Como é diagnosticado uma pessoa com ansiedade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Ola! A ansiedade é um distúrbio mental comum que afeta milhões de pessoas em todo o mundo. O diagnóstico da ansiedade pode ser um processo complexo que envolve uma avaliação detalhada da história clínica do paciente, exames físicos e testes psicológicos.

    Os sintomas da ansiedade podem variar de pessoa para pessoa, mas geralmente incluem preocupação excessiva, medo, nervosismo, tensão muscular, sudorese, palpitações cardíacas e problemas para dormir. Esses sintomas podem ser leves ou graves e podem ocorrer em momentos específicos ou serem persistentes.

    O diagnóstico da ansiedade geralmente começa com uma avaliação clínica realizada por um médico ou psiquiatra. Durante esta avaliação, o profissional de saúde irá questionar o paciente sobre seus sintomas, histórico médico e quaisquer fatores estressantes que possam estar contribuindo para a ansiedade. Além disso, o médico pode realizar um exame físico para descartar outras condições médicas que possam estar causando os sintomas do paciente.

    Uma vez que outras condições médicas tenham sido descartadas, o médico pode encaminhar o paciente para um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação mais aprofundada. O psicólogo ou psiquiatra pode usar vários testes psicológicos para avaliar o estado emocional do paciente, como o Inventário de Ansiedade de Beck ou o Inventário de Sintomas de Ansiedade de Hamilton.

    O diagnóstico da ansiedade pode ser complicado porque muitos dos sintomas da ansiedade são semelhantes aos de outras condições médicas e psicológicas, como a depressão. Por essa razão, é importante que os profissionais de saúde realizem uma avaliação completa e cuidadosa para chegar a um diagnóstico preciso. Sempre à disposição.

    Em resumo, o diagnóstico da ansiedade é feito através da avaliação clínica do paciente, incluindo uma avaliação da história médica e dos sintomas apresentados, um exame físico para descartar outras condições médicas e testes psicológicos para avaliar o estado emocional do paciente.


  • Por que quando saio para algum lugar me sinto bem, porém quando chego em casa, começo a apresentar s

    Por que quando saio para algum lugar me sinto bem, porém quando chego em casa, começo a apresentar sintomas de ansiedade, como: nó na garganta, angustia, coração acelerado?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Olá! A sensação de bem-estar quando saímos para algum lugar pode estar relacionada ao fato de que estamos nos expondo a novas experiências, pessoas e estímulos, o que é positivo para o nosso bem-estar emocional.
    Por outro lado, quando chegamos em casa, podemos voltar a uma rotina mais monótona e previsível, o que pode levar ao surgimento de sintomas de ansiedade, como o nó na garganta, a angústia e a aceleração cardíaca.
    Sob o ponto de vista da psicologia, é importante considerar que a ansiedade pode ser desencadeada por uma série de fatores, como preocupações excessivas, estresse, mudanças significativas na rotina, entre outros. É possível que o retorno à casa seja percebido como uma volta a um ambiente de maior segurança, o que pode levar à redução dos níveis de vigilância e, consequentemente, ao surgimento de sintomas de ansiedade.
    Além disso, é possível também que esteja associada a tarefas e responsabilidades que causam estresse ou preocupação, levando aos sintomas de ansiedade. Importante avaliar os fatores desencadeadores dos sintomas e buscar estratégias para lidar de forma mais adaptativa. Sempre à disposição.


  • Parafilia pode evoluir para transtorno parafilico?

    Parafilia pode evoluir para transtorno parafilico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Olá! Parafilia é um termo que se refere a um padrão de comportamento sexual em que a pessoa sente excitação ou satisfação sexual através de objetos, atividades ou situações não convencionais. Esses desejos ou fantasias sexuais podem envolver coisas como exibicionismo, voyeurismo, fetiche, sadismo, masoquismo, entre outros.

    Já o Transtorno Parafílico, a pergunta em questão, é uma condição em que a pessoa experimenta sofrimento ou prejuízo significativo em sua vida pessoal, social ou profissional como resultado de sua parafilia. O transtorno parafílico pode levar a comportamentos ilegais, prejudiciais ou perigosos para si mesmo ou para outras pessoas.

    É importante destacar que nem toda parafilia se desenvolve em um transtorno parafílico. A maioria das pessoas com parafilias não sente sofrimento ou prejuízo significativo em suas vidas diárias. No entanto, algumas pessoas podem desenvolver um transtorno parafílico, que é uma condição psicológica reconhecida que requer tratamento.

    Existem muitos fatores que podem contribuir para o desenvolvimento de um transtorno parafílico. Alguns exemplos incluem experiências traumáticas na infância, transtornos de personalidade, depressão, ansiedade e problemas de relacionamento.

    O tratamento do transtorno parafílico pode incluir terapia cognitivo-comportamental, terapia sexual, medicação e outras abordagens. O objetivo é ajudar a pessoa a controlar seus impulsos e comportamentos sexuais, bem como lidar com as emoções e os sentimentos associados à sua parafilia. Sempre à disposição.


  • A parafilia evolui para o transtorno parafilico alguma hora ?

    A parafilia evolui para o transtorno parafilico alguma hora ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Olá! Parafilia é um termo que se refere a um padrão de comportamento sexual em que a pessoa sente excitação ou satisfação sexual através de objetos, atividades ou situações não convencionais. Esses desejos ou fantasias sexuais podem envolver coisas como exibicionismo, voyeurismo, fetiche, sadismo, masoquismo, entre outros.

    Já o Transtorno Parafílico é uma condição em que a pessoa experimenta sofrimento ou prejuízo significativo em sua vida pessoal, social ou profissional como resultado de sua parafilia. O transtorno parafílico pode levar a comportamentos ilegais, prejudiciais ou perigosos para si mesmo ou para outras pessoas.

    É importante destacar que nem toda parafilia se desenvolve em um transtorno parafílico. A maioria das pessoas com parafilias não sente sofrimento ou prejuízo significativo em suas vidas diárias. No entanto, algumas pessoas podem desenvolver um transtorno parafílico, que é uma condição psicológica reconhecida que requer tratamento.

    Existem muitos fatores que podem contribuir para o desenvolvimento de um transtorno parafílico. Alguns exemplos incluem experiências traumáticas na infância, transtornos de personalidade, depressão, ansiedade e problemas de relacionamento.

    O tratamento do transtorno parafílico pode incluir terapia cognitivo-comportamental, terapia sexual, medicação e outras abordagens. O objetivo é ajudar a pessoa a controlar seus impulsos e comportamentos sexuais, bem como lidar com as emoções e os sentimentos associados à sua parafilia.

    Em resumo, nem toda parafilia se desenvolve em um transtorno parafílico, mas algumas pessoas podem experimentar sofrimento e prejuízo significativos em suas vidas como resultado de sua parafilia. O tratamento do transtorno parafílico pode ajudar a pessoa a controlar seus impulsos sexuais e lidar com as emoções associadas à sua condição. Sempre à disposição.


  • O sid 10 F29 caracteriza a pessoa como PCD?? Ela pode fazer um concurso como PCD?

    O sid 10 F29 caracteriza a pessoa como PCD?? Ela pode fazer um concurso como PCD?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    O código CID-10 F29 refere-se a Transtorno Psicótico não especificado. É importante destacar que a determinação de uma pessoa como PCD (Pessoa com Deficiência) não está relacionada diretamente ao CID-10 F29 ou a qualquer outro diagnóstico específico.
    A elegibilidade de uma pessoa para concorrer como PCD em um concurso público geralmente é determinada por critérios específicos definidos pela legislação do país em questão. Esses critérios podem variar e devem ser verificados com base nas leis e regulamentos do local onde o concurso está ocorrendo.
    Recomenda-se que a pessoa interessada em concorrer como PCD em um concurso verifique os critérios específicos estabelecidos pelas autoridades competentes e busque orientação adequada de profissionais especializados na área, como médicos, psicólogos ou advogados, para obter informações precisas e atualizadas. Sempre à disposição.


  • Minha filha está se comportando de maneira inadequada em casa e na escola, fica levantando a saia (s

    Minha filha está se comportando de maneira inadequada em casa e na escola, fica levantando a saia (shorts saia) e mostrando para os colegas, e até se aproximando de maneira invasiva para mostrar o que está fazendo. Estou preocupada, pois não temos tais comportamentos em casa e tão pouco temos acessos a conteúdos do tipo. Isso é normal nessa idade? Como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Sob a perspectiva cognitivo comportamental, é importante primeiro entender que comportamentos inadequados em crianças podem ser indicadores de problemas emocionais ou comportamentais subjacentes. Portanto, é importante lidar com essa situação com delicadeza e compreensão.
    Uma abordagem seria iniciar uma conversa com a criança, questionando sobre o comportamento e tentando entender a motivação por trás dele. É possível que a criança esteja imitando comportamentos observados em outras pessoas ou até mesmo esteja lidando com problemas emocionais que estão sendo manifestados de forma inadequada.
    Uma vez que a motivação é compreendida, é possível trabalhar com a criança para desenvolver alternativas de comportamento mais adequadas. É importante reforçar os comportamentos positivos e desencorajar os comportamentos inadequados. Também é importante buscar apoio de profissionais como psicólogos e pediatras para entender melhor as causas subjacentes do comportamento inadequado e desenvolver estratégias para lidar com isso de forma saudável e eficaz. Sempre `a disposição.


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  • Boa tarde Me casei ha 7 anos. Esse é meu segundo casamento. O primeiro durou 20 anos e terminei

    Boa tarde

    Me casei ha 7 anos. Esse é meu segundo casamento. O primeiro durou 20 anos e terminei porque meu ex marido me traia.

    Sou uma advogada bem sucedida e meu marido atual apesar de trabalhar em uma boa empresa e ganhar relativamente bem, não vejo o dinheiro dele.

    Eu pago 100% das despesas de casa: prestação da casa, conta de luz, água, empregada, mercado, seguro de carro, até roupas para ele sou eu que compro. Quando saímos para restaurantes, ele fica esperando eu puxar o cartão para pagar a conta.

    O salário dele vai metade para pagar pensão, e a outra metade ele gasta com restaurante e atividades com os filhos quando eles saem. Ele não consegue dizer não para os filhos.

    Todos os anos eu planejo viagens para a família toda. Já fomos para o Canadá 2 vezes, 3 vezes para Flórida, uma vez para o México, 1 vez para Natal, São Paulo e várias outras viagens curtas. As crianças nunca tinham viajado de avião na vida. Eu que tive que pagar pelos passaportes e vistos porque a mãe se recusou a tirar os passaportes.

    Hoje descobri que os filhos dele me dão apelidos nos celulares. O menino me chama de “controladora do papai” e a menina me chama de bruxa louca.

    Isso me magoou muito, porque já sao 7 anos que vivo com meu esposo, as crianças passam férias com a gente, eu levo eles nas viagens quando eu poderia perfeitamente viajar sozinha com os meus filhos biológicos.

    Eu sei que esse apelidos vem da mãe deles, porém eles não tem a menor consideração e respeito por mim.

    Outro dia fomos no shopping carreguei o cartão para eles brincarem com brinquedos tipo playland. Depois de gastar todos os créditos eles foram pegar doces por peso. Eu fiquei horrorizada com a quantidade. Cada um deles pegou 1 quilo de doces e eu reclamei. O menino replicou que o dinheiro era do pai dele e ele faz o que quer. Mau ele sabe que eu tenho que cobrir o cartão de crédito do pai, porque está sempre no vermelho.

    Estou tão cansada. Meu marido eh carinhoso, fiel, companheiro, mas a situação financeira me deixa irritada. E para piorar o desrespeito dos meninos por mim foi a gota que faltava.

    Eu havia agendado um Cruzeiro para Bahamas para agosto, mas estou decidida a cancelar.

    Eu não sei o que fazer. Tenho 46 anos e de certa forma tenho vergonha por ter falhado 2 vezes nos casamentos. Não sei se devo lutar pelo meu casamento ou se devo reconhecer que eh um caso perdido.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    A terapia cognitivo-comportamental (TCC) pode ser útil para ajudar a pessoa a lidar com as emoções associadas a essa situação, bem como a desenvolver habilidades de comunicação assertiva e resolução de problemas. Em relação ao caso específico apresentado, a TCC pode ajudar a pessoa a identificar e desafiar pensamentos negativos sobre si mesma e sobre o casamento, bem como a desenvolver estratégias para lidar com a questão financeira e a dinâmica familiar. A terapia pode incluir a criação de um plano financeiro conjunto, a negociação de papéis e responsabilidades dentro do relacionamento e a comunicação clara e assertiva com os enteados e a ex-parceira do marido. No entanto, a decisão final sobre o futuro do casamento deve ser tomada pela pessoa em questão, com base em suas necessidades e desejos pessoais.Sempre `a disposição.


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  • Languishing pode ser considerado um transtorno mental? E como se trata?

    Languishing pode ser considerado um transtorno mental? E como se trata?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Languishing é um estado emocional de apatia e falta de motivação que muitas pessoas estão experimentando em meio à pandemia. Embora não seja considerado um transtorno mental formal, pode afetar significativamente a qualidade de vida e o bem-estar emocional.
    Em termos de psicologia cognitivo-comportamental, o tratamento para languishing envolve uma abordagem de mudança de comportamento e pensamento. Isso pode incluir a adoção de estratégias para melhorar a resiliência emocional, como a prática de atividades prazerosas e a busca de conexões sociais significativas. Além disso, a terapia cognitivo-comportamental pode ser útil para ajudar a identificar e desafiar padrões de pensamento negativos e distorcidos que podem estar contribuindo para o languishing. A meditação e o mindfulness também podem ser incorporados como uma forma de aumentar a consciência e a atenção plena, bem como para lidar com a ansiedade e o estresse. Em casos mais graves, pode ser necessário o tratamento medicamentoso em conjunto com a terapia. É importante ressaltar que o tratamento deve ser personalizado para cada indivíduo e a abordagem pode variar dependendo da intensidade e duração dos sintomas. sempre a disposição.


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  • Pais sem filhos, estranha separação. Na ótica dos Pais. Tudo acontece muito rápido e dolorido,

    Pais sem filhos, estranha separação.

    Na ótica dos Pais.

    Tudo acontece muito rápido e dolorido, o tempo passa numa velocidade tão feroz que, os anos vão distanciando ainda mais o que antes era cotidiano e intenso. Veio a separação de forma inesperada para os filhos e ao mesmo tempo um grande choque se fez na mente deles, ainda mais quando a tendência da separação vem se arrastando com dores por muitos anos e estas dores são compartilhadas e acabam interferindo nos filhos que as absorve na mesma proporção que se encaminha a dissolução de fato.

    Quando o distanciamento se faz, é muito complicado ter de volta uma aproximação esperada com os filhos, parece que se quebra algo e que este algo, não tem como "consertar" e, a opção por vezes é mútua pelo afastamento, afinal existem fatores influenciadores deste distanciar que partem dos pais que agora buscam refazer suas vidas e em outras dos filhos que se sentem numa gangorra de escolhas duras e complicadas e que, acabam tendenciando para aquele que se encontra no mesmo teto ou por algum outro motivo muito particular que só na cabeça deste filho(a) se sabe.

    A ótica da dor pode ser muito maior e as questões psicológicas podem refletir imediatamente tanto nos pais, agora sem os filhos e nos filhos, agora com um pedaço de sua família distante e ausente, a ausência não se dá pelo querer de estar ausente, mas por conta de tantas variáveis, de tentativas de aproximações e pelo momento delicado, por vezes, observa-se que poderia ser mais dolorida a aproximação, do que o afastar propriamente e, nesta visão ainda conturbada achar que, o mais propício a ser feito é realmente se distanciar nisto, o tempo se mostra cruel, pois no despertar de um dia, percebe-se os anos que já se fizeram e, por mais que se tenha feito, o passar do tempo, não define as vidas e, parece que nada mudou ou que algo mudará.

    Chega uma hora crítica em que a busca pela reaproximação é latente e, ocorre na mesma proporçao, as diversas tentativas frustradas, que irão com isto, acumular mais dores de ambos os lados, algumas destas dores proximas de serem esquecidas e outras novas que irão surgir neste meio tempo e tornará de forma inconsequente e quase fatídica, um novo distanciar que se apressa em tomar suas formas, pois as ausências enfraqueceram as vontades, tanto dos filhos, quanto dos pais, pois não se vislumbra um sinal de que as coisas irão tomar caminhos de reaproximação, porque o tempo da mesma forma que é rápido, em outras, nas horas de dor que temos pelos caminhos individuais, tanto para os filhos como para os pais é algo tão duradouro que nos remete à ter ainda mais vontade de tornar o afastamento algo definitivo e, isto se transborda em sentimentos de angustia, impotência e falta de soluçao, a reaproximação precipitada pode ser o desfecho de uma perda de contato ainda maior entre pais e filhos e que, deverão aguardar mais alguns anos para se recompor ou se perder em absoluto.

    É uma linha bastante tênue e que, o dia a dia tanto dos pais quanto dos filhos deixa transcorrer por anos e por vezes insolúveis.

    Como lidar não com este fato, mas sim com as expectativas ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Na perspectiva da psicologia cognitivo-comportamental, a separação dos pais pode gerar diversas consequências emocionais e comportamentais tanto nos filhos quanto nos pais. É importante lembrar que cada pessoa lida com a separação de uma maneira única, pois suas expectativas, crenças e experiências passadas influenciam diretamente na forma como ela é percebida e vivenciada.
    No caso descrito, é possível notar que tanto os pais quanto os filhos experimentaram uma grande dor emocional com a separação, e que essa separação se prolongou por um período de tempo significativo. Essa situação pode ter gerado diferentes emoções, tais como tristeza, raiva, culpa, ansiedade e angústia.
    As expectativas dos pais e filhos podem ser influenciadas pela experiência passada e pelo presente. Por exemplo, os pais podem ter expectativas de que a separação traga mudanças positivas em suas vidas, como a possibilidade de encontrar novos parceiros ou a chance de se dedicar a interesses pessoais. Ao mesmo tempo, os filhos podem ter expectativas de que a separação seja temporária ou que os pais voltem a se reconciliar.
    Para lidar com essas expectativas, é importante que as pessoas envolvidas busquem compreender as próprias emoções e pensamentos em relação à separação, bem como as emoções e pensamentos dos outros envolvidos. É fundamental que haja uma comunicação clara e empática entre os pais e os filhos, de forma que possam expressar seus sentimentos e necessidades de maneira respeitosa e acolhedora.
    Além disso, pode ser importante buscar o apoio de um profissional da psicologia, que pode ajudar a compreender e lidar com as emoções e pensamentos relacionados à separação, bem como auxiliar na busca por soluções para os conflitos que possam surgir. A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem que pode ser bastante útil nesse contexto, pois oferece estratégias para lidar com as emoções e pensamentos disfuncionais, além de fornecer habilidades de comunicação e resolução de conflitos. sempre a disposição.



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  • Ola tenho um vizinho de 21 anos autista de um grau leve ,ficou órfão de pai e mãe e passou a convive

    Ola tenho um vizinho de 21 anos autista de um grau leve ,ficou órfão de pai e mãe e passou a conviver comigo,mas ele é bem esperto, inteligente tem os momentos de ilusões dele ,em alguns momentos perdido no mundo dele que é os desenhos e apaixonado por carros .Sei que ele é capaz de se socializar , desenvolver a mente mais isso lhe foi tirado, pois sua mãe o protegia de tudo e agora gostaria de trabalhar isso com ele,mas não sei como.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Na ótica da psicologia cognitivo comportamental, é importante entender que o transtorno do espectro autista (TEA) afeta a forma como uma pessoa processa e interpreta as informações do mundo ao seu redor. Além disso, cada indivíduo com TEA é único e pode apresentar habilidades e desafios diferentes.
    No caso do seu vizinho, é importante reconhecer suas habilidades e interesses, como desenhos e carros, e utilizá-los como uma forma de engajamento e motivação. É possível trabalhar com ele para desenvolver habilidades sociais, utilizando técnicas como o treinamento de habilidades sociais e a terapia comportamental cognitiva.
    Além disso, é importante considerar o histórico do seu vizinho e suas experiências passadas. A proteção excessiva da mãe pode ter limitado suas oportunidades de interação social e de desenvolvimento de habilidades, mas isso não significa que seja impossível trabalhar essas questões agora.
    Uma abordagem cognitivo comportamental pode ajudá-lo a desenvolver estratégias para se comunicar e se conectar com seu vizinho, levando em consideração suas necessidades individuais e seu ritmo de aprendizado. É importante ser paciente e compreensivo, e buscar apoio de profissionais especializados, como psicólogos e terapeutas comportamentais. sempre a disposição.


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  • Qual a diferença entre Transtorno de Personalidade Narcissista e "Tendências Narcissistas"?

    Qual a diferença entre Transtorno de Personalidade Narcissista e "Tendências Narcissistas"?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    O Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) é um distúrbio mental em que a pessoa tem um senso exagerado de importância própria, falta de empatia e necessidade de admiração constante. Já as "tendências narcisistas" se referem a traços de personalidade comuns em pessoas saudáveis, como autoestima elevada, confiança em si mesmas e um desejo saudável de se destacar e realizar objetivos pessoais. A principal diferença é que o TPN é um distúrbio psicológico que causa sofrimento e prejuízo na vida da pessoa e das pessoas ao seu redor, enquanto as tendências narcisistas são consideradas parte normal do desenvolvimento da personalidade. Sempre `a disposição.


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  • A alexitimia pode ser sintoma de ansiedade ou depressão?

    A alexitimia pode ser sintoma de ansiedade ou depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    Olá. Sim! A alexitimia — dificuldade em identificar, expressar e descrever emoções — pode ser um sintoma tanto de ansiedade quanto de depressão. Na ansiedade, o cérebro está em um estado constante de alerta, o que leva a um bloqueio emocional, tornando difícil reconhecer e expressar o que sentem.
    Na depressão, pode gerar um embotamento emocional, onde a pessoa sente que as emoções estão “apagadas” ou inacessíveis. Além disso, a falta de motivação e energia pode tornar a introspecção mais difícil, potencializando essa dificuldade.
    Além disso, a alexitimia também é comum em outros transtornos. Se você sente que isso impacta suas relações e bem-estar, sugiro que consulte um psicólogo para encontrar estratégias que ajudem. Sempre à disposição.


  • Boa noite! Minha filha fez uma Cirurgia Ortognatica a 15 dias e tem acordado frequentemente com pes

    Boa noite!
    Minha filha fez uma Cirurgia Ortognatica a 15 dias e tem acordado frequentemente com pesadelos de que estão forçando a mandíbula dela a ficar aberta, ela descreve tudo como se estivesse revivendo a cirurgia, será apenas uma sensação passageira ou caso para psicólogo. Como isso é possível?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    A experiência traumática da cirurgia ortognática pode ser o motivo pelo qual sua filha está tendo pesadelos. É possível que o estresse e a ansiedade da cirurgia estejam afetando a qualidade do sono dela e, consequentemente, levando a esses pesadelos.
    Uma das terapias psicológicas que pode ajudar a lidar com essa situação é a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC). A TCC pode ajudar a sua filha a identificar e mudar seus pensamentos e comportamentos que possam estar contribuindo para os pesadelos. Além disso, a terapia pode ensinar técnicas de relaxamento e estratégias de enfrentamento para lidar com o estresse e a ansiedade relacionados à cirurgia e aos pesadelos.
    É importante lembrar que, mesmo que a terapia possa ajudar, é recomendado que sua filha informe ao médico responsável pela cirurgia sobre os pesadelos para que ele possa avaliar se há alguma complicação física que esteja contribuindo para a situação. Sempre `a disposição.


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  • Sai de um relacionamento de mais de quatro anos recentemente, e bem no inicio eu conversei com outra

    Sai de um relacionamento de mais de quatro anos recentemente, e bem no inicio eu conversei com outras pessoas com segundas intenções por ser muito imaturo na época, ela soube e me deu uma segunda chance e eu jurei que aquilo jamais aconteceria e de fato não aconteceu, cortava qualquer tipo de contato mínimo que tivesse segundas intenções. Noivamos e após cerca de dois anos vivendo bem acabamos terminando pois ela se sentia insegura com essas questões do inicio e tinha medo que depois de muitos anos juntos voltasse a acontecer, até tentamos reatar mas acabamos novamente pelo mesmo motivo, algumas semanas depois ainda tentei pela ultima vez antes de deixar isso pra trás, ela me falou a mesma coisa, aquelas situações do inicio ainda a magoavam e foi um fim definitivo. Eu errei, pedi perdão, fui perdoado e mudei esse comportamento, isso jamais aconteceu, porém as vezes me pego sentindo culpa, já aceitei que não tem mais volta e estou seguindo minha vida mas gostaria de saber como trabalhar essa culpa e me perdoar de uma vez por todas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Alir Dorigo

    É natural sentir culpa após cometer um erro em um relacionamento e, mesmo que você tenha feito mudanças positivas, essa culpa pode persistir. Perceba que a culpa pode ser uma emoção paralisante que pode afetar negativamente sua autoestima e seu bem-estar emocional. Todos nós cometemos erros e esses erros não definem quem somos sempre podemos aprender com os erros e nos tornarmos melhor a partir deles. O primeiro primeira passo ja foi dado ao ao perceber e mudar seu comportamento de forma mais assertiva.
    É igualmente importante que você se perdoe e se trate com compaixão, reconheça que o perdão é um processo e que leva tempo e permita-se errar. Tente se concentrar em seus aspectos positivos e nas mudanças que você fez e que ainda pode fazer.
    Também a terapia ajuda a processar os sentimentos e fornece perspectivas úteis sobre como superar a culpa e seguir em frente.
    Não importa o que aconteceu no passado, continue seu processo de autoconhecimento e procurando se desenvolver emocionalmente. Você merece ser feliz e ter relacionamentos saudáveis. Sempre à disposição.


Perguntas frequentes

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