Perguntas do paciente (78)

  • Como melhorar a comunicação no relacionamento? Sendo uma pessoa mais fechada, que não falar muito, a

    Como melhorar a comunicação no relacionamento? Sendo uma pessoa mais fechada, que não falar muito, apenas escuta, para ter mais diálogo de ambas as partes, não apenas de uma???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Melhorar a comunicação no relacionamento sendo uma pessoa mais reservada exige prática e pequenas mudanças no dia a dia. Aqui estão algumas sugestões:

    1. Compartilhe pensamentos e sentimentos – Mesmo que não se sinta confortável falando muito, tente expressar pelo menos pequenas coisas do seu dia ou como se sente sobre certos assuntos. Isso incentiva a outra pessoa a fazer o mesmo.

    2. Faça perguntas abertas – Em vez de apenas ouvir, tente fazer perguntas que incentivem uma conversa mais profunda, como “O que você achou disso?” ou “Como você se sentiu com aquilo?”.

    3. Demonstre interesse – Pequenos comentários sobre o que o outro diz, como “Entendi”, “Isso faz sentido” ou “Nossa, e depois o que aconteceu?” ajudam a manter a conversa fluindo.

    4. Escolha momentos confortáveis para falar – Às vezes, pessoas mais fechadas se comunicam melhor em momentos de descontração, como durante uma caminhada ou fazendo uma atividade juntos.

    5. Seja sincero sobre sua dificuldade – Dizer algo como “Eu gosto de ouvir, mas às vezes acho difícil falar sobre o que penso” pode ajudar o outro a entender e apoiar seu processo de mudança.

    6. Pratique a comunicação gradual – Não precisa mudar radicalmente de uma vez. Pequenos avanços, como compartilhar algo positivo do dia ou um pensamento aleatório, já fazem diferença.



    Você sente que sua dificuldade é mais por timidez, receio de ser julgado ou simplesmente por não ter o hábito de se abrir?


  • O que fazer para não errar novamente?? Eu sou uma pessoa muito boa, e ao mesmo mesmo tempo não, acab

    O que fazer para não errar novamente?? Eu sou uma pessoa muito boa, e ao mesmo mesmo tempo não, acabou sempre comentando os mesmos erros?? Como eu consigo evitar isso ? Para de machucar ao pessoas que eu eu amo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Primeiro, é importante reconhecer que errar faz parte da experiência humana. O fato de você estar refletindo sobre isso já mostra que tem um coração voltado para o bem e deseja melhorar. Mas sei que isso não torna a culpa ou o medo de machucar quem você ama menos dolorosos.



    Para evitar repetir erros, algumas estratégias podem ajudar:

    Identifique os padrões.

    Entenda a raiz do erro.

    Pratique a pausa.

    Aprimore sua comunicação.

    Busque apoio.

    Perdoe-se e siga em frente.



    Você consegue identificar um erro específico que tem se repetido e gostaria de mudar? Talvez possamos pensar juntos em um plano mais direcionado para ele.


  • Conheço uma pessoa que se começou a se ferir com isqueiro. A pessoa possui depressão e ansiedade, po

    Conheço uma pessoa que se começou a se ferir com isqueiro. A pessoa possui depressão e ansiedade, porém não faz tratamento adequado, apenas se entope de remédios quando o governo disponibiliza (posto de saúde). Essa pessoa passou por um relacionamento abusivo/controlador, acha que fez má decisões na vida e atualmente, não possui emprego. Já tomei ciência do problema, comecei a ajuda na autoestima fornecendo coisas que estimulem mas não está dando resultado. Também possui um(a) neto(a), é colocado muito amor nessa nele(a), porém agora moram em locais distantes. O que fazer? Como abordar esse assunto com familia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Você está fazendo algo muito valioso ao tentar ajudar essa pessoa, e é compreensível que se sinta frustrado(a) ao ver que seus esforços ainda não deram o resultado esperado. Situações como essa exigem paciência e uma abordagem sensível, já que a automutilação geralmente indica um sofrimento profundo que a pessoa não consegue expressar de outra forma.



    Como ajudar diretamente?

    Diálogo sem julgamentos – Mantenha conversas abertas, mostrando que você está ali para ouvir sem criticar. Pergunte como a pessoa se sente e o que poderia ajudá-la a se sentir melhor.

    Incentivar tratamento adequado – Ajude a entender que os remédios sozinhos não resolvem, e que a terapia é um caminho essencial. Se houver resistência, pode-se sugerir algo mais leve no começo, como grupos de apoio ou até conteúdos sobre saúde mental.

    Buscar pequenos avanços – Grandes mudanças podem parecer impossíveis para alguém deprimido. Então, foque em pequenas vitórias diárias, como sair para caminhar, cozinhar juntos ou retomar um hobby.

    Monitorar os riscos – Se a automutilação se tornar frequente ou mais grave, pode ser necessário buscar ajuda profissional com mais urgência.



    Como abordar a família?



    Se a família for compreensiva, é essencial envolvê-los para que ofereçam suporte emocional. Algumas formas de abordar:

    1. Escolher um momento adequado – Evite falar sobre o assunto em meio a tensões. Prefira um momento mais tranquilo.

    2. Explicar com empatia – Em vez de dizer que a pessoa “está se machucando”, explique que ela está passando por um sofrimento intenso e precisa de apoio.

    3. Sugerir ações práticas – Oriente a família a ser um suporte emocional, sem cobranças excessivas. Se possível, ajude a encontrar opções de tratamento acessíveis.

    4. Evitar minimizar o problema – Muitas famílias não entendem a gravidade da depressão e podem achar que é “frescura” ou falta de vontade. Se perceber isso, tente trazer exemplos concretos sobre a seriedade do problema.



    Se a família não for receptiva ou for parte da causa do sofrimento, então o ideal é fortalecer outros laços de apoio, como amigos e grupos religiosos ou comunitários.



    No geral, a ajuda que você já oferece é muito importante, mas lembre-se de que a recuperação é um processo lento. Você não pode carregar todo esse peso sozinho(a). Se perceber que a situação está além do que pode lidar, buscar orientação de um profissional para você mesmo(a) pode te ajudar a entender melhor como agir.


  • Sobre a abordagem de comportamental em psicologia: Como é visto o inconsiente/subconsiente? Isso é t

    Sobre a abordagem de comportamental em psicologia: Como é visto o inconsiente/subconsiente? Isso é trabalhado como em psicanalise ou a terapia não se utiliza desses termos/teoria?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Na abordagem comportamental em psicologia, os conceitos de inconsciente e subconsciente não são trabalhados da mesma forma que na psicanálise. A psicologia comportamental, especialmente a vertente mais clássica (como o behaviorismo), foca em comportamentos observáveis e suas relações com estímulos ambientais. Não há ênfase na análise do inconsciente ou subconsciente, pois esses termos pertencem mais ao campo psicanalítico.

    O comportamento é visto como uma resposta a estímulos, reforços e punições, e a teoria comportamental se preocupa mais com a modificação desses comportamentos observáveis por meio de técnicas como condicionamento operante (de Skinner) e condicionamento clássico (de Pavlov). O objetivo é modificar comportamentos disfuncionais ou aumentar comportamentos desejáveis com base em princípios de aprendizado.

    Em contraste, na psicanálise, os conceitos de inconsciente e subconsciente têm uma centralidade. A psicanálise trabalha a partir da ideia de que muitos dos nossos pensamentos, desejos e memórias estão fora da consciência, e esses conteúdos influenciam nossas ações, emoções e relações. A terapia psicanalítica busca acessar e entender esses conteúdos inconscientes por meio de associações livres, análise de sonhos, resistências, entre outros.

    Na terapia comportamental, portanto, o foco está no aqui e agora, em modificar comportamentos observáveis, sem explorar ou trabalhar diretamente com o conceito de inconsciente ou subconsciente como é feito na psicanálise. Isso não significa que não se reconheçam processos internos, mas sim que a abordagem se concentra no que pode ser modificado de forma prática e observável.


  • O que o paciente precisa fazer para a terapia ter sucesso?

    O que o paciente precisa fazer para a terapia ter sucesso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    O sucesso da terapia depende de vários fatores, incluindo a abordagem do profissional, a relação terapêutica e o envolvimento do paciente. Aqui estão algumas atitudes que podem contribuir significativamente para o progresso na terapia: comprometimento com o processo, abertura e honestidade, disposição para reflexão e mudança, aplicação do que é discutido em sessão, paciência e persistência, confiança no terapeuta, entre outras.



    Se sentir que a terapia não está funcionando, é válido discutir isso com o terapeuta e, se necessário, buscar outra abordagem ou profissional. Você está pensando em fazer terapia?


  • Minha filha tem 14 anos e só gosta de interagir com crianças mais novas que ela. Isso é normal?

    Minha filha tem 14 anos e só gosta de interagir com crianças mais novas que ela. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Sim, isso pode ser normal, dependendo do contexto. Algumas adolescentes se sentem mais confortáveis com crianças mais novas porque acham a interação menos exigente ou porque gostam de assumir um papel de cuidadora ou líder. Isso também pode refletir a personalidade dela, interesses ou experiências sociais anteriores.



    No entanto, se essa preferência estiver acompanhada de dificuldades para se relacionar com pessoas da mesma idade, insegurança social ou isolamento, pode ser interessante entender melhor os motivos por trás disso e, se necessário, buscar orientação de um profissional. Você já conversou com ela sobre isso?


  • De que forma a Carbamazepina pode ajudar no tratamento da dependência química?

    De que forma a Carbamazepina pode ajudar no tratamento da dependência química?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    A carbamazepina é um anticonvulsivante que tem sido utilizada em algumas situações no tratamento da dependência química, especialmente em pacientes com comorbidades psiquiátricas, como transtornos de humor, ou para ajudar a controlar sintomas de abstinência.

    Aqui estão algumas maneiras pelas quais a carbamazepina pode ser útil no tratamento da dependência química:

    1. Controle dos sintomas de abstinência: Em alguns casos, a carbamazepina pode ser usada para ajudar a aliviar sintomas de abstinência, como tremores, agitação e convulsões, que podem ocorrer quando uma pessoa está tentando parar o uso de substâncias, como o álcool ou outras drogas. A carbamazepina pode agir estabilizando a atividade elétrica no cérebro e prevenindo crises.

    2. Efeito estabilizador de humor: A carbamazepina também é usada no tratamento de transtornos de humor, como o transtorno bipolar. Pacientes com dependência química podem ter comorbidades psiquiátricas, e a estabilização do humor pode facilitar o processo de desintoxicação e reabilitação.

    3. Redução do desejo de consumo: Embora não seja uma medicação de primeira linha para dependência química, a carbamazepina pode ajudar a reduzir o desejo de consumir drogas em algumas pessoas, especialmente em contextos de tratamento multimodal (que incluem terapias psicológicas e outras abordagens).

    No entanto, o uso de carbamazepina no tratamento da dependência química deve ser feito sob acompanhamento médico, pois a medicação pode ter efeitos colaterais e interações com outras substâncias. O tratamento da dependência química geralmente envolve uma abordagem combinada, com uso de medicamentos específicos e suporte psicológico, como a terapia cognitivo-comportamental.


  • Tenho enorme dificuldade em se expressar e explicar algo para alguém ou em grupo, esqueço das palavr

    Tenho enorme dificuldade em se expressar e explicar algo para alguém ou em grupo, esqueço das palavras, trava tudo me da um branco e não consigo repassar informações em reuniões no trabalho.
    Sinto que minha língua se enrrolace e as palavras sumissem da minha mente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    O que você descreveu é muito comum e tem nome: bloqueio de comunicação ou ansiedade de fala. Muitas pessoas passam por isso, especialmente em ambientes de trabalho ou situações onde sentem que estão sendo avaliadas. O que pode estar por trás disso:

    Ansiedade de desempenho: Seu corpo e mente entram em estado de alerta, como se fosse uma ameaça, o que bloqueia o acesso às palavras.

    Autocobrança exagerada: O medo de errar, de não ser clara ou de ser julgada pode aumentar o bloqueio.

    Falta de treino: Assim como um músculo, a habilidade de se comunicar em público precisa de prática frequente.

    Processamento mental acelerado: Muitas vezes sua cabeça está mais rápida que sua fala, e aí você se perde no meio das ideias.

    Perfeccionismo: Você quer explicar tudo da forma perfeita e isso te trava.


  • Tenho enorme dificuldade em se expressar e explicar algo para alguém ou em grupo, esqueço das palavr

    Tenho enorme dificuldade em se expressar e explicar algo para alguém ou em grupo, esqueço das palavras, trava tudo me da um branco e não consigo repassar informações em reuniões no trabalho.
    Sinto que minha língua se enrrolace e as palavras sumissem da minha mente.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    O que você descreveu é muito comum e tem nome: bloqueio de comunicação ou ansiedade de fala. Muitas pessoas passam por isso, especialmente em ambientes de trabalho ou situações onde sentem que estão sendo avaliadas. O que pode estar por trás disso:

    Ansiedade de desempenho: Seu corpo e mente entram em estado de alerta, como se fosse uma ameaça, o que bloqueia o acesso às palavras.

    Autocobrança exagerada: O medo de errar, de não ser clara ou de ser julgada pode aumentar o bloqueio.

    Falta de treino: Assim como um músculo, a habilidade de se comunicar em público precisa de prática frequente.

    Processamento mental acelerado: Muitas vezes sua cabeça está mais rápida que sua fala, e aí você se perde no meio das ideias.

    Perfeccionismo: Você quer explicar tudo da forma perfeita e isso te trava.O que você descreveu é muito comum e tem nome: bloqueio de comunicação ou ansiedade de fala. Muitas pessoas passam por isso, especialmente em ambientes de trabalho ou situações onde sentem que estão sendo avaliadas. O que pode estar por trás disso:

    Ansiedade de desempenho: Seu corpo e mente entram em estado de alerta, como se fosse uma ameaça, o que bloqueia o acesso às palavras.

    Autocobrança exagerada: O medo de errar, de não ser clara ou de ser julgada pode aumentar o bloqueio.

    Falta de treino: Assim como um músculo, a habilidade de se comunicar em público precisa de prática frequente.

    Processamento mental acelerado: Muitas vezes sua cabeça está mais rápida que sua fala, e aí você se perde no meio das ideias.

    Perfeccionismo: Você quer explicar tudo da forma perfeita e isso te trava.


  • Sinto tic nervoso nos 2 lados da cabeça um pouco a cima da orelha as vezes forte é as vezes um pouco

    Sinto tic nervoso nos 2 lados da cabeça um pouco a cima da orelha as vezes forte é as vezes um pouco fraco começou a exatamente uma semana é tá me incomodando muito o que pode ser ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    O que você descreve parece ser um tique nervoso ou uma mioclonia focal, que são contrações musculares involuntárias e podem ter diversas causas. Algumas possibilidades incluem: estresse e ansiedade, fadiga muscular, cansaço e falta de sono, deficiência de nutrientes, excesso de cafeína ou estimulantes, problemas neurológicos, entre outras.



    Se o sintoma está persistindo há uma semana e causando grande incômodo, o ideal é procurar um médico para avaliação. Ele pode indicar exames e descartar causas mais sérias. Enquanto isso, tente reduzir o estresse, manter uma boa hidratação, descansar bem e observar se há fatores que pioram o sintoma.



    Caso sinta dor intensa, formigamento, perda de força ou outros sintomas neurológicos, procure atendimento médico o quanto antes.


  • Ouvi dizer que a homossexualidade surge em decorrencia de traumas psicologicos ou de mal relacioname

    Ouvi dizer que a homossexualidade surge em decorrencia de traumas psicologicos ou de mal relacionamento com a figura paterna..Gostaria de saber se isto é realmente provável?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    A ideia de que a homossexualidade surge devido a traumas psicológicos ou problemas no relacionamento com a figura paterna não tem respaldo científico. Estudos na área da psicologia e biologia indicam que a orientação sexual é resultado de uma interação complexa entre fatores biológicos, genéticos e ambientais, mas não há evidências de que seja causada por traumas ou dinâmica familiar específica.



    Essa visão de que a homossexualidade teria origem em problemas emocionais vem de teorias antigas que já foram refutadas. Hoje, a maioria das associações médicas e psicológicas reconhece que a homossexualidade é uma variação natural da sexualidade humana, não um distúrbio ou consequência de experiências negativas na infância.



    Se tiver interesse em entender mais sobre o assunto, posso te indicar leituras confiáveis sobre isso!


  • Boa noite, ultimamente tenho percebido algo estranho acontecendo quando vou dormir anoite, eu m deit

    Boa noite, ultimamente tenho percebido algo estranho acontecendo quando vou dormir anoite, eu m deito e quando o sono bate que vou pegar no sono me dá uma sensação que vou desmaiar, como se tivesse desligado o botão e acordo de imediato sem ar, e se repete o tempo todo, tô morrendo de sono e com medo de dormir e não acordar. Me ajundem por favor... obrigado

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    O que você está sentindo pode estar relacionado a um fenômeno chamado mioclonia do adormecer ou a episódios de ansiedade noturna, onde o corpo, ao entrar na fase inicial do sono, reage com uma sensação súbita de queda, desmaio ou sufocamento, causando um despertar abrupto. Também pode estar ligado a crises de pânico noturnas ou, em alguns casos, a alterações respiratórias como a apneia do sono. Como está afetando seu descanso e gerando medo, é importante procurar um médico, como um neurologista ou psiquiatra, e também considerar acompanhamento psicológico para investigar se há fatores emocionais ou físicos contribuindo para isso.


  • Como funciona a Terapia Cognitiva Comportamental ?

    Como funciona a Terapia Cognitiva Comportamental ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Resumidamente podemos dizer que a TCC aborda a interação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos. Segundo esta metodologia, os transtornos emocionais e as distorções cognitivas não são apenas resultado da situação em si, mas também das interpretações que fazemos. Ambiente, história de vida, traumas de infância, crenças e valores são alguns dos fatores que influenciam diretamente no comportamento humano. Isso explica porque cada pessoa reage de forma diferente em situações idênticas. Os benefícios terapêuticos dessa abordagem são inúmeros, vale experimentar! Busque autoconhecimento, faça terapia!


  • Meu filho tem perda auditiva bilateral moderada, ele usa o aparelho auditivo e fala muito bem e quan

    Meu filho tem perda auditiva bilateral moderada, ele usa o aparelho auditivo e fala muito bem e quando está com os aparelhos ele ouve bem, o sonho dele é ser bombeiro e ele está se preparando pra isso .
    Mas acho que não vão aceitamos, e não sei como falar isso com ele pois é difícil vc falar com o seu filho que seu maior sonho não vai se concretizar. Não sei como resolver essa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Essa é uma situação delicada, e entendo seu receio em abordar o assunto. Antes de dizer a ele que não será possível, talvez valha a pena pesquisar com mais profundidade os requisitos para ingresso como bombeiro. Em alguns estados e países, há possibilidades para pessoas com perda auditiva, especialmente se a tecnologia compensar bem a limitação.



    Se realmente houver uma barreira oficial, você pode ajudá-lo a enxergar caminhos alternativos dentro da área, como cargos administrativos, de pesquisa, ou até mesmo em funções de prevenção e treinamento. O mais importante é validar o sonho dele e mostrar que existem formas de estar próximo daquilo que ele ama, mesmo que não seja exatamente como imaginou.



    Talvez a melhor abordagem seja conversar de forma progressiva, ouvindo as expectativas dele e introduzindo informações aos poucos, sem cortar o sonho de imediato. Como ele lida com desafios e frustrações? Isso pode te ajudar a definir a melhor maneira de conduzir essa conversa.


  • Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família

    Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família e está c a saúde debilitada o que faço ja que está perdendo tudo o que tem e só resta eu e os filhos dele p ajudar? Sem contar que tudo que ganha vai p bebida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Isso é uma situação extremamente difícil e dolorosa. Você está vendo alguém que ama se destruir e, ao mesmo tempo, sofrendo as consequências diretas disso. Primeiro, quero reconhecer sua força por estar segurando tudo sozinha e tentando manter a família de pé. Você não está errada em querer ajudá-lo, mas também precisa proteger a si mesma e aos filhos dele.



    Algumas coisas que podem te ajudar a lidar com essa situação:

    Coloque limites claros – Se ele se recusa a buscar ajuda, isso não significa que você precisa aceitar tudo. É importante estabelecer limites sobre o que você tolera e como isso afeta sua vida e a das crianças.

    Busque apoio para você – Cuidar de alguém com alcoolismo pode ser exaustivo. Você precisa de suporte emocional e prático. Existem grupos como o Al-Anon, que ajudam familiares de dependentes químicos.

    Proteja seu financeiro – Se ele está gastando tudo com bebida, tente encontrar formas de proteger o que é essencial para você e os filhos dele. Isso pode significar separar dinheiro, administrar os recursos da casa ou até procurar apoio jurídico, se necessário.

    Não carregue essa luta sozinha – Se houver familiares ou amigos próximos que possam ajudar, envolva-os. Muitas vezes, uma intervenção em grupo pode fazer a pessoa perceber o impacto da sua escolha.

    Reflita sobre até onde você pode ir – Se ele continuar se recusando a mudar, você precisa pensar no que é sustentável para você. Não é fácil aceitar, mas, às vezes, a única saída para proteger a si mesma e aos filhos é se afastar.



    Isso tudo não significa que você deve desistir dele, mas sim que precisa preservar sua própria saúde emocional, física e financeira.


  • Uma pessoa que descubra, mesmo que no início, estar com uma doença grave, tem o direito de decidir

    Uma pessoa que descubra, mesmo que no início, estar com uma doença grave, tem o direito de decidir não se tratar e se manter assim até o deixamento da vida dela tomando apenas morfina?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Sim, uma pessoa tem o direito de recusar tratamento, mesmo diante de uma doença grave. Esse direito é reconhecido pela ética médica e pela legislação de muitos países, desde que a pessoa esteja em plena capacidade mental para tomar essa decisão.



    No Brasil, por exemplo, a autonomia do paciente é garantida pelo Código de Ética Médica e pela Lei dos Direitos do Paciente. Isso significa que um indivíduo pode optar por cuidados paliativos, como o uso de morfina para controle da dor, em vez de tratamentos curativos ou agressivos. O importante é que essa decisão seja informada, ou seja, que a pessoa compreenda as consequências e tenha o apoio necessário para garantir sua dignidade e qualidade de vida até o fim.


  • Qual perfil de psicólogo(a) devo procurar? Estou me sentindo desanimado, desinteressado e desestimulado

    Qual perfil de psicólogo(a) devo procurar? Estou me sentindo desanimado, desinteressado e desestimulado por conta de aspectos profissionais, não estou lidando bem com as dificuldades de crescer na carreira e enfrentar o desemprego, especialmente por considerar ter um currículo de altíssimo nível

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Um psicólogo com experiência em psicologia do trabalho, desenvolvimento de carreira ou orientação profissional pode ser uma boa escolha para você. Psicólogos com abordagem cognitivo-comportamental podem ajudar a trabalhar crenças e emoções relacionadas ao seu desempenho e expectativas profissionais. Também pode ser útil buscar um profissional que compreenda os desafios de carreiras exigentes e ajude na construção de estratégias para lidar com frustrações e redefinir objetivos.


  • Minha filha vai fazer 1ano e desde que ela nasceu eu me sinto pressionada a ser perfeita e sei que não

    Minha filha vai fazer 1ano e desde que ela nasceu eu me sinto pressionada a ser perfeita e sei que não sou! Me sinto triste, com raiva de mim mesma e do mundo, sentimento de inutilidade, insegura! Todos falam que ando estressada/brava! Tenho ódio de mim!Sinto pena da minhafilha por ter uma mãeComoEu

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Ana Claudia Correa Sales

    Seus sentimentos são válidos e compreensíveis. A pressão para ser uma mãe perfeita pode ser esmagadora, e muitas pessoas passam por isso, especialmente no primeiro ano da maternidade. Mas o fato de você se preocupar já mostra o quanto você ama sua filha e quer ser o melhor para ela.



    Se você tem se sentido assim com frequência, pode ser útil buscar apoio. Conversar com alguém de confiança, seja um amigo, familiar ou um profissional, pode ajudar a aliviar essa carga emocional. Você não precisa enfrentar isso sozinha, e pedir ajuda não significa fraqueza – pelo contrário, é um grande ato de amor por você e pela sua filha.



    Se quiser desabafar mais ou precisar de alguma orientação, estou aqui para te ouvir.


Perguntas frequentes

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