Perguntas do paciente (278)
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Olá, tudo bem? Tenho uma dúvida e gostaria de uma orientação. Estou em tratamento pelo CAPS há um a
Olá, tudo bem?
Tenho uma dúvida e gostaria de uma orientação. Estou em tratamento pelo CAPS há um ano, faço terapia individual e participo do grupo de impulsividade. Minha psicóloga está querendo espaçar os atendimentos para quinzenais e, depois, me deixar apenas no grupo.
Mas eu não me sinto preparada para isso. Tenho diagnóstico de Borderline e TDAH, e acredito que meu tratamento precisa de um acompanhamento mais contínuo. Já tentei conversar sobre isso, mas a resposta que recebi não me pareceu muito coerente.
Gostaria de entender melhor se isso realmente faz sentido para o meu caso ou se posso pedir para continuar com os atendimentos individuais semanais.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O acompanhamento contínuo e estruturado é altamente recomendado para pessoas com diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline, especialmente quando há comorbidades como o TDAH. Espaçar atendimentos pode fazer sentido em alguns momentos da trajetória terapêutica, desde que seja uma decisão conjunta, baseada na sua estabilidade, progresso e preparo emocional, respeitando o princípio ético da autonomia e da escuta atenta ao paciente. Se você sente que ainda precisa de apoio semanal, é legítimo expressar isso de forma respeitosa à sua equipe, inclusive solicitando uma reavaliação do plano terapêutico. A Psicologia é um campo que preza pela escuta acolhedora, pelo cuidado individualizado e pela construção de estratégias que fortaleçam sua autonomia, mas sempre com segurança emocional. Buscar uma segunda opinião dentro da própria equipe do CAPS, como com o coordenador ou outro profissional de referência, pode ser um caminho ético e útil nesse momento. Você merece ser ouvida e fazer parte ativa das decisões sobre seu tratamento.
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Estou viciado em jogos de azar me sinto muito mal pego dinheiro emprestado e gasto tudo no cassino m
Estou viciado em jogos de azar me sinto muito mal pego dinheiro emprestado e gasto tudo no cassino me sinto horrível
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os jogos de azar podem estar associados a padrões de pensamento disfuncionais e impulsividade, frequentemente gerando um ciclo de culpa, descontrole e sofrimento emocional. A Psicologia oferece ferramentas eficazes para compreender esse ciclo, trabalhar a autorregulação e construir estratégias concretas para recuperar o controle da sua vida. Como psicólogo posso te ajudar a lidar com os gatilhos emocionais e a encontrar formas mais saudáveis de lidar com angústias e necessidades internas, promovendo mudanças reais e sustentáveis. Você não está sozinho, e buscar ajuda profissional não é sinal de fraqueza — é um gesto de responsabilidade e cuidado com sua própria história.
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As vezes sinto q tem alguma coisa atrás de mim tipo mim observando, mais também percebo isso acontec
As vezes sinto q tem alguma coisa atrás de mim tipo mim observando, mais também percebo isso acontecer quando alguém passa por traz de mim sinto também como sr ainda estivesse lá, não sei descrever direito mais é algo assim
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Perceber sensações como se algo ou alguém estivesse atrás de você pode ser assustador e confuso, mas é importante saber que isso merece ser acolhido com seriedade, sem julgamentos. Experiências perceptivas intensificadas ou distorcidas podem estar associadas a estados de estresse, ansiedade, traumas ou até condições que envolvem alterações sensoperceptivas — mas cada caso precisa ser compreendido em sua singularidade. A Psicologia pode te ajudar a explorar essas vivências com segurança, investigando o que pode estar por trás dessas sensações e oferecendo estratégias de cuidado e proporcionando espaço para nomear, compreender e trabalhar esses sentimentos, promovendo mais clareza, alívio e fortalecimento emocional. Você não precisa lidar com isso sozinho — buscar ajuda é um ato de coragem e respeito consigo mesmo. Conte comigo nesta jornada!!
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É normal sentir ciúmes da namorada sair com amigos dela? Namoro há 5 anos mais ou menos, super saud
É normal sentir ciúmes da namorada sair com amigos dela?
Namoro há 5 anos mais ou menos, super saudável, nunca tivemos briga nem discussão. Mas ultimamente estou sentindo um pouco de ciúmes dos amigos da minha namorada. Eles são gente boa, eu quase sempre saio nos rolês com ela e eles juntos, mas sempre fico com pé atrás por causa de um deles. O jeito dele não me passa confiança. Ultimamente fomos chamados para uma festa na casa de um amigo dela, porém não quis ir, pois na última vez que fui, a família desse amigo começou a fazer piada de mim toda hora, então não quero voltar lá... mas minha namorada quer ir e que vai sozinha, e eu apenas disse que ia ficar um pouco chateado, pois não acho isso justo dela ir... Não quero ser tóxico no relacionamento, mas isso está me remoendo muito e não sei o que fazerRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível e humano sentir ciúmes em determinadas situações, especialmente quando há inseguranças ou vivências desconfortáveis associadas — como no seu caso, em que uma experiência anterior gerou mal-estar. Sentir-se assim não faz de você alguém tóxico; pelo contrário, o fato de se preocupar com isso já demonstra responsabilidade afetiva e autopercepção. Na Psicologia, compreendemos o ciúme como uma emoção relacional que pode ter diversas raízes, como medo de perda, insegurança ou necessidade de validação, e ela pode ser acolhida e compreendida com cuidado, sem que precise se transformar em controle ou culpa. O papel do psicólogo pode ser fundamental nesse processo: ao oferecer um espaço seguro para refletir sobre esses sentimentos, identificar padrões aprendidos e fortalecer a autoconfiança e a comunicação no relacionamento, o profissional ajuda a transformar o desconforto em crescimento pessoal e relacional. Procurar esse apoio não é sinal de fraqueza, mas de maturidade emocional. Conte comigo nesta jornada de autoconhecimento e afirmação!
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Existe alguma coisa na psicologia e/ou neurociencia que explique alguém sentir algo semelhante a um
Existe alguma coisa na psicologia e/ou neurociencia que explique alguém sentir algo semelhante a um processo de luto relacionado a perda de outra pessoa? Tipo: um casal se separa ou alguém perde um ente querido, mas eu sinto como se tivesse sido comigo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, tanto a Psicologia quanto a Neurociência oferecem explicações válidas para esse tipo de vivência emocional, que pode estar relacionada a processos de empatia profunda, identificação simbólica e até ativação de redes neurais semelhantes às do luto pessoal — especialmente em pessoas com alta sensibilidade ou forte ligação afetiva com quem sofreu a perda. Emoções como tristeza e pesar podem ser experimentadas mesmo sem sermos diretamente afetados, nosso cérebro pode responder como se estivéssemos vivenciando a dor do outro. Isso não significa que há algo errado com você — ao contrário, é um sinal de que sua capacidade de conexão emocional está ativa e merece ser acolhida com respeito. Como psicólogo posso te ajudar a compreender essas respostas emocionais, diferenciando o que é seu do que é do outro, desenvolvendo limites emocionais saudáveis e promovendo estratégias de cuidado psíquico que respeitem sua sensibilidade sem que ela se torne uma fonte de sofrimento contínuo.
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Tenho uma tremenda dificuldade em conversar sobre sentimentos, olhar nos olhos, dizer te amo, sempre
Tenho uma tremenda dificuldade em conversar sobre sentimentos, olhar nos olhos, dizer te amo, sempre tento fugir das situações, impulsividade. Tenho esses problemas em conversar desde criança, alguns me acham doente e retardada. Pode ser algum trauma ou estar relacionando à algo? Isso me causa problemas por não conseguir me comunicar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muito obrigado por compartilhar algo tão sensível — é importante reconhecer a coragem que existe em buscar compreensão para aquilo que nos desafia desde cedo. Dificuldades em expressar sentimentos, manter contato visual, demonstrar afeto e lidar com impulsos podem, sim, estar associadas a experiências precoces marcantes, traumas ou até a padrões aprendidos ao longo da vida, mas também podem refletir aspectos do nosso funcionamento emocional ou traços de personalidade que merecem ser compreendidos com cuidado e acolhimento. A Psicologia oferece um espaço seguro, livre de julgamentos, para explorar essas questões com profundidade, construir e aprender novas formas de se relacionar consigo e com os outros, e desenvolver habilidades de comunicação emocional. Ir ao psicólogo não significa que você esteja “doente”, mas sim que está disposta a se conhecer melhor e cuidar da sua saúde mental com respeito e dignidade. Você merece ser ouvida, compreendida e acompanhada com empatia nesse processo. Estou preparado para atende-la nesta caminhada!
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Eu queria tirar uma dúvida que tem me deixado muito preocupado. Quando eu era criança, com uns 6, 7,
Eu queria tirar uma dúvida que tem me deixado muito preocupado. Quando eu era criança, com uns 6, 7, 8 ou 9 anos, eu tinha um comportamento que hoje fico pensando se pode ter relação com deficiência intelectual ou autismo. Eu só conseguia conversar com algumas pessoas específicas, tipo minhas primas ,mas com outras pessoas eu simplesmente travava. Por exemplo: eu brincava e conversava com elas normalmente, mas quando o pai delas chegava perto, eu me calava na hora, não falava mais nada, ficava parado, quieto, as vezes só pegava na mão de alguém Até na hora de dar a bênção pra ele, eu não conseguia falar, só pegava na mão dele em silêncio E o curioso é que ele não era uma pessoa ruim ou brava, era uma pessoa tranquila, mas mesmo assim eu sentia uma timidez muito forte, sem motivo aparente O estranho é que com a esposa dele, no caso a minha tia eu já conseguia conversar, e com outras pessoas também. Era como se eu tivesse uma barreira só com algumas pessoas, principalmente com adultos homens. Eu só fui conseguir conversar com ele de verdade lá pelos 10, 11 ou 12 anos de idade. E tem mais uma coisa: com 6 anos eu fui diagnosticado com 'outros problemas globais do desenvolvimento', e isso me deixa ainda mais confuso e com medo. Fico pensando se esse meu jeito de só falar com algumas pessoas e travar com outras pode ter sido sinal de deficiência intelectual leve, ou se é mais uma característica de autismo. Eu tenho muito medo de ter deficiência intelectual, isso mexe muito comigo. Por isso queria saber a opinião de vocês: esse tipo de comportamento pode ser sinal de DI leve? Ou é mais típico de autismo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muito obrigado por compartilhar algo tão íntimo e significativo. A sua dúvida é legítima e merece ser tratada com acolhimento, sem julgamentos e com base no melhor que a Psicologia pode oferecer. Comportamentos como travar diante de determinadas pessoas — especialmente figuras masculinas adultas — enquanto se mantém comunicativo com outras, podem estar mais associados a padrões de inibição social, timidez intensa ou até mesmo ansiedade social na infância, e não necessariamente indicam deficiência intelectual. O diagnóstico de “outros problemas globais do desenvolvimento” que você mencionou é uma categoria ampla, usada muitas vezes como um marcador inicial para investigações clínicas mais profundas, sem apontar conclusões definitivas. A distinção entre autismo, deficiência intelectual e outros traços do neurodesenvolvimento envolve uma análise cuidadosa da trajetória do desenvolvimento cognitivo, adaptativo e emocional, algo que um psicólogo está capacitado a ajudar a entender com mais clareza e segurança. Ter buscado essa reflexão hoje demonstra autoconsciência e capacidade de insight — o que, por si só, já fala muito a favor da sua inteligência emocional e do seu potencial. Procurar um profissional pode te ajudar a transformar esse medo em autoconhecimento e te oferecer respostas baseadas na ciência, com respeito à sua história única. Conte com meu apoio nesta caminhada de desenvolvimento e conhecimento!
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TERMINEI UM RELACIONAMENTO E NÃO ESTOU SABENDO LIDAR COM AS EMOÇÕES Acabei um relacionamento há
TERMINEI UM RELACIONAMENTO E NÃO ESTOU SABENDO LIDAR COM AS EMOÇÕES
Acabei um relacionamento há um mês e não estou gerenciando bem as minhas emoções. A outra parte pôs fim ao relacionamento, eu não queria terminar.
Eu considerava o relacionamento tóxico e nem tanto recíproco, mas continuava pelos meus sentimentos, que eram verdadeiros. Depois de mais uma briga por mensagens de texto, ofendi-o com um palavrão e, a partir daí, não fui mais respondida. Após alguns dias, quando tentei conversar, escutei que a culpa era minha, que era "homem" e não aceitaria que eu o ofendesse da forma que eu fiz. Não me respondia mais, me bloqueou do aplicativo de mensagens com que mais conversávamos, e, além disso, está namorando uma nova pessoa.
Desde então, eu tenho vivido muitas emoções. Me sinto culpada, traída, injustiçada... Choro muito facilmente, tenho ido ao trabalho sem forças, as noites estão sendo mal-dormidas, tenho ânsia de vômito; Fui ignorada e silenciada em um momento onde eu mais precisava falar, me expressar.
Não tenho amigos, sou uma pessoa bastante caseira, estou ausente de hobbies, etc. Estou em um luto. Não tenho expectativa de um novo relacionamento, receio de nunca mais encontrar alguém, de ficar sozinha nesta área da vida em que deposito muitas expectativas.
Estou frustrada e cansada. No meu peito grita um misto de emoções com as quais não estou sabendo lidar.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por tudo o que você está vivendo — o término de um relacionamento, especialmente quando ainda existem sentimentos envolvidos, pode ser uma das experiências emocionais mais intensas e desorganizantes que enfrentamos. O que você descreve, como o choro constante, o cansaço, a culpa, o sentimento de rejeição e até mesmo os sintomas físicos, como a ânsia e as noites maldormidas, são reações compreensíveis dentro do processo de luto amoroso, ainda mais quando se soma a isso a sensação de ter sido silenciada e descartada de forma brusca. Esses sentimentos não significam fraqueza ou inadequação, mas refletem a profundidade da sua entrega e o impacto de um vínculo que, embora difícil, era importante para você. Nesse momento, a Psicologia pode oferecer um espaço seguro e acolhedor onde você possa elaborar essa dor, reconstruir sua autoestima, compreender os padrões desse relacionamento e aprender a cuidar de si com gentileza e respeito. Você não precisa passar por isso sozinha — procurar o psicólogo pode ser um passo essencial para transformar essa dor em aprendizado e abrir caminhos para novas formas de se relacionar consigo mesma e com o mundo. Conte comigo nesta jornada de conhecimento e transformação!!
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Olá! Tenho um relacionamento de 4 anos e no começo eu cogitei em terminar para “curtir a vida”(fest
Olá!
Tenho um relacionamento de 4 anos e no começo eu cogitei em terminar para “curtir a vida”(festas beijar várias bocas kk) só que entrei conflito por ele ser um cara que tinha grande potencial de dar certo, decidi continuar o namoro. Hoje em reflexão desse acontecimento(que meche comigo, por causa da ansiedade que senti) vejo que não terminei por medo de não dar certo esse desejo(de festas e tal), até pq não tenho amigas p isso e me sinto meio culpada por isso, por não terminar por causa desse medo. Meu relacionamento é muito bom, sou feliz e pensando nisso tudo sinto medo de no futuro não amar ele mais e ter que terminar. Como posso me afastar desse medo e eliminar esses pensamentos que me causam tanta ansiedade?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Muito obrigado por compartilhar com tanta sinceridade — o que você está vivendo é mais comum do que parece, especialmente em momentos de autoconhecimento e amadurecimento afetivo. Estar em um relacionamento saudável e, ainda assim, questionar escolhas ou sentir medo do futuro não significa que haja algo errado com você ou com a relação; na verdade, mostra o quanto você está conectada com seus sentimentos e tentando fazer escolhas conscientes. A ansiedade que surge ao revisitar esse episódio e os pensamentos sobre "e se" muitas vezes estão mais ligados ao medo da perda, da frustração ou de não corresponder a um ideal, do que a um desejo real de mudança. A Psicologia pode te ajudar a compreender esses pensamentos, diferenciar desejos passageiros de valores mais profundos e aprender a lidar com a ansiedade sem precisar controlar tudo ou prever o futuro. O atendimento psicológico pode ser um passo valioso para cultivar a segurança interna necessária para viver o presente com mais tranquilidade e autenticidade, sem carregar culpas ou medos que não pertencem ao agora.
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Eu ultimamente tenho sentido que o tempo tem passado muito rápido, de uma forma emocional. Sinto uma
Eu ultimamente tenho sentido que o tempo tem passado muito rápido, de uma forma emocional. Sinto uma angústia quando paro pra pensar, reconheço que a minha família tá envelhecendo (o que é completamente normal, eu tenho essa compreensão) meus pais, minha irmã e até minha cadelinha. Começo a ver os sinais físicos neles, não consigo parar de pensar que eu cresci, que aquele tempo em que eu era criança não volta mais, que eu sinto falta da sensação que eu sentia, em como eu era, como eu via a vida, as vezes penso que sinto como se fosse um luto, sabe? A saudade de algo que não volta mais, algo que me dava conforto. Como se eu tivesse perdido alguma coisa. Não sei se pode ser algum sinal de ansiedade, mas isso tem me deixado bem emocional, com o peito pesado, refletindo muito e não necessariamente de uma forma positiva. Sei que preciso de ajuda profissional mas infelizmente não estou em um momento aonde eu consiga financeiramente e tenho medo disso piorar mais ainda.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está sentindo é profundamente humano — esse sentimento de luto por um tempo que não volta mais, a angústia diante das mudanças inevitáveis da vida e a saudade de uma fase em que tudo parecia mais leve ou seguro, muitas vezes nos visitam em momentos de transição, amadurecimento ou quando nos damos conta do valor das relações que temos. Reconhecer isso com tanta sensibilidade mostra o quanto você está em contato com suas emoções, mesmo que estejam difíceis de lidar agora. Essa dor pode sim estar relacionada à ansiedade, mas também reflete um processo de elaboração emocional que merece acolhimento e cuidado. A Psicologia pode te ajudar a entender esses sentimentos com mais clareza, a encontrar formas de viver o presente com mais leveza e a lidar com as inevitáveis transformações da vida sem tanto peso. Sei que a questão financeira pode ser um obstáculo, mas hoje existem serviços de psicologia social, atendimento por universidades, projetos comunitários e até iniciativas online com valores acessíveis ou gratuitos — e buscar esse apoio pode ser um gesto de autocuidado muito importante antes que o sofrimento se intensifique. Você não está só, e há caminhos possíveis para cuidar de si com respeito, mesmo em meio às limitações.
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Olá eu queria saber se isso que eu sinto é normal, eu passei por um período de pensamentos obsessivo
Olá eu queria saber se isso que eu sinto é normal, eu passei por um período de pensamentos obsessivos que me fizeram questionar tudo eu fiquei a ponto de enlouquecer. Eu estou tomando remédios mas qualquer pensamento me desestabiliza e como se eu não tivesse aqui, como se meus pensamentos fossem facas e eu não consigo mais me recuperar eu não sinto mais esperança e meus sentimentos estão bagunçados eu sinto como se estivesse morrendo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por toda essa dor que você está enfrentando — passar por um período de pensamentos obsessivos tão intensos e perturbadores pode realmente fazer com que a vida pareça insuportável e desconectada da realidade. O que você descreve — essa sensação de estar fora de si, sem esperança, com pensamentos que machucam como facas — é sinal de um sofrimento psíquico sério, mas que pode e merece ser cuidado com acolhimento, empatia e, acima de tudo, com um acompanhamento profissional especializado. A medicação é uma parte importante do tratamento, mas não substitui o espaço de escuta, compreensão e reconstrução emocional que a Psicoterapia pode oferecer. Você não está sozinha, e isso que você está sentindo tem nome, tem explicação e pode ser tratado com segurança. Procurar por atendimento psicológico pode ser um passo essencial para retomar o contato com você mesma, entender o que está acontecendo e reencontrar um sentido para sua vida — mesmo que agora pareça impossível, existe um caminho possível de alívio e reconstrução, e você merece segui-lo com apoio e dignidade.
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Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente
Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente sem explicação, especialmente medo de bonecos e quadros com rostos. Isso pode acontecer em pessoas com deficiência intelectual ou com autismo? Se sim em qual grau da deficiência intelectual isso se manifesta? E do autismo? Isso é mais comum no autismo? Pois eu tinha isso e gostaria de saber.
Eu percebi que alguns desses medos surgem de forma muito intensa, como se a pessoa realmente sentisse que o boneco ou o quadro representa algum tipo de ameaça. Em alguns casos, ela até se recusa a entrar em certos ambientes ou reage com choro.
Queria entender se isso é comum em pessoas com deficiência intelectual em diferentes graus, e também se acontece com pessoas dentro do espectro autista. Pode ter a ver com hipersensibilidade sensorial ou dificuldade em diferenciar o que é real e o que é só uma imagem? E o que pode ser feito nesses casos?
Agradeço se puder me ajudar a entender melhor esse tipo de reação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sua pergunta é extremamente relevante e demonstra uma sensibilidade importante em querer compreender reações que muitas vezes são mal interpretadas. Medos intensos diante de bonecos ou quadros com rostos podem, sim, ocorrer tanto em pessoas com deficiência intelectual quanto em pessoas no espectro autista, especialmente quando há hipersensibilidade sensorial ou dificuldade em processar estímulos visuais complexos — como rostos fixos e expressões estáticas que, para alguns, podem parecer ameaçadoras ou desconcertantes. No autismo, esses medos tendem a estar mais associados à intensidade sensorial, à rigidez cognitiva ou à interpretação literal do mundo, sendo mais frequentes nos níveis 2 e 3 de suporte. Na deficiência intelectual, a manifestação pode variar conforme o grau, mas geralmente está relacionada à dificuldade de abstração e à elaboração simbólica. Em ambos os casos, é essencial que um psicólogo com experiência em desenvolvimento neuroatípico esteja presente para avaliar com cuidado cada contexto, acolher essas emoções sem julgamento e construir, junto à pessoa e à rede de apoio, estratégias de exposição gradual, segurança emocional e compreensão afetiva. A Psicologia tem um papel essencial aqui: não apenas para reduzir o sofrimento, mas para promover mais autonomia, respeito às diferenças e qualidade de vida para quem vive essas experiências tão particulares.
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Eu tive um pensamento intrusivo e minha mente está fazendo eu acreditar que eu aceitei ele, mesmo na
Eu tive um pensamento intrusivo e minha mente está fazendo eu acreditar que eu aceitei ele, mesmo nao concordando, estou preoucupado
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo o quanto isso pode ser angustiante — pensamentos intrusivos são experiências mentais involuntárias que, por justamente serem indesejadas, nos fazem duvidar de nós mesmos e nos colocam em conflito interno. O fato de você estar preocupado e não concordar com esse pensamento já mostra que ele não representa quem você é, mas sim uma manifestação da ansiedade tentando gerar confusão e medo. Na Psicologia, especialmente na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), compreendemos esses processos com clareza e oferecemos caminhos seguros para lidar com eles sem culpa, com autocompaixão e sem alimentar os ciclos de dúvida e hipervigilância. Como psicólogo posso lhe auxiliar neste um passo fundamental para recuperar a confiança em si mesmo e retomar a paz mental — você não está sozinho, e há ajuda especializada para isso. Acredite!
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Eu só consigo fazer as coisas quando alguém me motiva ou dá o exemplo, tipo arrumar a casa se alguém
Eu só consigo fazer as coisas quando alguém me motiva ou dá o exemplo, tipo arrumar a casa se alguém estiver arrumando, ou estudar se alguém estiver estudando junto. Se não tiver esse estímulo externo, eu não sinto motivação para fazer nem as coisas básicas e fico parado esperando alguma coisa acontecer. Isso é normal? Como eu faço para conseguir agir mesmo sem esse impulso externo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você descreve é mais comum do que parece e demonstra uma sensibilidade importante à influência do ambiente e das relações, algo que a Psicologia compreende profundamente — e pode ajudar a transformar. Sentir-se paralisado sem um estímulo externo não significa fraqueza, mas pode indicar padrões que, com apoio terapêutico, podem ser compreendidos e ressignificados. A Psicoterapia é um espaço seguro onde é possível desenvolver estratégias para cultivar motivação interna, autonomia e hábitos consistentes, mesmo diante da ausência de exemplos ou incentivos imediatos. Reconhecer esse padrão já é um passo valioso — e buscar ajuda profissional pode ser o próximo, especialmente se isso estiver afetando sua qualidade de vida. Você não precisa enfrentar isso sozinho, conte comigo como psicólogo nesta jornada!
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Não é a primeira vez que eu tenho pensamentos que me invadem, o primeiro foi sobre eu não sentir mai
Não é a primeira vez que eu tenho pensamentos que me invadem, o primeiro foi sobre eu não sentir mais nada pelo meu namorado (isso num dia do nada), me deu crise de pânico e, sendo que eu o queria por perto, depois fiquei hipervigilante sobre o que eu sentia e pensava, depois fui ver um filme com a minha amiga e pensei "e se eu gostasse dela", esse foi o último pensamento que me invadiu, sendo que eu nunca me vi atraida por mulheres, uma vez uma menina se sentiu atraida por mim e eu não me senti atraida também, então não lembro de evidências sobre isso. Hoje eu fui no instagram dessa minha amiga e vi uma foto dela de biquini e me deu uma ansiedade enorme, tenho medo de ter sido algo. Qual especialista devo procurar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É muito compreensível que esses pensamentos intrusivos causem tanta angústia — eles surgem de forma inesperada, são desconectados dos seus valores e desejos reais, e justamente por isso geram tanto medo, dúvida e autoquestionamento. Pensamentos como “e se…” são típicos em quadros de ansiedade, especialmente quando há elementos de obsessões e hiper vigilância, como você descreveu. A boa notícia é que há tratamento eficaz e acolhedor para isso: através da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) nós, psicólogos, podemos te ajudar nesse momento. Na psicoterapia você poderá compreender melhor o funcionamento da sua mente, aprender a lidar com esses pensamentos sem se aprisionar neles e recuperar sua tranquilidade emocional. O que você está vivendo tem nome, tem explicação e, principalmente, tem caminho de cuidado — e você não precisa enfrentá-lo sozinha. Buscar um psicólogo é um passo importante e corajoso na direção da sua recuperação. Estou à sua disposição!!
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Olá, irei tentar escrever tudo que sinto, no momento provavelmente estou passando por depressão, cre
Olá, irei tentar escrever tudo que sinto, no momento provavelmente estou passando por depressão, creio que a raiz dela é desde minha infância, tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, manter conversas e etc, até ai ok eu vivi minha vida, resultado: solitude e bloqueio emocional, tenho apenas 1 amigo que está desde minha infância comigo, ainda tenho extrema dificuldade de interagir e conversar, isso pode parecer bobo mas já arruinou, amizades, trabalho em grupo, questões amorosas, basicamente tudo em minha vida, como posso lidar com isso? Creio que não sou tímido, mas a falta de conhecimento nesse tipo de interação me gera insegurança, consequentemente levando a timidez de qualquer forma, também gostaria de saber lidar com o fato de que amadureci demais, me sinto sem graça e estóico, rejeito pessoas e amizades para evitar frustrações, a propósito tenho toc diagnósticado.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, obrigado por compartilhar com tanta honestidade o que está sentindo — isso, por si só, já é um passo muito importante e corajoso. O que você descreve — a solidão, o bloqueio emocional, a dificuldade nas relações e o impacto disso ao longo da vida — é profundamente humano e merece ser acolhido com respeito e cuidado. A depressão, quando somada a experiências difíceis da infância e a um diagnóstico de TOC, pode realmente afetar nossa forma de ver o mundo e nos relacionar com os outros e conosco. A boa notícia é que tudo isso pode ser trabalhado com ajuda especializada. A Psicologia oferece ferramentas para resgatar o senso de valor pessoal, desenvolver habilidades sociais, lidar com a autocrítica e flexibilizar pensamentos que geram sofrimento. Como psicólogo posso te ajudar a reescrever essa história, não apagando o passado, mas encontrando novas formas de se posicionar diante da vida — com mais leveza, conexão e autenticidade. Você não está sozinho, e há caminhos possíveis para uma vida mais significativa. Conte comigo nesta jornada!
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Gostaria de saber se o que estou sentindo são sintomas de ansiedade ou algum outro transtorno: tenho
Gostaria de saber se o que estou sentindo são sintomas de ansiedade ou algum outro transtorno: tenho sentindo muita insônia, tenho sono mas na hora de dormir não consigo. Meus olhos "secam". Os finais de semana são horríveis não estou conseguindo relaxar.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
É compreensível que v. esteja buscando entender o que está acontecendo. Sintomas como insônia, dificuldade para relaxar e sensação de mal-estar nos finais de semana podem sim estar relacionados à ansiedade, que muitas vezes se manifesta no corpo e na mente mesmo quando tentamos descansar. No entanto, cada pessoa é única, e esses sinais também podem ter outras causas emocionais ou mesmo físicas. Por isso, buscar a ajuda de um psicólogo é um passo essencial: com um olhar cuidadoso e baseado em ciência, o profissional pode te ajudar a compreender melhor esses sintomas, identificar possíveis padrões de pensamento ou hábitos que estejam contribuindo para esse sofrimento e, juntos, construir estratégias mais saudáveis para lidar com isso. A Psicologia é uma aliada preciosa nesse caminho de autoconhecimento e recuperação. Você merece cuidar de si com carinho e apoio.
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É comum adolescentes com deficiência intelectual leve se morderem, ou esse tipo de comportamento é m
É comum adolescentes com deficiência intelectual leve se morderem, ou esse tipo de comportamento é mais associado ao autismo ou TDAH? Ou inteligência limítrofe?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Comportamentos como se morder podem, sim, aparecer em adolescentes com deficiência intelectual leve, mas também podem estar presentes em pessoas com autismo, TDAH ou até mesmo em quadros de inteligência limítrofe, especialmente quando há dificuldade em lidar com emoções intensas, frustração ou comunicação. Não é o diagnóstico em si que determina esse comportamento, mas como a pessoa lida com estímulos, sensações e emoções. A Psicologia tem um papel essencial nesse processo, ajudando a identificar a origem desse comportamento, entender o que ele comunica e oferecer estratégias mais adequadas para que o paciente possa se expressar e se regular emocionalmente. Um psicólogo especializado pode ajudar tanto o jovem quanto a família a construírem um caminho mais acolhedor e funcional para o desenvolvimento.
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Ah 2 anos perdi meu marido e até hj eu vivo esse luto e sinto que meu filho de 3 anos tbm vive , pq
Ah 2 anos perdi meu marido e até hj eu vivo esse luto e sinto que meu filho de 3 anos tbm vive , pq ele diariamente tem febre emocional, gostaria de uma solução pra isso ..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua perda — a partida de alguém tão importante como um companheiro de vida é uma dor profunda, e viver esse luto com um filho pequeno ao lado torna tudo ainda mais delicado. O luto é um processo natural, mas quando ele se prolonga e afeta o bem-estar emocional e físico, como no caso das febres emocionais do seu filho, é um sinal de que vocês dois estão precisando de acolhimento e cuidado profissional. Como psicólogo posso te ajudar a atravessar esse luto com mais leveza, validando sua dor e ajudando a reorganizar a vida diante da ausência, além de orientar formas sensíveis de cuidar do emocional do seu filho, que, mesmo tão pequeno, sente e expressa essa perda à sua maneira. Você não está sozinha, e buscar esse apoio pode ser um gesto de amor por você e por ele.
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Um gesto feito 1 única vez por dia já vira Hábito??
Um gesto feito 1 única vez por dia já vira Hábito??
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um gesto feito uma vez por dia ainda não é, automaticamente, um hábito consolidado — mas é um possível começo! A Psicologia, especialmente com base na Terapia Cognitivo-Comportamental, mostra que para algo se tornar um hábito, é preciso repetição frequente, consistência e, muitas vezes, uma ligação com algum reforço (como um benefício percebido ou uma sensação boa). O cérebro precisa entender que aquele comportamento faz sentido e se encaixa na rotina, o que leva algum tempo. Como psicólogo posso te ajudar a estruturar essa construção de hábitos de forma mais leve e eficaz, respeitando seu ritmo e te ajudando a lidar com os obstáculos internos que podem surgir no caminho. Afinal, transformar intenção em ação duradoura é um processo — e a Psicologia está aqui justamente para apoiar você nisso.
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Estou tomando escitalopram 10 mg há 2 semanas e percebi que comecei a demorar muito mais para conseg
Pode melhorar com o tempo, sim, mas não existe um prazo certo, e em algumas…