Perguntas do paciente (271)

  • Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consul

    Com tantas especialidades diferente da psicologia com qual profissional devo consultar? Nunca consultei mas gostaria de saber se tenho ansiedade ou depressão e etc.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    É comum ficar em dúvida diante das diferentes abordagens da psicologia, especialmente quando estamos buscando ajuda pela primeira vez. Não existe uma única abordagem que seja a melhor para todas as pessoas. Cada uma possui formas diferentes de compreender e trabalhar as dificuldades emocionais.

    Se sua principal preocupação é entender sintomas como ansiedade, depressão ou outras questões emocionais, o mais importante é buscar um psicólogo com quem você se sinta acolhido e confortável para conversar. Durante as primeiras sessões, o profissional poderá compreender melhor sua situação e explicar como funciona o trabalho terapêutico.

    Caso uma abordagem não faça sentido para você, isso não significa que a terapia não funcione. Muitas vezes, encontrar um profissional e um método com os quais você se identifique faz toda a diferença no processo.


  • Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de

    Sou depressiva e as vezes me sinto estranha,será que um dia voltarei a ser normal, mal posso sair de casa que fico ruim parece que vol desmaia. Sinto meu coração apertando como se eu Foce morrer,mais o médico diz que é ansiedades .já não agüento mais viver com medo me ajudem. Oque posso fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    O que você descreve parece estar causando muito sofrimento, e é importante que saiba que você não está sozinha nessa experiência. Muitas pessoas que convivem com ansiedade e depressão relatam sintomas como aperto no peito, sensação de desmaio, medo intenso de passar mal ou de que algo grave aconteça. Embora esses sintomas possam ser muito assustadores, isso não significa necessariamente que você esteja em perigo imediato.

    Quando ansiedade e depressão estão presentes, é comum que a confiança no próprio corpo diminua e que o medo passe a limitar atividades do dia a dia. A boa notícia é que existem tratamentos eficazes para essas dificuldades, incluindo psicoterapia e, quando necessário, acompanhamento médico. Com ajuda adequada, muitas pessoas conseguem recuperar qualidade de vida, autonomia e segurança para voltar a realizar atividades que hoje parecem difíceis. Procure não enfrentar isso sozinha e converse com os profissionais que já acompanham você sobre o que tem sentido recentemente.


  • A causa da timidez é excesso de ansiedade? É a ansiedade que causa a timidez?

    A causa da timidez é excesso de ansiedade? É a ansiedade que causa a timidez?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    A timidez e a ansiedade costumam caminhar juntas, mas uma não é necessariamente a causa da outra. Pessoas tímidas geralmente sentem mais desconforto em situações sociais, principalmente quando precisam se expor, conhecer pessoas novas ou sentem que estão sendo observadas e avaliadas.

    A ansiedade pode aumentar muito esse desconforto, fazendo com que a pessoa fique mais preocupada com possíveis erros, julgamentos ou rejeições. No entanto, ser tímido não significa automaticamente ter um transtorno de ansiedade. Muitas pessoas tímidas conseguem levar uma vida satisfatória, enquanto outras percebem que o medo e a insegurança começam a limitar relacionamentos, estudos, trabalho ou oportunidades importantes.

    Mais do que entender se a timidez é causada pela ansiedade, vale a pena observar o quanto ela tem interferido na sua vida e no seu bem-estar. Quando esse sofrimento se torna frequente, buscar ajuda pode ser um passo importante para desenvolver mais confiança e segurança nas relações.


  • Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro Vivo perdendo as coisas e sofrendo com is

    Tenho medo de perder e por mais que vigio,cuido e confiro
    Vivo perdendo as coisas e sofrendo com isso
    O que posso fazer para melhorar e diminuir esta angústia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    Perder coisas com frequência pode gerar uma angústia muito grande, principalmente quando você já faz um esforço constante para evitar que isso aconteça. Muitas pessoas acabam entrando em um ciclo desgastante: conferem várias vezes, tentam redobrar a atenção, se preocupam em não esquecer nada e, ainda assim, continuam perdendo objetos. Com o tempo, isso pode gerar frustração, insegurança e até a sensação de que não conseguem confiar em si mesmas.

    Embora dificuldades de atenção possam contribuir para esse tipo de situação, também é importante observar o impacto emocional que essas perdas estão causando. Em alguns casos, a preocupação em não perder algo acaba se tornando tão intensa quanto o próprio problema. Buscar estratégias de organização pode ajudar, mas compreender melhor os fatores que estão por trás dessa dificuldade costuma ser fundamental para reduzir a angústia e recuperar uma sensação maior de segurança no dia a dia.


  • Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e t

    Boa Tarde, a minha duvida e, estou de luto a quatro anos e dois meses.Estou tomando Rivotril 2mg e tomei Citalopram, depois mudei para o Exodus. agora parei com tudo uns 5 dias.Tenho Sindrome do Panico a muitos anos, com a morte da minha irma fiquei com depressao severa.Os medicamentos nao ajudam muito.Nem Terapia.Me isolei de todos, penso na minha irma toda hora, nao posso falar sobre o assunto com ninguem desde o falecimento dela.Nem com minha familia.Ninguem fala sobre a morte dela.Sei que meu pai esta tao mal quanto eu.Mas o resto , vida que segue.Eu nao consigo seguir minha vida, talvez por isso.Fiz tratamento com uma psicologa que nao ajudou nada.Agora sem medicaçao parece que foi ontem que aconteceu tudo.Lembro da minha irma ali sendo velada.Minha querida e amada irma.Choro muito.Dificil de acreditar.Ela estava me ajudando a superar minhas crises, de repente ela fica doente e morre.Nao moramos no mesmo Estado.Minha familia toda mora em Curitiba .Eu e meu filho em Santa Catarina, Bombinhas.Eramos muito unidas sempre. Agora me sinto perdida e sem rumo.Nao posso falar da minha dor.Remedios apenas aliviam no momento.O que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    Boa tarde. Antes de tudo, sinto muito pela perda da sua irmã. Ao ler seu relato, chama atenção não apenas o tamanho da sua dor, mas também o quanto ela parece ter sido carregada de forma solitária ao longo desses anos. Perder alguém tão importante já é uma experiência profundamente difícil. Quando essa perda acontece de forma inesperada e a pessoa que se foi ocupava um lugar tão significativo na nossa vida, é comum que o impacto seja ainda maior.

    Uma parte do seu sofrimento parece estar relacionada não apenas à ausência da sua irmã, mas também ao fato de você sentir que não pode falar sobre ela. Muitas pessoas encontram algum alívio ao compartilhar lembranças, sentimentos e saudades, mas você descreve uma realidade em que o assunto parece ter se tornado silencioso dentro da família. Isso pode fazer com que a dor permaneça sem espaço para ser elaborada.

    O fato de os medicamentos não terem trazido o resultado que você esperava e de experiências anteriores em terapia não terem ajudado não significa que não exista ajuda possível para você. Às vezes, encontrar um profissional com quem seja possível construir um vínculo de confiança faz toda a diferença. Você não parece estar apenas tentando superar uma perda; está tentando encontrar uma forma de continuar vivendo enquanto carrega uma saudade muito profunda. E essa é uma caminhada que não precisa ser feita sozinha.


  • Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralin

    Tive uma crise de ansiedade em novembro e procurei um psiquiatra que desde então me passou Sertralina pela manha e Rivotril à noite. Me dei bem logo de início, sem efeitos colaterais. Mas, em dezembro a minha mãe tentou suicídio e eu consegui evitar. Lidei bem com a situação até duas semanas atrás. De duas semanas para cá, não tenho ânimo para fazer nada, estou muito para baixo e confusa. Voltei ao Psiquiatra e ele me indicou fazer terapia...confesso que não tenho vontade alguma. Não tive experiências boas com terapeutas passados...então, não sei o que fazer, porque a medicação não está me ajudando mais...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    Primeiramente, sinto muito que você tenha passado por uma situação tão difícil. Impedir uma tentativa de suicídio de alguém próximo costuma ser uma experiência extremamente impactante, mesmo quando, no momento, sentimos que estamos conseguindo lidar bem com tudo. Em algumas situações, o sofrimento emocional pode aparecer semanas ou até meses depois, quando a pessoa já não está mais em estado de alerta constante.

    A medicação pode ser uma ferramenta importante, mas nem sempre é suficiente para ajudar na elaboração de experiências emocionalmente intensas. O fato de você estar se sentindo desanimada, sem energia e confusa merece atenção e acompanhamento profissional. Quanto à terapia, é compreensível ter receio após experiências negativas anteriores. Nem toda experiência terapêutica será igual, e a qualidade da relação com o profissional costuma ser um dos fatores mais importantes para o processo. Talvez valha a pena se permitir conhecer um novo profissional antes de decidir se a terapia pode ou não ajudar neste momento.


  • fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que sep

    fui casada por 5 vezes e este meu último relacionamento entre idas e vindas está a 6 anos só que separamos e voltamos por varias vezes, quando estou com ele quero estar longe se estou longe quero ele. agora decidimos voltar e recomeçar do zero, tenho medo de dar errado novamente. Não consigo me entender. Que me aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    O que você descreve parece ser uma situação que gera bastante conflito interno e sofrimento. Quando existe um padrão de idas e vindas em um relacionamento, muitas vezes não estamos lidando apenas com sentimentos em relação ao parceiro, mas também com necessidades emocionais, expectativas, medos de ficar sozinho, receios de intimidade ou dificuldades para tomar decisões sobre o que realmente desejamos para nossa vida.

    O fato de vocês terem decidido recomeçar pode ser uma oportunidade para refletir não apenas sobre o relacionamento, mas também sobre os motivos que levaram às separações anteriores e o que precisaria ser diferente para que a história não se repita. A psicoterapia pode ajudar a compreender melhor esses padrões e sentimentos ambivalentes, favorecendo escolhas mais conscientes e alinhadas com aquilo que você realmente busca em uma relação.


  • Como superar os pensamentos intrusivos? Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!

    Como superar os pensamentos intrusivos?
    Chegaram desde a gravidez e não sei oque fazer!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    Pensamentos intrusivos são pensamentos, imagens ou ideias que surgem de forma involuntária e costumam causar desconforto, medo ou angústia. Muitas pessoas se assustam com eles, especialmente durante a gravidez, um período marcado por intensas mudanças físicas, hormonais e emocionais. Embora possam ser muito perturbadores, a presença desses pensamentos não significa que você deseja agir de acordo com eles ou que eles reflitam quem você é.

    Uma dificuldade comum é tentar lutar contra os pensamentos ou eliminá-los completamente, o que muitas vezes acaba aumentando sua frequência. Se esses pensamentos estão causando sofrimento ou interferindo no seu bem-estar, pode ser importante buscar acompanhamento psicológico. A psicoterapia pode ajudar a compreender melhor essa experiência e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com ela.


  • Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo

    Meu marido se isola principalmente quando algo não sai como ele quer .Ele só se responsabiliza pelo trabalho a parte financeira a casa e os filhos fica por minha conta e brigo se algo da errado quanto a mim ele não se importa nem um pouco. Que aconselham?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    Conviver com a sensação de estar sozinha dentro de um relacionamento pode ser muito desgastante. Pelo que você relata, além da sobrecarga com a casa e os filhos, parece haver um sentimento de não se sentir acolhida ou considerada pelo seu marido, e isso costuma trazer bastante sofrimento.

    Embora não seja possível compreender toda a dinâmica do casal por uma única mensagem, esse padrão merece atenção. Quando um dos parceiros tende a se isolar diante das dificuldades e as responsabilidades ficam concentradas no outro, o desgaste da relação pode aumentar com o tempo, especialmente se o diálogo acontece apenas durante momentos de conflito.

    Se houver possibilidade, tente conversar com ele em um momento de calma, explicando como essa situação tem afetado você e quais mudanças considera importantes para que a relação seja mais equilibrada. Caso perceba que essas conversas não produzem mudanças ou que o sofrimento persiste, a psicoterapia pode ajudá-la a compreender melhor essa dinâmica, fortalecer seus recursos emocionais e refletir sobre os caminhos mais saudáveis para você e para o relacionamento. Se houver disposição de ambos, a terapia de casal também pode ser uma alternativa.

    Esse tipo de dificuldade não precisa ser enfrentado sem apoio, e buscar ajuda pode ser um passo importante para promover mudanças e melhorar sua qualidade de vida.


  • Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que e

    Eu sempre tento ajudar todo mundo, então estou escutando uma menina da minha escola, mais nova que eu, que é diagnosticada com depressão
    Tudo isso de escutar todo mundo está me deixando para baixo e eu acabo me sentindo confusa e choro muito ou me sentindo triste quase o tempo todo
    O que eu faço? Devo parar de ajudá-la?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    É muito bonito que você queira ajudar outras pessoas, mas também é importante lembrar que cuidar de alguém não significa carregar sozinho o sofrimento dela. Quando começamos a nos sentir constantemente tristes, confusos, sobrecarregados ou emocionalmente esgotados ao tentar ajudar alguém, isso pode ser um sinal de que estamos ultrapassando nossos próprios limites emocionais.

    Você não precisa abandonar essa pessoa para cuidar de si mesma. Muitas vezes, é possível continuar oferecendo apoio dentro das suas possibilidades, sem assumir a responsabilidade pelo bem-estar dela. Incentivá-la a buscar ajuda de adultos de confiança, familiares ou profissionais também pode ser uma forma importante de cuidado.

    Talvez a pergunta não seja se você deve parar de ajudá-la, mas sim como pode ajudá-la sem se machucar no processo. Seu bem-estar emocional também merece atenção e cuidado.


  • Que especialista devo procurar para o sindrome de burnout e como me tratar?

    Que especialista devo procurar para o sindrome de burnout e como me tratar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Arthur Bicalho Lage

    Quando uma pessoa começa a suspeitar de burnout, geralmente já está enfrentando um nível importante de desgaste físico e emocional. É comum sentir cansaço constante, dificuldade para recuperar as energias, irritabilidade, falta de motivação e a sensação de que está dando tudo de si sem conseguir se sentir bem.

    Nesses casos, tanto o psicólogo quanto o psiquiatra podem ajudar. O psicólogo auxilia na compreensão dos fatores que contribuíram para esse esgotamento, no manejo do estresse e na construção de formas mais saudáveis de lidar com as exigências da rotina. Já o psiquiatra pode avaliar a necessidade de medicação quando houver sintomas importantes de ansiedade, depressão ou sofrimento emocional associado.

    O mais importante é não esperar que o problema se resolva apenas com descanso ou força de vontade. Quanto antes você buscar ajuda, maiores são as chances de recuperar sua qualidade de vida e prevenir que o sofrimento se torne ainda mais intenso.


Perguntas frequentes

Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.