Perguntas do paciente (218)

  • Sinto muito desejo com minha namorada, principalmente na hora de dormir, tirando até meu sono por ho

    Sinto muito desejo com minha namorada, principalmente na hora de dormir, tirando até meu sono por horas quando ela não reage o mesmo desejo que eu. Muitas vezes até já chorei por não ter saciado o desejo enorme de transar com ela, meu humor caí de forma muito rápida e o estresse vem consequentemente. Isso é normal ? Preciso de tratamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Olá! Compreendo sua situação e é importante explorar esses sentimentos de desejo sexual intenso e suas consequências emocionais. Essa experiência pode ser entendida à luz de alguns princípios psicológicos.

    Primeiramente, é normal que casais tenham diferentes níveis de desejo sexual. Isso pode ser influenciado por diversos fatores, como o estresse, fadiga, variações hormonais e até mesmo questões emocionais. A discrepância de desejo é comum em relacionamentos, e não necessariamente indica um problema.

    No entanto, quando o desejo intenso e a frustração resultante afetam negativamente seu humor e causam estresse significativo, pode ser benéfico considerar a busca de apoio profissional. A terapia de casal ou terapia sexual pode ajudar a melhorar a comunicação com sua parceira e desenvolver estratégias para lidar com essas diferenças de desejo de maneira saudável.

    Além disso, é importante compreender que as emoções desempenham um papel significativo na sexualidade. A ansiedade e a pressão para satisfazer seu desejo podem ter um impacto negativo na experiência sexual. A terapia individual também pode ser útil para explorar esses aspectos emocionais e aprender a lidar com eles de forma mais eficaz.

    Lembre-se de que o objetivo é melhorar a qualidade de vida e o bem-estar emocional, tanto para você quanto para sua parceira. Buscar ajuda profissional não é sinal de fraqueza, mas sim um passo corajoso em direção ao entendimento e à solução de desafios em seu relacionamento e vida sexual.


  • Faço terapia online a 6 meses e ele é de outra cidade, será que é viavel em algum momento ir conhece

    Faço terapia online a 6 meses e ele é de outra cidade, será que é viavel em algum momento ir conhece lo e fazer uma sessão presencial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Olá! Entendo seu desejo de experienciar a terapia de forma presencial após meses de sessões online. Esse sentimento é natural e pode fortalecer o vínculo terapêutico. Recomendo expressar sua vontade ao seu terapeuta. A possibilidade de um encontro presencial depende de vários fatores, como a política pessoal do profissional, a disponibilidade de um consultório ou espaço adequado como um coworking. Abra essa comunicação. Discutir esse desejo em suas sessões pode ser produtivo e enriquecer seu processo terapêutico. A transparência é fundamental. Espero ter ajudado!


  • Olá, sou homem, 18 anos, tive um longo histórico na infância com a masturbacão e a pornografia, cons

    Olá, sou homem, 18 anos, tive um longo histórico na infância com a masturbacão e a pornografia, consumia os dois com frequência e muita rapidez, no início era tudo normal, porém depois de um tempo não tive mais orgasmos, e isso continua até hoje em dia, já fazem anos que não tenho orgasmos ao ejacular na masturbação, já fiquei 7 meses sem se masturbar e consumir pornografia na esperança de que eu voltasse a sentir orgasmos ao ejacular, porém sem sucesso, oque pode ser? Como Tratar? Pensei em antidepressivos, será que algum remédio solucione isso? Já fui no endocrinologista e os hormônios estão normais.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Sinto muito ouvir sobre sua experiência.
    A dificuldade em atingir o orgasmo durante a masturbação pode ter várias causas, algumas das quais podem ser psicológicas, como o uso excessivo de pornografia ou hábitos de masturbação intensos. Além disso, fatores emocionais, estresse, ansiedade e até mesmo certos medicamentos podem influenciar a função sexual.

    É encorajador saber que você já procurou um endocrinologista e que seus hormônios estão normais. Para abordar essa questão, é recomendável buscar a ajuda de um profissional de saúde especializado, como um médico, terapeuta sexual ou psicólogo. Eles podem realizar uma avaliação mais aprofundada, considerando fatores físicos, emocionais e psicológicos, e oferecer orientações personalizadas.

    A automedicação com antidepressivos não é recomendada sem a orientação de um profissional. Os antidepressivos podem ter efeitos colaterais e interações medicamentosas significativas, por isso é essencial buscar o aconselhamento adequado antes de iniciar qualquer tratamento.

    Lembre-se de que cada pessoa é única, e o tratamento mais apropriado dependerá da causa subjacente do problema. Procure um profissional de saúde para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado às suas necessidades individuais. Espero ter contribuído. Abraços Betânia Tassis


  • Minha esposa quer fazer sexo todos os dias... é normal ou poderia ter algum problema?... como posso

    Minha esposa quer fazer sexo todos os dias... é normal ou poderia ter algum problema?... como posso fazer uma abordagem sobre assunto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Olá! Entendo sua situação. A variação da libido é natural entre as pessoas e pode ser influenciada por fatores biológicos, emocionais e contextuais. Ter uma libido elevada, em si, não é um problema, a menos que cause desconforto ou sofrimento.

    Para lidar com a situação:
    1. Comunicação: Aborde o assunto com empatia e sem julgamentos. Explique seus sentimentos e pergunte sobre os dela.

    2.Entendimento:Tente entender o que o sexo representa para ela. Pode ser uma forma de conexão emocional, alívio do estresse, ou simplesmente prazer.

    3. Compromisso: Se a frequência é um desafio para você, discutam maneiras de encontrar um meio-termo, como explorar outras formas de intimidade.

    4. Busque Informação: Ler juntos sobre libido e sexualidade pode criar uma compreensão mútua e abrir espaço para discussões produtivas.
    Espero ter ajudado!

    5. Terapia de Casal: Se sentirem que é necessário, considerem buscar aconselhamento ou terapia de casal para abordar questões relacionadas à intimidade.

    Lembrando que não há certo ou errado em relação à frequência sexual, o importante é encontrar um equilíbrio que atenda às necessidades e limites de ambos.


  • Oii, tenho ansiedade e venho tendo muitos pensamentos intrusivos que me deixam desconfortáveis, como

    Oii, tenho ansiedade e venho tendo muitos pensamentos intrusivos que me deixam desconfortáveis, como eu posso lidar com eles???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Oii… quando você fala de pensamentos intrusivos, você está descrevendo algo muito típico da ansiedade — e que costuma assustar mesmo.

    Esses pensamentos aparecem de forma involuntária, insistente e, muitas vezes, não têm a ver com quem você é.
    E é justamente isso que gera tanto desconforto.

    Tem um ponto importante aqui:
    o problema não é ter o pensamento… é o que você faz com ele depois que ele aparece.

    Vamos organizar isso de um jeito prático:

    1. Entenda o que é um pensamento intrusivo
    É um pensamento automático, que invade, sem convite.
    Ele não define você, não é uma intenção, nem um desejo.
    É só a mente tentando prever, controlar ou descarregar tensão.

    2. Pare de brigar com o pensamento
    Quanto mais você tenta “não pensar nisso”, mais ele volta.
    Isso acontece porque o cérebro entende que aquilo é importante.

    Em vez disso, experimente:
    “Ok, esse pensamento apareceu.”

    Sem luta. Sem entrar nele.

    3. Não alimente o ciclo
    Evite ficar analisando, tentando entender “por que pensei isso?”.
    Esse tipo de investigação, na ansiedade, vira um loop.

    Pensamento → análise → mais ansiedade → mais pensamento.

    4. Traga sua atenção para o presente
    Algo simples e eficaz:
    – observe 5 coisas ao seu redor
    – sinta seu corpo apoiado
    – perceba sua respiração

    Isso ajuda o cérebro a sair do modo automático.

    5. Nomeie o processo
    Quando vier, você pode dizer mentalmente:
    “Isso é um pensamento intrusivo, não um fato.”

    Essa pequena distância muda muita coisa.

    Agora, uma reflexão importante:

    Geralmente, o incômodo com o pensamento vem porque ele toca em algo sensível — valores, medo, culpa, controle…

    Então talvez você possa se perguntar:
    O que exatamente nesse pensamento me assusta tanto?
    O que eu acho que isso diz sobre mim?

    Isso ajuda a entender a raiz, sem se confundir com o conteúdo.

    Se esses pensamentos estão frequentes ou muito intensos, vale procurar um psicólogo. Existe um trabalho específico para isso (principalmente dentro da terapia cognitivo-comportamental e outras abordagens) que ajuda bastante.

    E lembra disso:
    ter um pensamento não significa querer aquilo, nem ser aquilo.

    Você não é o que passa pela sua mente — você é quem observa.

    Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica. Espero ter te ajudado a refletir.


  • Ola tenho 40 anos nunca cheguei ao orgasmo,com penetração e com o sexo oral demoro muito isso é norm

    Ola tenho 40 anos nunca cheguei ao orgasmo,com penetração e com o sexo oral demoro muito isso é normal?sempre foi assim!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Cada pessoa é única e tem diferentes experiências sexuais. Algumas pessoas podem atingir o orgasmo mais facilmente do que outras, e isso pode variar de acordo com fatores físicos, emocionais e individuais.

    Dito isso, é importante lembrar que a incapacidade de atingir o orgasmo durante a penetração ou através do sexo oral não é necessariamente algo anormal. Muitas pessoas precisam de estimulação adicional, como a estimulação manual ou do clitóris, para atingir o orgasmo. É perfeitamente normal e comum que as pessoas necessitem de diferentes tipos de estimulação para obter prazer sexual.

    Se você está preocupado com a dificuldade em atingir o orgasmo ou se isso está afetando negativamente sua vida sexual, pode ser útil procurar a orientação de um profissional de saúde especializado, como um médico ou terapeuta sexual. Eles podem realizar uma avaliação mais aprofundada e oferecer sugestões personalizadas para ajudar a melhorar sua experiência sexual.

    Lembre-se de que a comunicação aberta e honesta com seu parceiro também é fundamental. Explorar diferentes formas de estimulação e compartilhar suas necessidades e desejos pode ajudar a criar uma experiência sexual mais satisfatória para ambos. Espero ter ajudado em suas reflexões. Abraços, Betânia Tassis


  • Nunca tive um orgasmo com a penetracao só tenho prazer no toque ou no sexo oral me sinto mau com iss

    Nunca tive um orgasmo com a penetracao só tenho prazer no toque ou no sexo oral me sinto mau com isso pois não me sinto uma mulher completa sempre foi assim gostaria muito de ter prazer e ter um orgasmo de verdade tenho 58 anos sou muito frustrada por essa situação entrei na menopausa precocemente aos 45 anos e só tenho piorado a cada dia perdir a lubrificação e a libido sou muito infeliz com isso já fui ao ginecologista mas não resolveu nada me ajudem por favor

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Entendo que você está se sentindo frustrada e infeliz com essa situação, e é importante validar seus sentimentos. A sexualidade é uma área complexa e cada pessoa tem suas próprias experiências e desafios. Vamos explorar algumas abordagens que podem ajudar.

    1. Diversidade do Prazer: É essencial compreender que a forma como você experimenta o prazer é única e válida. Muitas mulheres têm mais facilidade em atingir o orgasmo através do toque e do sexo oral do que pela penetração, e isso é completamente normal. Não existe uma forma "certa" de experimentar o prazer.

    2. Autoconhecimento e Exploração: Investir tempo no autoconhecimento é fundamental. Explore seu corpo sem pressa, descubra quais toques, ritmos e estímulos são mais prazerosos para você. Essa prática pode aumentar sua confiança e ajudar a identificar o que te traz mais prazer.

    3. Impacto da Menopausa: As mudanças hormonais trazidas pela menopausa podem afetar a libido e a lubrificação. O uso de lubrificantes pode melhorar o conforto durante a relação sexual. Além disso, consultar um médico sobre a possibilidade de terapia hormonal pode ser uma opção a considerar.

    4. Comunicação Aberta: Conversar abertamente com seu parceiro sobre suas necessidades e desejos é crucial. Uma comunicação clara pode ajudar a alinhar expectativas e explorar juntos novas formas de intimidade que sejam prazerosas para ambos.

    5. Terapia Sexual: Consultar um terapeuta sexual pode ser muito útil. Eles podem fornecer técnicas específicas e orientações personalizadas para melhorar a sua vida sexual, ajudando a encontrar novas formas de alcançar o orgasmo.

    6. Práticas de Relaxamento e Mindfulness: Técnicas de relaxamento e mindfulness podem ajudar a reduzir a ansiedade e aumentar a conexão com o próprio corpo. Estas práticas podem tornar a experiência sexual mais satisfatória.

    7. Educação Sexual: Ler mais sobre a sexualidade feminina pode ajudar a desmistificar muitas crenças e aumentar seu conhecimento sobre como o corpo funciona. Existem muitos recursos excelentes disponíveis que podem oferecer novas perspectivas e técnicas para experimentar.

    Lembre-se de que a sexualidade é uma jornada contínua de autodescoberta e comunicação. Permita-se explorar essa jornada com paciência e carinho consigo mesma.

    Estou aqui para ajudar no que for necessário.

    Atenciosamente,
    Betânia Tassis, Psicóloga


  • Minha esposa foi vítima de abuso sexual quando era adolescente e hoje não consigo fazê-la atingir o

    Minha esposa foi vítima de abuso sexual quando era adolescente e hoje não consigo fazê-la atingir o orgasmo. Sempre conversamos sobre, sempre tento deixar ela o mais confortável possível e livre pra ela fazer o que quiser e do jeito que quiser, mas não conseguimos chegar lá. Tenho dúvidas sobre como posso ajudá-la da forma mais respeitosa possível, se tem algo mais que eu possa fazer ou como fazer??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Sinto muito ouvir sobre a experiência traumática vivida por sua esposa. É importante reconhecer que o trauma de abuso sexual pode ter um impacto significativo na saúde sexual e emocional de uma pessoa.

    Aqui estão algumas sugestões para ajudar sua esposa de forma respeitosa e suportiva:

    1. Comunicação aberta e empática: Continue mantendo uma linha de comunicação aberta e honesta com sua esposa. Encoraje-a a compartilhar seus sentimentos, medos e desejos relacionados à intimidade sexual. Tenha em mente que ela pode precisar de tempo e paciência para se sentir à vontade para discutir essas questões.

    2. Respeite seus limites: É fundamental respeitar os limites e as preferências de sua esposa. Esteja atento aos sinais de desconforto ou ansiedade durante a intimidade sexual e esteja disposto a ajustar ou interromper a atividade se necessário.

    3. Procure ajuda profissional: Considere a possibilidade de procurar a orientação de um terapeuta sexual ou um terapeuta especializado em trauma. Esses profissionais podem fornecer suporte, orientação e técnicas terapêuticas específicas para ajudar sua esposa a lidar com o trauma e a recuperar sua saúde sexual.

    4. Explore outras formas de intimidade: Lembre-se de que o sexo não se limita à penetração ou ao orgasmo. Experimente outras formas de intimidade, como carícias, toques, massagens sensuais e outras atividades que possam promover a conexão emocional e o prazer mútuo.

    5. Paciência e amor incondicional: Lembre-se de que a cura do trauma é um processo, e cada pessoa tem seu próprio ritmo. Tenha paciência, seja compreensivo e demonstre amor incondicional à sua esposa durante todo o processo.

    É importante lembrar que cada pessoa é única e pode responder de maneira diferente. O apoio profissional especializado pode ser fundamental para ajudar sua esposa a trabalhar através do trauma e recuperar sua saúde sexual. Espero ter ajudado em suas reflexões. Abraços, Betânia Tassis


  • Estresse pode causar vômito, dor de cabeça e fraqueza no corpo? Tive uma discussão e depois fiquei c

    Estresse pode causar vômito, dor de cabeça e fraqueza no corpo? Tive uma discussão e depois fiquei com esses sintomas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Sim, o estresse pode causar exatamente esse tipo de reação no corpo.

    Depois de uma discussão, principalmente se foi intensa ou mexeu emocionalmente com você, o organismo entra em estado de alerta. É como se o corpo entendesse que precisa se preparar para lidar com uma ameaça.

    Nesse processo, acontece uma ativação do sistema nervoso:

    A respiração muda, o coração acelera, há liberação de hormônios do estresse e o corpo direciona energia para “lidar com o perigo”. Só que isso também afeta outros sistemas, como o digestivo e o muscular.

    Por isso, podem surgir sintomas como:
    – náusea ou vômito
    – dor de cabeça
    – sensação de fraqueza ou queda de energia
    – tontura ou mal-estar geral

    No seu caso, faz sentido que isso tenha vindo logo após a discussão. O corpo não separa tão bem o que é um “perigo físico” de um “impacto emocional”. Ele reage.

    Tem também um ponto importante: depois de um pico de tensão, pode vir uma espécie de “queda”. Como se o corpo esgotasse aquela ativação e você sentisse fraqueza.

    Agora, alguns cuidados:

    Se isso foi pontual e passou, provavelmente foi uma resposta ao estresse mesmo.

    Mas vale ficar atento se:
    – os sintomas se repetem com frequência
    – são muito intensos
    – ou demoram a passar

    Nesses casos, é importante investigar também com um médico para descartar outras causas.

    No momento em que isso acontece, algumas coisas podem ajudar:

    – diminuir o ritmo e parar um pouco
    – respirar mais lentamente, alongando a expiração
    – beber água
    – tentar relaxar o corpo (principalmente ombros e mandíbula)

    E, depois, olhar para o que essa situação ativou em você.

    Porque, muitas vezes, não é só a discussão em si — é o que ela toca: sensação de injustiça, medo de perder algo, dificuldade de se posicionar, ou até lembranças de outras situações.

    Talvez valha se perguntar:
    O que, nessa discussão, me afetou de verdade?
    O que ficou no meu corpo depois que tudo acabou?

    Isso ajuda a ir além do sintoma e entender o processo.

    Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica. Espero ter te ajudado a refletir.


  • Tenho 45 anos, durante mais de metade da minha vida acreditei ser hetero sexual, no entanto após 16

    Tenho 45 anos, durante mais de metade da minha vida acreditei ser hetero sexual, no entanto após 16 anos sem uma relação amorosa estável (ou relações sexuais), e a chegada da pré-menopausa, questionei fortemente a minha orientação sexual.
    Atualmente tenho um relacionamento com outra mulher e o meu "apetite sexual" é constante e enorme, a ponto de querer/poder ter relações sexuais todos os dias, de manhã e à noite.
    Será isso normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Olá! Compreendo sua situação e a busca por compreender sua sexualidade em uma fase de transição da vida é um processo pessoal complexo. O fenômeno que você descreve, onde a descoberta de uma nova orientação sexual e um aumento significativo no desejo sexual coincidem, pode ser entendido à luz de alguns princípios psicológicos.

    Primeiramente, é importante reconhecer que a orientação sexual pode ser fluida ao longo da vida e não está estritamente vinculada a categorias fixas. A exploração da sexualidade após um longo período de estabilidade ou repressão pode resultar em uma liberação de desejos reprimidos, o que pode explicar seu aumento no "apetite sexual".

    Além disso, a pré-menopausa e a menopausa frequentemente trazem mudanças hormonais que podem afetar a libido. Aumentos na testosterona, por exemplo, podem contribuir para um maior desejo sexual em algumas mulheres.

    Quanto à frequência desejada de relações sexuais, isso pode variar amplamente entre as pessoas e não há uma "normalidade" rígida. É fundamental que, em qualquer relacionamento, você e sua parceira se sintam confortáveis e satisfeitas com a dinâmica sexual estabelecida.

    Caso esse desejo sexual constante comece a causar desconforto emocional, estresse ou interferir negativamente em outras áreas de sua vida, pode ser benéfico discuti-lo com um psicólogo ou terapeuta sexual. Eles podem ajudá-la a explorar esses sentimentos e orientá-la na busca por um equilíbrio saudável em sua vida sexual. Lembre-se de que a autenticidade e a comunicação aberta em seu relacionamento são essenciais para o entendimento mútuo e o bem-estar emocional.


  • Namoro há dois anos, sou virgem e sinto muita vontade de transar com meu namorado porém tenho muito

    Namoro há dois anos, sou virgem e sinto muita vontade de transar com meu namorado porém tenho muito medo de engravidar e isso me trava na hora h. Tomo anticoncepcional e já conversei com meu parceiro para usarmos proteção, mas ainda assim meu medo não passa.. como posso ficar tranquila nessa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Entendo que você está se sentindo ansiosa sobre a possibilidade de engravidar, mesmo tomando anticoncepcional e discutindo o uso de proteção adicional com seu parceiro. Aqui estão algumas dicas para ajudar a lidar com esse medo:

    1. Converse com seu parceiro: É fundamental que seu parceiro entenda e apoie suas preocupações. A comunicação aberta pode aliviar parte da ansiedade.

    2. Métodos contraceptivos:
    Continue usando métodos contraceptivos confiáveis. O uso combinado de anticoncepcional e preservativo oferece uma proteção dupla e pode ajudar a tranquilizá-la.

    3. Educação sexual: Às vezes, a falta de informações claras sobre como os métodos contraceptivos funcionam pode aumentar o medo. Certifique-se de entender bem o funcionamento do seu anticoncepcional e a eficácia dos preservativos.

    4. Terapia: Considerar conversar com um terapeuta sobre suas ansiedades pode ser útil. A terapia pode ajudar a identificar as raízes do seu medo e desenvolver estratégias para lidar com ele.

    5. Preparação emocional: Reconheça que a intimidade é um processo emocional, além de físico. Tire o tempo que precisar para se sentir emocionalmente pronta.

    6. Exercícios de relaxamento: Técnicas de relaxamento e respiração podem ajudar a reduzir a ansiedade no momento.

    Se precisar de mais apoio ou quiser discutir isso mais detalhadamente, sinta-se à vontade para entrar em contato.

    Betânia Tassis, Psicóloga.


  • O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    O objetivo do psicologo(a) e mudar a forma de pensar do paciente ou tem nada ver ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Olá, Essa é uma pergunta muito importante — e a resposta precisa de cuidado e profundidade.

    O objetivo do psicólogo não é, exatamente, “mudar a forma de pensar” do paciente.
    O foco está em ajudar a pessoa a compreender melhor como ela pensa, sente e age — e, a partir disso, ampliar suas possibilidades de escolha e bem-estar.

    Veja alguns pontos centrais:

    1. Não é impor uma nova forma de pensar

    O psicólogo não está ali para dizer o que é certo ou errado, ou para “ensinar a pensar” de um jeito específico. O papel é criar um espaço de escuta e reflexão, onde o paciente possa olhar para suas crenças, padrões e histórias com mais clareza e autonomia.

    2. Mas sim ajudar a reconhecer padrões que causam sofrimento

    Muitas vezes, a pessoa repete formas de pensar, sentir ou agir que foram aprendidas em contextos difíceis (família, traumas, lutos, exclusões…). Quando esses padrões geram dor, o psicólogo pode ajudar o paciente a enxergar isso — e a construir alternativas mais saudáveis e conscientes.

    3. Cada abordagem faz isso de um jeito
    • Na terapia cognitivo-comportamental (TCC), há foco direto em identificar e reformular pensamentos disfuncionais.
    • Na psicanálise, o foco é trazer à consciência o que está inconsciente, compreendendo os afetos e desejos.
    • Na terapia sistêmica (como a que eu utilizo), buscamos entender como o contexto e as relações influenciam o que a pessoa sente e como ela se posiciona no mundo.
    • Outras abordagens, como a fenomenológica, focam na escuta da experiência do paciente sem tentar mudar nada de imediato.

    4. A mudança acontece por dentro, e não por imposição

    Quando a pessoa entende melhor o que está vivendo, ela mesma começa a mudar — não porque foi forçada, mas porque fez sentido. O papel do psicólogo é acolher, provocar reflexões, desafiar suavemente padrões nocivos, e apoiar o processo de crescimento emocional e relacional.

    Sou Betânia Tassis, psicóloga clínica, especialista em saúde mental, terapia breve e terapia de casais. Agradeço a oportunidade dessa reflexão e espero ter contribuído para ampliar a compreensão sobre o papel da psicoterapia. Que cada pessoa possa se sentir mais livre para olhar para si com respeito, responsabilidade e gentileza — e encontrar, no processo terapêutico, um caminho possível de transformação sem imposição, mas com verdade e presença.


  • Eu tenho 45 anos, sou viuva, estou namorando sinto muita vontade de fazer sexo, lubrifico ate demais

    Eu tenho 45 anos, sou viuva, estou namorando sinto muita vontade de fazer sexo, lubrifico ate demais, no primeiro mês de namoro cheguei ate senti orgasmo duas vezes no momento da relação sexual, eu lubrifico muito isso me incomoda, só que do terceiro mês pra frente de namoro não consigo mais sentir orgasmo… o que pode ser? Nem me masturbando sozinha consigo sentir orgasmo… o que faço?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Olá! A dificuldade em atingir o orgasmo pode ter várias causas, algumas das quais podem ser físicas, emocionais ou relacionadas ao contexto do relacionamento. É possível que mudanças hormonais, estresse, ansiedade, problemas de comunicação ou outros fatores estejam afetando sua capacidade de atingir o orgasmo.

    Para abordar essa questão, seria recomendável buscar a ajuda de um profissional de saúde especializado, como um médico, terapeuta sexual ou ginecologista. Eles podem realizar uma avaliação mais aprofundada, considerando fatores físicos, emocionais e psicológicos, e oferecer orientações personalizadas.

    Além disso, é importante comunicar-se abertamente com seu parceiro sobre suas preocupações e sentimentos. A comunicação honesta pode ajudar a criar um ambiente de apoio e compreensão, além de permitir que vocês explorem juntos diferentes formas de prazer e intimidade.

    Cada pessoa é única, e o tratamento mais apropriado dependerá da causa subjacente do problema. Procure um profissional de saúde para obter um diagnóstico preciso e um plano de tratamento adequado às suas necessidades individuais. Espero ter ajudado em suas reflexões. Abraços, Betânia Tassis


  • Estou em um relacionamento a 3 meses e ela me pediu relacionamento aberto, não entendo como uma pess

    Estou em um relacionamento a 3 meses e ela me pediu relacionamento aberto, não entendo como uma pessoa que diz que gosta de mim quer ficar com outras pessoas, principalmente na fase inicial do “namoro”!

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    É compreensível que isso gere confusão e até insegurança. Quando estamos no início de um relacionamento, muitas pessoas esperam justamente o contrário: exclusividade, construção de vínculo e sensação de escolha mútua. Por isso, quando surge a proposta de um relacionamento aberto, é natural que apareçam dúvidas sobre o que o outro realmente sente ou deseja.

    É importante lembrar que existem diferentes formas de viver os relacionamentos. Algumas pessoas se sentem mais confortáveis em relações abertas, enquanto outras valorizam mais a exclusividade. Nenhuma dessas formas é necessariamente certa ou errada — o ponto central é se os dois estão de acordo e se sentem respeitados dentro do acordo que constroem juntos.

    Talvez seja um momento de conversar com calma e tentar entender melhor o que essa proposta significa para ela: é uma visão de vida? Um desejo de liberdade? Uma dificuldade em assumir exclusividade agora? Ao mesmo tempo, também vale você olhar para si e se perguntar com honestidade: isso faz sentido para mim? Eu me sentiria bem vivendo um relacionamento assim?

    Relacionamentos saudáveis costumam se construir a partir de diálogo, clareza de expectativas e acordos que não gerem sofrimento constante para um dos lados. Quando os desejos e valores são muito diferentes, às vezes o desafio não é convencer o outro, mas entender se existe compatibilidade para seguir juntos.

    Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica, e te convido a refletir sobre o que você precisa para se sentir respeitado e seguro em uma relação.


  • Músicas podem ser usadas para amenizar a ansiedade ou os seus sintomas?

    Músicas podem ser usadas para amenizar a ansiedade ou os seus sintomas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Sim, músicas podem ajudar — e, em muitos casos, ajudam bastante.

    Quando você está ansioso, seu corpo entra em um estado de ativação: respiração mais curta, coração acelerado, pensamento rápido. A música pode funcionar como um recurso para regular esse ritmo interno.

    Ela atua em duas frentes ao mesmo tempo:

    Por um lado, no corpo.
    Ritmos mais lentos e previsíveis tendem a desacelerar a respiração e o batimento cardíaco. É como se o organismo “acompanhasse” a cadência da música.

    Por outro, na mente.
    A música ocupa espaço mental. Ela pode diminuir o excesso de pensamentos, trazer foco e até mudar o tom emocional do momento.

    Mas tem um ponto importante: não é qualquer música, nem qualquer forma de ouvir.

    O efeito depende muito de como você usa isso.

    Algumas direções práticas podem te ajudar:

    1. Escolha músicas que acompanhem o que você precisa, não só o que você sente
    Se você já está muito acelerado, músicas muito intensas podem manter esse estado.
    Às vezes o caminho é ir, aos poucos, para sons mais calmos.

    2. Use a música como âncora
    Preste atenção nos instrumentos, na voz, no ritmo.
    Quanto mais presente você estiver na escuta, menos espaço sobra para os pensamentos ansiosos.

    3. Combine com a respiração
    Você pode tentar respirar no ritmo da música, alongando a expiração. Isso ajuda o corpo a sair do estado de alerta.

    4. Crie repertórios para momentos diferentes
    Uma playlist para acalmar, outra para organizar o dia, outra para quando você precisa de energia. Isso dá previsibilidade para o seu sistema.

    5. Observe o efeito em você
    A mesma música pode acalmar uma pessoa e ativar outra. O critério é sempre: isso me ajuda a me sentir melhor ou mais agitado?



    A música não resolve a ansiedade na raiz, mas pode ser um recurso importante de regulação no momento em que ela aparece.

    Talvez valha se perguntar:
    Em quais momentos do dia minha ansiedade aumenta?
    Como eu posso usar a música como um apoio nesses momentos?

    Cuidar da ansiedade também passa por construir pequenas estratégias que te ajudam a voltar para si.

    Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica. Espero ter te ajudado a refletir.


  • Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspon

    Olá, faz alguns anos, que me sinto estranha, como se eu amasse apenas uma pessoa e ele não correspondesse, depois disso passei a me sentir vazia, isolada, todos se afastaram de mim, eu não tenho amigos exceto pelas amizades virtuais, mas na vida real eu não tenho amigas com quem sair .....e quando eu encontro alguém eu já não sei como me portar, eu ajo de forma estranha, me sinto uma alienígena na minha cidade, por isso quero me mudar de país, quero tentar recomeçar tudo do 0.....tudo isso me incomoda e me deixa sufocada com uma dor de cabeça dos infernos, eu apenas queria ter amigos e sei lá ser amada de verdade sem ser usada.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Eu quero começar te dizendo que o que você está sentindo não é estranho. É doloroso, mas não é estranho.

    Quando a gente ama alguém e não é correspondida, isso não dói só pelo outro. Isso mexe com a nossa sensação de valor, de pertencimento, de “sou escolhida ou não?”. E quando essa experiência se repete ou marca muito, pode surgir essa sensação de vazio que você descreve.

    A psicologia entende que o ser humano precisa de duas coisas básicas: vínculo e identidade. Pertencer e saber quem é.
    Quando uma dessas partes fica fragilizada, a gente pode começar a se sentir deslocada, como se estivesse fora do lugar — até na própria cidade.

    Essa vontade de ir embora, de mudar de país, de começar do zero… muitas vezes não é só sobre geografia.
    É sobre querer fugir da dor associada aos lugares onde você se sentiu rejeitada. É uma tentativa legítima de recomeço. Mas existe uma pergunta importante: o que exatamente você quer deixar para trás? E o que você leva junto, mesmo mudando de lugar?

    Porque quando a identidade está fragilizada, a sensação de não pertencimento pode atravessar fronteiras.

    Você diz que, quando encontra alguém, já não sabe como se portar. Isso mostra que não é falta de desejo de vínculo — é insegurança sobre como ser você mesma. Talvez você esteja tentando ser aceita antes de conseguir se sentir segura sendo quem é.

    Sentir-se “alienígena” geralmente não significa que você não pertence.
    Significa que você ainda não encontrou um espaço onde pode se apresentar inteira, sem medo de ser usada ou descartada.

    E isso é um processo.

    Trabalhar sua identidade é olhar para perguntas como:
    Quem eu sou quando não estou tentando agradar?
    O que eu gosto?
    Como eu me relaciono?
    Que tipo de vínculo eu realmente quero construir?

    Quando a gente fortalece essa base interna, o pertencimento deixa de ser uma busca desesperada e vira uma construção gradual.

    E sobre querer ser amada de verdade: isso é uma necessidade humana legítima. Mas amor saudável começa quando você aprende a reconhecer seu próprio valor, para não aceitar migalhas emocionais.

    Talvez, antes de mudar de país, o movimento mais profundo seja se aproximar de você.

    Se você topar, a terapia pode ser um espaço para reconstruir essa sensação de pertencimento de dentro para fora — com cuidado, com tempo, com compreensão da sua história de vínculos.

    Você não é uma alienígena.
    Você é alguém que está ferida e tentando sobreviver como pode.

    E isso merece acolhimento, não julgamento.
    Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica e espero ter ajudado a refletir.


  • Olá boa noite ,estou a 6 meses sem ter relação com meu marido, por conta de um problema Renal.Pergun

    Olá boa noite ,estou a 6 meses sem ter relação com meu marido, por conta de um problema Renal.Perguntei a ele se ele está se masturbando pq estamos muito tempo sem,ele disse q nao ele tem vergonha de falar cmg sobre isso eu acho.
    Queria saber se o homem consegue ficar 6 meses sem ejacular?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Sim, um homem é capaz de passar vários meses sem ejacular. A frequência e a necessidade de ejacular variam de pessoa para pessoa. Alguns homens podem sentir uma maior necessidade de ejaculação regularmente, enquanto outros podem passar períodos mais longos sem sentir essa necessidade. É importante lembrar que cada indivíduo é diferente e tem suas próprias características sexuais e desejos. Se você e seu marido têm preocupações ou dúvidas sobre a intimidade sexual durante esse período, é recomendado que conversem abertamente sobre o assunto para entenderem as necessidades e limitações um do outro e encontrarem maneiras de manter a conexão e a satisfação mútua. Espero ter ajudado nas suas questões. @psi.simples abraços! Betânia Tassis


  • Mi masturbo com muita frequência e sempre chego ao orgasmo,mas na penetração nunca atinjo , é normal

    Me masturbo com muita frequência e sempre chego ao orgasmo, mas na penetração nunca atinjo , é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Sim, é completamente normal que algumas pessoas tenham dificuldade em atingir o orgasmo durante a penetração, mesmo que consigam alcançá-lo por meio da masturbação. A capacidade de atingir o orgasmo pode variar de pessoa para pessoa e pode ser influenciada por vários fatores, como sensibilidade sexual, estimulação adequada, níveis de excitação, emoções, entre outros.

    É importante lembrar que o sexo não se resume apenas à penetração e ao orgasmo. A intimidade sexual pode ser desfrutada de várias maneiras, incluindo toques, carícias, sexo oral, entre outros. Comunicação aberta com seu parceiro(a) é fundamental para entenderem as preferências e necessidades um do outro, e juntos podem explorar diferentes formas de prazer. Se a dificuldade persistir e afetar negativamente sua vida sexual, considerar a busca de orientação profissional de um médico ou terapeuta sexual pode ser útil. Espero ter ajudado em suas reflexões @psi.simples abraços Betânia Tassis


  • Boa Noite como trato minha ansiedade não consigo mais dormir me sinto muito mal com isso me ajuda

    Boa Noite, como trato minha ansiedade? não consigo mais dormir, me sinto muito mal com isso, me ajuda

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Boa noite. Quando a ansiedade começa a afetar o sono, o corpo e a sensação de bem-estar, é sinal de que algo dentro de você está pedindo atenção e cuidado.

    A ansiedade costuma aparecer quando a mente fica muito acelerada, preocupada com situações do presente ou do futuro. Muitas pessoas relatam exatamente isso: dificuldade para dormir, pensamentos que não param, sensação de tensão no corpo ou preocupação constante.

    Algumas atitudes simples podem ajudar a começar a acalmar o organismo: reduzir estímulos antes de dormir (como celular ou notícias), criar um horário mais regular para o sono, fazer respirações lentas e profundas ou pequenas pausas ao longo do dia para relaxar o corpo. Essas práticas ajudam o sistema nervoso a sair do estado de alerta.

    Ao mesmo tempo, quando a ansiedade começa a interferir no sono e no funcionamento do dia a dia, é muito importante procurar ajuda profissional. A psicoterapia pode ajudar você a compreender o que está gerando essa ansiedade, aprender estratégias para regular os pensamentos e desenvolver formas mais saudáveis de lidar com as emoções. Em alguns casos, também pode ser útil conversar com um médico para avaliar o sono e o nível de ansiedade.

    Você não precisa enfrentar isso sozinho(a). Com apoio e orientação adequada, é possível recuperar o equilíbrio emocional e voltar a ter noites de descanso mais tranquilas.

    Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica, e espero ter ajudado você a refletir sobre esse momento.


  • tenho timidez e ansiedade.devo procurar um psicologo?.

    tenho timidez e ansiedade.devo procurar um psicologo?.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Betânia Tassis

    Olá! Sim, procurar um psicólogo pode ser uma escolha extremamente positiva — especialmente quando timidez e ansiedade estão te impedindo de viver com liberdade, confiança ou bem-estar.

    Vamos organizar isso de forma prática e acolhedora:

    Quando procurar um psicólogo?

    Procure um psicólogo quando:
    • Você sente que a timidez te limita em relações, oportunidades ou expressão pessoal.
    • A ansiedade interfere no seu sono, corpo, rotina ou decisões.
    • Você está cansado de lutar sozinho com essas sensações internas.
    • Sente vontade de se conhecer mais profundamente e construir uma nova relação consigo.

    Por que vale a pena?
    • Um psicólogo não te julga, te escuta e te ajuda a entender suas emoções com clareza.
    • A ansiedade e a timidez não são falhas: são sinais de algo que precisa ser reorganizado por dentro.
    • O processo terapêutico te fortalece emocionalmente, trazendo autonomia, leveza e direção.

    Microação para hoje:

    Você pode começar anotando onde e como a timidez e a ansiedade aparecem. Isso já vai te dar clareza sobre os gatilhos e abrir espaço interno para decidir com mais consciência.

    Começar a se observar já é um passo de coragem — e é muito bonito quando a gente escolhe cuidar da nossa história com mais presença e respeito. Falar sobre timidez e ansiedade não é só desabafar: é reconhecer que existe um mundo dentro da gente pedindo atenção, e que vale a pena escutar.

    Se algo em você está pedindo mudança, acolhimento ou direção, esse pode ser sim o momento certo para buscar autoconhecimento — e a terapia é um espaço seguro e poderoso para isso. Nela, você não precisa saber tudo, nem ter respostas prontas. Basta querer se entender um pouco mais.

    Eu sou Betânia Tassis, psicóloga clínica com mais de 20 anos de experiência, especialista em Terapia de Casais, Saúde Mental e Sexualidade. É muito especial poder compartilhar esses recursos e caminhos com você — e reforçar que buscar ajuda não é sinal de fraqueza, mas de maturidade e desejo de viver melhor.

    Se precisar, estarei por aqui.


Todos os conteúdos publicados no doctoralia.com.br, principalmente perguntas e respostas na área da medicina, têm caráter meramente informativo e não devem ser, em nenhuma circunstância, considerados como substitutos de aconselhamento médico.