Perguntas do paciente (214)
-
Trabalho de assistente na marcenaria, com produtos de MDF, respiro muito pó de MDF quando tipo a más
Trabalho de assistente na marcenaria, com produtos de MDF, respiro muito pó de MDF quando tipo a máscara, esse pó faz mal a saúde? Ele causa doenças graves?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o pó de MDF (Medium-Density Fiberboard) pode ser prejudicial à saúde, especialmente se você está constantemente exposto a ele sem proteção adequada. Vamos detalhar os riscos e o que você pode fazer para se proteger:
Riscos à saúde causados pelo pó de MDF:
Problemas respiratórios:
O pó de MDF pode irritar as vias respiratórias, causando sintomas como tosse, chiado no peito, falta de ar e agravamento de condições como asma ou bronquite.
A exposição prolongada pode levar a doenças pulmonares crônicas, como bronquite ocupacional ou fibrose pulmonar.
Irritação dos olhos, nariz e garganta:
O pó pode causar irritação nas mucosas, levando a sintomas como coceira nos olhos, coriza, dor de garganta e espirros.
Risco de câncer:
O MDF contém resinas de formaldeído, uma substância química que é liberada no ar durante o corte ou lixamento do material. O formaldeído é classificado como um carcinógeno humano (substância que pode causar câncer) pela Agência Internacional de Pesquisa sobre o Câncer (IARC). A exposição prolongada e sem proteção pode aumentar o risco de câncer de nasofaringe e leucemia.
Problemas de pele:
O contato direto com o pó de MDF pode causar dermatites ou irritações na pele.
Efeitos neurológicos:
Em casos de exposição muito intensa, o formaldeído pode causar sintomas como dor de cabeça, tontura e fadiga.
Como se proteger no trabalho:
Use equipamento de proteção individual (EPI):
Máscara respiratória: Utilize máscaras do tipo P2 ou N95, que filtram partículas finas, como o pó de MDF. Máscaras comuns de tecido ou cirúrgicas não são suficientes.
Óculos de proteção: Para evitar irritação nos olhos.
Luvas e roupas de proteção: Para evitar o contato direto com o pó.
Melhore a ventilação do ambiente:
Trabalhe em áreas bem ventiladas ou use sistemas de exaustão para remover o pó do ar.
Se possível, utilize uma serra com sistema de exaustão ou coletor de pó para reduzir a dispersão de partículas.
Higiene pessoal:
Lave as mãos e o rosto regularmente durante o trabalho.
Troque de roupas após o expediente para evitar levar o pó para casa.
Limpeza do ambiente:
Use aspiradores industriais para limpar o pó, em vez de vassouras, que podem espalhar as partículas no ar.
Exames médicos regulares:
Faça check-ups periódicos com um médico do trabalho ou pneumologista para monitorar sua saúde respiratória e detectar precocemente qualquer problema relacionado à exposição ao pó.
Quando procurar um médico?
Se você apresentar sintomas como falta de ar, tosse persistente, chiado no peito, irritação nos olhos ou nariz, ou qualquer outro desconforto, procure um médico imediatamente. A exposição ao pó de MDF não deve ser subestimada, pois os efeitos podem ser cumulativos e levar a problemas graves a longo prazo.
Conclusão:
O pó de MDF é sim prejudicial à saúde, especialmente quando há exposição prolongada e sem proteção adequada. Adotar medidas de segurança e usar EPIs é essencial para reduzir os riscos. Cuide-se e não hesite em buscar ajuda médica se necessário.
Conte comigo para ajudar!
-
Fiz uma cirurgia de mastóide a 4 dias atrás, é normal sair uma secreção amarela e às vezes sair com
Fiz uma cirurgia de mastóide a 4 dias atrás, é normal sair uma secreção amarela e às vezes sair com sangue?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, após uma cirurgia de mastoidectomia, é comum haver secreção e algum sangramento nos primeiros dias. Vamos detalhar o que você pode esperar e quando se preocupar:
O que é normal após uma mastoidectomia:
Secreção amarelada:
A secreção amarelada pode ser uma mistura de líquido linfático, sangue e resíduos da cicatrização. Isso faz parte do processo de recuperação e é esperado nos primeiros dias.
Se a secreção for em pequena quantidade e não estiver associada a dor intensa ou mau cheiro, é provavelmente normal.
Sangramento leve:
Um pouco de sangue misturado à secreção também é comum, especialmente nos primeiros dias após a cirurgia. Isso ocorre porque os tecidos operados ainda estão cicatrizando.
Inchaço e desconforto:
A região ao redor da orelha pode ficar inchada e dolorida, o que é normal após o procedimento.
Cuidados pós-operatórios:
Mantenha o curativo limpo e seco:
Siga as orientações do seu médico sobre como trocar o curativo e limpar a região.
Evite molhar a área operada, especialmente se ainda houver pontos ou drenos.
Tome os medicamentos prescritos:
Use os antibióticos e anti-inflamatórios conforme indicado pelo médico para prevenir infecções e controlar a dor.
Evite esforços físicos:
Não faça atividades que aumentem a pressão na cabeça, como levantar peso ou se curvar, pois isso pode aumentar o sangramento.
Monitore os sintomas:
Observe se a secreção ou o sangramento aumentam significativamente ou se surgem outros sintomas preocupantes.
Quando se preocupar e procurar o médico:
Secreção excessiva ou com mau cheiro:
Se a secreção aumentar muito, tiver odor desagradável ou parecer pus, pode ser sinal de infecção.
Sangramento intenso:
Se o sangramento for abundante e não diminuir com o tempo, é importante buscar avaliação médica.
Dor intensa ou febre:
Dor que não melhora com analgésicos ou febre acima de 38°C podem indicar complicações, como infecção.
Tontura ou fraqueza facial:
Sintomas como tontura persistente ou dificuldade para movimentar o rosto podem indicar problemas mais sérios e exigem atenção imediata.
Conclusão:
A secreção amarelada e o sangramento leve são normais nos primeiros dias após a cirurgia de mastóide. No entanto, fique atento a sinais de infecção ou complicações, como secreção excessiva, mau cheiro, dor intensa ou febre. Se notar qualquer um desses sintomas, entre em contato com seu médico o mais rápido possível.
Conte comigo para ajudar!
-
Estou com otite média com efusão e a médica me passou o medicamento montelucaste de sódio associado
Estou com otite média com efusão e a médica me passou o medicamento montelucaste de sódio associado há um spray nasal com corticoide. Gostaria de saber como o montelucaste vai agir para que o líquido no ouvido saia? Vi que muitos médicos tem ressalvas à esse medicamento também.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você trouxe uma dúvida muito relevante! Vamos esclarecer como o montelucaste de sódio pode atuar no tratamento da otite média com efusão (OME) e por que ele é prescrito, além de abordar as ressalvas que alguns médicos têm em relação a esse medicamento.
O que é otite média com efusão (OME)?
A OME ocorre quando há acúmulo de líquido no ouvido médio, geralmente sem sinais de infecção aguda. Esse líquido pode persistir por semanas ou meses, causando sensação de ouvido tampado, perda auditiva e, em alguns casos, desconforto. A OME está frequentemente associada a disfunção da tuba auditiva (canal que liga o ouvido médio à garganta) e a condições como alergias, resfriados ou sinusites.
Como o montelucaste de sódio age?
O montelucaste de sódio é um medicamento antileucotrieno, originalmente desenvolvido para tratar asma e rinite alérgica. Ele age bloqueando a ação dos leucotrienos, substâncias inflamatórias que podem causar edema (inchaço) e aumento da produção de muco. No caso da OME, a ideia é que ele ajude a:
Reduzir a inflamação na região da tuba auditiva, facilitando a drenagem do líquido acumulado no ouvido médio.
Diminuir a produção de muco nas vias aéreas superiores, o que pode contribuir para a melhora da função da tuba auditiva.
Por que a médica associou o montelucaste ao spray nasal com corticoide?
A combinação de montelucaste com um spray nasal de corticoide é uma estratégia comum para tratar a OME, especialmente quando há suspeita de que a causa seja relacionada a alergias ou inflamação crônica das vias aéreas superiores. O spray nasal age localmente, reduzindo o inchaço e a inflamação na região da tuba auditiva, enquanto o montelucaste atua sistemicamente para controlar a inflamação e a produção de muco.
Ressalvas em relação ao montelucaste:
Embora o montelucaste seja eficaz para muitas pessoas, alguns médicos têm ressalvas em relação ao seu uso, principalmente por causa de possíveis efeitos colaterais e controvérsias recentes:
Efeitos colaterais:
Em algumas pessoas, o montelucaste pode causar efeitos adversos, como dor de cabeça, irritabilidade, alterações de humor, pesadelos ou até sintomas mais graves, como depressão ou ansiedade.
Por isso, é importante monitorar qualquer mudança no comportamento ou humor durante o uso.
Eficácia limitada em alguns casos:
Estudos mostram que o montelucaste pode ser mais eficaz em pacientes com OME associada a alergias ou asma. Em outros casos, seu benefício pode ser limitado.
Controvérsias recentes:
Em 2020, a FDA (agência regulatória dos EUA) emitiu um alerta sobre possíveis efeitos neuropsiquiátricos do montelucaste, especialmente em crianças e adolescentes. Por isso, alguns médicos preferem evitar seu uso ou recomendá-lo com cautela.
O que você pode fazer?
Siga as orientações da médica: Se ela prescreveu o montelucaste, é porque acredita que ele pode ajudar no seu caso. Dê uma chance ao tratamento, mas fique atenta a possíveis efeitos colaterais.
Monitore seus sintomas: Observe se há melhora na sensação de ouvido tampado ou na audição após algumas semanas de uso.
Comunique efeitos adversos: Se notar alterações de humor, irritabilidade ou outros sintomas incomuns, informe a médica imediatamente.
Considere uma segunda opinião: Se ainda estiver insegura, consulte outro otorrinolaringologista para discutir alternativas de tratamento.
Alternativas de tratamento:
Se o montelucaste não for adequado para você, outras opções podem ser consideradas, como:
Manobras de autoinsuflação: Para ajudar a abrir a tuba auditiva.
Tratamento de alergias: Se houver suspeita de alergias como causa da OME.
Cirurgia (tubos de ventilação): Em casos persistentes, a colocação de um tubo de ventilação no tímpano pode ser necessária para drenar o líquido.
Conclusão:
O montelucaste pode ser útil no tratamento da OME, especialmente quando há inflamação ou alergias envolvidas. No entanto, é importante estar atenta a possíveis efeitos colaterais e discutir qualquer preocupação com sua médica. Se precisar de mais orientações, estou à disposição.
Conte comigo para ajudar!
-
Existem pesquisas em andamento no Brasil sobre a restauração da cóclea usando células-tronco ou outr
Existem pesquisas em andamento no Brasil sobre a restauração da cóclea usando células-tronco ou outro método ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existem pesquisas em andamento no Brasil e no mundo sobre a restauração da cóclea utilizando células-tronco e outras abordagens inovadoras. A perda auditiva neurossensorial, que afeta a cóclea (estrutura responsável pela conversão de sons em sinais elétricos), é um campo de grande interesse na medicina regenerativa. Vou detalhar o que sabemos até o momento:
Pesquisas com células-tronco para restauração da cóclea:
Objetivo das pesquisas:
As células-tronco têm o potencial de se diferenciar em diversos tipos de células, incluindo as células ciliadas da cóclea, que são essenciais para a audição. A ideia é regenerar ou substituir essas células danificadas, restaurando a função auditiva.
Desafios:
A cóclea é uma estrutura complexa e delicada, e a regeneração precisa ser precisa para garantir a funcionalidade.
A integração das novas células com o sistema nervoso auditivo também é um desafio técnico.
Pesquisas no Brasil:
No Brasil, instituições como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estão envolvidas em estudos sobre células-tronco e regeneração de tecidos, incluindo a cóclea.
Essas pesquisas ainda estão em fase experimental, mas mostram resultados promissores em modelos animais.
Outras abordagens em estudo:
Terapia gênica:
A terapia gênica visa corrigir mutações ou estimular a regeneração das células ciliadas por meio da introdução de genes específicos. Pesquisadores brasileiros também estão envolvidos nessa área.
Bioengenharia e próteses biônicas:
Além das células-tronco, há estudos sobre o desenvolvimento de implantes cocleares mais avançados e a combinação de dispositivos eletrônicos com técnicas de regeneração celular.
Fatores de crescimento e moléculas regenerativas:
Pesquisas estão investigando o uso de moléculas que possam estimular a regeneração natural das células ciliadas, sem a necessidade de células-tronco.
Situação atual no Brasil:
A maioria das pesquisas ainda está em fase pré-clínica (testes em laboratório e animais), mas o Brasil tem se destacado na área de biotecnologia e medicina regenerativa.
A aprovação para uso em humanos ainda pode levar alguns anos, pois é necessário garantir a segurança e a eficácia dessas terapias.
O que esperar no futuro?
A restauração da cóclea usando células-tronco ou terapia gênica pode se tornar uma realidade nos próximos anos, especialmente com o avanço das pesquisas e dos investimentos em biotecnologia.
Enquanto isso, tratamentos como implantes cocleares e aparelhos auditivos continuam sendo as opções mais eficazes para pacientes com perda auditiva neurossensorial.
Como acompanhar as pesquisas:
Se você tem interesse em acompanhar os avanços, pode buscar publicações científicas em revistas como a Brazilian Journal of Otorhinolaryngology ou acompanhar os sites de instituições como a USP e a Unicamp.
Converse também com seu otorrinolaringologista, que pode ter informações atualizadas sobre estudos clínicos ou novas terapias disponíveis.
Conclusão:
A restauração da cóclea usando células-tronco ou outras técnicas é uma área promissora, e o Brasil está ativamente envolvido nesse campo de pesquisa. Embora ainda não esteja disponível para uso clínico, os avanços são animadores e podem trazer novas esperanças para pacientes com perda auditiva.
Conte comigo para ajudar!
-
Meu bebê de 3 meses está fazendo uso de amoxicilina 250 mg para tratamento de uma ótima média com pu
Meu bebê de 3 meses está fazendo uso de amoxicilina 250 mg para tratamento de uma ótima média com pus (3 semanas saindo pus), hoje faz 7 dias (receita de 7 dias a cada 8 horas 2ml). Porém continua saindo a secreção, diminuiu bastante e está menos esverdeada. O que devo fazer? Ele ficou resfriado, fiz lavagem nasal mas de forma errada devido má orientação do pediatra do posto local, suspendi após a aparição da secreção esverdeada
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Primeiramente, é importante reconhecer que você está fazendo o possível para cuidar do seu bebê, e é compreensível que esteja preocupada com a persistência da secreção. Vamos analisar a situação e orientar os próximos passos:
Avaliação do tratamento atual:
Amoxicilina por 7 dias:
A amoxicilina é um antibiótico comum para tratar otite média aguda (OMA), mas em alguns casos, especialmente quando há pus persistente, pode ser necessário um tratamento mais prolongado ou a troca para um antibiótico de espectro mais amplo.
A melhora na cor e na quantidade da secreção (menos esverdeada e em menor volume) sugere que o antibiótico está tendo algum efeito, mas a persistência da secreção indica que a infecção pode não estar completamente resolvida.
Resfriado e lavagem nasal:
O resfriado pode piorar a otite, pois a congestão nasal e a inflamação das vias aéreas superiores podem comprometer a drenagem do ouvido médio através da tuba auditiva.
A lavagem nasal, quando feita de forma incorreta, pode levar a complicações, como o refluxo de secreções para o ouvido médio, agravando a infecção. É importante usar soro fisiológico e técnicas adequadas, como seringas ou dispositivos específicos para bebês.
O que fazer agora?
Retorne ao médico:
Como a secreção persiste após 7 dias de amoxicilina, é essencial que o bebê seja reavaliado por um pediatra ou otorrinolaringologista. Eles podem considerar:
Prolongar o tratamento com amoxicilina por mais alguns dias.
Trocar o antibiótico para um de espectro mais amplo, como a amoxicilina com clavulanato (Augmentin), que é mais eficaz contra bactérias resistentes.
Investigar complicações, como mastoidite (infecção que se espalha para o osso atrás da orelha) ou perfuração timpânica.
Cuidados com o resfriado:
Continue fazendo lavagem nasal corretamente com soro fisiológico, usando dispositivos apropriados para bebês.
Mantenha o bebê hidratado e em um ambiente umidificado, se possível, para aliviar a congestão nasal.
Monitoramento:
Observe sinais de alerta, como febre persistente, irritabilidade excessiva, inchaço ou vermelhidão atrás da orelha, ou piora da secreção. Se notar qualquer um desses sintomas, procure atendimento médico imediatamente.
Prevenção de futuras otites:
Amamentação: Se possível, mantenha a amamentação, pois ela fortalece o sistema imunológico do bebê.
Evite exposição a fumantes: A fumaça do cigarro aumenta o risco de infecções respiratórias e otites.
Vacinação: Certifique-se de que o bebê está com o calendário vacinal em dia, especialmente a vacina pneumocócica (Prevnar), que protege contra bactérias que causam otite.
Conclusão:
A persistência da secreção após 7 dias de amoxicilina indica que a infecção pode não estar completamente resolvida. É fundamental que o bebê seja reavaliado por um médico para ajustar o tratamento. Enquanto isso, continue com os cuidados nasais e fique atenta a sinais de complicações.
Conte comigo para ajudar!
-
Tenho alguns problemas respiratórios/nasais bronquite crônica, e já tive problemas com sinusite/rini
Tenho alguns problemas respiratórios/nasais bronquite crônica, e já tive problemas com sinusite/rinite, venho tendo quadros com sintomas de: Dor de cabeça, crises alérgicas (direto, com coceira no olho, espirros frequentes, coriza) também sinto cheiro ruim, do qual aparenta vir do nariz (cheiro de fumaça/cheiro podre); inchaço na região dos seios nasais, e muito muco. Trabalho em escritório, onde tem ar condicionado, sinto que o ar ajuda a piorar, pois é só chegar no serviço que meus olhos ficam vermelhos, começo a sentir o cheiro acima e não consigo respirar direito. O que devo fazer pra ajudar nos sintomas ? e sobre o cheiro, outras pessoas podem sentir, pois as vezes sinto que isso incomoda as outras pessoas. Agradeço desde já !
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Você está lidando com sintomas que sugerem uma combinação de rinite alérgica, sinusite crônica e possivelmente bronquite crônica, agravados pela exposição ao ar condicionado. O cheiro desagradável que você descreve pode estar relacionado a uma infecção sinusal (sinusite) ou a uma condição chamada rinosinusite fúngica. Vamos abordar o que você pode fazer para aliviar os sintomas e melhorar sua qualidade de vida.
1. Medidas imediatas para alívio dos sintomas:
Para a rinite alérgica e congestão nasal:
Lavagem nasal com soro fisiológico:
Faça lavagens nasais 2-3 vezes ao dia para remover alérgenos, muco e partículas irritantes. Use um dispositivo apropriado, como uma seringa ou lota nasal.
Spray nasal com corticoide:
Use sprays como budesonida, fluticasona ou mometasona, que ajudam a reduzir a inflamação nasal e controlar os sintomas de rinite. Eles devem ser usados diariamente, conforme prescrição médica.
Anti-histamínicos:
Medicamentos como loratadina, cetirizina ou desloratadina podem ajudar a controlar a coceira, os espirros e a coriza. Prefira os de segunda geração, que causam menos sonolência.
Para o cheiro desagradável e sinusite:
Consulte um otorrinolaringologista:
O cheiro de fumaça ou podre pode indicar uma infecção sinusal (bacteriana ou fúngica). O médico pode solicitar uma tomografia dos seios da face para avaliar a presença de muco espesso, pólipos ou sinais de infecção.
Se houver infecção, pode ser necessário um tratamento com antibióticos (para sinusite bacteriana) ou antifúngicos (para sinusite fúngica).
Uso de descongestionantes:
Em casos agudos, descongestionantes nasais (como oximetazolina) podem ajudar, mas não devem ser usados por mais de 3-5 dias para evitar efeito rebote.
Para a bronquite crônica:
Inaladores ou broncodilatadores:
Se você tem bronquite crônica, pode precisar de um inalador com broncodilatador (como salbutamol) para aliviar a falta de ar. Converse com um pneumologista para ajustar o tratamento.
Evite irritantes:
Fuja de fumaça de cigarro, poluição e odores fortes, que podem piorar os sintomas.
2. Cuidados no ambiente de trabalho:
Ar condicionado:
Limpeza do ar condicionado:
Peça para a empresa realizar a manutenção e limpeza regular dos filtros do ar condicionado. Filtros sujos acumulam poeira, ácaros e fungos, que pioram os sintomas alérgicos.
Umidificação do ar:
O ar condicionado resseca o ambiente, o que pode irritar as vias respiratórias. Use um umidificador portátil ou coloque uma vasilha com água perto da sua mesa para aumentar a umidade do ar.
Posicione-se longe do ar condicionado:
Se possível, sente-se longe do fluxo direto do ar condicionado para evitar a exposição constante ao ar frio e seco.
3. Tratamento a longo prazo:
Imunoterapia (vacina para alergia):
Se a rinite alérgica for persistente e causada por alérgenos específicos (como ácaros ou pólen), a imunoterapia pode ser uma opção. Ela ajuda a dessensibilizar o sistema imunológico e reduzir os sintomas ao longo do tempo.
Controle ambiental:
Evite alérgenos:
Use capas antiácaros em travesseiros e colchões, lave roupas de cama com água quente e evite tapetes e cortinas que acumulem poeira.
Purificadores de ar:
Considere usar um purificador de ar com filtro HEPA em casa para reduzir a exposição a alérgenos e partículas irritantes.
Acompanhamento médico regular:
Consulte um otorrinolaringologista para tratar a sinusite e a rinite, e um pneumologista para controlar a bronquite crônica. Eles podem ajustar o tratamento conforme sua evolução.
4. Sobre o cheiro desagradável:
O cheiro que você sente provavelmente está relacionado à infecção ou ao acúmulo de muco nos seios nasais. Outras pessoas podem sentir o cheiro se houver secreção purulenta ou se o muco estiver drenando para a garganta (gotejamento pós-nasal).
Para evitar constrangimentos, mantenha a higiene nasal em dia e use pastilhas ou sprays bucais para refrescar o hálito, se necessário.
5. Quando procurar um médico urgentemente:
Se os sintomas piorarem, com febre, dor facial intensa, inchaço ao redor dos olhos ou dificuldade para respirar, procure atendimento médico imediatamente. Isso pode indicar uma complicação, como abscesso ou infecção grave.
Conclusão:
Seu quadro parece ser multifatorial, envolvendo rinite alérgica, sinusite e bronquite crônica. Com o tratamento adequado e cuidados ambientais, é possível controlar os sintomas e melhorar sua qualidade de vida. Não hesite em buscar ajuda médica para um plano de tratamento personalizado.
Conte comigo para ajudar!
-
Tenho uma distonia de laringe, desde 2013. Era professora e desencadeei isso. A Dr disse, que com ap
Tenho uma distonia de laringe, desde 2013. Era professora e desencadeei isso. A Dr disse, que com aplicações contínuas de toxina botulínica nos músculos laríngeos, pode ser que a voz estabilize a função, ou melhore bem, sem ter que reaplicar. Existe essa possibilidade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existe essa possibilidade, e é uma perspectiva animadora para quem convive com distonia de laringe! Vamos explicar como a toxina botulínica pode ajudar e por que, em alguns casos, as aplicações contínuas podem levar a uma melhora duradoura ou até à estabilização da função vocal.
O que é distonia de laringe?
A distonia de laringe é um distúrbio neurológico que causa contrações involuntárias dos músculos da laringe, afetando a voz e, em alguns casos, a respiração. No seu caso, como ex-professora, o uso excessivo da voz provavelmente contribuiu para o desenvolvimento dessa condição.
Como a toxina botulínica (Botox) funciona?
A toxina botulínica é um tratamento bem estabelecido para distonia de laringe. Ela age bloqueando a liberação de acetilcolina, um neurotransmissor responsável pela contração muscular. Isso reduz as contrações involuntárias e melhora a função vocal. O procedimento é feito por um otorrinolaringologista ou foniatra, que injeta a toxina diretamente nos músculos afetados da laringe.
É possível estabilizar a função vocal com aplicações contínuas?
Sim, em alguns casos, as aplicações regulares de toxina botulínica podem levar a uma melhora duradoura ou até à estabilização da função vocal. Isso pode ocorrer por dois motivos principais:
"Reprogramação" muscular:
Com o tempo, as injeções de toxina botulínica podem ajudar a "reeducar" os músculos da laringe, reduzindo a frequência e a intensidade das contrações involuntárias. Isso pode levar a uma melhora gradual e, em alguns casos, à redução da necessidade de novas aplicações.
Redução da hiperatividade neural:
A distonia é causada por uma disfunção nos circuitos cerebrais que controlam os movimentos musculares. A toxina botulínica pode modular essa atividade neural, ajudando a estabilizar a função vocal ao longo do tempo.
Fatores que influenciam o sucesso do tratamento:
Regularidade das aplicações: Seguir o cronograma de aplicações conforme indicado pelo médico é essencial para obter os melhores resultados.
Terapia fonoaudiológica: Associar o tratamento com toxina botulínica a sessões de fonoterapia pode potencializar os efeitos, ajudando a melhorar a coordenação e o controle vocal.
Tempo de evolução da distonia: Quanto mais cedo o tratamento for iniciado, maiores as chances de melhora duradoura.
O que esperar a longo prazo?
Em alguns pacientes, as aplicações regulares de toxina botulínica podem levar a uma melhora significativa, permitindo que a função vocal se estabilize e reduzindo a necessidade de novas aplicações.
Em outros casos, pode ser necessário continuar com aplicações periódicas, mas em intervalos maiores ou com doses menores.
Conclusão:
A possibilidade de estabilização da função vocal com aplicações contínuas de toxina botulínica é real, especialmente quando o tratamento é associado a fonoterapia e seguido de forma consistente. Converse com sua médica sobre suas expectativas e continue acompanhando a evolução do tratamento.
Conte comigo para ajudar!
-
Tenho rinite alérgica e asma. Em crise de sinusite, tomei antibiótico por 7 dias, dps de 2 dias do f
Tenho rinite alérgica e asma. Em crise de sinusite, tomei antibiótico por 7 dias, dps de 2 dias do fim do remédio os sintomas voltaram. Tomei de novo, outro antibiótico, era pra ser por 14 dias, mas no 7º dia a asma atacou (por causa da sinusite) e tive que ir ao hospital. A saturação estava baixa, fiquei internada por 4 dias, tomei outro antibiótico na veia e usei mt bombinha, sai do hospital e usei mais 4 dias de antibiótico oral como prescrito. Hj, 6 dias dps do fim do remédio, os sintomas voltaram (dor de cabeça na testa, secreção amarelada, tosse, hálito ruim). O que posso fazer? Está complicado achar médico devido ao recesso, mas não aguento mais
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lamento saber que você está passando por isso. Seus sintomas sugerem que a sinusite pode ter se tornado crônica ou que há uma infecção persistente que não está respondendo adequadamente aos tratamentos anteriores. Vamos abordar o que você pode fazer para resolver essa situação:
1. Avaliação médica detalhada:
Consulte um otorrinolaringologista:
É essencial fazer uma avaliação completa, incluindo exames como tomografia dos seios da face, para verificar a extensão da sinusite e identificar possíveis complicações, como pólipos nasais ou desvio de septo.
O médico também pode coletar uma amostra da secreção nasal para identificar o tipo de bactéria ou fungo envolvido e prescrever um antibiótico mais específico.
2. Tratamento para sinusite crônica ou recorrente:
Antibióticos:
Dependendo do caso, pode ser necessário um antibiótico de longo prazo (por 3 a 6 semanas) ou um espectro mais amplo para tratar infecções resistentes.
Exemplos: amoxicilina com clavulanato, levofloxacino ou azitromicina.
Corticosteroides nasais:
Sprays como budesonida, fluticasona ou mometasona ajudam a reduzir a inflamação nos seios nasais e melhorar a drenagem.
Lavagem nasal:
Faça lavagens nasais com soro fisiológico várias vezes ao dia para remover secreções e alérgenos. Use dispositivos como seringas ou lota nasal.
Descongestionantes:
Em casos agudos, descongestionantes nasais (como oximetazolina) podem ajudar, mas não devem ser usados por mais de 3-5 dias para evitar efeito rebote.
Antifúngicos (se necessário):
Se houver suspeita de sinusite fúngica, o médico pode prescrever antifúngicos como o itraconazol.
3. Controle da asma:
Use a medicação de manutenção:
Se você tem asma, é crucial usar a medicação de controle diário (como corticosteroides inalatórios) conforme prescrito pelo pneumologista.
Bombinha de resgate:
Mantenha a bombinha de resgate (como salbutamol) sempre à mão para crises agudas.
Acompanhamento com pneumologista:
A asma pode piorar com infecções respiratórias, como a sinusite. Um pneumologista pode ajustar seu tratamento para evitar novas crises.
4. Cuidados gerais:
Evite alérgenos:
Mantenha o ambiente limpo, use capas antiácaros em travesseiros e colchões, e evite contato com poeira, mofo e animais de estimação.
Hidratação:
Beba bastante água para ajudar a fluidificar as secreções.
Umidificação do ar:
Use um umidificador para evitar que o ar seco piore os sintomas.
5. Quando considerar cirurgia:
Se a sinusite crônica não melhorar com o tratamento clínico, o otorrinolaringologista pode sugerir uma cirurgia endoscópica nasal para:
Remover pólipos nasais.
Corrigir desvios de septo.
Ampliar os seios nasais para melhorar a drenagem.
6. Sinais de alerta para procurar atendimento imediato:
Febre alta.
Dor facial intensa ou inchaço ao redor dos olhos.
Dificuldade para respirar ou saturação de oxigênio baixa.
Confusão mental ou sonolência excessiva.
Conclusão:
Sua sinusite parece ser persistente e está claramente afetando sua qualidade de vida e sua asma. É fundamental consultar um otorrinolaringologista para uma avaliação detalhada e um plano de tratamento personalizado. Enquanto isso, continue com as lavagens nasais, use a medicação prescrita e evite fatores que possam piorar os sintomas.
Conte comigo para ajudar!
-
Pode tomar o remédio otosylase(em gotas) e ibuprofeno juntos?Qual seria a ordem de se tomar eles?e a
Pode tomar o remédio otosylase(em gotas) e ibuprofeno juntos?Qual seria a ordem de se tomar eles?e a dosagem?OBS:é para um ouvido com dor e secreção com um odor não muito forte
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível usar Otosylase (em gotas) e ibuprofeno juntos, mas é importante seguir algumas orientações para garantir a segurança e a eficácia do tratamento. Vamos detalhar como e quando tomar cada medicamento, além de orientar sobre a dosagem.
1. Otosylase (gotas otológicas):
Indicação: Otosylase é um medicamento tópico usado para tratar infecções no ouvido externo ou médio. Ele contém antibióticos (neomicina e polimixina B) e um anti-inflamatório (dexametasona), que ajudam a combater a infecção e reduzir a inflamação.
Como usar:
Limpe o ouvido externo com cuidado, sem introduzir objetos (como cotonetes) no canal auditivo.
Aqueça o frasco de Otosylase entre as mãos por alguns segundos para evitar tontura ao pingar as gotas frias.
Incline a cabeça para o lado e aplique as gotas no ouvido afetado conforme a prescrição médica (geralmente 3-4 gotas, 2-3 vezes ao dia).
Mantenha a cabeça inclinada por alguns minutos para permitir que o medicamento penetre no ouvido.
Cuidados:
Não use Otosylase se houver suspeita de perfuração no tímpano, a menos que indicado por um médico.
Evite a entrada de água no ouvido durante o tratamento.
2. Ibuprofeno (anti-inflamatório oral):
Indicação: O ibuprofeno é um anti-inflamatório não esteroidal (AINE) usado para aliviar a dor e reduzir a inflamação. No caso de dor de ouvido, ele pode ajudar a controlar a dor e o desconforto.
Como usar:
Tome o ibuprofeno por via oral, com um copo de água, preferencialmente após as refeições para evitar irritação gástrica.
A dosagem depende da idade, peso e gravidade dos sintomas. Para adultos, a dose geralmente é de 400 mg a 600 mg, a cada 6 a 8 horas, conforme necessário. Para crianças, a dose deve ser calculada com base no peso (10 mg/kg por dose, a cada 6-8 horas).
Cuidados:
Não exceda a dose máxima recomendada (geralmente 2400 mg por dia para adultos).
Evite o uso prolongado sem orientação médica, pois pode causar efeitos colaterais, como irritação gástrica ou problemas renais.
Ordem de uso:
Primeiro, use o Otosylase:
Aplique as gotas no ouvido afetado conforme as instruções.
Aguarde alguns minutos para que o medicamento seja absorvido antes de se levantar.
Depois, tome o ibuprofeno:
Após aplicar as gotas, tome o ibuprofeno por via oral para aliviar a dor e a inflamação.
Dosagem (resumo):
Otosylase: 3-4 gotas no ouvido afetado, 2-3 vezes ao dia.
Ibuprofeno:
Adultos: 400 mg a 600 mg, a cada 6-8 horas, conforme necessário.
Crianças: 10 mg/kg por dose, a cada 6-8 horas (consulte um pediatra para a dosagem exata).
Cuidados adicionais:
Monitoramento: Se a dor ou a secreção persistirem após alguns dias de tratamento, ou se piorarem, procure um médico. Pode ser necessário ajustar o tratamento ou investigar outras causas.
Hidratação: Beba bastante água para ajudar na recuperação.
Evite automedicação: Sempre consulte um médico antes de iniciar qualquer tratamento, especialmente em crianças ou em casos de infecções recorrentes.
Conclusão:
O uso combinado de Otosylase e ibuprofeno pode ser eficaz para tratar a dor e a infecção no ouvido. Siga as orientações de dosagem e ordem de uso, e não hesite em buscar atendimento médico se os sintomas persistirem.
Conte comigo para ajudar!
-
Amanhã tenho marcado um botox,mais já tem dois dias que tou com crise de sinusite,oque fazer devo fa
Amanhã tenho marcado um botox,mais já tem dois dias que tou com crise de sinusite,oque fazer devo fazer ou não?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A aplicação de Botox facial é um procedimento seguro e minimamente invasivo, mas é importante avaliar se a sua crise de sinusite pode interferir no procedimento ou na recuperação. Vamos analisar os pontos importantes para você tomar a melhor decisão:
1. Avalie a gravidade da sinusite:
Sintomas leves a moderados (como congestão nasal, dor facial leve e coriza):
Se você está conseguindo controlar os sintomas com medicamentos e não apresenta febre ou mal-estar geral, o procedimento pode ser realizado, desde que você informe o profissional sobre a sinusite.
Sintomas graves (febre, dor facial intensa, secreção purulenta, mal-estar geral):
Nesses casos, é recomendável adiar o procedimento até que a sinusite esteja controlada. A infecção pode comprometer sua recuperação e aumentar o risco de complicações.
2. Riscos de fazer o Botox durante a sinusite:
Infecção:
Embora o Botox seja aplicado superficialmente, a sinusite é uma infecção que pode se espalhar ou piorar se o sistema imunológico estiver sobrecarregado.
Desconforto durante o procedimento:
A dor facial e a congestão nasal podem tornar o procedimento mais desconfortável.
Efeitos colaterais:
A sinusite pode aumentar a sensibilidade da pele e dos músculos, potencializando efeitos colaterais como inchaço ou dor no local da aplicação.
3. O que fazer antes do procedimento:
Informe o profissional:
Comunique o médico ou dentista que fará o procedimento sobre a sua sinusite. Ele poderá avaliar se é seguro prosseguir ou se é melhor adiar.
Controle os sintomas:
Se decidir fazer o Botox, use medicamentos para aliviar os sintomas da sinusite, como descongestionantes nasais, anti-inflamatórios ou analgésicos (sempre com orientação médica).
Faça lavagens nasais com soro fisiológico para ajudar a drenar as secreções.
4. Quando adiar o procedimento:
Se você estiver com febre, dor facial intensa ou secreção nasal purulenta, o ideal é adiar o Botox até que a sinusite esteja completamente resolvida. Isso garantirá uma recuperação mais tranquila e segura.
5. Cuidados após o procedimento (se for realizado):
Evite deitar ou inclinar a cabeça para baixo nas primeiras horas após a aplicação, para evitar a migração do Botox para áreas indesejadas.
Não massageie a região tratada, pois isso pode espalhar a toxina.
Siga as orientações do profissional sobre cuidados pós-procedimento.
Conclusão:
Se a sua sinusite estiver leve e controlada, o procedimento de Botox pode ser realizado, desde que o profissional esteja ciente da sua condição. No entanto, se os sintomas forem graves ou você estiver com febre, o ideal é adiar o procedimento até que a sinusite esteja resolvida. Priorize sua saúde e segurança!
Conte comigo para ajudar!
-
O mal uso da Ortopedia funcional dos maxilares pode ocosionar lesões no ouvido do paciente? ( Tipo d
O mal uso da Ortopedia funcional dos maxilares pode ocosionar lesões no ouvido do paciente? ( Tipo doença no ouvido? Síndrome de meniere
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o mal uso da ortopedia funcional dos maxilares (OFM) pode, em alguns casos, estar relacionado a problemas no ouvido, embora não seja comum causar condições específicas como a síndrome de Ménière. Vamos explorar essa relação e entender como isso pode acontecer:
O que é ortopedia funcional dos maxilares (OFM)?
A OFM é uma área da odontologia que utiliza aparelhos ortopédicos para corrigir desequilíbrios no crescimento e na função dos maxilares. Esses aparelhos podem ser usados em crianças, adolescentes e adultos para tratar problemas como má oclusão, distúrbios da articulação temporomandibular (ATM) e desalinhamentos mandibulares.
Como a OFM pode afetar o ouvido?
A articulação temporomandibular (ATM) está localizada muito próxima ao ouvido médio e às estruturas do ouvido interno. Por isso, problemas na ATM ou o uso inadequado de aparelhos ortopédicos podem, em alguns casos, levar a sintomas que afetam o ouvido. Isso ocorre devido à proximidade anatômica e à interconexão entre as estruturas.
Possíveis mecanismos:
Pressão na articulação temporomandibular (ATM):
Um aparelho mal ajustado pode causar sobrecarga ou desalinhamento da ATM, gerando tensão nos músculos e ligamentos ao redor. Essa tensão pode irradiar para a região do ouvido, causando dor, sensação de ouvido tampado ou zumbido.
Alterações na tuba auditiva:
A tuba auditiva (ou trompa de Eustáquio) é responsável por equalizar a pressão no ouvido médio. Problemas na ATM podem afetar a função da tuba auditiva, levando a sintomas como pressão no ouvido, autofonia (ouvir a própria voz ecoando) ou até otite média com efusão (acúmulo de líquido no ouvido médio).
Irritação de nervos:
A ATM está próxima a nervos que inervam o ouvido e a região craniofacial. Um aparelho mal ajustado pode comprimir ou irritar esses nervos, causando sintomas como dor, zumbido ou tontura.
Relação com a síndrome de Ménière:
A síndrome de Ménière é uma condição do ouvido interno caracterizada por episódios de vertigem, zumbido, perda auditiva e sensação de pressão no ouvido. Sua causa exata ainda não é totalmente compreendida, mas está relacionada a alterações no líquido do ouvido interno (endolinfa).
Não há evidências científicas que comprovem que a OFM ou problemas na ATM possam causar diretamente a síndrome de Ménière.
No entanto, o estresse e a tensão na região da ATM podem agravá-la em pacientes que já têm predisposição à doença.
Sintomas que podem ser confundidos com problemas no ouvido:
Dor no ouvido (otalgia).
Zumbido (tinnitus).
Sensação de ouvido tampado.
Tontura ou vertigem.
Dificuldade para mastigar ou abrir a boca.
O que fazer se suspeitar de problemas relacionados à OFM?
Consulte o dentista ou ortodontista:
Se você está usando um aparelho ortopédico e percebeu o surgimento de sintomas no ouvido, retorne ao profissional que o prescreveu. Ele pode ajustar o aparelho ou reavaliar o plano de tratamento.
Avaliação com um otorrinolaringologista:
Se os sintomas persistirem, consulte um otorrinolaringologista para descartar problemas no ouvido, como otite, disfunção da tuba auditiva ou síndrome de Ménière.
Fisioterapia para ATM:
Em casos de disfunção da ATM, a fisioterapia pode ajudar a aliviar a tensão muscular e melhorar a função da articulação.
Como prevenir problemas:
Certifique-se de que o aparelho ortopédico foi bem ajustado e está sendo usado conforme as orientações do profissional.
Informe ao dentista qualquer desconforto ou sintoma novo que surgir durante o tratamento.
Evite hábitos que sobrecarreguem a ATM, como ranger os dentes (bruxismo) ou morder objetos duros.
Conclusão:
O mal uso da ortopedia funcional dos maxilares pode, sim, causar sintomas que afetam o ouvido devido à proximidade entre a ATM e as estruturas auditivas. No entanto, não há evidências de que isso cause diretamente a síndrome de Ménière. Se você está enfrentando sintomas como dor, zumbido ou tontura, é importante buscar avaliação tanto do dentista quanto do otorrinolaringologista para um diagnóstico preciso e tratamento adequado.
Conte comigo para ajudar!
-
Pode ser portador da síndrome de meniere sem sentir tontura ou vertigem. Apenas tendo com sintoma zu
Pode ser portador da síndrome de meniere sem sentir tontura ou vertigem. Apenas tendo com sintoma zumbido e pouco de dor,?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A síndrome de Ménière é classicamente caracterizada por quatro sintomas principais: vertigem, zumbido, perda auditiva e sensação de pressão no ouvido. No entanto, a apresentação da doença pode variar de pessoa para pessoa, e nem todos os sintomas precisam estar presentes ao mesmo tempo. Vamos esclarecer sua dúvida:
É possível ter síndrome de Ménière sem vertigem?
Não é comum, mas em alguns casos, especialmente nos estágios iniciais da doença, a vertigem pode não estar presente ou ser muito leve. O zumbido e a sensação de pressão no ouvido podem ser os primeiros sintomas a aparecer.
A vertigem geralmente se desenvolve com o tempo, mas há relatos de pacientes que apresentam principalmente zumbido e perda auditiva, sem episódios de vertigem. Isso é chamado de "Ménière atípica".
Outras possíveis causas de zumbido e dor no ouvido:
Antes de considerar a síndrome de Ménière, é importante descartar outras condições que podem causar sintomas semelhantes:
Zumbido (tinnitus):
Pode ser causado por perda auditiva, exposição a ruídos altos, acúmulo de cera, infecções no ouvido ou problemas na articulação temporomandibular (ATM).
Dor no ouvido (otalgia):
Pode estar relacionada a infecções (otite média ou externa), disfunção da ATM, neuralgias ou até problemas dentários.
Sinusite ou rinossinusite:
A congestão nasal e a inflamação dos seios da face podem causar pressão no ouvido e zumbido.
Doenças autoimunes ou vasculares:
Condições como lúpus ou vasculite podem afetar o ouvido interno e causar zumbido e dor.
Labirintite ou vestibulopatia:
Inflamações no ouvido interno podem causar zumbido e desequilíbrio, mas geralmente estão associadas a tontura.
Como confirmar ou descartar a síndrome de Ménière?
Se você suspeita de síndrome de Ménière, é essencial consultar um otorrinolaringologista para uma avaliação completa. O diagnóstico é baseado em:
Histórico clínico:
Descrição dos sintomas, frequência e duração dos episódios.
Audiometria:
Para avaliar a perda auditiva, que na síndrome de Ménière geralmente afeta os sons graves.
Testes vestibulares:
Para avaliar a função do equilíbrio e identificar alterações no ouvido interno.
Exames de imagem:
Ressonância magnética ou tomografia podem ser solicitados para descartar outras causas, como tumores ou alterações estruturais.
O que fazer enquanto isso?
Evite fatores desencadeantes:
Reduza o consumo de sal, cafeína e álcool, que podem piorar os sintomas.
Controle o estresse, pois ele pode agravar o zumbido.
Use medicamentos sintomáticos:
Se houver dor, analgésicos como paracetamol ou ibuprofeno podem ajudar.
Para o zumbido, o médico pode prescrever medicamentos como betahistina ou antidepressivos, dependendo da causa.
Terapia de habituação ao zumbido (TRT):
Em casos de zumbido persistente, a terapia com um fonoaudiólogo pode ajudar a reduzir o incômodo.
Conclusão:
Embora a síndrome de Ménière seja improvável sem vertigem, é possível que você esteja nos estágios iniciais da doença ou apresentando uma forma atípica. No entanto, outras condições também podem causar zumbido e dor no ouvido. Consulte um otorrinolaringologista para uma avaliação detalhada e um diagnóstico preciso.
Conte comigo para ajudar!
-
Meu ouvido direito tem apresentado perda na audição, este ano de 2024, foram 2 episódios, do primeir
Meu ouvido direito tem apresentado perda na audição, este ano de 2024, foram 2 episódios, do primeiro para o segundo o tempo foi curto, mas para o episódio atual demorou mais para acontecer, nas duas primeiras fiz a lavagem e ao mencionar ao médico que o primeiro havia me receitado o Cerumin, ele me disse para não usar mais, porque o medicamento amolece a cera, mas agora na ultima médica que fui ela já me disse para evitar a lavagem e usar o Cerumin, mas que deveria aquece-lo antes de usar... ja estou usando a 2 dias e não tenho sentido nenhuma mudança para melhor, o que devo fazer, retornar ao médico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é importante retornar ao médico para uma reavaliação, especialmente porque a perda auditiva pode ter causas variadas, e o tratamento precisa ser ajustado conforme a evolução do seu caso. Vamos analisar a situação e orientar os próximos passos:
Possíveis causas da perda auditiva no ouvido direito:
Impactação de cerume (cera):
O acúmulo de cera no ouvido é uma causa comum de perda auditiva temporária. O uso de Cerumin (que amolece a cera) e a lavagem são métodos válidos, mas podem não ser eficazes se a cera estiver muito compactada ou se houver outro problema associado.
Otite externa ou média:
Infecções no ouvido externo ou médio podem causar perda auditiva, dor e sensação de ouvido tampado. Se houver infecção, o tratamento com antibióticos pode ser necessário.
Problemas no ouvido interno:
Condições como labirintite, doença de Ménière ou perda auditiva neurossensorial podem causar perda auditiva sem estar relacionadas à cera.
Disfunção da tuba auditiva:
A tuba auditiva bloqueada (comum em casos de sinusite ou rinite) pode causar sensação de ouvido tampado e perda auditiva.
Outras causas:
Traumas, exposição a ruídos altos, tumores (como neuroma acústico) ou doenças autoimunes também podem causar perda auditiva.
O que fazer agora?
Continue usando o Cerumin:
Siga as orientações da médica e aqueça o produto antes de usar. O Cerumin pode levar alguns dias para amolecer a cera completamente, mas se não houver melhora após 4-5 dias, é importante reavaliar.
Evite a lavagem por enquanto:
Se a médica recomendou evitar a lavagem, siga essa orientação. A lavagem pode ser contraindicada se houver suspeita de perfuração no tímpano ou infecção.
Retorne ao médico:
Se não houver melhora após alguns dias de uso do Cerumin, ou se os sintomas piorarem (dor, febre, secreção), procure o otorrinolaringologista novamente. Ele pode:
Realizar uma otoscopia para verificar o ouvido.
Fazer uma limpeza profissional do ouvido, se necessário.
Solicitar exames como audiometria ou timpanometria para avaliar a audição e a função do ouvido médio.
Investigar outras causas da perda auditiva, como infecções ou problemas no ouvido interno.
Cuidados enquanto aguarda a consulta:
Não introduza objetos no ouvido:
Evite usar cotonetes, grampos ou qualquer objeto para tentar remover a cera, pois isso pode empurrá-la mais para dentro ou causar lesões.
Mantenha o ouvido seco:
Evite a entrada de água no ouvido afetado.
Use analgésicos se necessário:
Se houver dor, medicamentos como paracetamol ou ibuprofeno podem ajudar.
Quando procurar atendimento imediatamente:
Se a perda auditiva piorar rapidamente.
Se houver dor intensa, febre ou secreção purulenta no ouvido.
Se surgirem sintomas como tontura, vertigem ou zumbido intenso.
Conclusão:
Como você já está usando o Cerumin há 2 dias sem melhora, o ideal é retornar ao médico para uma reavaliação. A perda auditiva pode ter várias causas, e o tratamento precisa ser ajustado conforme a evolução do seu caso. Não hesite em buscar ajuda profissional para garantir um diagnóstico preciso e um tratamento eficaz.
Conte comigo para ajudar!
-
Estou do 17 dia de pós operatório de amigdalectomia e minha úvula e céu da boca ainda estão inchados
Estou do 17 dia de pós operatório de amigdalectomia e minha úvula e céu da boca ainda estão inchados, da forma que minha voz ainda está “entalada” é normal? Qual a média de tempo após a cirurgia para a voz voltar ao normal ? Na região onde estavam as amígdalas tem uma placa cinza escura mas já não dói mais.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Após uma amigdalectomia, é comum que a recuperação leve algumas semanas, e os sintomas que você descreve (inchaço na úvula e no céu da boca, voz "entalada" e placas cinza-escuras) fazem parte do processo de cicatrização. Vamos detalhar o que esperar e quando procurar ajuda:
1. Inchaço na úvula e no céu da boca:
É normal que a úvula e o palato mole (céu da boca) fiquem inchados após a cirurgia, pois eles podem ter sido manipulados durante o procedimento.
O inchaço pode afetar a voz, deixando-a com um som nasalado ou "entalado". Isso ocorre porque a úvula e o palato mole são importantes para a ressonância da voz.
Tempo para melhora: O inchaço geralmente diminui significativamente após 2 a 3 semanas, mas pode levar até 4 a 6 semanas para desaparecer completamente.
2. Placas cinza-escuras na região das amígdalas:
Essas placas são tecido de cicatrização (fibrina) e são normais após a amigdalectomia. Elas se formam no local onde as amígdalas foram removidas e fazem parte do processo de cicatrização.
Tempo para desaparecer: As placas geralmente começam a se dissolver após 7 a 10 dias e desaparecem completamente em 2 a 3 semanas.
3. Voz "entalada":
A voz pode ficar alterada devido ao inchaço na úvula e no palato mole, além da adaptação à ausência das amígdalas.
Tempo para normalização: A voz geralmente volta ao normal após 3 a 4 semanas, mas em alguns casos pode levar até 6 semanas.
4. Cuidados pós-operatórios:
Hidratação: Beba bastante água para manter a garganta hidratada e facilitar a cicatrização.
Alimentação: Continue com alimentos macios e frios/mornos, evitando alimentos ácidos, picantes ou crocantes.
Repouso vocal: Evite gritar ou forçar a voz.
Analgésicos: Se houver desconforto, use analgésicos conforme prescrito pelo médico.
5. Quando procurar o médico:
Embora os sintomas que você descreve sejam normais no pós-operatório, é importante ficar atento a sinais de complicações, como:
Dor intensa que não melhora com analgésicos.
Sangramento na região da cirurgia.
Febre acima de 38°C.
Dificuldade para engolir ou respirar.
Odor forte ou pus na garganta.
Conclusão:
Seu quadro parece estar dentro do esperado para o 17º dia de pós-operatório. O inchaço na úvula e no céu da boca, as placas cinza-escuras e a voz alterada são parte do processo de cicatrização. A tendência é que esses sintomas melhorem gradualmente nas próximas semanas. No entanto, se você notar qualquer sinal de complicação ou se os sintomas persistirem após 4 a 6 semanas, consulte seu médico para uma reavaliação.
Conte comigo para ajudar!
-
Boa noite! É normal depois de 28 dias da cirurgia de rinosseptoplastia, turbinectomia e fess ainda
Boa noite!
É normal depois de 28 dias da cirurgia de rinosseptoplastia, turbinectomia e fess ainda sentir mau cheiro?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Em geral, após uma cirurgia de rinosseptoplastia, turbinectomia e FESS (cirurgia endoscópica dos seios paranasais), é comum experimentar uma variedade de sensações e sintomas durante o processo de recuperação. No entanto, qualquer persistência de mau cheiro após 28 dias pode ser motivo de preocupação e deve ser discutida com seu médico.
O mau cheiro pode ser associado a diversas causas, incluindo a presença de secreções nasais, infecções, ou outras condições relacionadas à cirurgia. Algumas possíveis explicações podem incluir:
Secreções Residuais: Pode ser que haja secreções remanescentes nos seios nasais que estão contribuindo para o odor. Isso pode ocorrer especialmente se houver alguma obstrução ou dificuldade no escoamento adequado das secreções.
Infecção: A presença de infecção pós-operatória pode causar mau cheiro. Infecções podem ocorrer mesmo com o uso de antibióticos pós-cirúrgicos.
Higiene Inadequada: A falta de higiene adequada durante o processo de recuperação pode contribuir para o mau odor. Se a área operada não estiver sendo mantida limpa conforme orientações médicas, isso pode ser um fator.
É importante entrar em contato com seu médico para relatar esses sintomas e receber orientações específicas para o seu caso. Eles podem recomendar exames adicionais, ajustar o tratamento pós-operatório, ou indicar a necessidade de uma consulta presencial para uma avaliação mais detalhada.
Consulte sempre seu médico para obter conselhos específicos para sua situação. Conte comigo para ajudar
-
Uso aparelho auditivo tenho que operar meu ouvido tímpano já fiz uma cirurgia no ouvido esquerdo e f
Uso aparelho auditivo tenho que operar meu ouvido tímpano já fiz uma cirurgia no ouvido esquerdo e fiquei surda agora tenho medo de ficar do ouvido direito… como posso ter uma segurança???
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação em relação à cirurgia de ouvido, especialmente porque você já teve uma experiência desafiadora no passado. Aqui estão algumas etapas que você pode seguir para aumentar sua segurança antes de considerar qualquer procedimento cirúrgico no ouvido direito:
Consulte um Otorrinolaringologista de Confiança: É fundamental escolher um otorrinolaringologista experiente e confiável que possa avaliar sua condição atual. Peça recomendações a médicos de confiança ou amigos e familiares, e verifique as qualificações e experiência do médico.
Obtenha uma Segunda Opinião: Antes de tomar qualquer decisão importante sobre cirurgia, procure uma segunda opinião médica. Outro médico pode confirmar o diagnóstico e fornecer informações adicionais sobre suas opções de tratamento.
Discuta Riscos e Benefícios: Converse detalhadamente com seu médico sobre os riscos e benefícios da cirurgia. Certifique-se de entender completamente o procedimento, os possíveis resultados e os riscos envolvidos.
Esclareça Suas Dúvidas: Não hesite em fazer todas as perguntas que tiver em mente. Entender completamente o procedimento e o que esperar pode ajudar a reduzir a ansiedade.
Conheça suas Opções de Tratamento Alternativas: Pergunte ao seu médico sobre outras opções de tratamento além da cirurgia, se existirem. Às vezes, existem abordagens menos invasivas que podem ser eficazes.
Apoio Psicológico: A preocupação com a cirurgia é normal, e conversar com um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, pode ajudar a lidar com o medo e a ansiedade relacionados ao procedimento.
Acompanhamento Pós-Cirúrgico: Certifique-se de que seu médico tenha um plano de acompanhamento pós-cirúrgico para garantir que você receba cuidados adequados após a cirurgia.
Compreensão das Possibilidades: Reconheça que cada cirurgia é única, e os resultados podem variar. Não baseie sua expectativa no resultado de uma cirurgia anterior.
Lembre-se de que tomar uma decisão sobre cirurgia é uma escolha pessoal e que você tem o direito de estar bem informado e confortável com essa decisão. Ter um médico em quem você confie e que forneça informações claras e apoio ao longo do processo pode ajudar a aumentar sua segurança durante o tratamento. Conte comigo para ajudar
-
Ola Doutores, Fiz ontem a imitanciometria e senti meu ouvido esquerdo meio abafado/tampado na hora d
Ola Doutores, Fiz ontem a imitanciometria e senti meu ouvido esquerdo meio abafado/tampado na hora dos apitos altos, e até agora nao voltou ao normal. Os apitos podem ter danificado meu ouvido ou é apenas um efeito colateral do exame que passa com os dias?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação em relação ao desconforto que você sentiu no ouvido esquerdo durante o exame de imitanciometria. Vou tentar esclarecer essa situação para você:
A imitanciometria é um exame que avalia a função da orelha média e pode envolver a produção de sons, incluindo tons altos, para verificar a resposta do sistema auditivo. É possível que, durante o exame, o som tenha causado uma sensação temporária de abafamento ou entupimento no ouvido.
Essa sensação costuma ser um efeito colateral temporário do exame e, na maioria dos casos, deve se resolver em algumas horas ou, no máximo, alguns dias. Geralmente, não causa danos permanentes à audição.
No entanto, se essa sensação de abafamento persistir por mais tempo ou se você notar algum outro sintoma auditivo, como zumbido ou perda auditiva, é essencial entrar em contato com o profissional de saúde que realizou o exame ou um otorrinolaringologista para uma avaliação mais detalhada.
Em resumo, é provável que a sensação de ouvido abafado que você está experimentando seja um efeito temporário do exame de imitanciometria. No entanto, se ela não desaparecer ou se houver outros sintomas auditivos, é importante buscar orientação médica para avaliação e acompanhamento adequados. Conte comigo para ajudar
-
Tive um trauma sonoro após um show,fui no otorrino rapidamente...estou fazendo tratamento e fiz vari
Tive um trauma sonoro após um show,fui no otorrino rapidamente...estou fazendo tratamento e fiz varias oudimetrias que deu normal e somente o lado esquerdo deu uma baixa na frequência 8kh3,... não tenho zumbido apenas ainda sinto meu ouvido esquerdo intupido alguns dias... gostaria de saber se esse sintoma de intupido um dia passará ou se tem algun tratamento pra resolver?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua preocupação após o trauma sonoro durante um show e o sintoma de ouvido entupido no ouvido esquerdo. É positivo que você tenha procurado um otorrinolaringologista e realizado audiometrias. Vou explicar um pouco mais sobre o que pode estar acontecendo e as possíveis opções de tratamento:
O trauma sonoro pode causar danos temporários ou permanentes à audição, dependendo da intensidade do som e da duração da exposição. A audiometria que você realizou é uma ferramenta importante para avaliar a função auditiva. O fato de a maioria dos resultados estar normal é um bom sinal, mas a baixa na frequência de 8kHz no ouvido esquerdo pode indicar uma alteração auditiva nessa faixa específica.
O sintoma de ouvido entupido pode ser devido a várias causas, incluindo problemas relacionados à pressão nos ouvidos, inflamação ou fluido no ouvido médio. Se não houver uma perda auditiva significativa, a sensação de ouvido entupido pode estar relacionada a uma disfunção da trompa de Eustáquio, que é responsável por equalizar a pressão entre o ouvido médio e o ambiente externo.
Para aliviar essa sensação de ouvido entupido, você pode tentar:
1. **Manobras de Valsalva:** Isso envolve suavemente segurar o nariz e soprar com a boca fechada. Isso pode ajudar a equalizar a pressão no ouvido médio.
2. **Descongestionantes nasais:** Eles podem ser úteis se houver congestionamento nasal contribuindo para o problema.
3. **Mastigação ou bocejo:** Isso também pode ajudar a abrir a trompa de Eustáquio.
4. **Evitar exposição a mudanças súbitas de pressão:** Isso inclui evitar mergulhar em água profunda ou voar se você estiver enfrentando esse sintoma.
No entanto, é importante continuar acompanhando seu otorrinolaringologista, pois essa sensação de entupimento pode persistir ou indicar um problema subjacente que requer tratamento específico. A boa notícia é que, com o devido cuidado médico, muitos problemas relacionados à audição e sensações no ouvido podem ser tratados ou gerenciados com sucesso. Conte comigo para ajudar
-
Passei a ter muito pigarro na garganta muito duro e que varias vezes me atrapalha a falar , ficando
Passei a ter muito pigarro na garganta muito duro e que varias vezes me atrapalha a falar , ficando rouca, principalmente quando acorda, sendo desconfortavel conversar com pessoas. Qual medico procurar incialmente , otorrino ou gastro?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Para os sintomas de pigarro na garganta, dificuldade em falar e rouquidão, é recomendável procurar inicialmente um otorrinolaringologista. O otorrinolaringologista é o especialista médico que lida com problemas relacionados ao ouvido, nariz e garganta, incluindo condições que afetam a voz, como rouquidão e pigarro.
Esse profissional poderá realizar uma avaliação completa da sua garganta, laringe e vias respiratórias superiores para identificar a causa do pigarro e da rouquidão. Isso pode envolver exames clínicos, como a laringoscopia, para verificar a saúde das cordas vocais e outras estruturas da garganta.
Se, após a avaliação inicial do otorrinolaringologista, for determinado que a causa do pigarro está relacionada a problemas gastrointestinais, o médico poderá encaminhá-lo a um gastroenterologista para uma avaliação mais aprofundada. No entanto, é geralmente apropriado começar com um otorrinolaringologista, já que eles têm experiência em lidar com distúrbios da voz e da garganta. Conte comigo para ajudar
-
O sorvete do pós operatório de adenóide e amídalas pode causar gripe?
O sorvete do pós operatório de adenóide e amídalas pode causar gripe?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O consumo de sorvete no pós-operatório de adenoidectomia e amigdalectomia não causa gripe. A gripe é uma doença viral causada por diferentes tipos de vírus influenza. A remoção das adenoides e das amídalas é uma cirurgia que envolve a remoção desses tecidos para tratar condições como infecções recorrentes ou obstruções nas vias respiratórias superiores.
No entanto, após a cirurgia, é importante tomar cuidados para evitar infecções bacterianas, já que a garganta pode ficar sensível e propensa a infecções enquanto se recupera. É comum que os médicos recomendem uma dieta de alimentos macios e frios, como sorvetes, iogurtes e gelatinas, para ajudar a aliviar o desconforto e a irritação na garganta durante a recuperação. Esses alimentos podem ser mais fáceis de engolir e menos irritantes para a área cirúrgica.
É importante seguir as orientações do médico sobre a dieta pós-operatória e cuidar da higiene para evitar a introdução de bactérias na área cirúrgica. Mas, em relação à gripe, ela é uma doença viral que não está relacionada ao consumo de sorvetes após essa cirurgia. Conte comigo para ajudar.
Perguntas frequentes
-
Doente com Cardiomiopatia Hipertrófica Apical e Insuficiência Cardíaca, 68 anos, pode viajar avião?
Em muitos casos a viagem aérea é possível quando a insuficiência cardíaca…