Perguntas do paciente (311)
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Como se manifesta o transtorno de personalidade borderline?
Como se manifesta o transtorno de personalidade borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) se manifesta por mudanças intensas de humor, medo de abandono, impulsividade e relacionamentos instáveis. Esses sinais afetam a vida cotidiana e precisam de atenção.
É essencial buscar avaliação profissional para um diagnóstico preciso e tratamento adequado, pois o acompanhamento especializado pode melhorar a qualidade de vida.
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É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa tem o Tra
É verdade que existem testes específicos neuropsicológicos para diagnosticar se uma pessoa tem o Transtorno da Personalidade Borderline (TPB)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, existem avaliações neuropsicológicas que ajudam no diagnóstico do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), mas elas são complementares ao diagnóstico clínico e não determinantes por si só. O diagnóstico de TPB, segundo o DSM-5 (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), é feito principalmente por meio de uma avaliação clínica detalhada, onde se examina o histórico comportamental, emocional e relacional do paciente.
Os testes neuropsicológicos podem ajudar a identificar padrões de funcionamento cognitivo, como dificuldades na regulação emocional, impulsividade e problemas de memória de trabalho ou funções executivas, que são comuns em pessoas com TPB. No entanto, eles não são exclusivos para esse transtorno e também podem aparecer em outras condições. Portanto, os testes funcionam como uma ferramenta auxiliar que, junto com uma análise clínica, pode dar uma visão mais completa dos sintomas e auxiliar o profissional de saúde mental no diagnóstico.
Em resumo, enquanto testes neuropsicológicos são úteis e podem informar o diagnóstico, eles não são suficientes para diagnosticá-lo isoladamente; o diagnóstico do TPB exige uma avaliação clínica aprofundada e holística.
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Gostaria de perguntar qual é a diferença entre Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) e Síndro
Gostaria de perguntar qual é a diferença entre Transtorno da Personalidade Borderline (TPB) e Síndrome de Borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O termo correto e oficial para se referir a essa condição é "Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)", que é reconhecido pelos manuais de diagnóstico, como o DSM-5-TR e o CID-11.
O TPB envolve uma instabilidade emocional intensa, medo profundo de abandono, impulsividade e relações interpessoais conturbadas, onde a pessoa pode ter mudanças rápidas de humor e comportamentos como automutilação ou sensação de vazio constante.
É um diagnóstico complexo e, apesar de desafiador, é importante lembrar que com o tratamento adequado — incluindo psicoterapia e, em alguns casos, medicação — a pessoa pode encontrar formas de lidar melhor com suas emoções e estabelecer relações mais estáveis e saudáveis.
Já o termo "Síndrome de Borderline" não é oficial e costuma ser usado de forma equivocada, criando confusão. Ele surgiu de um uso mais antigo ou leigo para descrever um conjunto de sintomas parecidos, mas não corresponde ao diagnóstico correto, segundo os critérios atuais. É compreensível que esse termo ainda apareça em algumas conversas, mas é fundamental esclarecer que o transtorno é reconhecido como TPB, o que nos ajuda a ter um entendimento mais preciso e acolhedor do que a pessoa vivencia, além de proporcionar acesso ao suporte adequado.
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. Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?
. Como posso ajudar alguém com Transtorno Bipolar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá!
É fundamental estar bem-informado sobre a condição e manter uma atitude empática. Aprender sobre os sintomas e as fases de mania e depressão permite que você ofereça apoio mais assertivo, respeitando os momentos em que a pessoa precisa de espaço ou incentivando-a a seguir com o tratamento psiquiátrico e psicológico.
Uma escuta ativa e paciência são essenciais, assim como ser um ponto de equilíbrio, principalmente durante episódios de impulsividade ou tristeza intensa.
Além disso, oferecer ajuda prática, como lembretes para compromissos ou apoio em atividades diárias, pode fazer a diferença. Manter contato regular e estar atento a sinais de agravamento são atitudes importantes, mas lembre-se de cuidar de si mesmo também, já que apoiar alguém com essa condição pode ser desafiador.
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Olá, boa noite! É possível se curar da ansiedade social?
Olá, boa noite! É possível se curar da ansiedade social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sim, é possível melhorar significativamente e, em muitos casos, superar a ansiedade social com o tratamento adequado. A cura pode ser vista como um processo de aprender a gerenciar os sintomas, reduzir a ansiedade e ganhar confiança nas interações sociais.
Algumas abordagens eficazes incluem:
1. Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC): Uma das terapias mais eficazes, ajudando a identificar e mudar padrões de pensamento negativos e comportamentos que alimentam a ansiedade social.
2. Exposição gradual: Enfrentar gradualmente as situações sociais que causam ansiedade, começando com cenários menos desafiadores e, aos poucos, avançando para os mais difíceis.
3. Medicamentos: Em alguns casos, o uso de medicamentos (como antidepressivos ou ansiolíticos) pode ajudar a reduzir os sintomas, especialmente quando combinado com a terapia.
4. Técnicas de relaxamento: Práticas como meditação, respiração profunda e mindfulness podem ajudar a gerenciar o estresse e a ansiedade em situações sociais.
5. Psicoterapia de grupo: Pode ser uma maneira segura de praticar interações sociais e receber apoio de outras pessoas com experiências semelhantes.
Com um tratamento consistente e apoio, muitas pessoas conseguem viver com muito menos ansiedade e mais conforto
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Tenho muita dificuldade em fazer laços com as outras pessoas, me sinto muito incomodada e ansiosa em
Tenho muita dificuldade em fazer laços com as outras pessoas, me sinto muito incomodada e ansiosa em qualquer situação social, nunca sei oq fazer com as mãos e sempre fico procurando algum refúgio para não ter que manter contato visual. Isso pode ser sintomas de fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, os sintomas que você descreve, como o desconforto intenso em situações sociais, a ansiedade, a dificuldade em fazer laços e a evasão de contato visual, podem estar relacionados à fobia social (também conhecida como transtorno de ansiedade social). Esse transtorno é caracterizado pelo medo intenso de ser julgado negativamente em situações sociais ou de desempenho, levando a um desejo de evitar esses cenários.
Outros sintomas comuns incluem:
Medo excessivo de interações sociais ou situações em que você possa ser observado.
Evitação de eventos sociais.
Sintomas físicos de ansiedade, como tremores, sudorese ou dificuldade para falar em público.
Se isso tem impactado sua vida de maneira significativa, pode ser útil procurar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação mais detalhada e para discutir estratégias de tratamento, que podem incluir psicoterapia ou medicamentos.
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Olá, boa tarde, passei por uma cirurgia no ombro e nos primeiros dias da recuperação o ombro saiu do
Olá, boa tarde, passei por uma cirurgia no ombro e nos primeiros dias da recuperação o ombro saiu do lugar, coloquei ele no lugar novamente, isso pode ter causado algum dano ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sentir desconforto com a felicidade e buscar a autossabotagem pode estar ligado a crenças inconscientes de não merecimento ou ao fato de a tristeza ter se tornado um estado familiar. Muitas vezes, essas sensações vêm de experiências passadas que associaram a felicidade a algo temporário ou "perigoso", ou até mesmo à culpa por estar bem quando outros não estão. Reconhecer essas emoções é um passo importante para entender suas origens e questionar por que você acredita não ser digna do que é bom. Com o apoio da Psicoterapia, é possível desconstruir essas crenças, aprender a abraçar pequenos momentos de alegria sem culpa e substituir o conforto na tristeza por um novo equilíbrio emocional, mais alinhado com seu bem-estar.
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Todas as pessoas com Deficiência Intelectual têm as mesmas dificuldades?
Todas as pessoas com Deficiência Intelectual têm as mesmas dificuldades?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não, as pessoas com Deficiência Intelectual (DI) não têm as mesmas dificuldades. A DI varia em termos de grau (leve, moderado, severo ou profundo) e de como afeta as habilidades cognitivas e adaptativas de cada pessoa. Alguns indivíduos podem ter mais dificuldade com a resolução de problemas complexos, enquanto outros podem enfrentar desafios maiores em habilidades sociais ou na independência nas atividades diárias. O contexto familiar, educacional e o apoio que recebem também influenciam bastante como lidam com essas dificuldades.
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Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?
Em que idade o transtorno afetivo bipolar (TAB) se manifesta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O Transtorno Afetivo Bipolar (TAB) geralmente se manifesta no final da adolescência ou no início da idade adulta, por volta dos 20 anos. Ainda assim, é possível se observar em qualquer idade, desde a infância até a fase mais tardia da vida.
O pico de início mais comum é entre os 15 e 30 anos. Fatores genéticos, estresse e alterações no cérebro podem influenciar o surgimento do transtorno.
É necessária uma investigação da vida pregressa e acompanhamento psicológico e psiquiátrico, para fechar o diagnóstico que em alguns casos pode levar até 15 anos
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Alguém gritar falar alto um pensamento que vem a mente, ter pensamentos respetivo, e falar bastante
Alguém gritar falar alto um pensamento que vem a mente, ter pensamentos respetivo, e falar bastante sozinho frequentemente é síndrome de tourette? Não apresenta tiques motores, só fala em voz alta uma palavra ou outra às vezes, mas só quando pensa na palavra mentalmente.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O comportamento que você descreve — de falar alto ou gritar pensamentos que surgem na mente e falar bastante sozinho — pode ter algumas semelhanças com alguns sintomas da Síndrome de Tourette, mas não necessariamente significa que se trata desse transtorno.
A Síndrome de Tourette é caracterizada principalmente por tiques motores e vocais, que são movimentos ou sons involuntários e repetitivos. No entanto, o que você descreveu parece estar mais relacionado a um fenômeno chamado de "impulsos verbais" ou "pensamentos intrusivos", que também podem ocorrer em outros transtornos, como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ou Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH).
Se não há tiques motores e o comportamento de falar em voz alta é desencadeado por pensamentos, pode ser interessante buscar uma avaliação mais aprofundada com um profissional de saúde mental para entender melhor o quadro e identificar possíveis causas.
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Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de
Por que quando temos crise de ansiedade, ficamos preocupado excessivamente com a saúde, com medo de passar mal, e ouvir sobre doenças é um gatilho para crise, achando que pode desenvolver essa doença a qualquer momento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando passamos por uma crise de ansiedade, nosso cérebro entra em estado de alerta constante, como se estivéssemos em perigo iminente. Esse estado nos faz focar excessivamente em sinais do corpo e em preocupações com a saúde, na tentativa de nos proteger de ameaças, mesmo que elas não sejam reais. O medo de passar mal, ou de desenvolver uma doença ao ouvir falar sobre ela, surge porque a mente ansiosa tende a superestimar riscos e a criar cenários catastróficos. É importante lembrar que essa reação é fruto da ansiedade, e não de uma ameaça real, e que existem formas de lidar com esse medo, como buscar ajuda profissional e técnicas de relaxamento.
Se você está passando por isso, procure um Psicólogo(a) para iniciar a sua Psicoterapia e juntos vocês vão encontrar estratégias para lidar melhor com essas situações
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Faço uso do desduo para depressão, e mesmo assim fico buscando a tristeza, mas ela não está lá, não
Faço uso do desduo para depressão, e mesmo assim fico buscando a tristeza, mas ela não está lá, não consigo chorar é angustiante. É normal? O que faço para tirar essa ansiedade e procura por esse sentimento?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola!
É comum que o uso de antidepressivos como o Desduo traga uma diminuição na intensidade das emoções, o que pode gerar uma sensação de vazio ou dificuldade em acessar sentimentos como a tristeza. Isso pode ser angustiante, especialmente quando você está acostumado a lidar com as emoções de uma maneira específica. Essa busca por um sentimento que não está mais presente pode ser reflexo da ansiedade, e é importante lembrar que não significa que você não está progredindo, mas sim que está vivendo uma nova fase emocional, que pode ser desconfortável.
Para lidar com essa ansiedade e a procura por sentimentos específicos, conversar com seu médico sobre suas experiências é fundamental, pois eles podem ajustar a dosagem ou avaliar a necessidade de mudanças. Além disso, buscar apoio psicológico pode ajudar a entender melhor esses sentimentos e desenvolver novas formas de lidar com o vazio emocional. Envolver-se em atividades que tragam prazer, mesmo que inicialmente não pareçam tão gratificantes, pode ajudar a reacender emoções positivas e trazer mais equilíbrio emocional. É importante lembrar que aceitar essas mudanças e permitir-se vivenciar essa nova fase faz parte do processo de cura, e não há problema em dar tempo ao tempo.
Espero que fique bem :)
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Além dos sintomas depressivos e ansiosos, agora, sinto medo de sair de casa sozinha. E, este último
Além dos sintomas depressivos e ansiosos, agora, sinto medo de sair de casa sozinha. E, este último começou após a morte do meu pai, porém antes do falecimento dele saia normalmente de casa. Quero saber o por que isto aconteceu e o que devo fazer para reverter este quadro???? Já estou em tratamento psiquiátrico, mas aguardando vaga para tratamento psicológico no SUS.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O medo de sair de casa, especialmente após uma perda significativa como a morte do seu pai, pode estar relacionado ao processo de luto e à insegurança que essa perda pode ter gerado. A morte de um ente querido muitas vezes desperta sentimentos intensos de vulnerabilidade, medo, e até mesmo o medo de perder outras pessoas ou enfrentar situações difíceis sem a presença da pessoa que se foi.
Esse tipo de medo pode se manifestar como uma forma de agorafobia, onde a pessoa começa a evitar sair de casa para evitar situações que poderiam causar ansiedade ou sensação de perigo. É comum em situações de luto, onde o ambiente externo pode parecer ameaçador ou fora de controle.
O que você pode fazer enquanto aguarda a vaga para o tratamento psicológico:
1. **Práticas de Autoajuda**: Técnicas de relaxamento, como respiração profunda, meditação, ou mindfulness, podem ajudar a reduzir a ansiedade.
2. **Pequenos Passos**: Gradualmente, tente se expor a situações que te causam medo. Comece com pequenos passos, como sair para um local próximo, e vá aumentando à medida que se sentir mais confortável.
3. **Rede de Apoio**: Busque apoio de amigos e familiares. Às vezes, sair de casa com alguém de confiança pode ajudar a reduzir o medo.
4. **Expressar o Luto**: Permita-se viver o luto de forma plena, expressando seus sentimentos e emoções de forma saudável. Escrever sobre o que sente ou falar com alguém em quem confia pode ser útil.
5. **Mantenha o Tratamento Psiquiátrico**: Continue com seu tratamento psiquiátrico, e compartilhe com o seu médico as novas dificuldades que você está enfrentando, pois ele pode ajustar a medicação ou sugerir outras abordagens enquanto você aguarda a terapia psicológica.
Entender que esse medo é uma resposta ao luto e à ansiedade pode ajudar a direcionar as ações para superá-lo. Quando conseguir iniciar o tratamento psicológico, será possível trabalhar mais profundamente essas questões com um profissional.
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Fui diagnosticada com crise de ansiedade, e tenho medo de ficar doente/passar mal, e fico nervosa qu
Fui diagnosticada com crise de ansiedade, e tenho medo de ficar doente/passar mal, e fico nervosa quando falam de alguma doença, achando que posso ter essa condição.
Este medo esta relacionado com a ansiedade?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola! Sinto muito que você esteja passando por esse desafio, mas, sim, esse medo está relacionado com a ansiedade. O que você descreve parece ser um sintoma de ansiedade conhecido como "ansiedade de saúde" ou hipocondria.
É comum que pessoas com ansiedade tenham preocupações excessivas sobre a própria saúde, acreditando que podem estar doentes ou desenvolver uma doença grave ao ouvir falar sobre ela. Essa resposta é parte da forma como a ansiedade pode amplificar os medos e criar cenários catastróficos na mente, mesmo quando não há uma base real para essas preocupações. Trabalhar essas questões com um profissional de saúde mental pode ajudar a reduzir esses medos e melhorar sua qualidade de vida.
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Eu faço coisas que a grande maioria das pessoas não tem coragem, como por exemplo descer de rapel po
Eu faço coisas que a grande maioria das pessoas não tem coragem, como por exemplo descer de rapel por cordas, faço luta,sou um alpinista Irata profissional, mais fui reprovado 3 vezes na prova do Detran,na primeira vez eu não estava nervoso,aí estourei o tempo, agora na segunda e terceira perdi o controle do meu corpo as pernas começou a tremer muito a ponto de perder as forças, como faço pra controlar isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola! Você parece estar enfrentando uma resposta de ansiedade em situações específicas, como a prova do Detran, apesar de ter controle em atividades desafiadoras como rapel e alpinismo.
Isso é comum e pode ser trabalhado com algumas estratégias. Treinamento mental, como a visualização de sucesso antes da prova, pode ajudar a preparar seu cérebro, enquanto técnicas de respiração profunda são eficazes para acalmar o corpo.
Desafiar pensamentos negativos, substituir por afirmações positivas e praticar atividades físicas leves antes da prova também podem reduzir a ansiedade.
Além disso, simular a situação da prova em um ambiente controlado pode treinar sua mente e corpo a responderem com mais calma. A prática de mindfulness ou meditação ajuda a manter o foco no presente, evitando a antecipação do fracasso. Se a ansiedade continuar a ser um obstáculo, pode ser útil buscar orientação de um psicólogo para desenvolver estratégias de enfrentamento mais personalizadas.
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Boa noite. Alguns meses atrás estava em uma batida de trabalho bem puxada, dormindo pouco ( entre 5
Boa noite. Alguns meses atrás estava em uma batida de trabalho bem puxada, dormindo pouco ( entre 5 a 6 horas por dia) e uma viagem longa ( mais de 4 horas no deslocamento) tomei energérico e tive uma sensação que iria desmaiar, coração desparado, tremendo, parecia que estava entrando em uma onda ( semelhante a bebida alcoolíca) naquele momento me senti muito nervoso, com medo do que poderia acontecer. Passado isso, comecei a sentir alguns sintomas com frequência ( na minha opinião de trauma por esse fato) fiquei com medo de morrer de uma hora para outra, ficava muito nervoso, o corpo inteiro tremia, coração disparado, e uma sensação que estava com a cabeça longe, não estava 100% conectado com meu corpo, imaginava eu desmaiando e via essa cena de fora e isso me causava mais medo ainda. Comecei a me tratar, fiz durante um mês e não vi muito progresso, pois, ele conversa comigo muito do que eu sentia e não chegamos a um caminho de solução que era entender o motivo disso. Comecei a fazer exercícios também para ajudar, porém depois da primeira semana, comecei a ter medo de fazer os exercícios e morrer de algo no coração ( passei por um cardiologista e meu eletro não apresentou nada). Sinto que meu corpo/mente ficou traumatizada por me sentir mal aquele dia e com isso não consigo me livrar disso. Penso praticamente 24h nesses sintomas e o que mais me prende é essa sensação por muitas vezes de estar tonto, aéreo, parece que estou perdendo os sentidos e fico com medo de desmaiar, sinto também na hora de dormir, quando estou quase pegando no nosso um susto e fico alerta, na hora de acordar a mesma coisa, quando desperto não consigo mais ficar deitado, meu coração acelera, meu corpo fica agoniado com isso. Estou na dúvida qual profissional procurar . O que pode ser isso? Sempre que relato essas coisas, fico esperando alguém que tenha ansiedade falar a mesma coisa para me tranquilizar, parece que só eu tenho esses sintomas.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá
Entendo o quanto esses sintomas têm sido angustiantes para você, e é muito importante que você não se sinta sozinho nesse processo. Muitas pessoas passam por experiências similares, especialmente em momentos de estresse intenso. O que você descreveu pode estar relacionado à ansiedade, mas apenas um profissional poderá fazer uma avaliação adequada.
A Psicoterapia pode ser um caminho valioso para entender melhor o que está acontecendo e encontrar formas de lidar com esses sentimentos. Um psicólogo pode te ajudar a explorar a raiz desses sintomas e a desenvolver estratégias para que você se sinta mais seguro e conectado com o seu corpo. Não hesite em procurar ajuda – cuidar da sua saúde mental é essencial. Espero que fique bem! ;)
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sou lésbica e meus pais n me aceitam e foram conversar com a mãe dela, n posso fazer mais nada dentr
sou lésbica e meus pais n me aceitam e foram conversar com a mãe dela, n posso fazer mais nada dentro de casa. Estou proibida de tudo. Meus pais tambem marcaram um psicologo pra mim
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola!
Sinto muito que seus pais estejam com dificuldades pra aceita-la como é, porém, há que se ter paciência e buscar entendimento sobre as melhores formas de se conviver.
Muitos entendimentos, pra eles e pra você, só chegam com o tempo e com a busca por reflexões importantes que só chegam com a terapia.
Vai ser importante começar sua Psicoterapia, nem que seja pra se fortalecer pra lidar com o que está por vir...
Espero que fique bem !
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Toda vez que eu me alimento, começo a me sentir mal e enjoado. Percebo, que esses sintomas, ocorrem,
Toda vez que eu me alimento, começo a me sentir mal e enjoado. Percebo, que esses sintomas, ocorrem, porque começo a imaginar o processo do alimento em meu corpo. Desde o ato de mastigar, engolir até o processo de digestão. Muitas vezes, deixo de me alimentar por conta desses pensamentos intrusivos, que me tomam. Já com alimentos na forma liquida (água, sucos naturais, vitaminas e caldos), eu percebo que o pensamento e desconforto é menor, no entanto, o pensamento se faz de forma mais leve. Muitas vezes me sinto muito mal. Não consigo realizar uma alimentação de forma tranquila, porque a todo momento, que começo me alimentar começo a imaginar o meu corpo internamente, trabalhando e recebendo o alimento, assim como todo o processo e etapas de digestão. Pode ser alguma questão psicológica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o que você descreve pode estar relacionado a uma questão psicológica, possivelmente ligada a um transtorno de ansiedade ou a pensamentos obsessivos. Quando a mente fica excessivamente focada em certos processos do corpo, como o processo de digestão, isso pode causar desconforto e até mesmo náuseas. Esse fenômeno pode ser parte de um quadro conhecido como *ansiedade somática* ou, em alguns casos, pode estar associado ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), onde pensamentos intrusivos se tornam obsessivos e causam ansiedade.
A diferença que você nota ao consumir alimentos líquidos pode estar relacionada à menor complexidade desses alimentos para o sistema digestivo, o que poderia reduzir a intensidade dos pensamentos e do desconforto.
É importante que você procure um psicólogo ou psiquiatra para uma avaliação mais detalhada. Um profissional poderá ajudar a identificar a origem desses pensamentos e sugerir técnicas de manejo da ansiedade, que podem incluir terapia cognitivo-comportamental (TCC), técnicas de relaxamento, ou em alguns casos, medicação.
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Existem algumas emoções que só consigo sentir durante sonhos, quando a situação vivida durante o son
Existem algumas emoções que só consigo sentir durante sonhos, quando a situação vivida durante o sonho desperta essas emoções como paixão, felicidade, entusiasmo, tristeza. No entanto, na vida real, desde a adolescência parece que eu vivo num constante estado de indiferença emocional onde não consigo sentir realmente alegria ou tristeza mesmo em casos extremos como perder alguém próximo. Pode ser característica de alguma doença?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está descrevendo pode estar relacionado a uma condição conhecida como anedonia, que é a incapacidade de sentir prazer ou alegria em atividades que normalmente seriam consideradas agradáveis. Também pode estar relacionado a um estado de despersonalização ou desrealização, onde a pessoa sente uma desconexão de suas emoções e do mundo ao seu redor.
Esses sintomas podem ser indicativos de diversas condições, incluindo depressão, transtornos de ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático (TEPT), ou outros transtornos psicológicos. A sensação de indiferença emocional pode ser debilitante e impactar significativamente a qualidade de vida.
Para entender melhor o que está acontecendo e obter um diagnóstico adequado, é importante procurar a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra. Eles podem realizar uma avaliação completa e oferecer um plano de tratamento adequado, que pode incluir terapia, medicação ou uma combinação de ambos.
Além disso, compartilhar essas experiências e sentimentos com um terapeuta pode ajudar a explorar as possíveis causas e desenvolver estratégias para lidar com essa indiferença emocional e melhorar seu bem-estar geral. Não hesite em buscar ajuda, pois é o primeiro passo para encontrar alívio e compreensão para o que você está vivenciando.
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Boa noite, estou casada a um mês, fazemos sexo todo dia mais de uma vez, e mesmo assim, peguei meu m
Boa noite, estou casada a um mês, fazemos sexo todo dia mais de uma vez, e mesmo assim, peguei meu marido se masturbando vendo pornografia, falei que não achava correta a atitude dele, então ele falou que iria parar, porém peguei outra vez, fiquei chateada novamente e não sei como agir, não tenho paciência para isso, já penso em me afastar dele, acho que ele é viciado nisso
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! Sinto muito pela situação difícil que está passando. A masturbação e o consumo de pornografia são temas complexos e podem ter diferentes significados para cada pessoa e relacionamento.
•Antes de tomar qualquer decisão, é importante tentar entender a perspectiva dele. Pode haver razões emocionais, psicológicas ou até hábitos enraizados que explicam esse comportamento. Tenha uma conversa calma e aberta sobre como isso faz você se sentir e escute o que ele tem a dizer. Cada relacionamento tem seus próprios limites e acordos, e se a masturbação e o consumo de pornografia são inaceitáveis para você, é crucial comunicar isso claramente e estabelecer esses limites juntos.
Se ele estiver disposto, considerar a ajuda de um terapeuta sexual ou um psicólogo pode ser benéfico. Eles podem ajudar a explorar as raízes desse comportamento e encontrar formas saudáveis de lidar com isso.
•Reflita sobre o impacto desse comportamento no seu relacionamento e no seu bem-estar emocional. Se sentir que isso compromete a confiança e a felicidade no casamento, pode ser necessário considerar suas opções, inclusive a possibilidade de afastamento. Enquanto trabalha essa questão, cuide de si mesma. Procure apoio em amigos, familiares ou grupos de apoio, e dedique tempo para atividades que lhe tragam alegria e relaxamento. Lembre-se de que problemas no relacionamento não são incomuns e buscar soluções juntos pode fortalecer o vínculo entre vocês!
;)
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Perguntas frequentes
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Existe a possibilidade de contrair raiva ou seria uma exposição de risco após comer alimento que um
A situação descrita não é considerada uma exposição habitual de risco para…