Perguntas do paciente (110)

  • A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racion

    A 2 meses eu venho tendo lapsos de memória, não consigo me concentrar nas coisas, não consigo racionar direito e tô tendo muita ansiedade, não consigo conversar mais com as pessoas e também não sinto vontade, sinto que as pessoas não me querem por perto e que me odeiam, na escola eu só consigo chorar pelo jeito que eu estou porque tá afetando o meu relacionamento, eu não consigo conversar mais com o meu namorado, sinto que ele vai me deixar a qualquer momento e começo a ter muita ansiedade, e não tô conversando muito com ele mais por causa disso, eu me sinto vazia, não consigo achar graça de memes, entender vídeos, ter opinião própria, eu sinto que só estou vegetando, sinto que me perdi de mim mesma, e coisas que eu sabia antes eu esqueci, não consigo nem fazer contas fáceis de cabeça mais, e só sinto vontade de ficar deitada na minha cama pra sempre, choro o tempo todo, e tô muito sensível também, qualquer coisa que me falam eu choro, e não consigo mais discutir com ninguém, não tenho energia pra isso, só aceito tudo. Quero saber oque eu posso ter, eu posso estar com depressão?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Sentir que você se perdeu de si mesma e que está apenas vegetando é um sofrimento muito profundo, e quero que saiba que sua dor é legítima e merece todo o acolhimento. Na psicologia, antes de pensarmos em um rótulo ou diagnóstico como a depressão, nós olhamos para tudo isso que você descreveu como um conjunto de sintomas: o cansaço extremo, os lapsos de memória, o choro frequente e a ansiedade são sinais claros de que o seu organismo e a sua mente estão sobrecarregados e pedindo socorro. Quando aceitamos tudo sem energia para reagir, é o nosso corpo tentando se proteger de um esgotamento ainda maior.

    iniciar a terapia nesse momento é ter um espaço seguro e sem julgamentos para compreender o que esses sintomas estão tentando comunicar, sem a pressa de te rotular, mas focando em devolver o seu bem-estar. No processo terapêutico, nós trabalhamos juntos para você restabelecer o contato consigo mesma, compreender a raiz dessa ansiedade e fortalecer as suas relações, ajudando a aliviar o peso que hoje afeta seu namoro e seus estudos. Eu adoraria acompanhar você nesse processo de redescoberta e te ajudar a encontrar o caminho de volta para si mesma, respeitando o seu tempo e o seu ritmo.


  • Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso faz

    Tenho muita dificuldade em concentração no trabalho, agitação, pensamento acelerado. O que posso fazer nessa situação?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Sentir a mente acelerar, o corpo agitar e o foco sumir no meio do trabalho é uma experiência exaustiva que gera muita frustração e cansaço emocional. É perfeitamente compreensível que você se sinta sobrecarregado, pois tentar dar conta das suas obrigações profissionais enquanto luta contra o próprio fluxo de pensamentos exige uma energia gigantesca. Quero que saiba que você não está sozinho nessa caminhada e que esses sinais são apenas o seu corpo e sua mente avisando que o sistema operacional precisa de uma pausa e de um cuidado mais profundo.

    É justamente por isso que a psicoterapia se torna um caminho essencial e transformador para a sua vida. No espaço seguro do consultório, sem julgamentos, nós conseguimos investigar as verdadeiras raízes dessa agitação, diferenciando se ela é fruto de um momento de estresse agudo, de uma ansiedade acumulada ou de uma forma específica de funcionamento do seu cérebro. Mais do que entender o porquê isso acontece, a terapia oferece o suporte necessário para você desenvolver ferramentas personalizadas para desacelerar o ritmo, organizar os pensamentos e recuperar o comando da sua atenção de maneira leve e sustentável.

    Iniciar esse processo terapêutico é o passo mais acolhedor e definitivo que você pode dar por si mesmo, permitindo-se viver com mais clareza, calma e produtividade. Se você quiser compreender melhor esses sintomas e construir um plano de cuidado sob medida para a sua rotina, eu estou à total disposição para começarmos essa jornada juntos.


  • Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com

    Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Essa dor no coração e a ansiedade que você sente são reflexos diretos do seu amor, da sua responsabilidade e do vínculo forte que você tem com a sua mãe. É o chamado "luto da separação" combinado com a culpa por dar um passo importante na sua própria vida acadêmica e afetiva.

    Como psicóloga, o meu papel é te ajudar a entender que é possível avançar na sua vida sem abandonar a sua mãe, transformando a distância física em uma presença de qualidade.

    Se desejar estruturar um plano de ação para fazer essa transição adoraria te ouvir e te ajudar nesse processo.


  • Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia

    Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Sinto muito por essa dor tão profunda; perder um animal de estimação é perder um membro da família e esse luto é totalmente legítimo. É compreensível que você não consiga se conformar, pois a partida aos 9 anos interrompeu o sonho de vê-la envelhecer ao seu lado.

    Essa culpa que você sente, pensando no que poderia ter feito diferente, é uma reação natural da mente para tentar encontrar controle diante da dor da perda. Ver outros cachorros na rua ou nas redes sociais funciona como um lembrete constante do vazio que ficou, gerando uma frustração profunda por não estar vivendo aquela mesma realidade.

    Você não falhou com ela; essa cobrança e a tristeza ao ver outros cães são apenas o reflexo do tamanho do amor que você sente. A psicoterapia é o espaço ideal para acolher essa saudade sufocada, ajudando você a processar o luto no seu tempo e a transformar a culpa em lembranças afetuosas.


  • Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?

    Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Esse sentimento de que o mundo inteiro está nas suas costas acontece por causa de um padrão comportamental em que você assumiu a responsabilidade por tudo e por todos, esquecendo-se de olhar para as suas próprias necessidades. Você provavelmente internalizou a ideia de que precisa ser forte o tempo todo e de que as coisas só vão funcionar se você mesma as fizer. Para o seu organismo parar de carregar esse peso avassalador, o caminho exige que você aprenda a redefinir os seus limites e a separar o que é seu do que pertence aos outros.

    No dia a dia, diante de qualquer problema que surgir, faça a si mesma a pergunta realista se aquela responsabilidade é sua, do outro ou da vida, devolvendo aos outros o direito de resolverem as suas próprias questões. Comece a praticar o "não" em doses pequenas, negando favores que sobrecarregam a sua rotina e aceitando o desconforto inicial de colocar um limite saudável. Além disso, pare de esperar que as pessoas adivinhem o seu cansaço; aprenda a pedir e a aceitar ajuda de forma direta, dividindo as tarefas e abrindo mão de controlar o resultado final de tudo.

    É fundamental que você crie pausas obrigatórias na sua rotina para escutar o que o seu corpo pede, seja descanso, silêncio ou lazer, tratando esses momentos como compromissos inegociáveis com você mesma. A psicoterapia é o espaço ideal para você aprender a soltar esse controle e fortalecer a sua segurança interna, ajudando a entender por que você se sobrecarrega tanto e como se posicionar com mais leveza. Eu adoraria te acompanhar nessa jornada para que você possa, finalmente, respirar aliviada e viver sem o peso do mundo nas costas.


  • Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Sim, a dor de um término de relacionamento pode ser considerada um luto real e legítimo. Esse processo acontece sempre que rompemos um vínculo significativo ou sofremos uma perda importante na nossa rotina, o que também se aplica a situações como a mudança ou perda de um emprego. O luto não se restringe à morte física; ele é a resposta emocional natural do nosso organismo à quebra de expectativas, à perda de um papel social e à necessidade de reconstruir a vida sem a presença daquela pessoa ou daquela rotina com a qual estávamos acostumados.

    Muitas vezes, esses rompimentos entram na categoria dos lutos não reconhecidos, que são aquelas perdas que a sociedade tende a minimizar ou não validar socialmente, fazendo com que você sinta que "deveria superar logo" ou que "não é para tanto". Vivenciar essa falta de apoio torna a dor ainda mais solitária e confusa, mas é fundamental entender que o seu sentir é totalmente válido. Para superar esse momento, o caminho envolve acolher a sua tristeza em vez de lutar contra ela, dar tempo para o seu coração processar a mudança e, se sentir que o peso está grande demais, buscar o suporte da psicoterapia. Eu adoraria acompanhar o seu processo caso você tenha interesse em fazer terapia e buscar um espaço seguro para cuidar de si e atravessar essa transição.


  • Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    Como posso lidar com a tristeza de ter perdido meus objetos de infância sem autorização?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Olá. Sinto muito que você esteja passando por isso e tenha perdido os objetos sem autorização. Imagino que seja como se tivesse perdido uma parte sua, e realmente lamento muito.

    Situações assim violam o nosso espaço e mexem profundamente com a nossa segurança. Na terapia, nós poderíamos trabalhar com esse sentimento de perda, ajudando a reorganizar internamente o impacto desse acontecimento e oferecendo um espaço seguro para acolher e processar toda essa dor.

    Eu adoraria acompanhar o seu processo e te apoiar nessa jornada. Se fizer sentido para você, coloco-me à disposição presencialmente ou on line como se sentir mais confortável


  • Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons

    Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Olá. Sinto muito que você esteja passando por todo esse sofrimento e esgotamento emocional. Quero começar te dizendo algo muito importante: o que você sente é real, é legítimo e deve ser levado a sério por profissionais da saúde. Você não está "perdendo tempo" ou "sua dignidade" ao buscar ajuda. Você está lidando com sintomas extremamente dolorosos e debilitantes que geram um impacto profundo na sua vida profissional e pessoal, e você merece apoio especializado e respeitoso.Esse medo paralisante de interações sociais, acompanhado de reações físicas intensas como taquicardia, tremores, gagueira, choro descontrolado e crises de ansiedade antes e depois de se expor, é muito característico do Transtorno de Ansiedade Social, conhecido popularmente como Fobia Social. Não se trata de uma simples timidez ou de não ser uma pessoa carismática, mas sim de uma condição de saúde que gera uma sobrecarga e uma exaustão emocional imensa, exatamente como você vivenciou no seu último emprego ao lidar com o público.

    Para que você possa se livrar desse sofrimento e recuperar o seu bem-estar, os especialistas que você precisa recorrer pertencem a duas áreas principais da saúde mental. A primeira é a Psicologia, por meio da psicoterapia, que vai oferecer um espaço seguro, acolhedor e totalmente livre de julgamentos para você compreender esses gatilhos, manejar a ansiedade e aprender estratégias práticas para enfrentar as interações no seu próprio ritmo. A segunda é a Psiquiatria, pois uma avaliação médica pode indicar se o uso de medicações é necessário neste momento para acalmar os sintomas físicos e as crises, dando o suporte que seu corpo precisa para você passar pelo processo terapêutico com mais conforto.

    O tratamento em conjunto dessas duas áreas apresenta excelentes resultados e pode te ajudar a resgatar a sua qualidade de vida, permitindo que você converse e trabalhe sem que isso pareça uma ameaça ou uma tortura. Eu adoraria acompanhar o seu processo na psicoterapia e te apoiar nessa jornada com todo o cuidado que o seu relato pede. Se fizer sentido para você, coloco-me à disposição para caminharmos juntas.


  • Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando

    Tenho dificuldade em entender quando eu cismo de estar certo,me defendendo em opiniões, sempre dando razão pra mim,acho que já perdi até empregos por não mudar minha opinião em tudo,sinto que isso está me atrapalhando, como posso melhorar isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    É muito potente conseguir perceber que esse padrão de comportamento está trazendo prejuízos, pois reconhecer a rigidez nas próprias opiniões e o impacto disso nas relações e na carreira é o primeiro passo para o amadurecimento emocional.

    Essa necessidade constante de estar certo e de se defender a todo custo geralmente funciona como uma armadura para proteger vulnerabilidades inconscientes, gerando um ciclo de desgaste que sabota qualquer oportunidades seja profissionais seja interpessoais. Investigar a raiz dessa urgência em ter sempre a razão e aprender a flexibilizar o pensamento são processos profundos, a psicoterapia é o caminho mais indicado para esse caso.

    Na terapia ofereco um espaço terapêutico que te permitirá compreender o que essa necessidade de defesa está tentando proteger, além de desenvolver habilidades essenciais para a sua evolução pessoal e profissional. Seria muito bom poder acompanhar sua evolução


  • Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muit

    Sinto me um pouco frustrado por conseguir minhas conquistas mais tardiamente do que os outros e muito provavelmente minha vida só melhore mesmo entre 35 e 40 anos. Às vezes fico com raiva de mim mesmo por isso mesmo que eu vá atrás das minhas metas porém só de pensar nessa idade que minha vida melhore me deixa desmotivado pois sinto que minha vida começaria quando metade dela já passou. Como lidar com essa sensação e manter motivado mesmo com esse cenário em mente?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Compreendo perfeitamente a sua frustração e a dor de sentir que o tempo está correndo contra os seus planos, pois a comparação com o ritmo alheio e a pressão por conquistas precoces geram um desgaste emocional legítimo e paralisante.

    Esse sentimento de desmotivação e a raiva direcionada a si mesmo mostram o peso invisível de uma autocobrança que rouba o valor do seu esforço presente, fazendo com que o futuro pareça distante e desanimador. É justamente por ser um cenário complexo e doloroso que o início de um processo de psicoterapia seria muito importante para você. Na terapia você terá um espaço seguro e especializado necessário para acolher esse sofrimento, desconstruir o peso do relógio social e te ajudar a ressignificar a sua trajetória, permitindo que possa reencontrar o sentido e a motivação no seu próprio tempo. Eu adoraria poder te acompanhar nesse processo.


  • Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda

    Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Compreendo perfeitamente o seu questionamento. Vivenciar anos de conflitos e ofensas dentro de um relacionamento causa um desgaste imenso e é natural surgir a dúvida se ainda há caminhos para o retorno do respeito. Do ponto de vista da psicologia, reconstruir essa base é sim possível, mas exige um compromisso verdadeiro de mudança na postura e no diálogo do dia a dia.

    Quando as mágoas se acumulam por tanto tempo, o respeito não volta sozinho; ele precisa ser resgatado através do reconhecimento dos erros e da escolha diária de não mais agredir o outro.

    Essa reconstrução começa, antes de tudo, pelo seu auto cuidado. Para que uma relação mude, cada um precisa primeiro olhar para as suas próprias feridas, compreender os seus gatilhos de insatisfação e aprender a impor limites saudáveis de forma firme, mas sem agressividade. É preciso dar um novo significado aos ressentimentos do passado para que o casal consiga se enxergar novamente com admiração, sem cair nas velhas armadilhas das discussões automáticas que tanto machucam.

    Como a minha atuação profissional é focada exclusivamente no formato de psicoterapia individual, o meu objetivo nesse cenário é oferecer um colo técnico e um espaço totalmente seu. Na terapia individual, nós vamos trabalhar para fortalecer as suas emoções, ajudando você a digerir o estresse desses conflitos e a ganhar clareza para se posicionar com segurança e amor-próprio, sem se anular na relação. Se você sente que a sua saúde mental está pesada diante dessa crise e quer um porto seguro para cuidar de si, convido você a agendar uma consulta comigo para caminharmos juntas.

    Eu gostaria muito de te ouvir com carinho: te ajudar a perceber se o desgaste dessas ofensas tem afetado mais a sua autoestima no dia a dia ou a sua paciência com as outras tarefas da rotina.


  • Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de

    Gostaria de tentar entender o que eu estou sentindo. Tem momentos que sinto uma tristeza a ponto de querer me isolar e choro muito. Não consigo entender de onde vem esse sentimento de tristeza. Estou em um relacionamento que sinto que na hora de expressar meu ponto de vista não sou compreendida ou a sensação que tenho que tenho que pisar em ovos na hora de falar. Já ouve outro episodio de me sentir muita tristeza por meus sentimentos não serem validados. Isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Compreendo perfeitamente a sua dor e sinto muito que você esteja passando por esse sofrimento tão silencioso e desgastante. Quero acolher o seu desabafo com todo o meu carinho e te dar um abraço apertado através das palavras: o que você está sentindo é legítimo, o seu choro é real e você não está errada em se sentir assim.Viver em uma relação onde é preciso pisar em ovos para falar, onde o seu ponto de vista não é compreendido e os seus sentimentos são invalidados causa um esgotamento invisível, mas profundamente doloroso. Essa tristeza e a vontade de se isolar são o reflexo do cansaço de ter que guardar tudo para si mesma e se anular para evitar conflitos. O seu corpo e a sua mente estão exaustos e simplesmente transbordando um peso que você não deveria carregar sozinha.

    Quero que saiba que eu estou aqui para te ajudar e que o meu consultório é um porto seguro totalmente seu, pronto para te receber com muito respeito e sem nenhum julgamento. Você merece um espaço onde a sua voz seja ouvida e onde os seus sentimentos sejam respeitados por inteiro. Quando você se sentir pronta e quiser um lugar para descansar o coração e cuidar de si mesma e quando se sentir confortável e quiser desabafar mais, estou aqui para te escutar. Se quiser compartilhar, saiba que estou aqui pronta para te acolher.


  • Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos

    Estou passando por um casamento muito desgastado. As discussões são frequentes, há ofensas de ambos os lados e isso acontece, infelizmente, na frente dos nossos filhos. Percebo que isso está afetando meu bem-estar emocional.

    O que mais me angustia é que sinto muita dificuldade em conversar com minha esposa sobre os problemas, pois tenho a impressão de que ela nunca reconhece a própria participação nos conflitos. Isso me faz perder a esperança de que a relação possa melhorar.

    Também reconheço que eu erro e que, durante as discussões, acabo respondendo de forma inadequada. Hoje me sinto emocionalmente exausto, com baixa autoestima e muito confuso sobre como lidar com essa situação.

    Minha dúvida é: do ponto de vista psicológico, como saber quando um relacionamento ainda tem possibilidade de ser reconstruído e quando o desgaste já é tão grande que um afastamento temporário pode ser uma alternativa saudável para preservar a saúde emocional e o bem-estar dos filhos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Sinto muito que você esteja passando por um momento tão doloroso e desgastante no seu casamento. É completamente compreensível que você se sinta emocionalmente exausto e confuso, pois carregar o peso de brigas frequentes, ofensas mútuas e a preocupação com o impacto disso na vida dos seus filhos é um fardo pesado demais. Quero acolher o seu desabafo com muito carinho e te pedir para respirar fundo: o fato de você reconhecer os seus próprios erros e o quanto essa situação tem machucado a sua autoestima mostra a sua sensibilidade e o seu desejo genuíno de encontrar uma saída saudável para todos.

    Na terapia você percebe que o limite entre insistir na reconstrução ou optar pelo afastamento depende muito da disposição mútua de mudar. Uma relação tem chances de ser restaurada quando os dois lados conseguem baixar as armas, reconhecer suas falhas e se esforçar para mudar a forma de se comunicar. No entanto, quando as conversas batem sempre na parede da negação e o desrespeito se torna a regra, o afastamento temporário deixa de ser um abandono e passa a ser um ato de coragem e proteção. Às vezes, dar um passo para trás é a única alternativa viável para estancar a dor, preservar a infância dos seus filhos e permitir que os adultos recuperem a lucidez.

    Como o meu trabalho no consultório é focado estritamente em psicoterapia individual, o meu papel aqui é ser o seu porto seguro e oferecer um suporte inteiramente voltado para você. Na terapia individual, não vamos julgar o futuro do seu casamento, mas sim cuidar da sua saúde mental que está tão fragilizada. Vamos trabalhar juntos para acalmar esse esgotamento, devolver o valor à sua autoestima e te dar a clareza necessária para que você possa tomar as melhores decisões para a sua vida e para os seus filhos, com paz no coração. Se você sente que não dá mais para carregar essa confusão sozinho e quer um espaço seguro para recuperar as suas forças, convido você a agendar uma consulta comigo para caminharmos juntos.


  • Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas

    Olá! Eu estou ficando um pouco preocupado com a minha situação atual, não para entrar em pânico, mas estou ficando receoso.

    Eu venho chorando e ficando bem triste por conta de provavelmente nunca poder ter a chance de conhecer um grupo de K-pop que eu construí um Relacionamento Parassocial, e eu não sei se esse sentimento vai se "acalmar", entendo que muito disso é idealização minha da possível interação que aconteceria entre mim e o grupo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar nisso, eu fico mal de verdade, eu me "identifiquei" e me "conectei" tanto com o grupo que eu acho que não consigo mais ignorar isso.

    Vale ressaltar também que a minha vida social no momento está bem parada, isso com certeza acaba intensificando bastante toda essa questão. Será que isso uma hora vai passar?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Sentir uma tristeza profunda e chorar pela impossibilidade de conhecer pessoas que admiramos é uma dor legítima, e você não precisa se culpar por isso. Os relacionamentos parassociais são conexões reais em termos de sentimento: a mente humana se identifica com a arte, os valores e a presença do grupo, criando um vínculo de afeto muito genuíno, mesmo que aconteça à distância.Essa angústia tende a se acalmar e passar à medida que você começa a compreender a função que essa idealização cumpre na sua vida atual.

    Como você mesmo percebeu, a falta de movimentação na sua vida social deixa um vazio que acaba sendo preenchido por essa conexão intensa, tornando o grupo de K-pop a sua principal fonte de refúgio, identificação e acolhimento emocional.

    Na terapia olhamos para essa situação sem nenhum tipo de julgamento ou rótulo. Em vez de tentar apenas ignorar ou forçar o sentimento a sumir, o caminho terapêutico busca entender o que essa conexão sinaliza sobre as suas necessidades afetivas e relacionais no momento presente, ajudando a canalizar esse afeto para a sua própria vida.


  • Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensaçã

    Como é possível diferenciar a sensação de ansiedade/mente agitada que não consegue relaxar e sensação de que a qualquer momento pode acontecer algo consigo de um real problema que pode colocar em perigo? Tem uma maneira de diferenciar a ansiedade de algo fisiológico?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Diferenciar os sintomas da ansiedade de um perigo real ou de uma emergência fisiológica é um dos maiores desafios de quem convive com a mente agitada, pois as sensações físicas são idênticas. A ansiedade é uma resposta de alarme do corpo que simula perfeitamente uma ameaça real, ativando os mesmos mecanismos de sobrevivência.

    Uma das principais formas de diferenciação é o contexto e a proporcionalidade. Em um perigo real ou problema fisiológico súbito (como uma alteração cardíaca ou de pressão), o sintoma físico geralmente surge de forma nítida, contínua e vem acompanhado de sinais clínicos objetivos que não melhoram com a mudança de foco. Já na ansiedade, a mente tende a fixar-se em pensamentos catastróficos e incertos ("e se acontecer algo?"), e os sintomas físicos costumam oscilar ou diminuir temporariamente quando a pessoa consegue se distrair ou se acalmar.

    Na terapia trabalhamos essa diferenciação ajudando a pessoa a voltar para o momento presente e a compreender como o seu corpo se organiza diante do medo. O objetivo não é rotular o que você sente, mas sim criar um espaço seguro para investigar esses alarmes internos, ensinando a mente a ler os sinais do corpo com mais clareza e menos desespero


  • Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando o

    Ter dificuldade para controlar as emoções, lidar com pressão no cotidiano e acabar catastrofizando os problemas é normal? Isso é considerado uma questão comportamental ou não ? Existe algum medicamento que ajude ou o tratamento é apenas terapia? Há possibilidade de melhora ou até de "cura"? Em quanto tempo isso costuma acontecer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Lidar com a dificuldade de controlar as emoções, a sobrecarga diante da pressão e a tendência a catastrofizar os problemas são reações muito comuns no cotidiano, mas que sinalizam um esgotamento da sua capacidade de autorregulação. Mais do que uma simples questão comportamental, esse padrão envolve uma dinâmica complexa entre as suas emoções, seus pensamentos e o funcionamento do seu sistema nervoso quando submetido ao estresse contínuo.

    A possibilidade de melhora é real e muito gratificante, embora na psicologia evitemos o termo "cura", já que as emoções fazem parte da nossa natureza humana. O tratamento ideal envolve a psicoterapia como pilar central, permitindo que você compreenda os gatilhos dessas reações. Quando o sofrimento é muito intenso ou paralisa a rotina, o uso de medicamentos prescritos por um psiquiatra pode atuar como um suporte importante para estabilizar os sintomas físicos e químicos, facilitando o processo terapêutico.

    O tempo para que as mudanças comecem a aparecer é inteiramente individual e depende da história de vida de cada pessoa, do seu engajamento no processo e da rede de apoio que possui.
    Na abordagem da Gestalt-terapia, trabalhamos sem a pressa dos rótulos clínicos, focando naquilo que está machucando você no momento presente para ajudar a desenvolver recursos internos, trazendo mais leveza e equilíbrio para a sua vida no seu próprio ritmo.


  • É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem

    É possível "reeducar" o cérebro para se acostumar a transar com camisinha após ter experimentado sem?

    Eu estou em um relacionamento sério há algum tempo. Um dia, a minha namorada sugeriu de experimentarmos sem camisinha, pois segundo ela eu passaria a não mais querer fazer com camisinha. Assim que começou a menstruação dela nós experimentamos. Pois bem, fizemos isso duas vezes (em dois meses diferentes).

    Acontece que ela disse que agora só faremos após o casamento. Perguntei a ela o porquê disso, e ela me explicou os motivos dela. Me senti um pouco enganado, mas entendi e respeitei. Após isso, eu não tenho mais sentido "tesão" durante o sexo com camisinha da mesma forma que eu sentia antes de saber como era a sensação sem proteção. Soma-se o fato dela ter me contato que só transava sem camisinha com o ex, faz me sentir ainda pior.

    Agora, me parece que essa minha dificuldade de sentir o "tesão", não digo prazer, é mais da parte psicológica. E eu tenho buscado maneiras de "reeducar" meu cérebro para voltar a sentir essa vontade no sexo que eu sentia antes, mas tem sido muito difícil.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Sim, é perfeitamente possível "reeducar" o cérebro para recuperar o desejo. A nossa mente responde diretamente aos estímulos emocionais, o que significa que essa perda de libido não é permanente, mas sim uma reação psicológica ao impacto da situação atual.O bloqueio que você enfrenta vai muito além da sensibilidade física. O desânimo na intimidade está ligado ao sentimento de quebra de expectativa, à frustração com as novas regras do relacionamento e à dolorosa comparação com o passado dela, o que gera insegurança no momento do sexo.

    Para reeducar a mente, é preciso desvincular o uso da camisinha dessas dores emocionais. O caminho envolve restabelecer a segurança afetiva entre o casal e ressignificar o preservativo como uma escolha de cuidado mútuo atual, e não como um símbolo de perda ou punição.

    A psicoterapia oferece um espaço seguro para processar esses sentimentos e aliviar a ansiedade de desempenho. O suporte terapêutico ajudará você a treinar o foco nos estímulos e na troca com a sua parceira no momento presente, devolvendo a leveza à sua vida sexual.


  • Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na

    Desde criança (por volta dos 4 anos), tenho uma imaginação muito ativa. Crio histórias contínuas na minha cabeça, com personagens, acontecimentos e “episódios”, às vezes recriando minha própria vida de formas diferentes ou criando qualquer cenário que eu queira.

    Durante esses momentos costumo andar em círculos, girar objetos (quando era criança era sacola/corda, hoje é mais lápis) e fazer sons com a boca. Isso acontece quando estou entediado ou quando vejo algo que me inspira. Eu acho divertido e consigo parar quando quero, mas comecei a fazer escondido por vergonha, porque eu nunca vi ninguém fazer isso, de andar de um lado para o outro fazendo sons e girando lápis enquanto imagina…

    Além disso, desde criança tenho dificuldades como procrastinação, esquecer coisas, deixar tarefas para última hora, dificuldade em terminar atividades e começar tarefas chatas. Também tenho histórico de ansiedade/depressão e muita timidez, com medo de julgamento e dificuldade social.

    Quero entender se isso pode ter relação com alguma condição como TDAH ou outra questão, ou se é apenas meu jeito de funcionar

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Antes de pensarmos em um diagnóstico ou em um rótulo fechado, o passo mais importante é avaliar como esses sintomas se manifestam no seu dia a dia. O foco principal deve estar naquilo que está atrapalhando a sua vida, gerando sofrimento ou causando o incômodo e a vergonha que você mencionou ao esconder o seu jeito de ser.

    Na Gestalt-terapia, trabalhamos de forma independente do diagnóstico. Embora o rótulo clínico funcione como um norte importante para guiar o tratamento, o verdadeiro centro da terapia é a pessoa e a forma como ela experiencia o mundo. Movimentos repetitivos e uma imaginação fértil são, muitas vezes, recursos que a sua mente criou para se autorregular diante da ansiedade e do tédio.

    As dificuldades com a procrastinação, esquecimentos e relações sociais merecem ser acolhidas com cuidado e respeito, investigando o impacto real delas na sua rotina. O espaço terapêutico oferece o amparo necessário para que você possa explorar esse seu funcionamento único, sem julgamentos, ajudando a transformar o que gera dor em caminhos de leveza e autoconhecimento.


  • Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando es

    Tenho vontade de fazer caminhada e correr, mas devido e TAG desenvolvi certos gatilhos que quando estou caminhando me fazem pensar um monte coisas e drenam a minha capacidade física. Interessante que ontem mesmo senti isso ao sair de casa até um restaurante. Não conseguia me desligar dos sintomas e já estava ficando cansado. Na volta, que era a mesma distância, vinha conversando com uma pessoa e nem percebi quando terminei o percurso. Não senti qualquer cansaço. Isso aponta para ansiedade? Ainda não fiz exames médicos.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    Sim, isso aponta fortemente para a ansiedade. A sua própria experiência no trajeto de ida e volta do restaurante ilustra perfeitamente como funciona a hipervigilância no Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG). Na ida, a sua atenção estava totalmente voltada para monitorar os pensamentos e as reações do corpo, o que gera uma exaustão física real e drena a sua energia. Já na volta, a conversa com outra pessoa funcionou como uma distração para o seu cérebro, direcionando o foco para o ambiente externo e fazendo com que os sintomas recuassem e o cansaço desaparecesse.

    Para quem tem TAG, o próprio aumento dos batimentos cardíacos e da respiração durante uma caminhada ou corrida pode ser interpretado pelo organismo como um sinal de perigo, disparando os gatilhos que você mencionou. O primeiro passo fundamental é realizar os exames médicos de rotina para descartar qualquer causa física e garantir que o seu corpo está pronto para os exercícios. Uma vez eliminadas as causas orgânicas, esse cenário pode ser trabalhado de maneira excelente na psicologia, onde você aprenderá técnicas para manejar o foco da atenção e retomar suas atividades físicas com segurança. Eu adoraria acompanhar o seu processo caso você tenha interesse em fazer terapia e buscar um espaço seguro para cuidar disso.


  • Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?

    Se eu estou fazendo terapia com um psicólogo e vou começar a ir pra outro,o que eu deveria fazer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Danielle Sales

    O passo mais recomendado é conversar abertamente com o seu psicólogo atual para realizar uma sessão de encerramento. Essa última conversa é fundamental para revisar os avanços que você conquistou ao longo das sessões, entender o que funcionou bem e fechar esse ciclo de forma saudável. Romper o vínculo de maneira abrupta pode deixar pontas soltas, enquanto uma despedida estruturada garante o seu fechamento emocional e evita a sensação desconfortável de que algo ficou pendente.Você não precisa se sentir pressionado a dar justificativas longas se não quiser, pois a escolha do profissional é um direito seu. No início ou no final da próxima sessão, você pode dizer de forma simples e direta que decidiu experimentar o atendimento com outro profissional e que gostaria de usar aquele momento para finalizar o processo de vocês. Se julgar necessário, você também pode solicitar a ele um breve resumo ou relatório clínico do seu histórico de atendimento para entregar ao próximo terapeuta, o que ajuda a garantir a continuidade do seu tratamento.

    Ao iniciar as sessões com o novo psicólogo, é muito importante relatar logo no primeiro encontro que você acabou de passar por uma transição terapêutica. Explique brevemente o que te levou a mudar, seja a busca por uma abordagem teórica diferente, a falta de identificação com o estilo do profissional anterior ou o desejo de focar em novas demandas. Essa transparência inicial ajuda o novo terapeuta a alinhar as expectativas com você e a traçar um plano de tratamento muito mais assertivo e focado nas suas necessidades atuais.


Perguntas frequentes

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