Perguntas do paciente (251)

  • Toda vez que tenho relação ou beijo alguém me sinto sujo e com necessidade de tomar banho. Mesmo dep

    Toda vez que tenho relação ou beijo alguém me sinto sujo e com necessidade de tomar banho. Mesmo depois de banhar por um longo tempo, continuo me sentindo sujo. Tem alguma explicação pra isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    Boa tarde! Sentir-se sujo após relações ou beijos e a necessidade constante de tomar banho pode estar relacionado a uma hipersensibilidade emocional e física. Esses sentimentos de sujeira persistente, mesmo após uma limpeza meticulosa, podem indicar a presença de pensamentos intrusivos e uma compulsão para aliviar a ansiedade através de rituais de limpeza. É importante considerar buscar a ajuda de um profissional de saúde mental, como um psicólogo ou psiquiatra, para uma avaliação adequada e possível tratamento que possa ajudar a lidar com esses sentimentos e melhorar a qualidade de vida.


  • Como eu escolho qual abordagem da psicologia que mais me ajudaria a me entender melhor, meus problem

    Como eu escolho qual abordagem da psicologia que mais me ajudaria a me entender melhor, meus problemas e traumas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    Como vai?
    Escolher a abordagem da psicologia que mais o ajudará a entender melhor seus problemas e traumas depende de uma variedade de fatores, incluindo suas preferências pessoais, suas necessidades específicas, o tipo de problema ou trauma que você está enfrentando e sua resposta a diferentes métodos terapêuticos. Aqui estão algumas considerações que podem ajudá-lo a decidir:
    Dedique um tempo para pesquisar diferentes abordagens da psicologia, como terapia cognitivo-comportamental (TCC), psicoterapia psicodinâmica, terapia de exposição, terapia de aceitação e compromisso (ACT), terapia centrada na pessoa, psicanálise e assim por diante. Familiarize-se com os princípios básicos de cada abordagem e como elas abordam problemas e traumas específicos.
    Consulte um profissional: Agende uma consulta inicial com um psicólogo para discutir suas preocupações e objetivos terapêuticos. Durante essa consulta, você pode fazer perguntas sobre a abordagem terapêutica do profissional, sua experiência com casos semelhantes ao seu e como eles abordariam seus problemas específicos.
    Considere suas preferências pessoais: Pense sobre o que você está procurando em um terapeuta e em uma abordagem terapêutica. Você prefere um estilo terapêutico mais estruturado e focado em soluções, ou está mais interessado em explorar questões emocionais mais profundas? Você valoriza uma abordagem mais direta e confrontadora ou prefere uma abordagem mais gentil e solidária?
    Experiência anterior: Se você já tentou terapia anteriormente, reflita sobre quais abordagens foram mais úteis para você no passado. Isso pode orientar sua decisão sobre qual abordagem tentar desta vez.
    Flexibilidade e experimentação: Esteja aberto a experimentar diferentes abordagens e terapeutas. Nem todas as abordagens funcionam para todas as pessoas, e pode levar algum tempo e tentativa e erro para encontrar a combinação certa de terapeuta e abordagem terapêutica para você.
    Lembre-se de que o mais importante é encontrar um terapeuta com quem você se sinta confortável e seguro, independentemente da abordagem terapêutica específica que eles usem. O relacionamento terapêutico é um componente crucial do processo de terapia, e encontrar um terapeuta com quem você se sinta conectado e confiante é fundamental para o seu progresso terapêutico. Te desejo um feliz dia!!
    @psicologia.veredas


  • Como superar a perda de alguém (de maneira inesperada)? Me sinto culpada por não ter prestado mais a

    Como superar a perda de alguém (de maneira inesperada)? Me sinto culpada por não ter prestado mais atenção aos sinais, de ter falado menos sobre mim, e mais sobre ele, ter o ouvido mais, ter sido uma pessoa melhor...

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá, como vai?
    Lidar com a perda de alguém, especialmente de maneira inesperada, pode ser uma experiência avassaladora e desafiadora. É normal sentir uma variedade de emoções, incluindo tristeza, culpa, raiva, confusão e até mesmo choque. Aqui estão algumas sugestões para ajudá-la a superar a perda e lidar com os sentimentos de culpa:

    É importante permitir-se sentir todas as emoções que surgem durante o processo de luto, sem julgamento. Não há certo ou errado quando se trata de lidar com a perda, e é natural passar por um turbilhão de sentimentos.
    Compartilhe suas emoções: Encontre alguém em quem confiar e com quem possa compartilhar seus sentimentos. Isso pode ser um amigo, membro da família, ou psicólogo.
    Lembre-se de que você é humano e não pode controlar tudo.
    Procure apoio profissional: Se os sentimentos de culpa estiverem impactando significativamente sua vida diária ou bem-estar emocional, considere procurar ajuda de um terapeuta ou conselheiro. Eles podem ajudá-la a explorar seus sentimentos, processar a perda e desenvolver estratégias saudáveis de enfrentamento.
    Lembre-se de que o processo de luto é único para cada pessoa e não segue um cronograma específico. Seja gentil consigo mesma e permita-se passar pelo processo à sua maneira. Com o tempo e com o apoio adequado, você encontrará maneiras de lidar com a perda e seguir em frente. espero ter ajudado e desejo paz e tranquilidade para você!!



  • Olá! Me chamo Aline.E todas as manhãs eu esculto o toque do meu despertador antes dele t

    Olá! Bom dia.
    E todas as manhãs eu esculto o toque do meu despertador antes dele tocar, tipo uma horas antes e depois que toca eu desativo e ele fica tocando bastante tempo(na minha cabeça). É horrível! O que devo fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá como vai?
    Parece que você está experimentando um fenômeno conhecido como "pré-alarme" ou "pré-audição" do despertador, onde você percebe o som do despertador antes de ele realmente tocar. Isso pode ser bastante desconfortável e perturbador, especialmente se você continua a ouvir o som do despertador mesmo depois de desativá-lo. Aqui estão algumas sugestões para lidar com essa situação:

    Mudanças no ambiente: Experimente mudar a posição do seu despertador ou até mesmo trocar de modelo para ver se isso faz alguma diferença na percepção do som. Às vezes, pequenas mudanças no ambiente podem ajudar a reduzir ou eliminar o problema.
    Rotina de sono: Avalie sua rotina de sono e tente garantir que você esteja dormindo profundamente o suficiente para não ser tão sensível aos ruídos ao seu redor. Isso pode envolver criar um ambiente propício para o sono, como manter o quarto escuro, silencioso e fresco, e seguir uma rotina regular de sono.
    Gerenciamento do estresse: O estresse e a ansiedade podem contribuir para uma maior sensibilidade aos estímulos, como o som do despertador. Praticar técnicas de relaxamento, como meditação, respiração profunda, ioga ou exercícios de relaxamento muscular progressivo, pode ajudar a reduzir a sensibilidade ao som e promover um sono mais tranquilo.
    Consulta a um especialista: Se o problema persistir e continuar a interferir significativamente na qualidade do seu sono e bem-estar, considere consultar um especialista em sono ou um médico para uma avaliação mais detalhada. Eles podem ajudar a identificar possíveis causas subjacentes e oferecer tratamentos ou estratégias adicionais para lidar com o problema.
    Lidar com o "pré-alarme" do despertador pode levar tempo e tentativa e erro para encontrar a solução que melhor funcione para você. Experimente algumas das sugestões acima e esteja aberto(a) a ajustes conforme necessário até encontrar uma abordagem que ajude a resolver ou minimizar o problema. Espero ter ajudado te desejo um feliz dia!!







  • É normal viver completamente desconectado da realidade? Ouvi dizer que é um sintoma de depressão por

    É normal viver completamente desconectado da realidade? Ouvi dizer que é um sintoma de depressão por ou algo do tipo, mas normalmente essa "desconexão" não vêem junto a nenhum sentimento de tristeza, mas é como estar inerte a tudo que acontece. Mesmo coisas graves, tendem a não chocar tanto, o que parecer útil, mas na verdade assusta bastante, por ser algo contrário ao normalmente esperado de um humano saudável.
    Há algum problema em viver desconectado da realidade? Há algum problema em se isolar completamente do mundo exterior?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    Olá como vai??
    Viver completamente desconectado da realidade ou sentir-se inerte em relação ao que está acontecendo ao seu redor pode ser um sintoma de vários problemas de saúde mental, incluindo depressão, transtornos de ansiedade, transtorno dissociativo e outros. Enquanto algumas pessoas podem experimentar sentimentos de tristeza associados a essa desconexão, outras podem não sentir nada ou podem sentir uma sensação de apatia ou entorpecimento.

    Embora se isolar ocasionalmente do mundo exterior possa ser uma resposta temporária a situações estressantes ou dolorosas, viver constantemente desconectado da realidade ou se isolar completamente do mundo exterior pode ser problemático e prejudicial para a saúde mental e o bem-estar geral.

    Impacto na funcionalidade diária: Quando alguém está desconectado da realidade ou se isola completamente, pode ser difícil para funcionar no dia a dia. Isso pode afetar o desempenho no trabalho ou na escola, relacionamentos pessoais e atividades diárias básicas.

    Risco de deterioração da saúde mental: A desconexão da realidade pode ser um sintoma de um problema de saúde mental subjacente, como depressão ou transtorno dissociativo. Ignorar esses problemas pode levar a uma piora dos sintomas e ao desenvolvimento de complicações adicionais.

    Isolamento social: Se alguém se isola completamente do mundo exterior, isso pode levar ao isolamento social e à falta de apoio emocional. O isolamento social tem sido associado a uma série de problemas de saúde mental, incluindo depressão e ansiedade.
    Se você ou alguém que você conhece está experimentando desconexão da realidade ou isolamento completo do mundo exterior, é importante procurar ajuda de um profissional de saúde mental. Um psicólogo ou psiquiatra pode avaliar a situação, fornecer um diagnóstico adequado e recomendar o tratamento apropriado, que pode incluir terapia, medicação ou outras intervenções. O apoio emocional de amigos e familiares também pode ser valioso durante esse período difícil. Te desejo um feliz dia!!!







  • É possível que a ansiedade cause dificuldade para andar ?

    É possível que a ansiedade cause dificuldade para andar ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá como vai?
    Sim, é possível que a ansiedade cause dificuldade para andar em algumas pessoas. A ansiedade pode afetar o corpo de várias maneiras, incluindo sintomas físicos como fraqueza muscular, tremores, tonturas e falta de coordenação motora. Esses sintomas podem tornar a caminhada mais difícil ou desconfortável para algumas pessoas.

    Além disso, a ansiedade pode desencadear uma resposta de luta ou fuga no corpo, que envolve a liberação de hormônios do estresse, como adrenalina. Isso pode levar a sensações de tensão muscular e dificuldade de movimento, o que pode afetar a capacidade de caminhar normalmente.

    Para algumas pessoas, a ansiedade também pode estar associada a ataques de pânico, durante os quais os sintomas físicos podem se intensificar, incluindo dificuldade para respirar, palpitações cardíacas e sensação de desmaio. Nessas situações, a pessoa pode se sentir tão sobrecarregada pela ansiedade que pode ter dificuldade para se mover ou caminhar.

    É importante ressaltar que a ansiedade afeta cada pessoa de maneira diferente e nem todos os indivíduos com ansiedade experimentarão dificuldades para andar. No entanto, se alguém está experimentando sintomas físicos graves que afetam sua capacidade de funcionar no dia a dia, é importante procurar ajuda de um profissional de saúde mental. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a avaliar a situação, oferecer suporte e recomendar estratégias de tratamento, que podem incluir psicoterapia , medicação ou outras intervenções adequadas. Te desejo um feliz dia!!







  • Tenho uma filha de 10 anos e percebo que ela desde que começou a estudar tem bastante dificuldade de

    Tenho uma filha de 10 anos e percebo que ela desde que começou a estudar tem bastante dificuldade de atenção ( relatados pelos professores das escolas ), uma certa dificuldade em manter amizades também já que por vezes ela entra em assuntos aleatórios, diferente do que está sendo falado. Quando vai falar sobre algo que ocorreu, tende a se perder no assunto ou dar detalhes que não são tão relevantes e/ou objetivos , entre outras coisas. Gostaria de saber se é possível que ela tenha TDAH ( mesmo não sendo tão hiperativa) e como posso colaborar para que ela tenha um desenvolvimento melhor, pois vejo que por vezes ela se sente muito sozinha por não conseguir manter suas amizades , assim como por nao conseguir acompanhar as atividades na escola .
    Como posso descobrir se pode ser TDAH ? A quem devo recorrer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá como vai?
    É compreensível sua preocupação com a dificuldade de atenção e outras questões que sua filha está enfrentando na escola e em suas relações sociais. O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) pode se manifestar de diferentes formas, não sendo necessariamente acompanhado de hiperatividade.

    Para determinar se sua filha pode ter TDAH ou qualquer outro desafio de aprendizado, é importante buscar a avaliação de profissionais especializados. Aqui estão algumas etapas que você pode considerar:

    Consulta com um Pediatra ou Psiquiatra Infantil: Um médico especializado pode realizar uma avaliação inicial e, se necessário, encaminhar sua filha para avaliação mais detalhada.

    Avaliação Psicológica: Um psicólogo clínico ou neuropsicólogo pode realizar testes e avaliações específicas para identificar possíveis dificuldades de atenção, concentração e outras habilidades cognitivas.

    Avaliação Escolar: Conversar com os professores e a equipe escolar pode fornecer informações valiosas sobre o comportamento e desempenho de sua filha na sala de aula.

    Observação em Diferentes Ambientes: Além da escola, é importante observar o comportamento de sua filha em casa e em outras situações sociais para obter uma visão mais abrangente de suas dificuldades.

    Se a avaliação confirmar que sua filha tem TDAH ou qualquer outra dificuldade de aprendizado, há várias maneiras de ajudá-la a lidar com isso:

    Tratamento Multidisciplinar: O tratamento do TDAH geralmente envolve uma abordagem multidisciplinar, que pode incluir terapia comportamental, apoio educacional, e em alguns casos, medicação.

    Lembre-se de que cada criança é única, e o que funciona para uma pode não funcionar para outra. Portanto, é importante ser paciente, compreensivo e buscar apoio adequado para ajudar sua filha a prosperar. Te desejo um feliz dia!!!







  • No toc o tema dos pensamentos obsessivos pode ser sobre qualquer coisa? Por exemplo, pensar repetida

    No toc o tema dos pensamentos obsessivos pode ser sobre qualquer coisa? Por exemplo, pensar repetidamente em uma palavra sem a intenção de fazer isso e não conseguir parar esse pensamento pode ser caracterizado como toc?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá como vai???
    Sim, no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), os pensamentos obsessivos podem ser sobre uma ampla variedade de temas e não estão necessariamente ligados a preocupações ou situações reais. Os pensamentos obsessivos são intrusivos, indesejados e repetitivos, e podem causar ansiedade significativa ou desconforto para a pessoa que os experimenta.

    No exemplo que você deu, pensar repetidamente em uma palavra sem a intenção de fazer isso e não conseguir parar esse pensamento pode de fato ser caracterizado como um pensamento obsessivo. Mesmo que a palavra em si não seja relevante ou significativa, o fato de que você não consegue parar de pensar nela e isso está causando desconforto ou ansiedade pode ser indicativo de um possível TOC.

    É importante notar que ter pensamentos intrusivos de vez em quando não é incomum e não necessariamente indica a presença de um transtorno. No entanto, se esses pensamentos obsessivos são frequentes, causam sofrimento significativo ou interferem nas atividades diárias, pode ser útil buscar ajuda de um profissional de saúde mental para uma avaliação adequada e para discutir opções de tratamento, se necessário. A terapia é frequentemente recomendada como tratamento de primeira linha para o TOC, mas em alguns casos, medicação também pode ser prescrita para ajudar a gerenciar os sintomas. te desejo um feliz dia!!!






  • Como sei se tenho baixa autoestima? Auta autoestima é o certo?

    Como sei se tenho baixa autoestima? Auta autoestima é o certo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá como vai??
    A baixa autoestima pode se manifestar de várias maneiras e pode afetar diferentes áreas da vida de uma pessoa. Aqui estão alguns sinais comuns que podem indicar baixa autoestima:
    Autocrítica Excessiva: Se você tende a ser muito duro consigo mesmo, criticando-se constantemente por pequenos erros ou falhas, isso pode ser um sinal de baixa autoestima.

    Dificuldade em Aceitar Elogios: Se você se sente desconfortável ao receber elogios ou tem dificuldade em acreditar neles, isso pode ser um indicativo de baixa autoestima.

    Comparação Constante com os Outros: Se você se compara frequentemente com os outros e se sente inferior ou inadequado em comparação, isso pode ser um sinal de baixa autoestima.

    Evitar Desafios ou Novas Experiências: Se você evita desafios ou situações novas por medo de fracassar ou de ser julgado pelos outros, isso pode ser resultado de baixa autoestima.

    Sentimento de Indefinição ou Incapacidade: Se você tem uma sensação constante de que não é bom o suficiente ou que não merece sucesso ou felicidade, isso pode ser um indicativo de baixa autoestima.

    Isolamento Social: Se você se isola frequentemente e tem dificuldade em fazer e manter relacionamentos, isso pode ser um reflexo da baixa autoestima.

    Padrões de Relacionamento Desequilibrados: Se você tende a se envolver em relacionamentos abusivos ou desequilibrados, onde você se sente desvalorizado ou maltratado, isso pode ser um sinal de baixa autoestima.

    Se você se identifica com alguns desses sinais, pode ser útil buscar apoio de um profissional de saúde mental, como um psicólogo . Ele pode ajudá-lo a entender melhor suas emoções e pensamentos, desenvolver estratégias para melhorar sua autoestima e trabalhar para alcançar uma vida mais feliz e satisfatória. Lembre-se de que reconhecer que há espaço para crescimento é um grande passo em direção ao desenvolvimento de uma autoestima mais saudável. Te desejo um feliz dia!!!






  • Oi, eu tenho transtorno de personalidade paranóide e estou paranóico do meu pai se tornar paranóico

    Oi, eu tenho transtorno de personalidade paranóide e estou paranóico do meu pai se tornar paranóico por conta da exposição as minhas paranóias, é possível alguém desenvolver esse transtorno só pela convivência com alguém que o tenha? Obs: Meu pai nunca apresentou sintomas

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    Olá como vai??
    O Transtorno de Personalidade Paranóide é caracterizado por desconfiança e suspeita generalizadas em relação aos outros, interpretando as intenções das pessoas como maliciosas, mesmo na ausência de evidências. Embora o transtorno possa ter uma predisposição genética, o ambiente e a experiência de vida também desempenham um papel importante no seu desenvolvimento.

    É improvável que alguém desenvolva diretamente o Transtorno de Personalidade Paranóide apenas por conviver com uma pessoa que tenha esse transtorno. No entanto, a exposição prolongada a comportamentos e pensamentos paranóicos pode influenciar a maneira como uma pessoa interpreta e responde às interações sociais. Isso pode resultar em um aumento temporário da desconfiança ou da suspeita, mas não necessariamente em um diagnóstico completo do transtorno.

    É importante notar que o desenvolvimento de transtornos de personalidade é complexo e multifacetado, envolvendo uma combinação de fatores genéticos, biológicos, psicológicos e ambientais. Além disso, nem todas as pessoas expostas a comportamentos paranóicos desenvolverão o transtorno, e o impacto exato da exposição varia de pessoa para pessoa.

    Se você está preocupado com o impacto que suas próprias preocupações paranóicas podem ter sobre seu pai ou sobre outras pessoas em sua vida, é importante buscar apoio de um profissional de saúde mental. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudá-lo a entender melhor suas preocupações e a desenvolver estratégias para lidar com elas de forma saudável. Além disso, um ambiente familiar aberto e comunicativo pode ajudar a reduzir o estresse e promover relacionamentos mais saudáveis entre os membros da família. Te desejo um feliz dia!!!






  • O quão normal é perder o interesse pelas coisas muito rapidamente? Sempre que eu começo a estudar

    O quão normal é perder o interesse pelas coisas muito rapidamente?

    Sempre que eu começo a estudar eu começo com toda empolgação do mundo, depois de uns dias eu desânimo e perco o interesse e pulo para outro assunto, eu já tentei aprender idiomas, estudar para concursos, vestibular, programação… já gastei muito dinheiro me inscrevendo em cursos e nem mesmo a perda financeira me motiva a estudar, eu sempre fracasso por não ter vontade de estudar aquilo.

    Eu admiro pessoas que consegue estudar para algo durante anos a fio, depois de uns dias eu pego uma certa repulsa e não consigo mais, mesmo eu sabendo da recompensa eu não consigo, eu não me considero uma pessoa impulsiva

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá como vai???

    Perder o interesse rapidamente por diferentes atividades pode ser um desafio comum para algumas pessoas, e pode ser influenciado por uma variedade de fatores. Enquanto algumas pessoas têm uma capacidade natural de se concentrar em um único interesse por longos períodos de tempo, outras podem sentir-se mais inclinadas a explorar uma variedade de interesses de forma mais breve.

    Existem várias possíveis explicações para esse padrão de comportamento:

    Tédio ou falta de desafio: Se as atividades que tenta estudar não o desafiam o suficiente ou não despertam o seu interesse de forma significativa, é natural que perca o interesse rapidamente.

    Perfeccionismo: Se tem expectativas muito altas ou rígidas em relação ao seu desempenho ou resultados, pode sentir-se desencorajado quando percebe que não está a alcançar esses padrões.

    Falta de conexão pessoal: Se não se sentir pessoalmente conectado ou motivado pelas atividades que está a tentar estudar, é menos provável que se comprometa a longo prazo.

    Fatores emocionais ou de saúde mental: Problemas de saúde mental, como depressão ou ansiedade, podem afetar a sua motivação e capacidade de se concentrar em atividades.

    Estilo de aprendizagem: Pode ser que o seu estilo de aprendizagem não esteja alinhado com os métodos de estudo que está a tentar aplicar. Experimentar diferentes abordagens de aprendizagem pode ajudar a encontrar algo mais adequado ao seu estilo.

    Um profissional qualificado pode ajudá-lo a explorar as possíveis causas subjacentes desse padrão de comportamento e desenvolver estratégias para aumentar a sua motivação e persistência em relação aos seus objetivos. Te desejo um feliz dia!!!


  • Se perceber que há uma possível relação amorosa entre um psicólogo e sua paciente, e o psicólogo enc

    Se perceber que há uma possível relação amorosa entre um psicólogo e sua paciente, e o psicólogo encaminhar sua paciente para outro profissional e depois passar a ter alguma relação com ela, este profissional ainda estaria infringindo o Código de Ética?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá como vai?

    Sim, mesmo que um psicólogo encaminhe uma paciente para outro profissional antes de iniciar qualquer relação pessoal com ela, ainda seria considerado antiético iniciar uma relação romântica ou sexual com um ex-paciente. Isso é considerado uma violação do código de ética profissional e dos princípios éticos que regem a prática psicológica.

    A relação terapêutica entre um psicólogo e um paciente é baseada em confiança, respeito e confidencialidade. Aproveitar-se dessa relação de poder e vulnerabilidade para iniciar uma relação romântica ou sexual é altamente antiético e pode causar danos significativos à paciente. Te desejo um feliz dia!!






  • O que se chama "Crise da Psicologia Social"? E quais foram os limites que a ensejaram e as saidas de

    O que se chama "Crise da Psicologia Social"? E quais foram os limites que a ensejaram e as saidas dessa crise?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá como vai??
    A "Crise da Psicologia Social" é um termo usado para descrever um período de questionamento e reflexão crítica dentro da psicologia social, que ocorreu principalmente nas décadas de 1960 e 1970. Durante esse tempo, alguns pesquisadores começaram a questionar os pressupostos e métodos tradicionais da psicologia social e a criticar sua capacidade de abordar adequadamente questões sociais complexas.
    Em resumo, a crise da psicologia social levou a um período de auto-reflexão e mudança na disciplina, resultando em um maior reconhecimento da importância do contexto social, cultural e histórico, bem como uma diversificação dos métodos e teorias utilizadas para estudar o comportamento humano em contextos sociais. Te desejo um feliz dia!!!


  • Se indicado, a ECT e EMT tem possibilidade de fazer isso de forma gratuita? Ou esse recurso só na re

    Se indicado, a ECT e EMT tem possibilidade de fazer isso de forma gratuita? Ou esse recurso só na rede provada mesmo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    olá como vai?
    A ECT (Eletroconvulsoterapia) e a EMT (Estimulação Magnética Transcraniana) são tratamentos médicos que podem ser indicados para certas condições psiquiátricas, como depressão grave e outros transtornos de humor. No entanto, a disponibilidade desses tratamentos de forma gratuita pode variar de acordo com o sistema de saúde de cada país e região.
    Em muitos países, a ECT é geralmente disponibilizada em hospitais públicos como parte do sistema de saúde mental. Os critérios para receber esse tratamento gratuitamente podem depender das políticas de saúde do país, bem como da avaliação do médico quanto à necessidade do paciente. Geralmente, a ECT é reservada para casos de depressão grave que não responderam a outras formas de tratamento.
    Já a EMT pode ser oferecida tanto em hospitais públicos quanto em clínicas privadas, dependendo da disponibilidade de recursos e políticas de saúde locais. Em alguns casos, pode ser possível acessar a EMT gratuitamente por meio de serviços de saúde mental do governo, programas de pesquisa ou ensaios clínicos.

    Se você está considerando esses tratamentos e tem preocupações sobre os custos, recomendo entrar em contato com o sistema de saúde pública de sua região para obter informações sobre a disponibilidade e os critérios de elegibilidade para receber esses tratamentos gratuitamente. Além disso, você também pode discutir suas opções com um médico ou profissional de saúde mental, que pode orientá-lo sobre os recursos disponíveis e ajudá-lo a acessar o tratamento adequado para suas necessidades. Te desejo um feliz dia!!!


  • É possível uma pessoa que não tem TEA sofrer uma sobrecarga sensorial?

    É possível uma pessoa que não tem TEA sofrer uma sobrecarga sensorial?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    Olá! Sim, é possível que uma pessoa que não tem Transtorno do Espectro Autista (TEA) sofra uma sobrecarga sensorial. A sobrecarga sensorial ocorre quando os sentidos são bombardeados por estímulos intensos ou numerosos, tornando difícil processar ou tolerar essas informações. Isso pode acontecer com qualquer pessoa em ambientes muito ruidosos, com luzes intensas, ou diante de múltiplas demandas simultâneas. Fatores como estresse, fadiga, ou condições de saúde mental, como transtorno de ansiedade ou Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), também podem aumentar a suscetibilidade à sobrecarga sensorial. Uma boa tarde!


  • Gostaria de saber se o transtorno de personalidade obsessivo compulsivo se encaixa em doenças oculta

    Gostaria de saber se o transtorno de personalidade obsessivo compulsivo se encaixa em doenças ocultas .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    O transtorno de personalidade obsessivo-compulsivo (TPOC) é uma condição de saúde mental reconhecida e diagnosticável, caracterizada por uma preocupação excessiva com ordem, perfeccionismo e controle. Embora não seja uma "doença oculta" no sentido de ser desconhecida ou não diagnosticável, muitas vezes pode ser subdiagnosticada ou mal compreendida, especialmente porque os sintomas podem ser confundidos com traços de personalidade rígidos ou comportamentos altamente organizados. Se houver suspeita de TPOC, é importante procurar um profissional de saúde mental para uma avaliação adequada e orientação sobre o tratamento.


  • Sempre fui uma pessoa q apresentava pensamento suicidas e esses pensamentos me faziam chorar muito,

    Sempre fui uma pessoa q apresentava pensamentos intrusos e esses pensamentos me faziam chorar muito, mas hj quando o pensamento me veio a mente não fiquei triste e sim tive uma sensação de alívio imediato. Essa mudança de pensamento é comum?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    Boa tarde! A mudança na reação aos pensamentos intrusivos, passando de tristeza e choro para uma sensação de alívio imediato, pode indicar um progresso significativo no seu processo de enfrentamento e adaptação emocional. É possível que você esteja desenvolvendo uma melhor capacidade de lidar com esses pensamentos, reduzindo o impacto emocional negativo que eles tinham anteriormente. No entanto, se os pensamentos intrusivos ainda forem frequentes ou perturbadores, é recomendável continuar acompanhando a situação com um profissional de saúde mental para garantir que você esteja no caminho certo. Tenha um ótimo dia!


  • As vezes me sinto muito feliz e com picos de energia muito intensos, só que em questão de horas come

    As vezes me sinto muito feliz e com picos de energia muito intensos, só que em questão de horas começo a me sentir triste, cansada, irritada, com vontade de ficar sozinha e sem conversar com ninguém.. Isso é comum?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    Essas oscilações intensas de humor e energia podem ser indicativas de um transtorno de humor, como o transtorno bipolar ou o transtorno de personalidade borderline. Embora variações de humor sejam normais, mudanças extremas e rápidas, como sentir-se extremamente feliz e cheio de energia, seguidas por períodos de tristeza, cansaço e irritação, podem ser sinais de uma condição que merece atenção profissional. Procurar a ajuda de um psicólogo ou psiquiatra é essencial para obter um diagnóstico preciso e discutir possíveis tratamentos que possam ajudar a estabilizar essas oscilações e melhorar a qualidade de vida.


  • Meu filho d 6anos,apesar de ser muito carinho e cuidadoso cmg. N tem apego a outras pessoas, E ñ par

    Meu filho d 6anos,apesar de ser muito carinho e cuidadoso cmg. N tem apego a outras pessoas, E ñ parece se importar com nd emocional. além de se irritar muito fácil com as pessoas(não é agressivo fisicamente).Ele pode desenvolver algum transtorno de personalidade?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    Boa tarde! Embora seja cedo para diagnosticar transtornos de personalidade em crianças, os comportamentos que você descreve – falta de apego a outras pessoas, desinteresse emocional e irritabilidade fácil – podem indicar a necessidade de uma avaliação mais aprofundada. Esses comportamentos podem estar associados a várias condições, como transtorno de ansiedade, dificuldades de regulação emocional ou até características de transtornos do espectro autista. Consultar um psicólogo infantil ou um psiquiatra pode ajudar a entender melhor o comportamento do seu filho e a desenvolver estratégias para apoiá-lo no seu desenvolvimento emocional e social. Boa tarde!


  • E possível tratar dois problemas ao mesmo tempo na psicoterapia, ou precisa ser uma de cada vez?

    E possível tratar dois problemas ao mesmo tempo na psicoterapia, ou precisa ser uma de cada vez?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Diana Rugeles

    Boa tarde! Claro, na verdade, muitos transtornos e dificuldades emocionais estão interligados e podem ser abordados simultaneamente de maneira eficaz. Um terapeuta qualificado pode criar um plano de tratamento integrado que aborda várias questões ao mesmo tempo, como ansiedade e depressão, ou fobia social e baixa autoestima. A abordagem multifacetada pode ajudar a melhorar a qualidade de vida do paciente de maneira mais holística e eficiente.


Perguntas frequentes

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