Perguntas do paciente (251)
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“Problemas com confiança no relacionamento” Eu tenho sérios problemas com confiança, eu não consi
“Problemas com confiança no relacionamento”
Eu tenho sérios problemas com confiança, eu não consigo confiar no meu namorado.
Eu e meu namorado nos conhecemos a uns 9 anos, eu nunca imaginei namorar ele um dia. Nesses 9 anos a gente deu uma distanciada, éramos melhores amigos, nesse período de distância a gente cresceu e amadureceu bastante. Até que um dia ele reapareceu, conversamos como bons amigos que sempre fomos. Eu sempre soube que ele tinha uma quedinha por mim, mas nunca quis nada pelo fato de não estragar nossa amizade, até que aconteceu da gente se reaproximar e agora estamos em um relacionamento já fazem 8 meses. E nesse período afastado eu soube que ele namorou umas 2 meninas, e traiu as duas. Sempre que ficava bebado, apesar de estarmos distantes, ele me mandava mensagem dizendo o que sentia por mim, eu ignorava, é claro! Mas o fato é que eu não confio nele por achar que ele vai me trair como fez com as outras, e eu sou tão paranoica com isso que averiguo todas as redes sociais dele, quem seguiu, quem ele conversa, quem curti as fotos, quem ele pesquisou e até entro nos registros de atividades pra ver cada passo. E isso tá afundando nosso relacionamento, pq brigamos muito por causa disso. Ele diz que eu não confio nele e não tem pq eu estar com ele se não confio, e que a desconfiança é normal, mas a minha é exagerada e que ele ta cansando disso. Mas, como eu consigo mudar? Como parar com essas paranóias? Eu gosto dele e não quero um término!RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
É compreensível que você esteja enfrentando dificuldades com confiança no relacionamento, especialmente considerando as experiências passadas do seu namorado e a história de vocês dois. No entanto, é importante reconhecer que a falta de confiança pode ser prejudicial para o relacionamento e para o bem-estar emocional de ambos.
Aqui estão algumas sugestões para ajudá-la a lidar com suas preocupações e melhorar a confiança no relacionamento:
Comunicação aberta e honesta: Converse com seu namorado sobre suas preocupações e medos. Explique como você se sente e por que está lutando para confiar nele. Ter uma conversa franca pode ajudar a esclarecer mal-entendidos e fortalecer a conexão entre vocês.
Trabalhe em sua autoconfiança: Às vezes, a falta de confiança no parceiro pode estar relacionada à falta de confiança em si mesma. Trabalhe em sua autoestima e autoconfiança, reconhecendo suas qualidades e valor como pessoa.
Estabeleça limites saudáveis: Embora seja natural querer conhecer mais sobre o parceiro, invadir a privacidade dele constantemente pode minar a confiança no relacionamento. Estabeleça limites saudáveis e respeite a privacidade um do outro.
Considere a terapia de casal: Se vocês estiverem enfrentando dificuldades significativas de confiança, considerem buscar a ajuda de um psicólogo individual ou de casal. Um psicólogo ajudá-los a entender melhor suas preocupações, melhorar a comunicação e desenvolver estratégias para construir confiança no relacionamento.
Lembre-se de que mudar padrões de pensamento e comportamento pode levar tempo e esforço, mas é possível com dedicação e apoio mútuo. Se vocês se amam e estão comprometidos em trabalhar juntos, há esperança para o relacionamento.
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Fui demitida do trabalho a 7 meses, e dias antes iniciei meu namoro. Sempre fui uma pessoa independe
Fui demitida do trabalho a 7 meses, e dias antes iniciei meu namoro. Sempre fui uma pessoa independente, e dividir a vida com alguém e se sentir inferior por não conseguir emprego é horrível. Pensei diversas vezes em largar a faculdade, mas é a única coisa que me resta. Eu sinto que vivo em função do meu namoro, nos vemos todos os dias, e dormimos juntos todos os dias. Sinto que não é o certo, que apesar de não conseguir trabalhar, tenho que ter projetos na minha vida que não envolve meu parceiro, não posso fazer da relação o centro da minha vida. Meu namorado não se incomoda, mas eu sim, e não consigo sair dessa rotina/comodismo. Oq eu devo fazer?? Sei que quando conseguir um trabalho vai ser melhor, pois não terei tanto tempo livre pra viver em função da minha relação, mas como não encontro fico frustrada comigo mesma e as vezes crio até umas paranóias sobre meu relacionamento que acaba gerando discussões desnecessárias e desgastando meu relacionamento. Eu simplesmente não sei oq fazer pra mudar isso, me ajudaa!!
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá, como vai?
É compreensível que você esteja passando por um momento desafiador, lidando com a falta de emprego e sentindo-se presa em uma rotina que não parece saudável para você. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudá-la a encontrar um equilíbrio saudável entre sua vida pessoal e seu relacionamento:
Foque em si mesma: Em vez de se concentrar exclusivamente no seu relacionamento, reserve um tempo para se concentrar em si mesma. Isso pode incluir explorar seus interesses pessoais, investir em seu desenvolvimento pessoal, praticar auto-cuidado e procurar oportunidades de crescimento profissional.
Estabeleça metas pessoais: Defina metas pessoais que não estejam diretamente relacionadas ao seu relacionamento, como encontrar um emprego, concluir sua faculdade, desenvolver novas habilidades ou explorar novos hobbies. Ter objetivos claros e alcançáveis pode ajudá-la a se sentir mais realizada e focada em sua própria jornada.
Comunique-se com seu parceiro: Tenha uma conversa aberta e honesta com seu namorado sobre suas preocupações e sentimentos. Explique que você valoriza seu relacionamento, mas também reconhece a importância de ter projetos individuais e tempo para si mesma. Juntos, vocês podem encontrar maneiras de apoiar um ao outro enquanto mantêm um senso saudável de independência.
Estabeleça limites saudáveis: Se você sente que está passando tempo demais com seu namorado e isso está afetando sua autonomia e independência, considere estabelecer limites saudáveis em seu relacionamento. Isso pode incluir reservar tempo para si mesma, definir atividades individuais e garantir que você mantenha uma vida social e interesses pessoais além do relacionamento.
Busque apoio externo: Se você está lutando para encontrar um emprego ou se sente sobrecarregada pela situação, considere procurar apoio externo de amigos, familiares, profissionais de carreira. e também um psicólogo. Eles podem oferecer conselhos, suporte emocional e até mesmo conexões que podem ajudá-la em sua busca por emprego.
Lembre-se de que é importante priorizar sua própria felicidade e bem-estar, mesmo dentro de um relacionamento. Encontrar um equilíbrio saudável entre sua vida pessoal e seu relacionamento pode exigir tempo, esforço e comunicação aberta, mas é possível com dedicação e comprometimento mútuo.
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Estou vivendo um término que já tem um tempinho, mais ou menos 7 meses. E desde de outubro eu estou
Estou vivendo um término que já tem um tempinho, mais ou menos 7 meses. E desde de outubro eu estou todos os dias com o meu ex na cabeça, eu estava indo muito bem, n lembrava muito, mas quando lembrava não me afetava tanto, porém agora toda vez que lembro choro muito e dói bastante. Ele mora atrás da minha casa e ver ele me mata aos poucos. Detalhe: ele está namorando então vivo vendo eles…queria muita uma palavra que me desse uma solução pra essa situação chata.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá como vai?
Lidar com um término de relacionamento pode ser extremamente difícil, especialmente quando você tem que lidar com a presença constante do seu ex, ainda mais quando ele está em um novo relacionamento. Aqui estão algumas sugestões que podem ajudá-la a enfrentar essa situação desafiadora:
Permita-se sentir suas emoções: É normal e saudável sentir tristeza, raiva, dor e outras emoções após um término. Permita-se sentir essas emoções, mas também lembre-se de que elas não vão durar para sempre.
Estabeleça limites saudáveis: Se ver seu ex constantemente está causando mais dor, considere estabelecer limites saudáveis para se proteger emocionalmente. Isso pode incluir evitar lugares onde você sabe que ele estará presente ou reduzir o contato com ele, se possível.
Cuide de si mesma: Foque em cuidar de si mesma e em atividades que tragam conforto e bem-estar. Isso pode incluir praticar exercícios físicos, meditação, passar tempo com amigos e familiares que te apoiam, ou buscar hobbies que te tragam alegria.
Procure apoio: Não hesite em buscar apoio emocional de amigos, familiares ou de um profissional de saúde mental, como um psicólogo Falar sobre seus sentimentos com alguém de confiança pode ajudar a aliviar a dor e oferecer uma perspectiva diferente sobre a situação.
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Oque é a falta de empatia? Adolescentes com falta de empatia poderia ser oque?
Oque é a falta de empatia? Adolescentes com falta de empatia poderia ser o que?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A falta de empatia é a dificuldade ou incapacidade de se colocar no lugar do outro, compreender suas emoções e reagir de maneira sensível às necessidades alheias. Pessoas com pouca empatia podem ter dificuldades em estabelecer conexões emocionais, demonstrar compaixão ou entender o impacto de suas ações sobre os outros. Esse comportamento pode ser influenciado por diversos fatores, como experiências de vida, ambiente familiar, traumas ou até mesmo características individuais de personalidade.
No caso dos adolescentes, a falta de empatia pode estar relacionada ao desenvolvimento emocional e social dessa fase da vida. A adolescência é um período de intensas mudanças, onde o jovem ainda está aprendendo a lidar com suas próprias emoções e a interpretar as dos outros. Em alguns casos, essa dificuldade pode ser passageira, resultado da imaturidade emocional, da busca por identidade ou da influência do meio social. No entanto, quando a falta de empatia é persistente e afeta significativamente as relações interpessoais, pode estar associada a transtornos de personalidade ou dificuldades emocionais mais profundas.
É importante observar o contexto em que essa falta de empatia ocorre. Se um adolescente demonstra comportamentos insensíveis de forma recorrente, sem demonstrar preocupação com o impacto de suas ações, pode ser interessante buscar orientação profissional. Psicólogos e educadores podem ajudar a desenvolver habilidades sociais e emocionais, promovendo um maior entendimento sobre a importância da empatia nas relações humanas. Afinal, a empatia é uma habilidade que pode ser cultivada e aprimorada ao longo da vida.
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queria saber sobre a vontade de tirar a parte do corpo, pq sinto isso?? pq fico com tanta raiva q da
queria saber sobre a vontade de tirar a parte do corpo, pq sinto isso?? pq fico com tanta raiva q da vontade de tira uma parte do corpo como o meu dedo mindinho, achava q se eu vivesse com ele seria melhor
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
É compreensível que você esteja sentindo esses sentimentos e pensamentos intensos, mas é importante entender que a vontade de se mutilar ou remover partes do corpo, como o dedo mindinho, pode ser um sintoma de uma condição psicológica subjacente, como o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC), Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), ou outros distúrbios psicológicos.
TOC: No TOC, os pensamentos intrusivos e obsessivos podem levar a comportamentos compulsivos, como a compulsão por mutilação ou a necessidade de remover partes do corpo para aliviar a ansiedade associada.
Transtorno de Personalidade Borderline (TPB): No TPB, os indivíduos podem experimentar uma intensa instabilidade emocional e impulsividade, o que pode levar a comportamentos autodestrutivos, como a auto-mutilação.
Outros distúrbios psicológicos: Além do TOC e do TPB, a vontade de se mutilar ou remover partes do corpo pode estar associada a outros distúrbios psicológicos, como a depressão grave, transtornos de ansiedade ou experiências traumáticas passadas.
É fundamental procurar ajuda de um profissional de saúde mental qualificado para avaliar e tratar esses pensamentos e sentimentos. Um psicólogo ou psiquiatra pode ajudá-lo a entender as causas subjacentes desses pensamentos e desenvolver estratégias de tratamento adequadas, que podem incluir psicoterapia medicação e outras abordagens terapêuticas.
Além disso, é importante lembrar que você não está sozinho(a) e que há suporte disponível para ajudá-lo(a) a enfrentar esses desafios. Você pode entrar em contato com um profissional de saúde mental, linhas de apoio emocional ou grupos de apoio para obter assistência e apoio durante este período difícil. Espero ter ajudado e desejo feliz dia!
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Uma pessoa que deis de criança teve ansiedade pode acabar desenvolvendo uma coisa pior na fase adult
Uma pessoa que deis de criança teve ansiedade pode acabar desenvolvendo uma coisa pior na fase adulta, tipo depressão, TOC ou TDAH?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá como vai?
Sim, é possível que uma pessoa que tenha ansiedade desde a infância desenvolva outras condições de saúde mental na fase adulta, como depressão, transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) ou transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Isso pode ocorrer devido a uma variedade de fatores, incluindo predisposição genética, influências ambientais, eventos estressantes ao longo da vida e padrões de pensamento e comportamento.
É importante reconhecer que a saúde mental é complexa e multifacetada, e que o desenvolvimento de uma condição de saúde mental não significa que outra não possa coexistir ou se desenvolver ao longo do tempo. O tratamento adequado, incluindo terapia e/ou medicação, pode ajudar a gerenciar essas condições e melhorar a qualidade de vida. Se você está enfrentando desafios de saúde mental, é importante buscar apoio de profissionais de saúde qualificados para ajudá-la nesse processo.
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Bipolar pode ser jogador profissional de futebol jogar em times e etc?
Bipolar pode ser jogador profissional de futebol jogar em times e etc?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
Sim, uma pessoa com transtorno bipolar pode potencialmente jogar futebol profissionalmente, desde que receba tratamento adequado e seja capaz de gerenciar seus sintomas de forma eficaz. O transtorno bipolar não impede alguém de desenvolver habilidades esportivas ou de ser bem-sucedido em uma carreira esportiva.
No entanto, é importante que a pessoa com transtorno bipolar tenha um plano de tratamento abrangente que inclua medicação, terapia e outras estratégias de suporte para ajudá-la a manter sua saúde mental e estabilidade emocional. Isso pode envolver trabalhar de perto com profissionais de saúde mental, como psiquiatras e psicólogos, para gerenciar os sintomas e evitar episódios de humor extremo.
Além disso, a pessoa com transtorno bipolar pode precisar estar ciente de como o estresse, a pressão competitiva e a agenda exigente do futebol profissional podem afetar sua saúde mental. Ter um sistema de apoio forte e saber quando pedir ajuda são componentes importantes para garantir o sucesso tanto no esporte quanto no gerenciamento do transtorno bipolar.
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Ficar tendo um mesmo tipo de sonho estranho, no mesmo lugar e tendo a mesma sensação é normal? Ao qu
Ficar tendo um mesmo tipo de sonho estranho, no mesmo lugar e tendo a mesma sensação é normal? Ao que eu me lembre tive um sonho 2 vezes em anos diferentes e era um desconforto absurdo sempre me lembro do lugar escuro e do homem estranho lá comigo, pensei ser alguma coisa que eu vi e ficou marcado na memória, não sei.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá, como vai?
Experimentar um mesmo tipo de sonho estranho, no mesmo lugar e com a mesma sensação pode ser uma experiência desconcertante, mas não é necessariamente incomum. Os sonhos são influenciados por uma variedade de fatores, incluindo experiências pessoais, preocupações, emoções e até mesmo o ambiente em que você dorme.
Às vezes, um evento, imagem ou emoção particular pode deixar uma forte impressão em sua mente inconsciente, o que pode resultar em sonhos recorrentes. Pode ser útil refletir sobre esses sonhos e tentar identificar possíveis conexões com eventos ou sentimentos em sua vida cotidiana.
No entanto, se esses sonhos recorrentes estão causando desconforto significativo ou interferindo em sua qualidade de vida, pode ser útil explorar esses temas com um profissional de saúde mental, como um psicólogo . O profissional pode ajudá-lo a entender melhor o significado desses sonhos e desenvolver estratégias para lidar com eles de maneira saudável.
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Apenas uma curiosidade Certo tempo atrás fiz uma pequena mudança no visual (hoje vejo como MUITO pe
Apenas uma curiosidade
Certo tempo atrás fiz uma pequena mudança no visual (hoje vejo como MUITO pequena), absolutamente ninguém criticou de forma negativa mas eu acabei levando em conta que se não recebi tantos elogios quanto eu era acostumada aquilo estava horrível, internalizei isso e passei uma semana sem conseguir me olhar no espelho direito, sempre chorava, em um episódio isso foi tão forte que eu tive ânsia de vômito em me olhar, ficava arrepiada, tinha nojo de tocar no meu corpo, da roupa que eu vestia, parecia quando se coloca uma roupinha em um gatinho ele não deixa, fica todo arrepiado.
Isso já passou mas fiquei pensando se isso não poderia até acontecer mais vezes, fica aí minha dúvida; a que ponto isso é normal?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá , Como vai?
O que você descreve parece ser uma reação intensa e negativa a uma mudança no visual, que pode ter sido desencadeada pela percepção de não receber tantos elogios quanto esperava. Esse tipo de reação, embora possa ser mais comum em algumas pessoas do que em outras, não é considerado "normal" no sentido de ser saudável ou desejável. Pode indicar uma baixa autoestima, uma sensibilidade excessiva à opinião dos outros ou até mesmo questões mais profundas relacionadas à imagem corporal e à identidade pessoal.
É importante lembrar que a autoestima não deve depender exclusivamente da opinião dos outros ou de elogios externos. Valorizar-se, aceitar-se e amar-se a si mesmo independente do que os outros pensam ou dizem é fundamental para uma saúde mental equilibrada.
Se você se encontrar em uma situação semelhante novamente ou se sentir frequentemente incomodada com sua aparência, é importante buscar apoio emocional de amigos, familiares ou de um profissional de saúde mental. Um psicólogo pode ajudá-la a explorar esses sentimentos, compreender suas origens e desenvolver estratégias para melhorar sua autoestima e lidar com as pressões externas de maneira mais saudável.
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Bom percebi que as vezes quando durmo e tenho algum sonho se não for um sonho bom acordo marcada pel
Bom percebi que as vezes quando durmo e tenho algum sonho se não for um sonho bom acordo marcada pelas minhas próprias unhas pq ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
A ação de acordar com marcas de unhas pode estar relacionada a uma condição conhecida como escoriação noturna, que é um comportamento inconsciente de coçar ou arranhar a pele durante o sono. Isso pode ocorrer em resposta a estresse, ansiedade, desconforto físico ou até mesmo a certos tipos de sonhos perturbadores.
Quando você tem um sonho ruim ou desagradável, seu corpo pode reagir fisicamente, mesmo que você não esteja consciente disso. Em alguns casos, as pessoas podem se mover ou reagir aos eventos do sonho através de movimentos físicos, como arranhar ou coçar.
Se você está acordando com marcas de unhas frequentemente e isso está causando desconforto ou preocupação, pode ser útil procurar orientação de um médico e psicólogo. Eles podem ajudá-lo a entender melhor a causa subjacente desse comportamento e recomendar estratégias para prevenir ou reduzir a escoriação noturna, como o uso de luvas de algodão durante o sono ou técnicas de relaxamento para reduzir o estresse antes de dormir. Além disso, abordar questões subjacentes de estresse ou ansiedade pode ajudar a melhorar a qualidade do seu sono e reduzir a incidência de escoriação noturna.
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Existe provas científicas de que o mindfulness ajuda no tratamento do TOC? Seja ele de cunho religio
Existe provas científicas de que o mindfulness ajuda no tratamento do TOC? Seja ele de cunho religioso ou sexual?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
O mindfulness, que envolve estar consciente e atento ao momento presente sem julgamento, tem sido estudado como uma ferramenta potencial no tratamento de uma variedade de transtornos mentais, incluindo o Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Embora haja evidências de que o mindfulness pode ser útil como parte de uma abordagem terapêutica abrangente para o TOC, a pesquisa sobre sua eficácia específica nesse contexto ainda está em desenvolvimento. Aqui estão algumas considerações:
Estudos e Evidências: Alguns estudos preliminares sugeriram que o mindfulness pode ser benéfico para pessoas com TOC, ajudando a reduzir a gravidade dos sintomas obsessivos e compulsivos, bem como a ansiedade associada. No entanto, os resultados desses estudos são variados, e mais pesquisas são necessárias para entender completamente os efeitos do mindfulness no TOC.
Mecanismos de Ação: O mindfulness pode ajudar as pessoas com TOC a desenvolver uma maior consciência de seus pensamentos obsessivos e compulsões, permitindo-lhes responder de forma mais flexível a esses pensamentos em vez de reagir automaticamente com compulsões. Além disso, o mindfulness pode ajudar a reduzir a ansiedade associada aos sintomas do TOC, promovendo um maior senso de calma e aceitação.
Abordagens Terapêuticas: O mindfulness é frequentemente incorporado em abordagens terapêuticas baseadas em evidências para o tratamento do TOC, como a psicoterapia pode incluir técnicas específicas de mindfulness, como a atenção plena para exposição e prevenção de resposta (ERP), que é uma abordagem comum para tratar o TOC.
Variações do TOC: Quanto ao TOC com cunho religioso ou sexual, o mindfulness pode ser particularmente útil para ajudar os indivíduos a desenvolver uma relação mais saudável com seus pensamentos intrusivos e preocupações específicas. Ao cultivar uma maior consciência e aceitação, as pessoas podem aprender a lidar de forma mais eficaz com os sintomas do TOC, independentemente de sua natureza.
Embora haja evidências anedóticas e preliminares sugerindo que o mindfulness pode ser benéfico no tratamento do TOC, é importante reconhecer que cada pessoa é única e que diferentes abordagens terapêuticas podem funcionar de maneira diferente para cada indivíduo. Portanto, é recomendável discutir com um profissional de saúde mental qualificado sobre as opções de tratamento mais adequadas para uma situação específica de TOC. Espero ter ajudado e desejo um feliz dia!
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O TOC pode estar ligado a um caso de estresse pós traumatico?
O TOC pode estar ligado a um caso de estresse pós traumatico?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
Sim, existe uma relação entre Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) e Estresse Pós-Traumático (EPT). Embora sejam dois distúrbios diferentes, algumas pessoas que experimentam um evento traumático podem desenvolver sintomas tanto de EPT quanto de TOC, e em alguns casos os sintomas podem se sobrepor.
Relação entre EPT e TOC:
EPT é um transtorno de ansiedade que pode se desenvolver após a exposição a um evento traumático. Os sintomas típicos incluem flashbacks, pesadelos, evitação de gatilhos relacionados ao trauma e reações físicas intensas ao lembrar do evento.
O TOC, por outro lado, é caracterizado por pensamentos intrusivos e recorrentes (obsessões) que causam ansiedade, juntamente com comportamentos repetitivos (compulsões) realizados em resposta a esses pensamentos para aliviar a ansiedade.
Em alguns casos, uma pessoa que experimenta um trauma pode desenvolver sintomas tanto de EPT quanto de TOC. Por exemplo, alguém que testemunhou um evento traumático pode desenvolver obsessões relacionadas ao evento e, em seguida, realizar compulsões para tentar aliviar a ansiedade associada a esses pensamentos intrusivos.
Sintomas sobrepostos:
Ambos os distúrbios envolvem ansiedade intensa e podem compartilhar sintomas semelhantes, como preocupações persistentes, irritabilidade e dificuldade em concentrar-se.
No entanto, é importante observar que EPT é tipicamente desencadeado por um evento traumático específico, enquanto o TOC pode se desenvolver sem um evento precipitante claro e muitas vezes envolve obsessões e compulsões não relacionadas a um trauma específico.
Tratamento:
O tratamento para EPT e TOC geralmente envolve psicoterapia, que pode ajudar a pessoa a enfrentar seus medos e a lidar com os sintomas.
Em alguns casos, medicamentos também podem ser prescritos para ajudar a aliviar os sintomas de ansiedade associados a esses distúrbios.
Se você ou alguém que você conhece está enfrentando sintomas de EPT, TOC ou uma combinação dos dois, é importante buscar ajuda de um profissional de saúde mental qualificado para avaliação e tratamento adequados. Espero ter ajudado!! Te desejo um feliz dia!
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Pessoas que tem devaneio excessivo pode piorar os sintomas do TOC?
Pessoas que tem devaneio excessivo pode piorar os sintomas do TOC?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, como vai?
Pessoas que têm um devaneio excessivo, também conhecido como fantasia excessiva ou fantasia hiperativa, podem experimentar uma piora dos sintomas do Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) em alguns casos. Aqui estão algumas maneiras pelas quais o devaneio excessivo pode influenciar o TOC:
Aumento da ansiedade: O devaneio excessivo pode envolver pensamentos intrusivos e persistentes sobre situações imaginárias ou fantasias elaboradas. Esses pensamentos podem desencadear ansiedade significativa, especialmente se estiverem relacionados a temas obsessivos comuns no TOC, como preocupações com segurança, contaminação, perfeição ou religião.
Ruminação compulsiva: Pessoas com TOC muitas vezes experimentam ruminação compulsiva, onde ficam presas em pensamentos obsessivos e repetitivos. O devaneio excessivo pode ampliar esse padrão de ruminação, tornando mais difícil para a pessoa interromper os pensamentos intrusivos e encontrar alívio da ansiedade.
Dificuldade em focar na realidade: O devaneio excessivo pode levar a uma desconexão com a realidade presente, tornando mais difícil para a pessoa distinguir entre pensamentos obsessivos e preocupações legítimas. Isso pode intensificar os sintomas do TOC, tornando mais difícil para a pessoa controlar seus pensamentos e comportamentos compulsivos.
Intensificação dos rituais compulsivos: Para algumas pessoas com TOC, os rituais compulsivos são uma forma de aliviar a ansiedade causada por pensamentos obsessivos. O devaneio excessivo pode aumentar a ansiedade subjacente, levando a um aumento na frequência ou intensidade dos rituais compulsivos como uma tentativa de encontrar alívio.
É importante notar que nem todas as pessoas que têm devaneio excessivo desenvolverão TOC, e nem todas as pessoas com TOC experimentarão devaneio excessivo. No entanto, se alguém tem ambos os padrões de pensamento, pode ser útil abordar ambos os aspectos durante o tratamento, seja com terapia cognitivo-comportamental (TCC), medicação ou uma combinação de ambos. A terapia pode ajudar a pessoa a desenvolver estratégias para lidar com os pensamentos obsessivos e compulsões, bem como aprender a controlar o devaneio excessivo e a ansiedade associada a ele. Espero ter ajudado! te desejo um feliz dia!
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Meu filho fica abraçando todo tempo as crianças grandes isso é normal ?
Meu filho fica abraçando todo tempo as crianças grandes isso é normal ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
Sim, é comum que as crianças pequenas, especialmente aquelas com idades entre 1 e 4 anos, expressem afeto abraçando outras crianças ou até mesmo adultos. Abraçar é uma forma natural e saudável de expressar carinho, conforto e conexão emocional.
No entanto, é importante observar o contexto em que seu filho está abraçando outras crianças mais velhas. Por exemplo, se as crianças maiores estão confortáveis e receptivas aos abraços do seu filho, isso pode ser uma interação positiva e saudável. No entanto, se as crianças mais velhas parecerem desconfortáveis ou se o seu filho estiver abraçando-as de forma excessiva ou invasiva, pode ser necessário intervir e ensinar sobre os limites pessoais e o respeito pelo espaço dos outros.
Além disso, é fundamental ensinar ao seu filho sobre consentimento desde cedo, explicando que é importante respeitar os desejos das outras crianças e pedir permissão antes de abraçá-las. Isso ajuda a promover relacionamentos saudáveis e habilidades sociais positivas desde tenra idade. penso ser importante também perguntar sobre os abraços para ele e o que ele entende a respeito. Caso queira explorar mais o comportamento do seu filho e sanar mais duvidas, consulte um psicólogo.
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Quando paramos de tomar antidepressivo, mesmo com terapia, consentimento médico e desmame , porém me
Quando paramos de tomar antidepressivo, mesmo com terapia, consentimento médico e desmame , porém mesmo assim após um mês os sintomas voltam com menor intensidade; pode ser o cérebro se readaptando sem o medicamento ou o que seria? Os sintomas desaparecem com o tempo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá como vai?
Quando uma pessoa para de tomar antidepressivos, mesmo seguindo um processo de desmame adequado, é possível experimentar uma emergência dos sintomas depressivos após algum tempo, como no seu caso, mesmo que em menor intensidade. Isso pode acontecer por várias razões:
Ajuste neuroquímico: O cérebro pode levar algum tempo para se readaptar após a interrupção do uso do antidepressivo. Durante o tratamento com o medicamento, ocorrem alterações na química cerebral para compensar a presença da substância. Quando o medicamento é descontinuado, o cérebro precisa de tempo para readaptar-se ao seu estado natural, o que pode resultar na emergência temporária dos sintomas.
Fatores psicológicos: Mesmo com a terapia, alguns fatores psicológicos, como o estresse, mudanças na vida, eventos traumáticos ou dificuldades interpessoais, podem desencadear a emergência dos sintomas depressivos.
Recaída da depressão: Isso significa que a pessoa pode estar suscetível a episódios depressivos recorrentes e pode precisar de tratamento contínuo, seja com terapia, medicação ou uma combinação de ambos.
Necessidade de ajuste no tratamento: A emergência dos sintomas pode indicar a necessidade de ajustes no tratamento, como retornar ao uso do antidepressivo, modificar a dosagem, continuar a terapia ou explorar outras opções de tratamento.
É importante discutir quaisquer sintomas recorrentes com o médico ou terapeuta para avaliar a melhor abordagem para lidar com eles. Em alguns casos, os sintomas podem desaparecer com o tempo, especialmente se forem devido a ajustes neuroquímicos temporários. No entanto, se os sintomas persistirem ou piorarem, é fundamental procurar orientação profissional para obter suporte adequado. Espero ter ajudado!! Feliz dia!
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O amitripitilina tira o libido sexual? Ele tbm pode engordar?
O amitripitilina tira o libido sexual?
Ele tbm pode engordar?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá como vai?
Sim, a amitriptilina, um medicamento antidepressivo pertencente à classe dos tricíclicos, pode causar efeitos colaterais que incluem redução do libido sexual e ganho de peso em algumas pessoas.
Redução do libido sexual: A amitriptilina pode afetar o desejo sexual e a função erétil em homens, bem como a libido e a função sexual em mulheres. Esses efeitos colaterais são relatados com certa frequência em pacientes que fazem uso desse medicamento.
Ganho de peso: O ganho de peso é outro efeito colateral comum associado à amitriptilina. Isso pode ocorrer devido a uma série de fatores, incluindo alterações no metabolismo, aumento do apetite e retenção de líquidos.
É importante destacar que nem todas as pessoas experimentarão esses efeitos colaterais e sua gravidade pode variar de pessoa para pessoa. Se você estiver preocupado com esses efeitos colaterais ou se estiver experimentando algum deles, é fundamental discutir suas preocupações com seu médico. Eles podem ajustar a dose do medicamento, prescrever uma medicação alternativa ou recomendar outras estratégias para gerenciar os efeitos colaterais. Nunca interrompa o uso de um medicamento prescrito sem consultar seu médico primeiro. Te desejo um feliz dia! @psicologia.veredas
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De que forma a Carbamazepina pode ajudar no tratamento da dependência química?
De que forma a Carbamazepina pode ajudar no tratamento da dependência química?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá como vai?
A Carbamazepina é um medicamento comumente utilizado no tratamento de transtornos neurológicos, como epilepsia e transtorno bipolar. No entanto, também tem sido estudada e utilizada em algumas circunstâncias no tratamento da dependência química, especialmente em casos de dependência de álcool e cocaína. Mas é muito importante você buscar um psiquiatra para tirar todas essas dúvidas. Te desejo um feliz dia!!@psicologia.veredas
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Fui diagnósticada com depressão pós parto. Meu obstetra me receitou Gamaline v, estou tomando a 30 d
Fui diagnósticada com depressão pós parto. Meu obstetra me receitou Gamaline v, estou tomando a 30 dias e ainda não senti diferença. É normal? Quanto tempo pra fazer efeito?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
olá, como vai?
É compreensível que você esteja preocupada com a
eficácia do tratamento para depressão pós-parto. O Gamaline V é uma medicação que contém ácido gama-aminobutírico (GABA), um neurotransmissor que está envolvido no controle do humor e da ansiedade. No entanto, é importante ter em mente que o tempo para sentir os efeitos do medicamento pode variar de pessoa para pessoa.
Além do tratamento medicamentoso, é importante também buscar apoio psicológico. A terapia, pode ser muito eficaz no tratamento da depressão pós-parto, especialmente quando combinada com medicação.
Lembre-se de que é normal levar algum tempo para encontrar o tratamento certo para a depressão pós-parto, e é importante ser paciente consigo mesma durante esse processo. Continue comunicando-se abertamente com seu obstetra e outros profissionais de saúde para obter o apoio e o tratamento adequados para você. Espero ter ajudado!!@psicologiaveredas.
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Minha filha tem 3 anos e prefere o pai, avô, tios. Percebo que prefere a figura masculina. Pq?
Minha filha tem 3 anos e prefere o pai, avô, tios. Percebo que prefere a figura masculina. Pq?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá como vai?
É comum que crianças mostrem preferência por determinados adultos em diferentes estágios de seu desenvolvimento. A preferência da sua filha pela figura masculina pode ter várias razões:
Vínculo emocional: Ela pode ter desenvolvido um vínculo especial com os homens da família devido ao tempo que passa com eles ou às atividades que compartilham juntos.
Modelo de identificação: As crianças frequentemente se identificam com pessoas do mesmo gênero, buscando imitar comportamentos e características. Sua filha pode se sentir mais conectada com os homens da família por esse motivo.
Dinâmica familiar: A dinâmica familiar pode influenciar as preferências da criança. Se ela percebe que os homens desempenham papéis importantes ou têm mais tempo de qualidade com ela, é natural que mostre preferência por eles.
Fase do desenvolvimento: Na infância, é comum que as crianças passem por fases de preferência por diferentes pessoas. Essa preferência pode mudar ao longo do tempo à medida que ela cresce e desenvolve novos relacionamentos.
É importante lembrar que a preferência da sua filha pela figura masculina não reflete necessariamente um problema. O mais importante é garantir que ela tenha relacionamentos saudáveis e amorosos com todos os membros da família, independentemente do gênero. Encoraje-a a passar tempo com todas as pessoas queridas em sua vida e a valorizar a diversidade de relacionamentos familiares. te desejo um feliz dia!!@psicologia.veredas
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Meu psicólogo se esqueceu da minha consulta, me sinto péssimo e quero parar de ir, seria um exagero?
Meu psicólogo se esqueceu da minha consulta, me sinto péssimo e quero parar de ir, seria um exagero?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, como vai?
Não é incomum se sentir frustrado ou decepcionado quando um compromisso é esquecido, especialmente quando se trata de uma consulta importante como uma sessão de terapia. No entanto, é importante considerar alguns pontos antes de decidir interromper o tratamento:
Comunique-se com seu psicólogo: Em vez de tomar uma decisão impulsiva de parar as sessões, converse com seu psicólogo sobre como se sentiu quando a consulta foi esquecida. Comunicação aberta pode ajudar a resolver mal-entendidos e fortalecer o relacionamento terapêutico.
Considere o contexto: Erros acontecem e os psicólogos também são humanos. Se esta foi uma ocorrência isolada e o terapeuta demonstra cuidado e comprometimento em outras áreas do tratamento, pode valer a pena dar uma segunda chance. Te desejo um feliz dia!! @psicologia.veredas
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Perguntas frequentes
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Tenho laudo neuropsicologico, diagnosticada com autismo nivel 1. Eu tenho direito de solicitar o lau
No caso o laudo neuropsicológico é uma parte da avaliação. Durante a avaliação…