Perguntas do paciente (103)
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gostaria de fazer terapia ou algo assim, mas sem que minha familia saiba. Existe
gostaria de fazer terapia ou algo assim, mas sem que minha familia saiba. Existe essa possibilidade ou o profissional vai ter que contata-la? Sou maior de idade.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se você é maior de idade, tem todo o direito de buscar atendimento psicológico de forma sigilosa, sem que sua família seja informada ou envolvida pois a confidencialidade é um princípio ético fundamental da psicologia. O profissional não tem autorização para entrar em contato com sua família, a não ser em situações muito específicas de risco grave à sua integridade ou à de outras pessoas. Fora isso, todo o conteúdo abordado nas sessões permanece entre você e o psicólogo. Isso significa que você pode buscar ajuda, falar sobre o que sente e viver esse processo com tranquilidade, sem medo de qualquer exposição. É um direito seu cuidar da sua saúde mental de forma reservada e respeitosa.
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Ola, gostaria de saber, fui na casa de um conhecido e as filhas dele de 8 e 5 anos chegaram perto de
Ola, gostaria de saber, fui na casa de um conhecido e as filhas dele de 8 e 5 anos chegaram perto de mim e começaram se esfregar ne mim,e queriam sentar no meu colo, fiquei constrangido , fui me afastando será que fiz certo?elas ficaram triste comigo.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, compreendo seu desconforto e é importante reconhecer que sim, você agiu da forma mais adequada ao se afastar com delicadeza. Situações como essa podem gerar constrangimento, especialmente quando envolvem o comportamento espontâneo de crianças. O mais importante é manter uma postura respeitosa, preservando os limites físicos e emocionais tanto seus quanto das crianças. Mesmo que elas tenham ficado tristes no momento, a sua atitude cuidou da integridade de todos. Em casos assim, o ideal é que os pais ou responsáveis estejam atentos e orientem as crianças sobre interações físicas apropriadas. Seu cuidado foi legítimo e necessário.
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Ola,bom dia todos... Se não me sinto bem na casa da minha pela forma como o marido dela age,fala mui
Ola,bom dia todos... Se não me sinto bem na casa da minha pela forma como o marido dela age,fala muita besteira e brincadeiras ofensivas. Devo continuar indo na casa dela pra ver ela?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, bom dia. Quando a casa de uma amiga ou familiar deixa de ser um ambiente confortável por causa da forma como o marido dela age, com falas ofensivas e brincadeiras desrespeitosas, é natural sentir-se mal ao estar ali. Nesses casos, é importante respeitar seus próprios limites emocionais. Você pode buscar formas alternativas de manter o vínculo com essa pessoa, encontrando-se em outros locais ou conversando sobre como se sente, se houver abertura para isso. Preservar a relação não precisa significar se expor constantemente a situações que te fazem mal. Seu bem-estar também deve ser prioridade.
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Uma pessoa com ansiedade tem risco maior de sofrer de outros transtornos psiquiátricos?
Uma pessoa com ansiedade tem risco maior de sofrer de outros transtornos psiquiátricos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, pessoas com ansiedade podem ter um risco maior de desenvolver outros transtornos psiquiátricos, pois a ansiedade frequentemente está associada a condições como depressão, transtornos do sono, transtornos alimentares e até mesmo problemas relacionados ao uso de substâncias. Essa comorbidade acontece porque os sintomas de ansiedade podem intensificar o sofrimento emocional e afetar a capacidade de lidar com o estresse, tornando o indivíduo mais vulnerável a outras dificuldades psicológicas. Por isso, é importante buscar acompanhamento adequado para que o tratamento possa abordar essas questões de forma integrada e personalizada.
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Quais são as complicações possíveis do transtorno de personalidade borderline?
Quais são as complicações possíveis do transtorno de personalidade borderline?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno de personalidade borderline pode gerar uma série de complicações na vida da pessoa, principalmente nas relações interpessoais e na estabilidade emocional. São comuns episódios intensos de instabilidade afetiva, impulsividade e comportamentos autodestrutivos, como automutilação ou tentativas de suicídio. Além disso, a oscilação de humor e o medo intenso de abandono podem dificultar a manutenção de vínculos saudáveis, tanto na vida pessoal quanto profissional. Também é frequente a associação com outros transtornos, como depressão, ansiedade e abuso de substâncias, o que pode agravar o quadro e dificultar o tratamento se não houver acompanhamento psicológico e, em muitos casos, psiquiátrico adequado.
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Se o sentimento de uma pessoa não é considerado certo e nem errado dentro da psicologia. O que leva
Se o sentimento de uma pessoa não é considerado certo e nem errado dentro da psicologia. O que leva o profissional à interromper o tratamento de um paciente que diz que está amando o psicoterapeuta? Não seria melhor explicar o que leva o paciente sentir tais sentimentos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Você realmente tem razão ao dizer que os sentimentos não são julgados como certos ou errados na psicologia, eles são compreendidos como manifestações humanas que têm um sentido dentro da história e das vivências de cada pessoa. Quando um paciente diz estar apaixonado pelo psicoterapeuta, o profissional não o condena por isso, mas sim reconhece esse sentimento como algo importante a ser compreendido dentro do processo terapêutico. Em muitos casos, essa experiência faz parte do que chamamos de “transferência”, quando sentimentos profundos (como amor, raiva ou admiração) são projetados no terapeuta por conta de relações anteriores significativas. Na maior parte das vezes, o ideal é que o psicólogo permaneça no tratamento e trabalhe esse conteúdo com o paciente, com ética, acolhimento e clareza. No entanto, há situações em que, por questões de limites éticos ou riscos de rompimento do vínculo terapêutico, o profissional entende que o melhor a fazer é encaminhar o paciente para outro colega. Não por rejeitar o sentimento, mas para preservar a integridade do processo e do próprio paciente. Tudo isso deve ser feito com muito cuidado e explicação, para que a pessoa não se sinta culpada ou rejeitada, mas sim respeitada.
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É possível a pessoa ter deficiência intelectual leve e Dislexia e Discalculia?? Pois eu vi que isso
É possível a pessoa ter deficiência intelectual leve e Dislexia e Discalculia?? Pois eu vi que isso não pode ocorrer na mesma pessoa.
E queria saber se isso ocorre na deficiência Limítrofe.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, é possível uma pessoa ter deficiência intelectual leve junto com dislexia e discalculia. Apesar de serem condições diferentes, elas podem aparecer juntas em alguns casos. Na deficiência intelectual limítrofe (QI um pouco abaixo da média, mas sem chegar a ser deficiência), também pode haver dificuldades específicas como na leitura e na matemática. O mais importante é olhar cada pessoa como única e oferecer o apoio certo para suas necessidades.
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Sou casado por 25 anos ,minha esposa descobriu que cometi muitas traições no passado ,do inicio do c
Sou casado por 25 anos ,minha esposa descobriu que cometi muitas traições no passado ,do inicio do casamento até 10 anos atrás.Há 10 anos atras fiz uma promessa que não iria mais cometer estes erros tão graves e desde então nunca mais nem cheguei perto de outra pessoa com segundas intenções. Porém a cerca de 1 mês minha esposa descobriu e eu acabei confessando toda a verdade a ela,não escondo mais nada dela desde então.mas ela não aceita de jeito nenhum voltar o relacionamento,pois acha que ainda estou mentindo,mas não estou mais de 10 anos pra cá.Ela é a mulher da minha vida,não sei o motivo que fiz tanta besteira e fiz tanto mal a ela e ao meu filho.Não sei viver sem ela,não estou suportando de tanta saudade e ficar longe deles para mim está insuportável e estou pensando em fazer muita coisa errada se ela não me perdoar.Sei que ela tem todo direito de não me querer mais pelo que eu fiz no passado,mas a verdade que não sei viver sem ela.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sinto muito pela dor que você está vivendo agora. É muito difícil lidar com a culpa pelo que aconteceu e, ao mesmo tempo, com o medo de perder quem você ama. O arrependimento que você sente é verdadeiro, e reconhecer isso com sinceridade já é um passo importante. Mas também é verdade que sua esposa está passando por um momento de dor profunda e, para ela, a confiança foi quebrada de forma muito dura. Ela pode precisar de espaço, de silêncio, de tempo para digerir tudo isso. É compreensível que você sofra com essa distância, mas é essencial que, neste momento, você cuide de si mesmo. Pensamentos como "fazer muita coisa errada" são sinais de que você está ficando sem recursos emocionais para enfrentar essa situação. Não tente carregar tudo sozinho. Buscar um psicólogo pode ser uma forma de encontrar apoio e entender melhor seus sentimentos, mesmo em meio a tanto sofrimento. Isso não significa apenas tentar salvar o casamento, mas também se reconectar com quem você é hoje, com seus valores atuais, e aprender a seguir de forma mais consciente. Com ou sem reconciliação, você ainda pode cuidar do seu filho, da sua história e das escolhas que fará a partir de agora. Você merece ajuda. Não desista de si mesmo.
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Sou portador de T.O.C, tenho muitas risadas, apesar que tento fingir que são aleatórias, elas são pr
Sou portador de T.O.C, tenho muitas risadas, apesar que tento fingir que são aleatórias, elas são provenientes de uma reação a pensamentos intrusivos extremamente doentios, é normal rir dos pensamentos intrusivos quando eles envolvem situações anti éticas, cruéis e imorais? Como posso aumentar minha sensibilidade e empatia quando entro em confronto com esses assuntos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Então, é mais comum do que se imagina que pessoas com T.O.C. reajam com risadas a pensamentos intrusivos, principalmente quando esses pensamentos são tão absurdos, cruéis ou imorais que causam um desconforto intenso. Essa risada, na verdade, costuma ser uma forma do corpo aliviar a tensão, quase como um reflexo de nervoso,e não significa que a pessoa concorda ou sente prazer com o conteúdo do pensamento. A culpa que costuma vir depois mostra exatamente o contrário: que você se importa. Para aumentar sua sensibilidade e empatia nesses momentos, é importante acolher a si mesmo, lembrar que pensamento não é ação, e buscar compreender o que esse incômodo diz sobre os seus valores. A psicoterapia pode ajudar muito nisso, oferecendo um espaço seguro para entender melhor essas reações e criar caminhos mais conscientes de lidar com elas.
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Bem, eu sou uma mulher trans e tenho 20 anos, estou em meu primeiro relacionamento com um homem cis
Bem, eu sou uma mulher trans e tenho 20 anos, estou em meu primeiro relacionamento com um homem cis hétero, e já faz exatamente um mês que estou com ele, durante esse período eu percebi que sempre que recebo contato ou dou contato pra ele (tipo abraço, beijo, mão com mão, QUALQUER TIPO DE INTERPRETAÇÃO) eu fico com minha genitália lubrificando! E aponto de escorrer pelas minhas pernas! Sempre que toco nele fico assim! E nem sou operada, ainda possuo pênis, isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sim, o que você está vivendo é algo natural e pode ser entendido como uma resposta do seu corpo ao afeto, excitação e conexão emocional com alguém que você deseja. Nosso corpo reage de formas diferentes ao toque, à proximidade e ao carinho — e, no seu caso, essa lubrificação que você percebe ao interagir com seu parceiro pode ser uma resposta espontânea da sua excitação, mesmo que você não esteja necessariamente com fantasias sexuais naquele momento. Isso é comum e pode acontecer com qualquer pessoa, independentemente da genitália ou da identidade de gênero. O mais importante é você acolher essas reações com tranquilidade, sem culpa ou vergonha. O corpo responde ao prazer e ao afeto de formas únicas, e tudo isso faz parte da descoberta e do respeito por quem você é. Se isso estiver te incomodando ou gerando algum desconforto emocional, conversar com um profissional pode ajudar a entender melhor e te apoiar nesse processo.
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Olá , meu filho tem 1 ano 8 m ele é muito agitado se estressa muito quando n consegue fazer algo que
Olá , meu filho tem 1 ano 8 m ele é muito agitado se estressa muito quando n consegue fazer algo que ele quer chora muito grita ,dizer um NÃO pra ele , ele grita chora estressado msm alguem pra me responder? E me orientar?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá! O que você está descrevendo é bem comum nessa fase do desenvolvimento, pois nesta idade, seu filho ainda está aprendendo a lidar com as frustrações, e como ele não tem maturidade emocional nem linguagem suficiente para expressar tudo o que sente, ele acaba chorando, gritando ou ficando agitado. Isso não quer dizer que tem algo “errado” com ele, mas sim que ele está reagindo como a maioria das crianças pequenas nessa idade. O que ajuda muito é manter a calma e ser firme com afeto. Quando ele se irritar por ouvir um “não”, tente acolher o sentimento dele (“eu sei que você ficou bravo porque queria isso”), mas mantenha o limite. Evite ceder só para ele parar de chorar, porque isso pode reforçar o comportamento. Rotina previsível, carinho, e nomear as emoções dele no dia a dia também ajudam bastante. Se você sentir que está muito difícil lidar com isso ou tiver dúvidas sobre o desenvolvimento dele, procurar um psicólogo infantil pode ser um bom apoio. Você não está sozinha, isso faz parte de crescer, para ele e para você também.
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Como as luzes coloridas podem ser usadas para estimular positivamente os sentidos sem causar sobreca
Como as luzes coloridas podem ser usadas para estimular positivamente os sentidos sem causar sobrecarga sensorial nas crianças com TEA?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A resposta é sim, as luzes coloridas podem ser grandes aliadas no estímulo sensorial positivo de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), desde que usadas com atenção ao ritmo e à sensibilidade de cada criança. O ideal é optar por cores suaves e movimentos lentos de luz, evitando piscadas rápidas, brilho intenso ou trocas bruscas que possam causar sobrecarga sensorial. Ambientes com iluminação ajustável — como luminárias com controle de intensidade e cor — permitem personalizar a experiência conforme o nível de conforto da criança. Além disso, o uso das luzes pode estar associado a momentos específicos, como relaxamento, concentração ou transição de atividades, ajudando a criar previsibilidade e segurança. O mais importante é observar as reações da criança: se ela demonstra interesse, tranquilidade ou curiosidade, é um sinal positivo; se há sinais de agitação, evitação ou desconforto, é hora de ajustar. Em qualquer caso, a luz deve ser um recurso a serviço da escuta e do acolhimento às necessidades sensoriais únicas de cada criança.
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Eu preciso de ajuda. Estou a Seis anos jogando sem parar, já perdi absolutamente tudo, não tenho mai
Eu preciso de ajuda. Estou a Seis anos jogando sem parar, já perdi absolutamente tudo, não tenho mais nenhum recurso financeiro. Hoje, deve agiotas, família e amigos. Preciso de ajuda.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. Sinto muito que você esteja passando por isso. O jogo pode tomar conta da vida de uma pessoa de forma muito intensa e trazer consequências que parecem impossíveis de controlar, mas você não está sozinho nessa. O primeiro passo importante é buscar ajuda profissional especializada, como um psicólogo ou grupos de apoio que trabalham com o tratamento do jogo compulsivo. Além disso, conversar com alguém de confiança pode aliviar esse peso e ajudar a organizar um plano para lidar com as dívidas e a pressão que está vivendo. É fundamental que você cuide da sua saúde mental agora, buscando acolhimento e orientações que realmente possam fazer a diferença no seu caminho de recuperação. Você merece esse cuidado e pode reconstruir sua vida, mesmo que pareça difícil nesse momento. Não hesite em procurar ajuda.
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Tive um evento com meu namorado(1 ano de namoro), fizemos um menage no começo estava tudo bem, mas,
Tive um evento com meu namorado(1 ano de namoro), fizemos um menage no começo estava tudo bem, mas, chegou um momento em que passei mal(bebi mt) o namorado e o outro me ajudaram, cuidaram de mim, mas ao retornar a cama em um momento apaguei e meu namorado não percebeu(acredito nele) e ele e o outro deram um beijo, que foi interrompido pelo "nós vamos contar pra ele né?" só q meu namorado sem entender ficou "ue como assim? ele nao ta aqui?" e que logo ao continuar ele percebeu q eu não estava mais presente(nem em corpo e nem em alma kkkkk) e parou imediatamente, ambos me confessaram logo ao acordarmos. Desde então fico revisitando esse evento que me causa sentimentos mistos... traição? inveja? acredito que meu namorado não fez por mal só que ainda sinto q estou um pouco magoado revivendo obsessivamente esse evento achando q encontrarei uma resposta, ao ponto de me afetar e afetar o meu relacionamento. Conversamos sobre ele se sente extremamente culpado ao ponto de não se sentir mais confortável de fazer outro ménage, e acho que nem eu(talvez eu tenha descoberto que não sou tão liberal dentro de um relacionamento). Não sei mais oq fazer para virar essa pagina e seguir em frente com meu namorado que amo muito, temos uma relação bem saudável, com carinho, comunicação e parceria. Não sei se estou aumentando muito esse acontecimento na minha cabeça, não quero ficar afetado por algo q no fundo eu julgue como bobo, muito menos que esse relacionamento chegue ao fim.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que você está experimentando é uma resposta emocional bastante comum quando um evento inesperado desafia os limites do que você acreditava ser confortável dentro de um relacionamento. A obsessão com o ocorrido e a confusão de sentimentos, como a dúvida sobre traição ou a sensação de que está "aumentando" o que aconteceu, podem ser manifestações do impacto emocional de situações que envolvem vulnerabilidade e confiança. O fato de seu namorado e o outro parceiro terem demonstrado arrependimento e de você reconhecer que talvez não seja tão liberal quanto imaginava são sinais de que você está refletindo sobre o que realmente é aceitável para você dentro do relacionamento.
O mais importante agora é não se cobrar por sentir insegurança ou dúvida. Essas emoções são legítimas e podem ajudar você a entender melhor seus próprios limites e necessidades. A comunicação com seu namorado é essencial para que ambos possam explorar essas questões juntos e chegar a um entendimento sobre o que cada um espera do relacionamento. Além disso, refletir sobre o que você sente em relação ao evento pode ser um passo importante para deixar para trás as dúvidas e encontrar formas de seguir em frente sem que o incidente continue a afetar o relacionamento de forma negativa.
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Meu filho tem 3 anos 8 meses é muito carinhoso e inteligente , gosta de montar quebra cabeças e pint
Meu filho tem 3 anos 8 meses é muito carinhoso e inteligente , gosta de montar quebra cabeças e pintar.
desde 1 ano e 6 meses ia para uma escolinha pequena que tinha 5 alunos na sala.
Tirei ele dessa escolinha e colocamos ele em uma outra bem maior, ele ficou uns 3 meses em casa sem frequentar a escola ate eu conseguir a vaga.
As duas primeiras semana ele estranhou um pouco, chorou uns dois dias quando eu deixava ele de manha, mas era bem tranquilo, mas fazem uns 5 dias que ele não quer ir para escola, chora muito quando eu deixo, e fica em casa falando que não quer ir para escola.
Converso com ele para buscar entender o motivo e dar apoio para ele, mas ele apenas diz que não gosta da escola grande , que tem muitos alunos, que quer que eu coloque ele em uma escola menor, sinto ele ansioso a noite pois ele fica pensando no outro dia em ter que ir para escola.
Como devo agir, devo esperar quanto tempo ate intervir com algum tipo de suporte profissional ?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. É normal que crianças pequenas demorem um tempo para se adaptar a um novo ambiente, especialmente quando a escola é significativamente diferente da anterior, como no caso de uma instituição maior. O choro e a resistência que seu filho está apresentando são comportamentos comuns nesse período de transição, onde ele está lidando com a insegurança e com a mudança de rotina. Sua ansiedade à noite também pode ser uma manifestação de medo e preocupação em relação ao que virá no dia seguinte.
Você já está fazendo um ótimo trabalho ao conversar com ele, buscando entender seus sentimentos e oferecendo apoio. Em relação à sua dúvida sobre quando intervir profissionalmente, é importante monitorar a intensidade e a duração dessa ansiedade. Se, após algumas semanas, o comportamento de resistência continuar ou piorar, ou se você perceber que ele está começando a apresentar outros sinais de estresse, como dificuldades para dormir ou se alimentar, pode ser útil buscar o apoio de um psicólogo infantil. O profissional pode ajudar a identificar se há questões emocionais mais profundas, como separação ou adaptação, e oferecer estratégias de enfrentamento para ajudar seu filho a se sentir mais seguro na escola.
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Qual a diferença entre avaliação psicológica e avaliação neuropsicológica?
Qual a diferença entre avaliação psicológica e avaliação neuropsicológica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá. A avaliação psicológica é um processo amplo que investiga aspectos do funcionamento emocional, comportamental, intelectual e da personalidade de um indivíduo, utilizando testes, entrevistas e observações para compreender sua forma de pensar, sentir e agir em diferentes contextos. Já a avaliação neuropsicológica é mais específica e voltada para investigar o funcionamento cognitivo em profundidade, com foco em habilidades como memória, atenção, linguagem, funções executivas e percepção, geralmente em contextos de suspeita ou acompanhamento de alterações neurológicas. Em resumo, enquanto a avaliação psicológica tem um escopo mais geral e subjetivo, a neuropsicológica busca mapear alterações cognitivas relacionadas ao funcionamento cerebral.
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Como um psicólogo avalia um paciente? .
Como um psicólogo avalia um paciente? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Um psicólogo avalia um paciente por meio de um processo cuidadoso que envolve escuta ativa, observação e, quando necessário, a aplicação de instrumentos específicos. Tudo começa com entrevistas, nas quais o profissional busca compreender a história de vida, as queixas, os comportamentos e as emoções da pessoa. Dependendo da demanda, o psicólogo pode utilizar testes psicológicos validados, questionários, escalas ou outras ferramentas que ajudam a aprofundar o entendimento sobre aspectos cognitivos, emocionais e relacionais. Ao longo do processo, o psicólogo também observa a forma como o paciente se expressa, lida com os temas abordados e reage em diferentes situações. A avaliação é sempre feita com base em critérios técnicos e éticos, e seu objetivo é compreender o funcionamento psicológico da pessoa para oferecer intervenções mais adequadas ou encaminhamentos, quando necessário.
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Qual a diferença entre psicodiagnóstico e avaliação psicológica?
Qual a diferença entre psicodiagnóstico e avaliação psicológica?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A avaliação psicológica é um processo mais amplo, que pode ser feito com diferentes finalidades, como orientação profissional, acompanhamento terapêutico, decisões judiciais ou escolares. Já o psicodiagnóstico é um tipo específico de avaliação psicológica, com foco principal em compreender mais a fundo a estrutura psíquica da pessoa, geralmente para identificar ou esclarecer a presença de algum transtorno mental. É comum o psicodiagnóstico ser solicitado no início de um tratamento psicológico ou psiquiátrico, para ajudar a entender o que a pessoa está vivendo de forma mais precisa. Ou seja, toda psicodiagnóstico é uma avaliação psicológica, mas nem toda avaliação psicológica é um psicodiagnóstico.
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Meu nome é Lucas, tenho 19 anos e sou diagnosticado com TOC e tenho sintomas desde os 14 anos. Mas o
Meu nome é Lucas, tenho 19 anos e sou diagnosticado com TOC e tenho sintomas desde os 14 anos. Mas ontem aconteceu algo que, mesmo tomando medicação não consegui evitar a ruminação, pois envolve algo extremamente repulsivo e nojento.
Estava assistindo ao filme IT de 1990 e em certa parte do filme vi uma personagem menina que faz parte do filme e achei a roupa dela, o estilo e ela em si bonita, mas não no sentido sexual, apenas achei fofa como você acha uma criança. Mas aí começou pensamentos de que eu tinha sentido atração e excitação e quanto mais eu pensava nisso mais eu tinha uma falsa sensação de excitação (não sei como descrever, mas era um calor genital que não me deixava excitado mas sim ansioso e paranóico). Tive que parar de assistir o filme e verificar constantemente se eu tinha alguma excitação e mesmo vendo que não tinha eu fiquei me sentindo culpado pois na minha cabeça aquela sensação era de fato uma excitação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Lucas, o que você viveu é uma manifestação bastante conhecida do transtorno obsessivo-compulsivo, especialmente do subtipo que envolve obsessões de conteúdo moral ou sexual. Nesse tipo de TOC, é comum que pensamentos intrusivos surjam com temas que causam repulsa ou forte desconforto, como no seu caso. A sensação de excitação que você menciona, na verdade, é uma resposta ansiosa do corpo, que pode gerar calor ou tensão na região genital sem estar relacionada a desejo real. Essa reação costuma ser interpretada de forma distorcida pelo TOC, alimentando a dúvida e a culpa. A tentativa de monitorar o corpo e buscar certeza sobre o que sentiu também faz parte do ciclo de compulsões, que mantém o sintoma ativo. Mesmo com medicação, é possível que episódios como esse ocorram, principalmente diante de gatilhos inesperados, e isso indica a importância de retomar ou intensificar o trabalho psicoterapêutico, preferencialmente com foco em TOC. É importante que você saiba que pensamentos não são ações, e o conteúdo dessas obsessões não define quem você é. O foco do tratamento, nesse caso, está em aprender a lidar com a dúvida sem se prender à necessidade de ter certeza. Isso reduz o sofrimento e a interferência do TOC no seu dia a dia.
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Qual é a influência dos temperamentos de uma pessoa nas relações pessoais, interpessoais e sociais ?
Qual é a influência dos temperamentos de uma pessoa nas relações pessoais, interpessoais e sociais ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os temperamentos de uma pessoa têm um grande impacto nas suas relações pessoais, interpessoais e sociais, porque influenciam a maneira como ela se comporta e interage com os outros. Por exemplo, pessoas com temperamento mais extrovertido, como o sanguíneo, costumam ser mais abertas e sociáveis, o que facilita a criação de conexões e amizades. No entanto, podem ter dificuldades com compromissos mais duradouros ou focados. Já quem tem o temperamento colérico tende a ser mais decidido, enérgico e com facilidade para liderar, mas às vezes pode ser impaciente ou controlador nas relações. Pessoas melancólicas, por outro lado, são mais introspectivas, sensíveis e profundas nas suas emoções, o que pode resultar em laços mais intensos, mas também em momentos de solidão ou dificuldade para lidar com críticas. Por fim, os fleumáticos são geralmente tranquilos, empáticos e buscam harmonia, o que torna as relações mais estáveis, mas podem ter dificuldades em se expressar ou em tomar decisões. No geral, os temperamentos moldam a forma como cada pessoa lida com as interações, seja no dia a dia, no trabalho ou em ambientes sociais, impactando a qualidade e a dinâmica desses vínculos.
Perguntas frequentes
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olá. ha exatos 3 meses tive uma crise de panico apos anos bem, contexto no qual minha psiq associou
A resposta à quetiapina não depende apenas da dose e não é possível afirmar…