Perguntas do paciente (103)

  • Quais são os tipos dominantes de personalidade? .

    Quais são os tipos dominantes de personalidade? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Na psicologia, os tipos dominantes de personalidade dependem do modelo teórico utilizado, mas de forma geral podemos destacar algumas classificações mais conhecidas. Na teoria dos traços, especialmente o modelo dos Cinco Grandes Fatores (Big Five), os traços que se destacam são: extroversão, amabilidade, conscienciosidade, neuroticismo e abertura à experiência. Uma pessoa pode ter um traço mais dominante, como alta extroversão, o que influencia seu comportamento de forma marcante. Já nas tipologias, como a teoria de Carl Jung (popularizada pelo MBTI), os tipos dominantes se organizam a partir de preferências cognitivas, como pensamento, sentimento, sensação e intuição, associadas a atitudes introvertidas ou extrovertidas. Outra abordagem clássica é a dos temperamentos, que define tipos dominantes como colérico, melancólico, sanguíneo e fleumático, com base em padrões emocionais e comportamentais. Em todas essas teorias, o tipo dominante de personalidade se refere ao traço ou padrão que exerce maior influência sobre a forma como o indivíduo percebe, sente e age no mundo.


  • Qual diferença entre terapia do esquema e TCC para tratamento de ansiedade social?

    Qual diferença entre terapia do esquema e TCC para tratamento de ansiedade social?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    A terapia cognitivo-comportamental (TCC) é uma abordagem focada em identificar e modificar pensamentos distorcidos e comportamentos disfuncionais que mantêm a ansiedade social, como o medo excessivo de julgamento e a evitação de situações sociais. Ela trabalha de forma estruturada, com metas claras e uso de técnicas como reestruturação cognitiva, exposição gradual e habilidades sociais. Já a terapia do esquema vai além dos pensamentos automáticos e busca compreender padrões mais profundos, formados geralmente na infância, chamados de esquemas desadaptativos, que influenciam a forma como a pessoa se vê e se relaciona. No caso da ansiedade social, a terapia do esquema investiga, por exemplo, sentimentos enraizados de rejeição, vergonha ou inadequação, trabalhando com técnicas mais emocionais e vivenciais. Em outras palavras, a TCC costuma ser mais direta e focada no sintoma atual, enquanto a terapia do esquema aprofunda as raízes emocionais mais antigas que sustentam o problema.


  • realmente não sei ate onde consigo ser forte sempre, já vinha de conturbações no ambiente do trabalh

    realmente não sei ate onde consigo ser forte sempre, já vinha de conturbações no ambiente do trabalho, logo fiquei gravida e isso piorou muito, mas a gestação tinha me obrigado passar com psicólogo e psiquiatra e com isso perceber que meu ambiente de trabalho me adoecia a cada dia, logo após tive uma cesárea de emergência e tive meu filho na uti, ate que nesta véspera de natal descobri que meu filho era um caso paliativo e que possuía uma síndrome incompatível com a vida, pouco tempo meu filho faleceu e no mesmo mês me descobri gravida foi difícil e intenso passar por aquilo tão rápido, mas logo veio a bomba estava gravida, porem não possuía feto
    Por fim agora estou tendo problema de saúde física após curetagem.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Sinto muito pela dor e pelos desafios profundos que você tem enfrentado. Tudo o que você passou, desde as dificuldades no trabalho até a perda do seu filho e a complexidade da gestação e da cura, são experiências intensamente desgastantes e emocionais. O que você descreve é um peso emocional muito grande, e é natural que você se sinta sobrecarregada diante de tanta carga.

    O fato de ter buscado apoio psicológico e psiquiátrico durante esse processo mostra uma grande força e sabedoria, já que procurar ajuda é uma maneira saudável de lidar com situações extremas. A maneira como você tem refletido sobre seu ambiente de trabalho e como isso impactou sua saúde mental também revela uma consciência importante sobre a importância de cuidar de si mesma e dos limites que é necessário impor.

    A perda de um filho, especialmente em circunstâncias tão dolorosas, é algo que pode abalar profundamente qualquer pessoa, e as complicações subsequentes, como o problema de saúde física após a curetagem, podem adicionar mais camadas de sofrimento. O fato de estar passando por tudo isso, incluindo a descoberta de uma gravidez em meio ao luto e às complicações de saúde, só mostra o quanto você tem enfrentado situações fora do seu controle, o que é extremamente desafiador.

    É importante que você se permita sentir e reconhecer a complexidade dessas experiências sem a pressão de ser "forte" o tempo todo. A força não significa ausência de dor ou de vulnerabilidade, mas sim a capacidade de se permitir viver essas emoções e procurar apoio quando necessário. O processo de cura, tanto emocional quanto físico, pode ser longo, e é crucial que você se cuide e se permita pedir ajuda em todas as esferas da sua vida.

    Caso sinta que o peso dessas experiências está sendo muito difícil de carregar sozinha, recomendo que continue buscando suporte psicológico e médico. O autocompaixão, o tempo e o apoio são fundamentais em momentos como este. Se você sentir que precisa de alguém para conversar ou desabafar, esteja certa de que buscar ajuda não é um sinal de fraqueza, mas de coragem e cuidado com sua própria saúde.


  • Se o local onde eu moro já me desgastou e me cansou muito emocionalmente e mentalmente, mudar de end

    Se o local onde eu moro já me desgastou e me cansou muito emocionalmente e mentalmente, mudar de endereço seria a melhor saída?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Mudar de endereço pode ser uma boa saída se o local em que você vive está gerando desgaste emocional e mental significativo. A mudança de ambiente pode trazer uma sensação de renovação e até de alívio, especialmente se o local atual estiver associado a situações estressantes ou negativas. No entanto, antes de tomar uma decisão tão importante, é importante refletir sobre o que exatamente no ambiente está afetando seu bem-estar e se uma mudança realmente resolveria esses aspectos. Além disso, considere os aspectos práticos e financeiros envolvidos na mudança, e se há outras alternativas, como mudanças no próprio ambiente atual (por exemplo, reorganizar o espaço ou buscar novos meios de lidar com os estressores). Uma avaliação mais profunda sobre o que está causando esse desgaste pode te ajudar a tomar uma decisão mais assertiva. Se necessário, conversar com um profissional pode ajudar a explorar melhor suas opções.


  • Fui encaminhada para sessões de neuropsicologia pela minha psiquiatra. Quando fui realizar a marcaçã

    Fui encaminhada para sessões de neuropsicologia pela minha psiquiatra. Quando fui realizar a marcação, verifiquei que há uma profissional que coincidentemente é minha psicóloga. Gostaria de saber se posso escolher ela ou se há algum tipo de impedimento a nível ético ou algo do tipo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Olá. Não há um impedimento ético direto para escolher sua psicóloga, desde que ela também atue na área de neuropsicologia. No entanto, é importante considerar que, caso você já tenha um vínculo terapêutico com ela, isso pode influenciar a objetividade da avaliação neuropsicológica. Algumas pessoas preferem profissionais diferentes para essas áreas, mas o mais importante é que haja transparência e um diálogo claro sobre o papel da profissional nesse novo atendimento. Recomendo conversar diretamente com sua psicóloga para avaliar juntos se essa escolha é a mais adequada para o seu caso.


  • Minha filha tem 4 anos, e de uns 10 dias pra cá, ela vem falando muita besteira, e pensando muitas b

    Minha filha tem 4 anos, e de uns 10 dias pra cá, ela vem falando muita besteira, e pensando muitas bobagens. Por exemplo " Mãe, eu estava no banheiro e pensei que meu vô tava pelado " ou " Mamãe, eu só consigo pensar em coisas que mulher não pode ver homem fazendo ".
    " Mãe, eu pensei no meu Dindo pelado ". E eu tenho ficado muito assustada, pq ela nunca teve contato com nenhum homem nu, ou algo do tipo. E eu não sei o que fazer. Pq ela passa o dia inteiro dizendo essas coisas, e pensando essas coisas. Me ajudeeeem

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    É compreensível que você se sinta assustada com os comentários da sua filha, mas é importante lembrar que crianças de 4 anos estão em uma fase de curiosidade e exploração, e elas podem pensar e falar sobre coisas que não necessariamente têm um significado profundo. Muitas vezes, elas apenas estão tentando compreender o mundo ao seu redor, incluindo o corpo e os conceitos de privacidade. Nessa fase, elas podem expressar pensamentos que parecem estranhos para nós, mas que são parte de seu desenvolvimento natural. É possível que ela tenha ouvido algo ou visto algo que gerou essas associações. O melhor a fazer é manter a calma, sem reagir de forma exagerada. Você pode perguntar de maneira tranquila de onde ela tirou essas ideias e, ao mesmo tempo, aproveitar para explicar sobre privacidade, o respeito pelo corpo dos outros e o que é apropriado discutir. Aproveite também para falar sobre o corpo de forma positiva, sem criar vergonha, mas deixando claro o que é privado e o que deve ser respeitado. Se os comportamentos persistirem ou se intensificarem, seria interessante buscar a orientação de um psicólogo infantil para garantir que ela esteja desenvolvendo esses conceitos de maneira saudável e adequada à sua idade.


  • Como identificar o transtorno de personalidade narcisista?

    Como identificar o transtorno de personalidade narcisista?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Olá. O Transtorno de Personalidade Narcisista é caracterizado por um padrão persistente de grandiosidade, necessidade excessiva de admiração e falta de empatia. A pessoa tende a exagerar conquistas, sentir-se superior, acreditar que só pode ser compreendida por outros "especiais", explorar os outros em benefício próprio, ter dificuldade em reconhecer sentimentos alheios e demonstrar atitudes arrogantes. Também pode apresentar inveja ou achar que é invejada. O diagnóstico é clínico e deve ser feito por um profissional de saúde mental, diferenciando a pessoa possuir traços narcisistas de um Transtorno de Personalidade Narcisista propriamente dito.


  • Quais os tipos de narcisismo e os sinais a serem observados em uma pessoa com Transtorno de Personal

    Quais os tipos de narcisismo e os sinais a serem observados em uma pessoa com Transtorno de Personalidade Narcisista ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    O narcisismo pode se manifestar de diferentes formas, sendo as mais comuns o narcisismo grandioso e o narcisismo vulnerável. O narcisismo grandioso é caracterizado por uma visão exagerada de si mesmo, com uma necessidade constante de admiração, sentimentos de superioridade e comportamento arrogante. Já o narcisismo vulnerável é mais interno e menos visível, sendo associado a uma baixa autoestima, com uma necessidade de reconhecimento e uma reação sensível a críticas, embora essa fragilidade não seja sempre evidente. No caso do Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN), alguns sinais que podem ser observados incluem a busca constante por admiração, um senso de grandiosidade, a falta de empatia pelos outros, a exploração de relações interpessoais para ganho próprio, sentimentos de inveja, comportamentos arrogantes, dificuldade em lidar com críticas e a exigência de um tratamento especial. Essas características, quando persistem e causam prejuízo nas relações e no funcionamento da pessoa, podem indicar o transtorno.


  • Uma pessoa nasce ou se torna narcisista? .

    Uma pessoa nasce ou se torna narcisista? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Olá. O narcisismo envolve tanto fatores inatos quanto experiências de vida. Existe uma predisposição genética para certos traços de personalidade, mas o narcisismo patológico geralmente se desenvolve a partir de vivências na infância — como carência afetiva, críticas excessivas ou reforços exagerados. Ou seja, a pessoa não nasce narcisista, mas pode se tornar ao longo do desenvolvimento conforme o ambiente e as relações que vivencia.


  • É Possível Identificar o Transtorno de Personalidade Narcisista na Infância e na adolescência ?

    É Possível Identificar o Transtorno de Personalidade Narcisista na Infância e na adolescência ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Olá. Identificar o Transtorno de Personalidade Narcisista (TPN) na infância e adolescência pode ser desafiador, pois muitas das características associadas ao transtorno, como grandiosidade, busca excessiva por admiração e falta de empatia, podem ser parte do desenvolvimento normal nessa fase. No entanto, se esses comportamentos se manifestarem de forma persistente, intensa e prejudicial aos relacionamentos e ao funcionamento social da criança ou do adolescente, pode ser um indicativo de que algo mais está acontecendo. Nessa fase, o diagnóstico precoce é importante, mas deve ser feito com cautela, pois os transtornos de personalidade geralmente são diagnosticados com maior precisão na vida adulta, quando os padrões de comportamento se consolidam. Um acompanhamento psicológico pode ajudar a distinguir entre traços de personalidade normais da infância e sinais de um transtorno mais sério.


  • Existe alguma relação entre o Transtorno de Personalidade Histriônica e outros transtornos mentais

    Existe alguma relação entre o Transtorno de Personalidade Histriônica e outros transtornos mentais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Olá. Sim, o Transtorno de Personalidade Histriônica (TPH) frequentemente se apresenta em comorbidade com outros transtornos mentais, especialmente dentro do grupo dos transtornos de personalidade e transtornos do humor. É comum haver sobreposição com o Transtorno de Personalidade Borderline, devido à instabilidade emocional, busca intensa por atenção e relacionamentos interpessoais intensos e instáveis. Também pode haver associação com transtornos depressivos, ansiedade e, em alguns casos, Transtorno de Somatização, dado o foco excessivo em sintomas físicos como forma de obter atenção. Além disso, traços histriônicos podem coexistir com características narcisistas ou dependentes. A presença de comorbidades torna o diagnóstico mais complexo e exige uma avaliação clínica cuidadosa para garantir um tratamento adequado e individualizado.


  • O Transtorno de Personalidade Histriônica é mais comum em mulheres ou homens ?

    O Transtorno de Personalidade Histriônica é mais comum em mulheres ou homens ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Olá. O Transtorno de Personalidade Histriônica (TPH) é mais comumente diagnosticado em mulheres, embora também possa ocorrer em homens. A prevalência entre os gêneros pode ser influenciada por fatores culturais e sociais, que tendem a reforçar comportamentos emocionalmente expressivos e focados em atenção nas mulheres. No entanto, é importante observar que o transtorno pode se manifestar de maneiras diferentes em cada indivíduo, independentemente do gênero. O diagnóstico deve ser baseado em uma avaliação clínica detalhada, considerando o histórico e os comportamentos do paciente.


  • Qual é eficácia da hipnose no tratamento do Transtorno Da Personalidade Histriônica (TPH) ?

    Qual é eficácia da hipnose no tratamento do Transtorno Da Personalidade Histriônica (TPH) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    A eficácia da hipnose no tratamento do Transtorno de Personalidade Histriônica (TPH) ainda não é completamente estabelecida em estudos científicos, mas ela pode ser uma ferramenta útil em algumas abordagens terapêuticas. A hipnose pode ajudar a pessoa com TPH a acessar e processar emoções profundas, como insegurança ou necessidades de validação, e auxiliar na modulação do comportamento impulsivo e da busca excessiva por atenção. Ela pode ser usada de forma complementar a outras abordagens mais comprovadas, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que é uma intervenção mais indicada e amplamente reconhecida no tratamento de transtornos de personalidade. Em geral, o tratamento mais eficaz para o TPH envolve uma combinação de psicoterapia e, em alguns casos, medicação, para ajudar o indivíduo a desenvolver uma maior estabilidade emocional e habilidades sociais.


  • Como é a Manutenção da Saúde Mental em Indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline ?

    Como é a Manutenção da Saúde Mental em Indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Olá. A manutenção da saúde mental em indivíduos com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) exige um acompanhamento contínuo e estruturado. O tratamento mais eficaz costuma envolver psicoterapia — especialmente a Terapia Comportamental Dialética (DBT) — que ajuda a pessoa a desenvolver regulação emocional, habilidades sociais e estratégias para lidar com impulsividade e instabilidade nos relacionamentos. Medicamentos podem ser usados para sintomas associados, como ansiedade, depressão ou impulsividade, mas não tratam o transtorno em si. A rotina de cuidados inclui apoio terapêutico regular, construção de vínculos seguros, práticas de autocuidado (como sono adequado, alimentação e exercícios), estratégias de enfrentamento saudáveis e, em muitos casos, o envolvimento da família ou rede de apoio. A constância no tratamento e a construção de uma vida com mais estabilidade emocional e relacional são fundamentais para a manutenção da saúde mental nesses casos.


  • Quais são as possíveis complicações do transtorno de personalidade histriônica?

    Quais são as possíveis complicações do transtorno de personalidade histriônica?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Olá. O Transtorno de Personalidade Histriônica pode acarretar várias complicações, como dificuldades em manter relacionamentos interpessoais estáveis devido à busca constante por atenção e validação, o que pode gerar relacionamentos superficiais e conflitantes. No ambiente profissional, o comportamento dramático e a necessidade de ser o centro das atenções podem afetar a adaptação e o trabalho em equipe. Além disso, indivíduos com TPH são mais vulneráveis a transtornos de humor, como depressão e ansiedade, e podem apresentar comportamentos impulsivos e autodestrutivos, como abuso de substâncias ou promiscuidade. A baixa autoestima também é uma característica comum, pois a pessoa depende excessivamente de validação externa para se sentir bem consigo mesma. O tratamento psicológico é crucial para ajudar o indivíduo a desenvolver habilidades emocionais e sociais mais saudáveis.


  • baixa autoestima estima e ponto de vista negativo sobre outros e mim mesma, medo da opinião dos outr

    baixa autoestima estima e ponto de vista negativo sobre outros e mim mesma, medo da opinião dos outros, por isso não sinto que to vivendo, nisso fico ainda mais imatura, isso tem afetado meu relacionamento, e deixado ele mau por só ouvir cobranças, ele é incrível porém sinto que sou orgulhosa e egoísta e não me expresso, é prejudicial continuar ou deveria com terapia melhorar a minha vida sozinha antes de ter um companheiro?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Primeiramente, é importante reconhecer o esforço que você está fazendo para refletir sobre suas emoções e ações, o que já é um passo importante para o autoconhecimento e a mudança. A baixa autoestima, o medo da opinião dos outros e as dificuldades em se expressar são desafios reais que podem afetar tanto a sua vida pessoal quanto seus relacionamentos. A terapia pode ser uma excelente ferramenta para ajudá-la a entender melhor esses sentimentos, trabalhar na construção de uma autoestima saudável e desenvolver formas mais eficazes de comunicação. Melhorar sua vida sozinha não significa necessariamente terminar um relacionamento, mas pode ser uma forma de se fortalecer para lidar melhor com ele e com seus próprios sentimentos. Se o relacionamento está causando mais sofrimento do que alegria, pode ser útil considerar um tempo para focar em si mesma, mas com o apoio da terapia, você pode aprender a lidar com esses desafios de maneira mais equilibrada, seja no relacionamento atual ou em um futuro próximo.


  • Há chances de um relacionamento que já passou por agressões física e verbais ser reconstruído com am

    Há chances de um relacionamento que já passou por agressões física e verbais ser reconstruído com amor e sem mágoas?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Olá. A reconstrução de um relacionamento após agressões físicas e verbais é extremamente desafiadora, mas não é impossível, desde que ambas as partes estejam dispostas a mudar e se comprometer com o processo de cura. Isso exige, primeiramente, que a violência cesse completamente e que haja um ambiente seguro e saudável para ambos. A terapia de casal pode ser fundamental para ajudar a lidar com as mágoas e estabelecer uma comunicação mais saudável. No entanto, é importante que o parceiro que agiu de forma agressiva busque ajuda individual para entender e mudar comportamentos abusivos, como através de psicoterapia. A reconstrução do amor depende de ambos estarem comprometidos em respeitar os limites do outro, resolver os conflitos de forma construtiva e promover o perdão — um processo que pode ser longo e requer paciência, mas pode ser possível com o acompanhamento adequado.


  • Olá, tudo bem? O pai do meu namorado está com cancer e meu namorado anda muito triste, tento animar

    Olá, tudo bem? O pai do meu namorado está com cancer e meu namorado anda muito triste, tento animar ele sem sucesso. Ele é uma pessoa fechada, me sinto de mãos atadas e inutil. Ele precisa de ajuda psicologica ou apenas é da fase?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Oi, tudo bem? Sinto muito pela situação que o seu namorado e a família estão enfrentando. Quando alguém está lidando com uma perda ou um momento difícil, como o diagnóstico de câncer de um ente querido, é normal passar por períodos de tristeza e até de retraimento, especialmente se a pessoa for mais fechada emocionalmente. No entanto, se o comportamento dele está afetando muito o relacionamento e ele está isolado ou demonstrando dificuldades para lidar com as emoções, buscar ajuda psicológica pode ser uma boa opção. O psicólogo pode oferecer um espaço seguro para ele expressar o que está sentindo e ajudá-lo a lidar com o sofrimento de maneira mais saudável. Sua tentativa de apoiar e animá-lo é importante, mas se ele não está conseguindo se abrir, pode ser útil incentivá-lo a procurar um profissional para um suporte mais específico.


  • Boa noite, espero que estejam bem! Eu gostaria muito da ajuda de vocês, frequentemente minha famí

    Boa noite, espero que estejam bem!

    Eu gostaria muito da ajuda de vocês, frequentemente minha família reclama sobre eu tratá-los mal ou minha expressão ser de uma pessoa brava, mas muitas das vezes eu nem percebo que estou falando diferente ou que a minha expressão mudou.
    Não é proposital, mas tem situações que realmente eu percebo que "perco a mão".
    Há algo que explique? Que eu consiga fazer para mudar?

    Não sei se há algo na medicina que explique, mas eu realmente não quero ser ignorante, simplesmente estou falando normal, mas as pessoas interpretam de outra forma.

    De antemão, agradeço.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    Boa noite! Entendo como essa situação pode ser difícil para você, especialmente quando a sua intenção não é ser rude ou agressiva, mas as pessoas ao seu redor interpretam suas palavras ou expressões de maneira diferente. Há várias razões que podem explicar essa discrepância na comunicação. Uma possibilidade é que você esteja experimentando uma reação emocional, como estresse ou ansiedade, que pode alterar involuntariamente o tom de sua voz ou a expressão facial. Além disso, algumas pessoas têm uma tendência a exibir uma expressão facial mais neutra ou fechada, o que pode ser interpretado como raiva ou frieza, mesmo sem intenção.

    Esse tipo de comportamento também pode estar relacionado a questões de regulação emocional, que podem ser trabalhadas por meio de terapia, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), para ajudar a identificar padrões de comunicação e melhorar a forma como você se expressa. Técnicas de relaxamento e autoconsciência, como o mindfulness, também podem ser úteis para aumentar sua percepção sobre suas reações e ajudá-lo a responder de maneira mais tranquila e assertiva.

    No lado médico, questões de saúde mental, como distúrbios de humor ou níveis elevados de estresse, podem influenciar o comportamento, mas um psicólogo ou psiquiatra pode ajudar a explorar mais a fundo essas questões. O mais importante é que sua intenção é melhorar, e buscar entender essas reações é um grande passo. Através da prática de técnicas de comunicação e de autocontrole emocional, é possível mudar a percepção das pessoas ao seu redor e melhorar a forma como se expressa.


  • O que vocês acham da mulher ser submissa ao homem ?

    O que vocês acham da mulher ser submissa ao homem ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Erick Meireles Elmiro

    A ideia de uma mulher ser submissa ao homem reflete uma visão ultrapassada e desigual das relações de gênero, que se baseia em papéis rígidos e desiguais. Em um relacionamento saudável, a base deve ser o respeito mútuo, a igualdade e a parceria, onde ambos os parceiros têm voz e autonomia para tomar decisões. A subordinação de um parceiro ao outro, seja homem ou mulher, pode gerar dinâmica de poder prejudicial, afetando a autoestima e o bem-estar emocional de ambos. Promover a igualdade e a comunicação aberta é fundamental para construir relacionamentos saudáveis e equilibrados.


Perguntas frequentes

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