Perguntas do paciente (47)

  • Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço

    Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço de personalidade que tenho desde muito tempo). Geralmente quando não consigo ter certeza absoluta de tudo, sinto desconforto e ansiedade. Mas... como já tenho comportamentos obsessivos por causa do perfeccionismo e percebi que também sou impulsivo em meio a incerteza, gostaria de saber: quando devo começar a suspeitar de TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Você deve começar a suspeitar de Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) quando a busca por controle e perfeição deixa de ser um "jeito de ser" focado em desempenho e se transforma em rituais rígidos e incontroláveis causados por um sofrimento extremo ou pelo medo irracional de que algo terrível aconteça. No TOC, a intolerância à incerteza é tão profunda que a mente cria obsessões (pensamentos intrusivos e assustadores) e exige compulsões (comportamentos repetitivos ou checagens) para aliviar temporariamente a ansiedade


  • É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após

    É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após conseguir mudar essas crenças, depois de um tempo elas voltam fazendo com que o paciente tenha recaídas? Se o paciente tem recaídas por conta de que a crença disfuncional antiga voltou, então não é possível mudar crenças disfuncionais para sempre ou por algum tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Sim, é possível modificar crenças centrais e intermediárias disfuncionais, mas essa mudança não significa que a crença antiga será completamente apagada da sua memória. Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), mudar uma crença significa flexibilizá-la e construir uma nova rota mental mais funcional, reduzindo drasticamente o poder que a ideia antiga tem sobre você.


  • Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu

    Olá, boa noite.
    Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
    Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
    Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
    Eu deveria procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Sim, você deve procurar ajuda profissional imediatamente. O que você está vivenciando — como a sensação de vazio profundo, a desconexão com momentos felizes (que se assemelha à desrealização), a angústia com o tempo e, principalmente, os pensamentos de acabar com tudo — são sinais sérios de sofrimento mental extremo e você não precisa passar por isso sozinho.


  • Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr

    Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Investir em amizades vale a pena porque o ser humano é biologicamente programado para se conectar, e os laços sociais protegem a nossa saúde mental e física, mesmo quando as pessoas mudam de rumo.É compreensível sentir cansaço quando ciclos se encerram por causa de trabalho ou namoro. No entanto, fechar-se para o mundo traz custos altos.


  • Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré

    Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
    Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
    A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Em geral, os terapeutas de casal tradicionais não estão universalmente preparados para acolher dinâmicas de relacionamentos abertos de forma totalmente isenta, sendo altamente recomendado procurar profissionais que declarem abertamente experiência em não-monogamia consensual (NMC) ou que atuem especificamente nesse nicho. O ideal seria você procurar uma Psicóloga/o de especializado em terapia de casal!


  • "Quais indicadores de disfunção em funções executivas, processamento emocional, atenção, memória e c

    "Quais indicadores de disfunção em funções executivas, processamento emocional, atenção, memória e controle inibitório, identificados na avaliação neuropsicológica, estão associados a quadros psiquiátricos e indicam necessidade de encaminhamento especializado?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Como psicóloga especialista, aponto que os principais indicadores neuropsicológicos associados a quadros psiquiátricos graves e que justificam o encaminhamento especializado são:
    Funções Executivas e Controle Inibitório: Rigidez cognitiva extrema, incapacidade de planejamento básico e falha severa na supressão de impulsos (comportamento de risco, desinibição social). Sugere: Transtornos do Humor (Mania), TDAH Grave ou Transtorno de Personalidade Borderline.
    Processamento Emocional: Viés atencional desproporcional para estímulos negativos, embotamento afetivo (falha no reconhecimento de expressões faciais de terceiros) ou hiperreatividade emocional a estímulos neutros. Sugere: Depressão Maior, TEA ou Transtornos de Ansiedade Graves.
    Atenção: Déficit acentuado na atenção sustentada e alternada, com alta taxa de omissões ou intrusões que mimetizam estados confusionais (delirium) ou dissociação. Sugere: Quadros Psicóticos ou Depressão com Sintomas Pseudodemenciais.
    Memória: Falhas no resgate de informações por déficit de codificação ou evocação (geralmente flutuantes e responsivas a pistas), diferentemente do padrão amnésico puramente neurodegenerativo. Sugere: Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) ou Depressão.


  • "Quais padrões de comprometimento cognitivo, alterações comportamentais e disfunções neurofuncionais

    "Quais padrões de comprometimento cognitivo, alterações comportamentais e disfunções neurofuncionais observados na avaliação neuropsicológica indicam gravidade clínica e justificam encaminhamento psiquiátrico?"

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Como psicóloga, o encaminhamento psiquiátrico imediato com base na avaliação neuropsicológica justifica-se quando os resultados indicam risco iminente à integridade do paciente (ou de terceiros) e perda drástica de funcionalidade.
    Os principais sinais de gravidade clínica são:
    Sintomas Neuropsiquiátricos Graves: Ideação suicida ativa, surtos psicóticos (delírios ou alucinações), agitação psicomotora, agressividade e labilidade emocional extrema.
    Disfunção Executiva e Anosognosia Total: Perda completa da capacidade de julgamento e da autocrítica. O paciente se expõe a riscos graves (como golpes ou acidentes) por não reconhecer suas próprias limitações.
    Ruptura das Atividades Diárias (ABVDs): Incapacidade súbita ou severa de realizar o básico para a sobrevivência, como higiene, alimentação e controle de Medicação.


  • “Como padrões de regulação emocional, controle inibitório e processamento de informação social expli

    “Como padrões de regulação emocional, controle inibitório e processamento de informação social explicam o funcionamento global de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) na neuropsicologia clínica?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    O funcionamento global do paciente com TPB não é uma falha de caráter ou mera "manha". É um padrão rígido de vulnerabilidade biológica à emoção somado a um déficit de processamento executivo para gerenciar essa mesma emoção em contextos sociais. O tratamento (como a DBT) foca justamente em treinar o córtex pré-frontal para "criar um espaço" entre o estímulo emocional e a resposta impulsiva


  • “Quais déficits em processos de mentalização e viés de atribuição podem ser observados em pacientes

    “Quais déficits em processos de mentalização e viés de atribuição podem ser observados em pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) durante avaliação neuropsicológica, e como eles impactam o funcionamento interpessoal?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Durante uma avaliação neuropsicológica, quando avaliamos a cognição social de um paciente com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), saímos um pouco dos testes tradicionais de caneta e papel (como os de memória ou atenção pura) e entramos no território de como esse cérebro processa o comportamento humano.

    Os déficits em mentalização (ou Teoria da Mente) e os vieses de atribuição são as marcas registradas do transtorno nesse contexto, funcionando como engrenagens que distorcem as relações interpessoais


  • O que é identificação projetiva e como ela aparece no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    O que é identificação projetiva e como ela aparece no Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Enquanto o neurótico comum usa a projeção e se importa com a realidade ("Acho que fulano não gosta de mim, deixa eu checar"), o funcionamento borderline usa a identificação projetiva para alterar a realidade externa de modo que ela se alinhe perfeitamente ao seu caos interno. É um grito inconsciente e desesperado de alguém que precisa externalizar sua dor para tentar, de alguma forma, controlá-la no outro.


  • “Como diferenciar, em termos cognitivo-comportamentais, mecanismos de coping primitivos de habilidad

    “Como diferenciar, em termos cognitivo-comportamentais, mecanismos de coping primitivos de habilidades de enfrentamento mais maduras no transtorno de personalidade borderline (TPB)?”

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e na Terapia Comportamental Dialética (DBT), a diferenciação entre mecanismos de enfrentamento (coping) "primitivos" e habilidades "maduras" não é feita com base em julgamentos morais, mas sim através de dois critérios puramente pragmáticos: o nível de rigidez cognitiva e a consequência do comportamento a longo prazo.

    Mecanismos primitivos no TPB são automáticos, impulsionados pela emoção do momento e focados no alívio imediato da dor, operando sob a lógica do reforço negativo (eliminar o mal-estar custe o que custar). Já as habilidades maduras exigem ativação do córtex pré-frontal, tolerância ao desconforto e foco em metas de longo prazo.


  • “De que forma os padrões de pensamentos, crenças e comportamentos associados ao Transtorno de Person

    “De que forma os padrões de pensamentos, crenças e comportamentos associados ao Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) influenciam o funcionamento interpessoal e o processo de socialização do paciente ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) significa experimentar o mundo, e principalmente as relações, com uma intensidade profunda. Essa intensidade molda diretamente a forma como a pessoa se socializa e mantém seus vínculos.
    Para entender essa dinâmica, precisamos olhar para três pilares: os **padrões de pensamento**, as *crenças centrais* e os **comportamentos** típicos do transtorno.
    1. Padrões de Pensamento: A pessoa enxerga o mundo em extremos: alguém é 100% bom ou 100% mau, sem meio-termo.
    * Flutuação entre Idealização e Desvalorização:** No início de uma amizade ou namoro, o outro é visto como o "salvador" ou o amigo perfeito (idealização). Diante de uma pequena falha ou sinal de afastamento, esse mesmo parceiro pode ser repentinamente visto como cruel ou indiferente (desvalorização).
    *Impacto na Socialização:= Isso torna as relações muito instáveis. O círculo social do paciente costuma mudar com frequência, pois é difícil manter a constância quando as percepções sobre as pessoas mudam de forma tão radical e repentina.
    ### 2. Crenças Centrais: O Medo Profundo do Vazio e da Rejeição
    As crenças de um paciente com TPB geralmente se estruturam em torno de duas dores centrais: *"Eu sou defeituoso/inaceitável"* e *"As pessoas vão me abandonar"*.
    * **Hipervigilância a Sinais de Rejeição:** O paciente desenvolve uma espécie de "radar" ultra-sensível para o abandono. Se um amigo demora a responder uma mensagem ou muda o tom de voz, a mente do paciente com TPB pode interpretar isso imediatamente como um sinal de que a relação acabou ou que ele fez algo de errado.
    * **Impacto na Socialização:** Essa ansiedade constante impede que o paciente relaxe e confie nos outros. A socialização se torna um campo minado emocional, onde a pessoa está sempre na defensiva, antecipando uma dor que ela tem certeza que virá.
    ### 3. Comportamentos: A Busca por Regulação e Respostas Extremas
    Como as emoções são avassaladoras e o medo do abandono é constante, os comportamentos servem como tentativas (muitas vezes desadaptativas) de aliviar essa dor ou de segurar o outro.
    * **Esforços Desesperados para Evitar o Abandono:** Isso pode se traduzir em comportamentos de apego excessivo, cobranças intensas ou, paradoxalmente, em afastar a outra pessoa primeiro ("vou terminar antes que você me deixe") como uma forma de autoproteção.
    * **Explosões de Raiva e Impulsividade:** Quando a dor emocional atinge o limite, podem ocorrer reações de raiva desproporcionais ao gatilho original.
    * Impacto na Socialização::Esses comportamentos geram um efeito de "cabo de guerra". Os amigos e familiares, sem entender a raiz daquela dor, podem se afastar devido ao desgaste e à imprevisibilidade..
    Importante: realizar TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL.


  • estou prestes a sair de um relacionamento abusivo de 18 anos ! qual profissional devo procurar após

    estou prestes a sair de um relacionamento abusivo de 18 anos ! qual profissional devo procurar após me separar dele ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Olá, você precisa de um profissional da saúde mental, uma psicóloga, seguramente.


  • Dormir segurando algo que faça barulho ao cair e ao adormecer quando eu começar a dormir o barulho d

    Dormir segurando algo que faça barulho ao cair e ao adormecer quando eu começar a dormir o barulho do objeto caindo igual Thomas Edson quando eu acordar com o barulho da queda do objeto a mente ficará mesmo por 1 minuto Sugestionavel???

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Resposta sim!
    Como estamos lidando com esse "minuto de ouro" logo após o despertar pelo objeto, a estrutura do que você vai dizer ou pensar precisa ser curta, direta e emocionalmente carregada.
    Nesse estado hipnagógico, seu cérebro está operando em ondas teta (\bm{4\text{ a }8\text{ Hz}}), que é o "idioma" do subconsciente. O pensamento lógico e a dúvida não têm força aqui.
    Para que a sugestão funcione, siga este roteiro psicológico:
    1. A Regra dos 3 "Ps"
    A sugestão deve ser sempre:
    • Positiva: Diga o que você quer, não o que quer evitar. (Ex: "Estou calmo" em vez de "Não estou ansioso").
    • Presente: O subconsciente não entende bem o futuro. Use "Eu sou" ou "Eu tenho".
    • Poderosa: Use palavras que gerem uma sensação no corpo.
    2. Exemplos de Frases para esse Minuto
    Dependendo do seu objetivo, escolha apenas uma (não tente mudar tudo de uma vez):
    • Para Confiança: "Eu sou capaz e ajo com segurança agora."
    • Para Criatividade: "A solução que eu preciso já está em mim."
    • Para Mudança de Hábito: "Eu tenho controle total sobre minhas escolhas."
    • Para Superação de Medos: "Eu sou maior que qualquer desafio."
    3. O Protocolo de Execução
    1. A Preparação: Antes de deitar com o objeto (a chave, o prato, etc.), repita a frase escolhida 5 vezes enquanto ainda está bem acordado. Isso cria uma "âncora".
    2. O Gatilho: Quando o objeto cair e o barulho te der o susto leve, não abra os olhos imediatamente.
    3. O Mergulho: Mantenha os olhos fechados. Sinta a vibração do barulho ainda no ar e repita a frase na sua mente com o máximo de intensidade emocional que conseguir.
    4. A Visualização: Tente "ver" o resultado dessa frase como se fosse uma foto colorida e brilhante por alguns segundos.
    Um toque de cautela do "psicólogo":
    Se o seu objetivo é resolver um problema técnico (como Edison fazia), em vez de uma frase, faça-se uma pergunta antes de dormir: "Como eu resolvo [X]?". No minuto em que o objeto cair, a primeira imagem ou palavra que vier à mente é a sua resposta. Anote-a imediatamente, ou você a esquecerá em segundos.
    Qual desses caminhos faz mais sentido para você agora: reprogramar um comportamento (auto-sugestão) ou buscar a solução para um problema (insight)?


  • Como melhorar a atenção sustentada e velocidade de processamento?

    Como melhorar a atenção sustentada e velocidade de processamento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Necessito te avaliar e com Terapia Cognitiva Comportamental, te ajudar no seu caso, porque cada caso é único. Precisa agendar um horário


  • Meu primo de 30 anos tem esquizofrenia e toma o mesmo remédio desde os 14 anos, e nunca teve um acom

    Meu primo de 30 anos tem esquizofrenia e toma o mesmo remédio desde os 14 anos, e nunca teve um acompanhamento tão bom, então não sabemos se é só isso. Ele é uma pessoa bem apática, no entanto, nos últimos tempos ele tem mostrado uma elevada compulsão sexual (consigo mesmo), bem fora do normal. Isso pode ser sintoma da Esquizo? Ou ineficiência medicamentosa? Uma outra patologia ?e nos somos bem educados com isso, sexualidade não é um taboo, se estivesse normal, a gente não se preocuparia. Porém, a gente vê que ele parece está em uma Mania, sei lá. O que devemos fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Olá, seu primo precisa de uma avaliação psicológica, e acredito que o mesmo remédio não esteja fazendo efeito por tantos anos, deveria procurar um bom psiquiatra e realizar a medicação. Em ter da mania sexual, sou psicóloga e sexóloga, me disponibilizo para uma avaliação.
    Érika Penha Psicóloga


  • Por que as funções executivas são consideradas "heterogêneas" em muitas crianças?

    Por que as funções executivas são consideradas "heterogêneas" em muitas crianças?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Quando dizemos que as funções executivas (FE) são heterogêneas, estamos basicamente dizendo que elas não funcionam como um bloco único e uniforme. Em vez de um "interruptor" que liga ou desliga tudo, imagine uma mesa de som com vários controles independentes.
    Nas crianças, é muito comum que alguns desses "controles" estejam lá no alto, enquanto outros ainda estão sendo ajustados.


  • Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?

    Transtorno de ansiedade,com Desrealização tem cura ainda ,depois de dois anos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Sim, é possível ter uma melhora significativa ou remissão, mesmo após dois anos, de ansiedade com desrealização, especialmente com tratamento adequado, pois o prognóstico varia: muitos melhoram ao gerir o estresse e traumas subjacentes, embora a "cura" definitiva nem sempre seja garantida, com o foco sendo aprender a controlar os sintomas e viver bem, usando terapias (TCC, psicodinâmica) e, por vezes, medicação para comorbidades.


  • Boa tarde, minha mente tá me deixando louca, fiz uma coisa que sempre faço na rotina, mais minha men

    Boa tarde, minha mente tá me deixando louca, fiz uma coisa que sempre faço na rotina, mais minha mente me deixa na certa dúvida tipo " será que fiz mesmo" isso tá acabado comigo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    ntendo perfeitamente o que está a passar. Este tipo de dúvida persistente e ansiedade sobre ter completado tarefas rotineiras — frequentemente descrita como "verificação excessiva" ou dúvidas obsessivas — é uma experiência comum, mas que pode ser extremamente desgastante. A sua mente não está a "deixá-la louca"; está a passar por um ciclo de ansiedade e dúvida que está a afetar a sua confiança na memória.
    Erika Penha


  • Como saber se a terapia está funcionando se eu não sinto uma melhora imediata?

    Como saber se a terapia está funcionando se eu não sinto uma melhora imediata?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Dra. Erika Penha

    Costumo dizer, que terapia deve dar resultados rápidos, pelo menos no método de atendimento desenvolvido por mim, já comprovado na União Européia, onde atuo atualmente, em casos de pacientes brasileiros atendo telemedicina, e com bons resultados.


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