Perguntas do paciente (45)

  • Quais são as diferenças de gênero no diagnóstico e sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA)

    Quais são as diferenças de gênero no diagnóstico e sintomas do Transtorno do Espectro Autista (TEA) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Vamos la, homens e mulheres podem ter autismo, mas os sinais podem aparecer de formas diferentes.
    Nos meninos, os sintomas costumam ser mais visíveis eles podem ter mais dificuldade em socializar e mostrar comportamentos repetitivos de forma clara.
    Nas meninas, o autismo às vezes passa despercebido, porque elas costumam imitar melhor os outros e esconder suas dificuldades. Mesmo assim, podem se sentir cansadas, ansiosas ou tristes por tentarem “parecer normais” o tempo todo.
    Por isso, o diagnóstico em meninas muitas vezes acontece mais tarde, e é importante observar sinais sutis de dificuldade social, sensibilidade e cansaço emocional.


  • O que é autocobrança no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    O que é autocobrança no Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    E quando a pessoa se exige demais e sente que precisa fazer tudo de forma perfeita ou correta, o tempo todo. Ela se culpa facilmente quando acha que errou ou não fez o suficiente. Essa cobrança excessiva aumenta a ansiedade e faz com que os pensamentos obsessivos e os comportamentos repetitivos fiquem mais fortes.


  • A logoterapia foca na cura do trauma causado pelo bullying?

    A logoterapia foca na cura do trauma causado pelo bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    A Logoterapia não foca exatamente na “cura” do trauma, mas em ajudar a pessoa a encontrar sentido no que viveu, mesmo diante da dor. Ela reconhece o sofrimento, mas busca fortalecer o indivíduo para que ele não se defina pelo trauma, e sim pela maneira como escolhe lidar com ele. Assim, o foco é a superação e o crescimento pessoal, e não apenas a eliminação da dor.


  • Que técnicas da Logoterapia podem ser usadas com vítimas de bullying?

    Que técnicas da Logoterapia podem ser usadas com vítimas de bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Diálogo socrático: para ajudar a pessoa a refletir sobre seus pensamentos e perceber que o valor dela não depende da opinião dos outros.
    Intenção paradoxal: para reduzir o medo e a ansiedade diante de situações que causam sofrimento, aprendendo a encarar com mais leveza.
    Dereflação: para tirar o foco do problema e direcionar a atenção para ações e valores que tragam propósito e bem-estar.
    Descoberta de sentido: para ajudar a vítima a transformar a dor em crescimento, entendendo que o sofrimento pode gerar amadurecimento e autoconhecimento.


  • Quais são os desafios da logoterapia no tratamento do bullying?

    Quais são os desafios da logoterapia no tratamento do bullying?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    A logoterapia ajuda a pessoa a encontrar sentido e propósito mesmo nas situações difíceis, como o bullying. O desafio é que, quando alguém sofre muito, pode ser difícil enxergar esse sentido e reconstruir a autoestima. Além disso, é preciso tempo e apoio para transformar a dor em algo que traga aprendizado e fortalecimento interior.


  • Quais são os desafios em aplicar a Terapia interpessoal (TIP) para pessoas com Transtorno do Desenvo

    Quais são os desafios em aplicar a Terapia interpessoal (TIP) para pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Aplicar a Terapia Interpessoal (TIP) em pessoas com Transtorno do Desenvolvimento Intelectual traz alguns desafios, principalmente porque muitos têm dificuldade de compreender conceitos abstratos, expressar sentimentos e refletir sobre seus relacionamentos. A comunicação pode ser limitada e o ritmo da terapia precisa ser mais lento, com repetições e linguagem simplificada. Além disso, muitas vezes é necessário envolver familiares ou cuidadores para ajudar nas tarefas e no reforço das habilidades no dia a dia. Por isso, os objetivos da TIP geralmente precisam ser adaptados, focando em habilidades sociais básicas e na melhoria gradual da comunicação e dos vínculos interpessoais


  • Quais são os déficits comuns em termos de funções cognitivas e adaptativas que podem ser considerado

    Quais são os déficits comuns em termos de funções cognitivas e adaptativas que podem ser considerados como fatores transdiagnósticos tanto no Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) quanto em outros transtornos de desenvolvimento?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Alguns déficits aparecem tanto no Transtorno do Desenvolvimento Intelectual quanto em outros transtornos do desenvolvimento e acabam funcionando como fatores transdiagnósticos. Entre eles estão dificuldades de atenção, memória e resolução de problemas, além de limitações na capacidade de planejar, organizar e controlar impulsos. Também são comuns déficits na linguagem, na comunicação social e na flexibilidade cognitiva, o que afeta a compreensão de regras, mudanças de rotina e interações sociais. Do ponto de vista adaptativo, muitos indivíduos apresentam dificuldade em autonomia, tomada de decisões, habilidades sociais básicas e manejo de situações do dia a dia. Esses déficits se sobrepõem entre diferentes transtornos, ajudando a explicar por que certos desafios se repetem mesmo em diagnósticos diferentes.


  • Como a rejeição social pode afetar o cérebro? .

    Como a rejeição social pode afetar o cérebro? .

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    A rejeição social pode trazer uma sensação muito dolorosa porque o nosso cérebro reage a ela de forma parecida com a dor física. Áreas ligadas à dor, ao estresse e às emoções são ativadas quando nos sentimos excluídos. Isso pode afetar a autoestima, aumentar a ansiedade e até gerar tristeza profunda. Mas é importante lembrar que o cérebro também tem capacidade de se adaptar: com apoio, novas experiências de pertencimento e estratégias de enfrentamento, é possível diminuir esse impacto e fortalecer a sua confiança nas relações


  • Como o trauma da infância molda os relacionamentos e os estilos de apego na idade adulta ?

    Como o trauma da infância molda os relacionamentos e os estilos de apego na idade adulta ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Sim, a ciência psicológica tem mostrado, através de diversas pesquisas, que experiências adversas na infância como abuso físico, emocional ou sexual, negligência, violência doméstica, separação dos pais, entre outros podem afetar o desenvolvimento emocional e neurológico da criança, deixando marcas profundas que persistem ao longo da vida.


  • O que significa melhorar a qualidade dos cuidados de saúde mental?

    O que significa melhorar a qualidade dos cuidados de saúde mental?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Melhorar a qualidade dos cuidados de saúde mental significa oferecer atendimentos mais eficazes, acessíveis, humanizados e baseados em evidências, promovendo bem-estar e recuperação do paciente.


  • Como .podemos envolver os pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde m

    Como .podemos envolver os pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde mental ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Podemos envolver os pacientes com doenças crônicas mentais nos cuidados preventivos de saúde mental por meio da educação em saúde, aumentando o entendimento sobre a importância da prevenção, do acompanhamento contínuo com uma equipe multiprofissional, do fortalecimento do vínculo terapêutico com escuta ativa e empatia, da promoção de hábitos saudáveis como sono adequado, alimentação equilibrada e prática de atividades físicas, além da inclusão em grupos de apoio que favoreçam a troca de experiências e o suporte emocional.


  • O Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) é considerado uma doença crôni

    O Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) é considerado uma doença crônica mental ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Sim, o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (ou Deficiência Intelectual) é considerado uma condição crônica de saúde mental. Trata-se de um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por limitações significativas no funcionamento intelectual e no comportamento adaptativo, com início na infância e que persiste ao longo da vida. Embora não seja uma doença no sentido tradicional, é uma condição de longo prazo que requer acompanhamento contínuo, suporte educacional, terapêutico e social.


  • Oii, eu sou autista, e faz uns dias que tava conhecendo uma garota no insta, a gente foi conversando

    Oii, eu sou autista, e faz uns dias que tava conhecendo uma garota no insta, a gente foi conversando sobre alguns assuntos, mas eu não vi muita química na nossa conversa, e então decidi remover ela do insta, mas depois disso, eu não lembro o nome dela e nem o nick da rede social, mas depois disso eu senti uma culpa enorme, e eu to paranoico achando que ela pode ter morrido ou que só pelo fato de remover alguém de uma rede social a pessoa pode falecer e tals, são coisas da minha cabeça, mas eu acabo acreditando nas mentiras que meu cérebro produz, como lidar com isso?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Oi! Obrigado por compartilhar isso. O que você está sentindo é culpa e ansiedade, mas você não fez nada de errado. Remover alguém do Instagram porque não sentiu conexão é normal. Esses pensamentos de que algo ruim aconteceu são mentiras que seu cérebro está criando. Eles parecem reais, mas não são. Quando isso acontecer, tente respirar fundo e dizer pra si mesmo: "isso é só um pensamento, não é verdade". Se puder, converse com um psicólogo. Você merece se sentir bem.


  • Quais os efeitos do juízo crítico no campo mental e nas emoções em uma pessoa adulta ?

    Quais os efeitos do juízo crítico no campo mental e nas emoções em uma pessoa adulta ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    O juízo crítico, quando bem desenvolvido, ajuda a pessoa adulta a analisar situações com mais clareza, tomar decisões conscientes e lidar melhor com as próprias emoções. Ele permite identificar pensamentos distorcidos, evitar reações impulsivas e interpretar a realidade de forma mais equilibrada. No campo mental, fortalece o raciocínio, a autonomia e a capacidade de resolver problemas. Já nas emoções, contribui para o autocontrole, a empatia e a regulação emocional, favorecendo relações mais saudáveis e maior bem-estar psicológico.


  • Existe tratamento para o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?

    Existe tratamento para o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual (Deficiência Intelectual) ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Sim, existe tratamento para o Transtorno do Desenvolvimento Intelectual. Embora não haja cura, é possível melhorar significativamente a qualidade de vida da pessoa por meio de acompanhamento multidisciplinar, que pode incluir estímulos cognitivos, terapias (como fonoaudiologia, psicologia e terapia ocupacional), apoio educacional especializado e orientação para a família. O objetivo é desenvolver ao máximo as habilidades da pessoa e promover sua autonomia e inclusão social.


  • Quais são as principais dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência intelectual no dia a

    Quais são as principais dificuldades enfrentadas pelas pessoas com deficiência intelectual no dia a dia?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    As pessoas com deficiência intelectual enfrentam várias dificuldades no dia a dia que podem afetar sua autonomia, comunicação e interação social. Muitas vezes, elas têm dificuldade em compreender instruções complexas, realizar tarefas que exigem planejamento ou lidar com situações novas. Também podem encontrar barreiras na comunicação, o que pode gerar frustração ou mal-entendidos. Além disso, enfrentam preconceito e falta de paciência por parte da sociedade, o que pode limitar suas oportunidades de estudo, trabalho e convivência social. Por isso, é importante oferecer apoio adequado, respeitar o ritmo de cada pessoa e promover ambientes inclusivos que valorizem suas capacidades e potencial.


  • O que muda na vida das crianças com deficiência intelectual?

    O que muda na vida das crianças com deficiência intelectual?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    O que muda na vida das crianças com deficiência intelectual é que elas podem precisar de mais tempo e apoio para aprender e desenvolver habilidades que outras crianças costumam adquirir mais rapidamente. Isso pode afetar o jeito como elas se comunicam, brincam, estudam e se relacionam com outras pessoas. No entanto, com paciência, amor, estímulos adequados e acompanhamento especializado, elas podem evoluir, aprender e participar da vida em sociedade com qualidade. Cada criança tem seu ritmo, e o mais importante é que ela seja respeitada, acolhida e incentivada a crescer da melhor forma possível.


  • Meu filho tem 3 anos e está no infantil 3 no CMEI, esse é o primeiro ano lá, esta em período integra

    Meu filho tem 3 anos e está no infantil 3 no CMEI, esse é o primeiro ano lá, esta em período integral, nunca havia ido, eu que sou mae que sempre cuidei dele. Desde que começou nesse cmei ele é outra criança, triste, ansioso, ele chora o caminho todo indo pro cmei pede por favor pra nao deixá-lo lá. Ele esta roendo as unhas coisa q nunca fez, ele perdeu todo o brilho q tinha, nao quer mais sair pra lugar nenhum final de semana pois acha q vou levar ele pra escola. Está tão difícil, ele ja esta a 5 meses e nao se adapta. Estou quase saindo do trabalho pois nao aguento mais vê-lo sofrer dessa meneira. Ja conversei com as professoras elas dizem q ele chora na parte da manha e na parte da tarde fica bem. Pedi apoio e mais acolhimento. Mais sinto que isso nao esta acontecendo. Ele nao tem afeto por nenhuma professora e sao 4 que tem la.. nao sei oque fazer.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Entendo profundamente sua dor e sua preocupação. É muito difícil ver um filho sofrendo dessa forma. O que você está descrevendo parece um caso de sofrimento emocional relacionado à adaptação escolar. Algumas crianças realmente sentem muita dificuldade nesse processo, principalmente quando é a primeira separação da mãe e ainda mais em período integral.
    O fato de ele estar apresentando mudanças importantes no comportamento como tristeza, ansiedade, roer unhas e recusar passeios indica que ele está realmente sofrendo com essa adaptação. Mesmo após cinco meses, ele não se sente seguro e acolhido no ambiente.
    Minha orientação seria que você procure ajuda especializada, como um psicólogo infantil. Ele poderá ajudar seu filho a expressar o que está sentindo e também ajudar você a encontrar caminhos para aliviar esse sofrimento, avaliando se é o momento de insistir ou se seria melhor buscar outra alternativa.
    Você não está exagerando, é muito importante escutar o que seu filho está demonstrando com esse comportamento. E, claro, cuide também de você nesse processo, porque a sua dor como mãe também precisa de acolhimento.
    Se quiser, posso te ajudar a pensar nos próximos passos. Você não está sozinha.


  • Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente

    Eu queria tirar uma dúvida sobre um comportamento que venho observando. É sobre medos aparentemente sem explicação, especialmente medo de bonecos e quadros com rostos. Isso pode acontecer em pessoas com deficiência intelectual ou com autismo? Se sim em qual grau da deficiência intelectual isso se manifesta? E do autismo? Isso é mais comum no autismo? Pois eu tinha isso e gostaria de saber.
    Eu percebi que alguns desses medos surgem de forma muito intensa, como se a pessoa realmente sentisse que o boneco ou o quadro representa algum tipo de ameaça. Em alguns casos, ela até se recusa a entrar em certos ambientes ou reage com choro.
    Queria entender se isso é comum em pessoas com deficiência intelectual em diferentes graus, e também se acontece com pessoas dentro do espectro autista. Pode ter a ver com hipersensibilidade sensorial ou dificuldade em diferenciar o que é real e o que é só uma imagem? E o que pode ser feito nesses casos?
    Agradeço se puder me ajudar a entender melhor esse tipo de reação.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    É uma ótima pergunta, e realmente esse tipo de medo pode acontecer tanto em pessoas com deficiência intelectual quanto em pessoas com autismo. Em geral, medos intensos e aparentemente sem explicação, como medo de bonecos ou quadros com rostos, são mais comuns no autismo, especialmente porque pessoas no espectro podem ter hipersensibilidade sensorial, ou seja, percebem sons, imagens e estímulos de forma mais intensa e, às vezes, assustadora. Além disso, pode haver dificuldade em diferenciar o que é real e o que é uma representação, principalmente em crianças pequenas ou em pessoas com maior grau de comprometimento.

    Na deficiência intelectual, esses medos também podem aparecer, principalmente quando a pessoa tem dificuldade para compreender o que está acontecendo ao seu redor, mas isso tende a ser mais comum nos graus moderado ou severo, quando a compreensão do mundo é mais limitada. Em casos de deficiência intelectual leve, pode acontecer, mas geralmente a pessoa consegue, com explicações e com o tempo, diferenciar o que é real e o que não é.

    Já no autismo, independentemente do nível de suporte que a pessoa precisa, esses medos podem ser mais marcantes e relacionados tanto à hipersensibilidade quanto à forma como o cérebro percebe e organiza as informações. Por isso, é mais comum no autismo do que na deficiência intelectual isolada.

    O que pode ajudar nesses casos é um trabalho cuidadoso de dessensibilização, ou seja, ir apresentando aos poucos o objeto que causa medo, num ambiente seguro, respeitando o tempo da pessoa. Também pode ser importante trabalhar com psicólogos que tenham experiência com autismo ou deficiência intelectual, para ajudar a entender as emoções e a criar estratégias para lidar com elas. Em alguns casos, explicar de forma simples, usar imagens ou histórias pode ajudar a reduzir o medo com o tempo. É sempre bom lembrar que cada pessoa é única, e o que funciona para uma pode não funcionar para outra, por isso o acompanhamento individualizado é o ideal.


  • É comum adolescentes com deficiência intelectual leve se morderem, ou esse tipo de comportamento é m

    É comum adolescentes com deficiência intelectual leve se morderem, ou esse tipo de comportamento é mais associado ao autismo ou TDAH? Ou inteligência limítrofe?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

     Fábio Oliveira

    Esse tipo de comportamento, como morder-se, pode aparecer em diferentes condições e não é exclusivo de uma delas. É comum em alguns adolescentes com deficiência intelectual leve, especialmente quando têm dificuldade para lidar com emoções, frustrações ou para se comunicar. Também pode acontecer em pessoas com autismo, onde é mais frequente e pode estar ligado a questões sensoriais ou dificuldade de comunicação. No TDAH, é menos comum, mas pode surgir em situações de alta impulsividade ou dificuldade de controlar emoções. Já na inteligência limítrofe, pode ocorrer, mas não é tão característico. Então, é importante avaliar o contexto, a frequência e o que pode estar por trás desse comportamento para entender melhor e oferecer o suporte adequado.


Perguntas frequentes

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