Perguntas do paciente (9089)

  • A meditação de olhar na vela ela pode acalmar um sentimento muito forte de depressão ou de uma vergo

    A meditação de olhar na vela ela pode acalmar um sentimento muito forte de depressão ou de uma vergonha? Tipo ter bebido anoite e acordar com aquela melancolia de lembrar coisas feias que fiz? e ela altera as ondas cerebrais também ? ou permanece em Beta??

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
    A meditação de foco visual (como olhar para a chama da vela) pode ajudar a reduzir ativação fisiológica, diminuir ruminação e aliviar emoções intensas como vergonha, melancolia e ansiedade pós-exposição social. Ela não “cura” depressão, mas regula o sistema nervoso, trazendo sensação de presença e desacelerando pensamentos.
    Sobre ondas cerebrais: práticas meditativas tendem a reduzir atividade Beta (estado de alerta e preocupação) e aumentar Alfa (relaxamento) e, em alguns casos, Theta (introspecção). Não é instantâneo, mas ocorre com prática consistente.
    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
    Psicólogo e Neuropsicólogo
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    Abraços


  • Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coi

    Oi eu costumo pensar coisas que eu quero,como ser parecida com as pessoas das revistas ou ter as coisas das revistas que tive ou tenho e costumo anotar num papel, antes eu guardava mas agora jogo fora,e isso está me deixando ansiosa,pois eu esqueço das coisas importantes, mesmo sabendo que essas coisas não são reais eu sinto tipo um impulso pra isso, isso é normal?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
    O comportamento que você descreve parece uma forma de regulação emocional e fantasia compensatória. Pensar em versões idealizadas de si mesmo é comum, mas quando vira impulso, causa ansiedade ou prejudica memória e organização, pode indicar rigidez cognitiva, perfeccionismo, ou um padrão de pensamento repetitivo ligado à ansiedade.
    O ato de anotar e jogar fora pode funcionar como “descarga mental”, mas se está causando perda de informações importantes, vale trabalhar planejamento cognitivo, controle inibitório e flexibilidade.
    Não é “anormal”, mas merece atenção clínica.

    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente b

    Tenho receio de mostrar certas qualidades minhas por medo da rejeição e por elas serem facilmente bem invejadas no contexto brasileiro como dedicação ao que me proponho a fazer, inteligência, detalhista, pragmático, direto e me preocupar em vestir bem e cuidar de aparência que é um tabu entre os homens. Como diminuir esse medo de rejeição e zombaria social que pode me acometer?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O medo de rejeição social é comum em contextos onde características como inteligência, dedicação, pragmatismo ou cuidado com a aparência são vistas com ambivalência. Esse medo nasce de três fatores:

    Hipervigilância social — antecipar julgamento.

    Experiências anteriores de crítica ou ridicularização.

    Rigidez cognitiva — interpretar sinais sociais de forma ameaçadora.

    Para reduzir isso:

    Trabalhe flexibilidade cognitiva para reinterpretar situações sociais.

    Reforce autoafirmação: suas qualidades não são ameaça, são recursos.

    Exponha-se gradualmente a mostrar partes de si, começando por ambientes seguros.

    Desenvolva tolerância à ambiguidade social: nem todo olhar é julgamento.

    Reestruture crenças sobre “inveja” e “zombaria”: muitas vezes são projeções do medo, não fatos.

    Mostrar qualidades não aumenta rejeição, aumenta autenticidade.

    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    Como ser uma pessoa interessante e atraente pra mim mesmo e por consequência pros outros?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
    Ser interessante começa por autenticidade, coerência interna e curiosidade sobre si mesmo. Pessoas atraentes para si mesmas costumam ter projetos pessoais, cultivar autonomia emocional, desenvolver habilidades reais, praticar flexibilidade cognitiva e investir em autocuidado. Quando você se torna interessante para si, transmite presença, segurança e clareza, e isso naturalmente atrai os outros.
    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço

    Tenho problemas com ansiedade, mas minha ansiedade parece estar ligada ao meu perfeccionismo (traço de personalidade que tenho desde muito tempo). Geralmente quando não consigo ter certeza absoluta de tudo, sinto desconforto e ansiedade. Mas... como já tenho comportamentos obsessivos por causa do perfeccionismo e percebi que também sou impulsivo em meio a incerteza, gostaria de saber: quando devo começar a suspeitar de TOC?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    lá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
    A diferença entre perfeccionismo e TOC está no grau de sofrimento, rigidez e perda de controle. O perfeccionismo é um traço; o TOC é um transtorno marcado por obsessões intrusivas e compulsões que a pessoa sente obrigação de realizar para aliviar ansiedade.
    Você deve suspeitar de TOC quando:

    a necessidade de certeza se torna incontrolável;

    você sente angústia intensa diante de pequenas incertezas;

    pensamentos repetitivos ocupam tempo significativo;

    comportamentos obsessivos atrapalham rotina;

    a impulsividade surge como tentativa de “neutralizar” a dúvida;

    você sabe que é exagerado, mas não consegue parar.

    O perfeccionismo pode evoluir para um padrão obsessivo quando a busca por controle vira sofrimento. Isso não significa que você tem TOC, mas que vale uma avaliação profissional para diferenciar ansiedade, perfeccionismo rígido e um possível quadro obsessivo.
    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após

    É possível mudar qualquer crença central e qualquer crença intermediária disfuncional? E mesmo após conseguir mudar essas crenças, depois de um tempo elas voltam fazendo com que o paciente tenha recaídas? Se o paciente tem recaídas por conta de que a crença disfuncional antiga voltou, então não é possível mudar crenças disfuncionais para sempre ou por algum tempo?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
    Sim, crenças centrais e intermediárias podem ser modificadas. A terapia, especialmente abordagens como TCC, trabalha justamente para reestruturar interpretações rígidas, medos antigos e padrões automáticos.
    Porém, crenças não desaparecem como se fossem deletadas; elas são enfraquecidas e substituídas por crenças mais funcionais. Em momentos de estresse, vulnerabilidade ou gatilhos antigos, a crença disfuncional pode reaparecer, não porque “voltou a existir”, mas porque o cérebro recorre ao padrão mais antigo quando está sobrecarregado. Isso gera recaídas.

    Recaídas não significam que a mudança não funcionou. Significam que:

    a nova crença ainda precisa ser fortalecida;

    o contexto atual reativou memórias emocionais antigas;

    o cérebro está tentando voltar ao que era familiar.

    Crenças podem ser transformadas de forma duradoura, mas exigem manutenção, prática e consciência contínua. A recaída é parte do processo, não sinal de fracasso.
    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente,

    Bom dia, estou tomando venlafaxina a 6 meses , me sentia ótima, tive vontade de viver novamente, mais faz três dias que minhas crises voltaram, a angústia, coração acelerado , a cabeça dói, o entalo , oque fazer ?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
    Quando sintomas como angústia, aceleração cardíaca, dor de cabeça e sensação de “entalo” retornam após meses de estabilidade, é essencial procurar o médico que acompanha o tratamento. A venlafaxina pode precisar de ajuste, revisão ou avaliação de fatores externos que influenciaram seu estado. Não é seguro tentar manejar isso sozinha. Procure atendimento o quanto antes para evitar piora.
    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Olá, boa noite. Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu

    Olá, boa noite.
    Eu tenho 18 anos, e ultimamente venho percebendo algumas coisas em mim mesmo que eu não sei se é algo normal.
    Por exemplo, depois de momentos felizes, mesmo tendo sido genuínos, eles parecem como se fossem uma espécie de "atuação" pra mim, como se às vezes não tivesse acontecido comigo.
    Parece que tem um vazio dentro de mim que não passa, e quando parece que passa, só fica ali disfarçado, e quando volta eu fico sozinho com ele. Eu não fico com vontade de nada, o tempo fica passando e parece ser agonizante pra mim, porque eu não consigo ficar parado nele, e me assusta o que pode acontecer daqui algumas horas, dias ou anos, porque eu não tenho nada planejado e aí os pensamentos de só acabar com tudo aparecem, e o que eu tenho vontade de fazer parece muito distante e eu só aceito que talvez eu nunca realize o que eu quero.
    Eu deveria procurar ajuda?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
    Sensações de vazio, desconexão após momentos felizes, medo do futuro e pensamentos de desistência são sinais importantes de sofrimento emocional. Isso não é “frescura” nem algo para enfrentar sozinho. Procurar ajuda profissional é fundamental, especialmente quando há pensamentos de morte. Psicoterapia e avaliação psiquiátrica podem oferecer suporte, diagnóstico e tratamento adequado. Você merece cuidado e não precisa carregar isso sozinho.
    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e apr

    Por que investir em relacionamentos com amigos se a maioria das pessoas com quem tento vínculo e aprofundo vão embora ou por questões profissionais o por namoro? Penso que é melhor ser sozinho, o máximo autossuficiente possível e desapegado do que tentar investir em relacionamento com as pessoas que vem e vão embora das nossas vidas e ter que procurando outros amigos pra preencher lacunas.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
    Relações mudam com o tempo, mas isso não significa que são inúteis. Vínculos oferecem apoio emocional, pertencimento, troca e crescimento. A autossuficiência é valiosa, mas o isolamento prolongado aumenta sofrimento, ansiedade e sensação de vazio. Amizades não existem para “preencher lacunas”, e sim para compartilhar vida enquanto duram. Mesmo relações que mudam deixam impacto positivo.
    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Eu comecei a usar anticoncepcional e estou na pausa da minha terceira cartela, eu tenho tomado "cert

    Eu comecei a usar anticoncepcional e estou na pausa da minha terceira cartela, eu tenho tomado "certo" mas as vezes esqueço por 1 a 2 horas no MÁXIMO, além disso eu sempre uso camisinha do início ao fim e também faço coito interrompido, existe alguma chance mesmo assim de engravidar? Sou muito paranóica com isso e acho que as vezes acabo estragando o momento por pensar demais e ficar com medo

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.
    Esquecer o anticoncepcional por 1–2 horas não reduz sua eficácia. Usar camisinha do início ao fim já oferece proteção muito alta, e o coito interrompido adiciona mais segurança. A combinação desses três métodos torna a chance de gravidez extremamente baixa. Sua preocupação vem da ansiedade, não da realidade do risco. Se o medo estiver atrapalhando sua vida, vale conversar com um profissional.
    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, poré

    Tenho um relacionamento aberto com meu esposo e vem funcionando bem para ambos por alguns anos, porém por vezes surgem dúvidas e dilemas que nos motivaram a querer fazer terapia de casal.
    Estou com receio de marcar com um profissional e não nos sentirmos acolhidos ou compreendidos em nossa dinâmica por sermos abertos.
    A pergunta é: em geral, os terapeutas de casal estão preparados pra acolher essa demanda, ou preciso procurar indicações de quem trabalhe especificamente com esse nicho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Muitos terapeutas de casal já trabalham com relacionamentos não monogâmicos, como relacionamentos abertos, poliamor e acordos flexíveis.
    Mas não são todos.
    Alguns profissionais têm visão tradicional e podem não compreender ou validar essa dinâmica.
    Por isso, o ideal é buscar:

    terapeutas que mencionem “não monogamia”, “relacionamentos abertos” ou “poliamor” no perfil;

    profissionais com abordagem sistêmica, humanista ou sexológica;

    terapeutas que afirmem trabalhar com diversidade relacional.

    Vocês não precisam de um “especialista em não monogamia”, mas sim de alguém não julgador, informado e acolhedor.

    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos? Crenças da baixa autoestima como: "eu sou feio", "ninguém vai me amar e me achar atraente". Crenças da depressão como: "Sou inútil", "ninguém gosta de mim", "não sou bom o suficiente", "todos são melhores do que eu". E crenças e pensamentos da ansiedade social como: "Estão me julgando", "Eu tenho que agradar todo mundo", "se me criticarem, significa que sou ruim".

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC trabalha esses três quadros ao mesmo tempo porque eles compartilham o mesmo núcleo: crenças centrais negativas.
    O processo envolve:

    identificar crenças (“sou feio”, “sou inútil”, “ninguém gosta de mim”);

    questionar evidências;

    construir interpretações alternativas;

    treinar habilidades sociais;

    reduzir comportamentos de evitação;

    trabalhar autocompaixão;

    reconstruir rotina e motivação;

    exposição gradual ao que causa ansiedade.

    A TCC não trata cada problema isolado, ela trata o sistema de pensamentos que alimenta todos eles simultaneamente.

    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depres

    Como a terapia cognitivo comportamental (TCC) trabalha a baixa autoestima, ansiedade social e depressão juntos?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    Pais narcisistas costumam usar vulnerabilidades para manter controle emocional.
    Quando há histórico de psicose, isso pode virar arma psicológica.
    O caminho envolve:

    estabelecer limites claros;

    reduzir exposição a conversas que te desestabilizam;

    trabalhar validação interna (não depender da aprovação deles);

    fortalecer rede de apoio fora da família;

    psicoterapia focada em trauma e regulação emocional;

    aprender a reconhecer manipulações e não reagir emocionalmente.

    Você não é “fraco”, você está lidando com um ambiente emocionalmente abusivo.
    A prioridade é proteger sua saúde mental, não agradar quem te machuca.

    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas cris

    Como lidar com país narcisistas que ficam fazendo um jogo psicológico pesado baseado nas minhas crises psicóticas (esquizofrenia em questionamento)?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC trabalha depressão e anedonia com três pilares:

    Ativação comportamental — reconstrução da rotina, pequenas metas, retomada gradual de atividades.

    Reestruturação cognitiva — questionar crenças como “sou inútil”, “não sou bom o suficiente”, “não importa o que eu faça”.

    Regulação emocional — técnicas de enfrentamento, respiração, mindfulness e manejo de pensamentos automáticos.

    A motivação não volta primeiro, a ação volta primeiro, e a motivação vem depois.
    A TCC reorganiza o cérebro para sair do ciclo depressivo.

    Atenciosamente,
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  • Como a TCC trata a depressão, anedonia, falta de motivação, falta de energia, e crenças centrais e c

    Como a TCC trata a depressão, anedonia, falta de motivação, falta de energia, e crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O que você está sentindo é muito comum em gestantes com histórico de isolamento, baixa autoestima e pouca vivência social.
    A gravidez muda a identidade, e isso assusta.
    Você não está com medo do bebê: você está com medo de desaparecer dentro do papel de mãe.
    O caminho envolve:

    trabalhar autoestima e identidade pessoal;

    construir rotina própria, não apenas materna;

    entender que o bebê não rouba sua vida, ele amplia sua vida;

    desenvolver autonomia emocional;

    psicoterapia para reorganizar sua história e seu lugar no mundo.

    Você não está “perdendo a vida”.
    Você está entrando em uma fase que exige reconstrução interna, e isso é possível, mesmo começando do zero.

    Atenciosamente,
    Fernando Vicente Rébuli Segundo
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  • Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coi

    Tenho 23 anos, trabalho a 3 anos, sou introvertido e não tenho habilidade social, não vivi muita coisa e não costumo sair de casa. Estou grávida de 4 meses, e por ver que tava horrível pra mim psicologicamente resolvi me mudar pro bem do bebe, ainda em processo de mudança sem dizer a minha mãe. Fiquei desesperada com a gravidez e agora mesmo tentando gostar e ver algo novo na minha vida, minha cabeça está me fazendo pensar que ele é amado e eu não, e que a viva que eu finalmente poderia começar não é minha, mas sim será pro bebe. O que fazer? Como é possível não ter planos e objetivos na vida, e ao mesmo tempo acreditar que um filho a caminho roubará a minha vida?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC para ansiedade social envolve:

    identificar crenças (“estão me julgando”, “vou ser rejeitado”, “preciso agradar todos”);

    questionar essas crenças com evidências reais;

    treinar habilidades sociais em ambiente seguro;

    exposição gradual e planejada;

    redução de comportamentos de evitação;

    reconstrução da autoestima;

    trabalhar autocompaixão e autoaceitação.

    A sertralina ajuda alguns pacientes, mas não resolve sozinha.
    E parar terapia porque “não estava funcionando” é comum, geralmente porque a exposição gradual ainda não começou.
    Ansiedade social melhora com processo, não com velocidade.
    Você não está sem solução, você só não encontrou o ritmo certo ainda.

    Atenciosamente,
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  • Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou

    Como a TCC trata a ansiedade social? Fui diagnosticado com ansiedade social e o psiquiatra me passou 100mg de sertralina, mas não resolveu. Faz 3 anos que eu não vou a escola por conta dessa ansiedade. Tenho medo do julgamento, medo do que os outros estão pensando, medo de ser rejeitado, criticado, medo de desagradar alguém, autoestima baixa. Quando alguém me chama para sair, ir em algum evento, festas ou um jogo de futebol, eu nunca vou por conta dessa ansiedade. Já passei por 2 psicólogas da TCC, mas eu parei de fazer terapia porque eu achei que não estava resolvendo.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC trata a ansiedade social com três pilares principais:

    1. Reestruturação cognitiva
    Você aprende a identificar e questionar pensamentos como:

    “estão me julgando”;

    “vou ser rejeitado”;

    “se eu errar, significa que sou ruim”;

    “preciso agradar todo mundo”.

    A TCC ensina a substituir esses pensamentos por interpretações mais realistas e funcionais.

    2. Exposição gradual
    A terapia cria uma lista de situações que geram ansiedade e você enfrenta cada uma aos poucos, começando pelas mais leves.
    Sem exposição, a ansiedade social não melhora, ela só diminui quando o cérebro aprende que o medo não se confirma.

    3. Treino de habilidades sociais
    Você aprende:

    iniciar conversas;

    manter diálogo;

    lidar com críticas;

    expressar opinião;

    reduzir a autocobrança;

    tolerar desconforto social.

    Sobre a sertralina:
    Ela ajuda alguns pacientes, mas não resolve sozinha.
    E parar terapia porque “não estava funcionando” é comum, geralmente porque a exposição ainda não começou.
    A TCC só funciona quando você pratica fora da sessão.

    Você não está sem solução, você só não encontrou o ritmo certo ainda.

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  • A TCC e o psicólogo ensina o paciente a mudar as suas próprias crenças centrais e crenças intermediá

    A TCC e o psicólogo ensina o paciente a mudar as suas próprias crenças centrais e crenças intermediárias disfuncionais sozinho?

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A TCC ensina o paciente a identificar, questionar e modificar suas crenças centrais e intermediárias, mas isso não acontece sozinho no início.
    O processo é guiado pelo terapeuta, que ajuda o paciente a reconhecer padrões, testar interpretações alternativas, aplicar técnicas cognitivas e desenvolver autonomia emocional.
    Com o tempo, o paciente aprende a fazer isso de forma independente, mas a mudança das crenças é sempre construída em conjunto com o psicólogo.

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  • Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessid

    Como a TCC trabalha o medo do julgamento, medo de ser criticado, medo de ser rejeitado, e a necessidade de agradar a todos, crenças como: "eu tenho que agradar todo mundo", "se eu não agradar todo mundo, ninguém vai gostar de mim". Esses medos e essas crenças estão me atrapalhando muito na minha vida pessoal e nos esportes também

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    A Terapia Cognitivo‑Comportamental trabalha esses medos através de um processo estruturado que envolve identificar crenças centrais, questionar interpretações distorcidas e treinar novos comportamentos. A TCC entende que o medo de julgamento nasce de crenças profundas como “eu preciso ser perfeito para ser aceito”, “se eu errar, serei rejeitado”, “os outros sempre estão me avaliando”. O terapeuta ajuda a pessoa a reconhecer esses pensamentos automáticos, entender de onde vieram e substituí-los por interpretações mais realistas.
    A TCC também utiliza exposição gradual, onde a pessoa pratica situações que antes evitava: discordar de alguém, expressar opinião, errar sem pedir desculpas excessivas, dizer “não”, deixar de agradar alguém de propósito. Isso ensina ao cérebro que o medo não corresponde à realidade.
    Além disso, a TCC trabalha habilidades sociais, autoconfiança, limites e autorrespeito. A pessoa aprende a se posicionar sem culpa, a tolerar a possibilidade de desaprovação e a perceber que não precisa agradar todos para ser valorizada.
    Com o tempo, o medo diminui porque o cérebro aprende que ser autêntico é seguro.

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  • bom sou canhota e tem muita dificuldade em fazer o teste palograficos retos , em todos teste eu re

    bom sou canhota e tem muita dificuldade em fazer o teste palograficos retos , em todos teste eu reprovo , o que posso fazer para melhorar.

    RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :

    Prof. Fernando Vicente Rébuli Segundo

    Olá, é um prazer te ter aqui para tirar suas dúvidas.

    O teste palográfico exige coordenação motora fina, ritmo, atenção sustentada e padronização do movimento. Pessoas canhotas podem ter mais dificuldade em testes gráficos porque a direção natural do traço, a posição da mão e o movimento do punho são diferentes dos destros. Isso não significa incapacidade, significa adaptação.
    Para melhorar, é possível treinar movimentos repetitivos com lápis ou caneta, praticar linhas retas com metrônomo para desenvolver ritmo, ajustar a posição do papel para facilitar o movimento natural da mão esquerda e treinar coordenação motora fina com exercícios simples.
    Também é importante reduzir ansiedade durante o teste, porque a tensão muscular piora o desempenho.
    Se a dificuldade é persistente, o avaliador deve considerar o fator lateralidade na interpretação, porque o teste não foi originalmente padronizado para diferenças motoras entre destros e canhotos.

    Atenciosamente,
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