Perguntas do paciente (108)
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Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com
Estou saindo de casa para morar com minha namorada, tenho uma mãe de 75 que vai ficar só . Estou com muita dor no coração e ansiedade por deixa lá só. O que devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imagino como essa decisão deve estar sendo difícil para você. Pelo que relata, parece existir um conflito importante entre o desejo de construir sua própria vida e a preocupação com sua mãe. Sentimentos como ansiedade e tristeza podem surgir diante de mudanças significativas como essa.
Se esse sofrimento permanecer intenso ou começar a impactar sua rotina, buscar apoio psicológico pode ajudar a compreender melhor esse conflito e a encontrar uma forma mais saudável de lidar com essa transição.
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Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia
Perdi minha cachorra em janeiro e ainda não consigo aceitar,me conformar. Fico pensando que poderia ter feito mais,cuidado mais e em como poderia ter evitado que ela partisse. Imaginava ela velhinha ao meu lado e ela se foi aos 9 anos. Até mesmo ver as pessoas com seus cachorrinhos na rua,nas redes sociais,tem me causado dor. Sempre penso que era pra eu ainda estar também com a minha.💔
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito pela sua perda. Imagino como deve estar sendo difícil passar por esse momento. Pelo que você relata, parece existir não apenas um sentimento de luto, mas também de culpa, ao pensar que poderia ter feito mais por ela.
Se esse sofrimento continua muito intenso e tem impactado sua rotina e sua qualidade de vida, buscar apoio psicológico pode ajudar a elaborar essa perda e compreender melhor esses sentimentos. Você não precisa passar por isso sozinho (a).
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Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
Parece que tudo depende de mim. Como eu faço para parar de sentir isso?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo que essa sensação de precisar se responsabilizar por tudo não só é desconfortável, como também pode gerar um grande desgaste emocional.
Dependendo de há quanto tempo você percebe esse padrão, pode ser útil escrever sobre por que sente que precisa assumir essa responsabilidade e o que acontece quando delega, compartilha ou decide não se envolver em determinadas situações.
Se essa dificuldade tem causado sofrimento significativo ou impactado sua vida, buscar apoio terapêutico pode ser uma oportunidade para compreender a origem desse padrão e desenvolver formas mais saudáveis de se relacionar com ele.
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Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
Como superar a dor de um término de relacionamento? Isso pode ser considerado um luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo como isso pode estar sendo difícil para você. Sim, o término de um relacionamento pode ser vivido como um processo de luto, que acontece de forma diferente para cada pessoa.
O mais importante é observar a intensidade do sofrimento, os impactos dessa perda na sua vida e como você tem conseguido lidar com esse momento. Caso essa dor permaneça muito intensa ou comprometa significativamente sua rotina, buscar apoio psicológico pode ser importante.
Na Psicologia Analítica Junguiana, buscamos compreender o significado dessa perda, favorecer a elaboração do luto e ajudar a pessoa a encontrar novos sentidos para seguir adiante.
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Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, cons
Tenho pavor de interagir com as pessoas. Na infância, eu era bastante tímida, mas, mesmo assim, conseguia conversar, interagir e brincar com as outras crianças. No entanto, na adolescência, essa timidez evoluiu para um medo enorme de interações sociais, e a situação só piorou. Sempre que alguém fala comigo, fico super nervosa, meu coração acelera e sinto vontade de chorar. Acabo gaguejando e não consigo manter contato visual com ninguém porque, ao olhar nos olhos das pessoas, fico nervosa. Quando interajo com os outros por muito tempo, meu medo só aumenta e, após essas interações, me sinto tão mal que choro descontroladamente, me sentindo um lixo. Só de imaginar que preciso me expor ao público, já começo a ter um ataque de ansiedade. Não consigo nem mesmo dar um bom dia a alguém. Para falar qualquer coisa, preciso fazer um esforço enorme. Isso atrapalha muito a minha vida, principalmente na vida profissional. No meu último emprego, infelizmente precisei lidar com o público e foi horrível. Eu tinha que me esforçar muito para não surtar na frente de todo mundo e, quando o expediente acabava, chorava muito, tremia... saía de lá exausta emocionalmente. Queria procurar ajuda, mas tenho medo de que não levem a sério o que sinto e que eu acabe só perdendo tempo e a minha pouca dignidade. Eu sei que não sou a pessoa mais legal e carismática do mundo, mas só queria ser minimamente normal e não ter um ataque toda vez que preciso falar com alguém. Não aguento mais isso. Queria nunca mais ter que falar com ninguém na vida. Queria saber como faço pra me livrar disso, a o especialista de qual área eu preciso recorrer...
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imagino como deve estar sendo difícil enfrentar tudo isso sozinha. Pelo que você relata, existe um sofrimento intenso que tem impactado diferentes áreas da sua vida, especialmente os relacionamentos e o trabalho.
Muitas vezes, compreender racionalmente o que está acontecendo não é suficiente para diminuir o sofrimento. Na Psicologia Analítica Junguiana, buscamos compreender de forma mais profunda a origem desses sintomas, favorecendo um processo de autoconhecimento e transformação.
Te oriento a buscar apoio psicológico. Se os sintomas estiverem muito intensos, também pode ser importante uma avaliação com um psiquiatra. Você não precisa enfrentar tudo isso sozinha.
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Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda
Quando um casal perde completamente o respeito um pelo outro após anos de conflitos e ofensas, ainda é possível reconstruir esse respeito do ponto de vista da psicologia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Imagino que você esteja vivendo um conflito entre investir na relação ou seguir em frente. Diante da complexidade dessa situação, não existem garantias, pois se trata de uma dinâmica que envolve duas pessoas.
O que posso dizer é que a reconstrução do respeito é possível, mas depende do compromisso, da disposição para a mudança e do investimento de ambos, além das circunstâncias que surgirem ao longo do processo.
Talvez seja importante estabelecer um período para observar se há mudanças consistentes na relação. O processo terapêutico também pode ajudar você a compreender melhor seus sentimentos, suas expectativas e a tomar uma decisão mais consciente.
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Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado
Faz um mês que conheci um menino, tudo aconteceu muito rápido, porém ele nesse tempo tem se mostrado uma pessoa difícil e estamos discutindo constantemente, nossa primeira discussão foi porque ele começou a questionar respostas de comentários das minhas fotos de 2022, época que eu não estava com ele, e nos comentários não tinha nada de mais. Ele sempre questiona coisas bobas e sempre faz muitas perguntas e quer saber muitos detalhes sempre, ele viu uma foto antiga com um amigo meu e começou a questionar, vocês estão muito perto não acha? Como vocês conversavam? porque tirou essa foto? para quem mandou? porque tirou para mandar para outra pessoa?... Isso me incomoda e ao falar sobre com ele, ele fala que só está tentando me entender melhor e que não tem culpa de eu só ter tido relacionamentos rasos e que passado importa para ele, isso está acabando com a minha cabeça e eu não estou conseguindo ficar feliz, pois sei que quando ele está perto e estamos conversando eu posso falar algo ou fazer e ele começar a questionar e acabar com o momento feliz. Ele já falou que não é ciúmes e nem desconfiança. Sinto que nenhuma resposta e o suficiente para ele. O que fazer? Devo procurar um especialista?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo a situação que você está vivendo e se relacionar dessa forma pode gerar a sensação de estar constantemente “pisando em ovos”. Pelo que relata, parece existir um desgaste emocional importante diante de tantos questionamentos e da sensação de precisar se explicar o tempo todo. O primeiro passo é compreender que aquilo que ele sente, pensa ou busca controlar fala sobre questões dele. Mas o que você sente, aceita, silencia ou tolera dentro da relação também merece atenção e reflexão. O processo analítico e a busca por autoconhecimento podem te ajudar a compreender melhor seus limites emocionais e a forma como você se posiciona nos relacionamentos.
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Porque quando vejo a pessoa que gosto me da forte crises de ansiedade.
Porque quando vejo a pessoa que gosto me da forte crises de ansiedade.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendemos que certas pessoas podem mobilizar conteúdos internos importantes, como expectativas, medos de rejeição, dificuldades de ser você mesmo ou desejos profundos de vínculo. Escrever sobre o que você sente pode ser um primeiro passo para compreender melhor esses sentimentos e, se fizer sentido para você, iniciar um processo analítico.
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Sinto muita farqueza ,tremedeira ânsia de vômito e tontura a algum tempo ,isso pode ser relacionado
Sinto muita farqueza ,tremedeira ânsia de vômito e tontura a algum tempo ,isso pode ser relacionado a ansiedade?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Os sintomas que você descreve podem, sim, estar relacionados à ansiedade. No entanto, como envolvem manifestações físicas como fraqueza, tremores, náusea e tontura, o primeiro passo é procurar um médico clínico geral para uma avaliação. Caso não haja evidências de causas orgânicas, o próprio médico poderá orientar ou encaminhar para acompanhamento psicológico.
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Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou
Tenho percebido um ciclo dos meus relacionamentos e percebi que ao entrar em relações complicadas ou que sinta desafios eu costumo sofrer, mas permaneço, porém em relações de afeto e tranquilas, em algum momento me encontro com ansiedade e pensamentos de medo excessivo de um dia estragar a relação por não amar de verdade a pessoa ou magoá-la, algo que não sinto em relações desafiadoras, estou ficando com uma pessoa uns meses após sair de uma relação que me era desafiadora e finalmente saí quando senti que deveria ter alguém que me amasse, porém ao me sentir desejada e vista por alguém, comecei a ter ansiedade e aperto no peito novamente, tenho medo de nunca conseguir quebrar esse ciclo e medo de talvez ser uma pessoa incapaz de amar de verdade, queria muito não sentir esses medos e permitir conhecer as pessoas e me relacionar com elas antes de sentir esses sentimentos e acabar com tudo
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo o quanto essa situação pode ser confusa e angustiante. Pelo que você descreve, parece existir um padrão nos seus relacionamentos, em que relações mais desafiadoras são sustentadas, enquanto relações mais estáveis e afetivas despertam ansiedade e medo. Na Psicologia Analítica, compreendemos que esses movimentos podem estar relacionados a conteúdos internos ainda não elaborados, que influenciam a forma como você se vincula. A ansiedade nesse contexto, não significa incapacidade de amar, mas pode indicar conflitos internos importantes. O processo terapêutico pode te ajudar a compreender esses sentimentos, identificar esses padrões e construir novas formas de se relacionar de maneira mais consciente e saudável.
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Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapi
Há alguns dias, meu filho me procurou e disse que gostaria de voltar a fazer terapia. Ele fez terapia por um ano, Há dois anos atrás. Aparentemente, parecia uma depressão. A psicóloga me passou que ele tinha um pouco de fobia social. Como ele apresentou uma certa melhora, a psicóloga disse que não havia mais necessidade de terapia. Porém, eu percebo qie ele é diferente, já cheguei a pensar que ele talvez seja autista. Mas, hoje ele (chorando) me disse que não queria nos decepcionar e me contou que ele não se sente um menino e sim menina(desde pequeno). Ele tem 17 anos.Ele não demonstra nenhum estereótipo feminino. Já chegou a se apaixonar por uma menina. Ele diz que apesar de se sentir assim,.sexualmente, ele não tem interesse em se relacionar com menino, e sim, com menina
Comentou também sobre a mudança de identidade, de transição de gênero e que pode acontecer dd mesmo ele se tornando uma menina ele se relacionar com outra menina. Hoje em dia os jovens tem muito mais informação. Pra mim é um pouco confuso , sei qie mesmo que ele tenha informações, tenho certeza que não é fácil lidar com isso. Pois, sabemos os desafios e situações que iremos enfrentar. Jamais agendei com uma psicóloga, mas gostaríamos de mais esclarecimentos.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O que seu filho está vivendo pode ser entendido como um momento em que conteúdos profundos da psique estão emergindo e pedindo reconhecimento. O foco não deve ser rotular, mas estar presente para ouvi-lo. O processo terapêutico é especialmente indicado se essa vivência estiver trazendo sofrimento ou preocupação para ele. Caso a preocupação seja mais sua, o apoio psicológico também pode ser importante para você.
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Tenho 28 anos e meu namorado 27, estamos juntos a 5 anos e moramos juntos. Enfrentamos um problema q
Tenho 28 anos e meu namorado 27, estamos juntos a 5 anos e moramos juntos. Enfrentamos um problema que causa desconforto em ambos, a pornografia. Eu já consumi a anos atrás, mas consegui me livrar, mas é algo que até hj as vezes aparece na mente como uma ideia de se ver, mas mesmo assim, opto por não ver. Meu namorado já vem de um histórico como a maioria dos homens, de crescer vendo pornografia e ser tratado como algo normal. Já peguei mais de uma vez no celular e já foi motivo de piorar meus problemas psicológicos, e um quase término. De princípio ele não aceitava tratamento pois tinha preconceito. Uma vez ele teve coragem e me confidenciou que além da pornografia já chegou a olhar pra outras mulheres e desejar, e que tinha consciência que era errado. E isso normalmente acontecia quando a gente brigava. Recentemente ele começou a falar mais abertamente sobre o uso, e até falou para os pais dele, que ele esconde quase tudo. Naquele momento eu pensei que fosse o fim, mas não foi. Eu noto a diferença de comportamento quando ele assiste pornografia nas relações sexuais que temos. E perguntei se ele havia consumido novamente e ele confirmou. A primeira vez eu senti nojo dele e de mim, mas tento não focar nisso, pois é um problema dele, não diz sobre mim. Mas como somos um casal isso afeta. Hj ele diz que aceita tratamento. Então estou em busca de selecionar alguns profissionais que podem auxiliar ele a parar de vez com isso e ter mais alto controle. Ele é do tipo que acredita que homem não demonstra fraquezas e tem que lidar com tudo sozinho, mas na verdade quem tem lidado com os problemas dele sou eu. Também preciso voltar a fazer, e pretendo, mas já deixo claro, que o uso de pornografia não é algo que aceitamos no nosso relacionamento e já conversamos sobre. Então não é algo pra ser aceito como normal, pois já existem estudos que comprovam que esses estímulos não tem benefício algum. Gostaria de conhecer profissionais que trabalham com isso, e como poderiam nos ajudar com práticas confiáveis e seguras.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo como essa situação deve estar sendo difícil para vocês e como ela tem impactado a relação. Quando o uso da pornografia se torna compulsivo, pode trazer prejuízos tanto para quem a consome quanto para o relacionamento. O tratamento tende a ser mais efetivo quando a própria pessoa reconhece a dificuldade e está disposta a buscar apoio.
Na Psicologia Analítica Junguiana, buscamos compreender de forma mais profunda a origem desse comportamento, entendendo qual função ele exerce na vida da pessoa, quais conflitos emocionais podem estar relacionados e o que esse sintoma pode estar tentando compensar ou manter inconscientemente.
Como essa é uma questão que diz respeito principalmente ao seu companheiro, o mais indicado é que ele inicie um processo de psicoterapia individual. Caso essa dinâmica continue gerando sofrimento para ambos, a terapia de casal também pode ser considerada em um momento oportuno.
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Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
Como posso ajudar meu filho que está com depressão e não aceita fazer tratamentos com medicação?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Se ele for maior de idade, o tratamento deve ser apresentado como um convite, e não como uma imposição. É importante respeitar o tempo dele, mantendo abertura para o diálogo e reforçando a importância do cuidado com a própria saúde. O processo terapêutico tende a ser mais eficaz quando há disposição do paciente em se implicar no tratamento. Em casos mais graves, especialmente quando há comprometimento da autonomia ou risco à integridade, a avaliação médica se torna fundamental, podendo ser indicado o uso de medicação, associado posteriormente ou em conjunto com a psicoterapia.
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Sinto que depois que troquei a marca do clonazepan O efeito não é mas o mesmo sinto tremor na cabe
Sinto que depois que troquei a marca do clonazepan
O efeito não é mas o mesmo sinto tremor na cabeça e medo ansiosa e fobia sosialRESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Esse é um efeito que merece atenção. Te oriento a conversar com seu psiquiatra sobre esses sintomas, principalmente em relação aos tremores após a troca da medicação. Também é importante observar como a ansiedade e a fobia social têm se manifestado nesse período.
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Olá! Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei
Olá!
Estou com dificuldades de se comunicar no meu relacionamento, não sei como conversar, não sei me expressar e quando eu fico sobre pressão geralmente começo a chorar sem para, meu parceiro acha que prefiro ignorar ele ou que eu não tem o que dizer, mas na verdade minha mente fica a mil, mas não consigo tira da mente e passa pra ele e isso me mata por dentro. Como que faço para não ter dificuldade em querer conversar, nem fugir, nem ignorar a situação e não ficar na defensiva? tenho muito a falar mas sinto um bloqueio na hora principalmente quando sou pressionada a ter uma conversa seria.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo como deve estar sendo difícil para você lidar com essa dificuldade no relacionamento. Pelo que relata, parece existir um bloqueio emocional importante nesses momentos de pressão, mesmo existindo muitas coisas que gostaria de expressar. Você pode tentar escrever antes sobre o que gostaria de conversar e também observar se existem medos, inseguranças ou receios de desagradar o outro. Em situações mais complexas, o processo analítico pode ajudar a compreender as causas dessa dificuldade e favorecer formas mais saudáveis de expressão emocional e comunicação.
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Como sair mais rápido da fase de negação do luto do divórcio?
Como sair mais rápido da fase de negação do luto do divórcio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Por se tratar de um processo subjetivo, cada indivíduo possui seu próprio tempo para elaborar o luto de uma perda, como o divórcio. Não há um caminho rápido para sair da fase de negação, mas sim um processo que precisa ser vivido e compreendido. Estratégias superficiais, voltadas apenas para aliviar ou evitar a dor, podem dificultar a elaboração do luto e trazer consequências emocionais futuras. O mais indicado é buscar um espaço de escuta e reflexão, que favoreça a compreensão da experiência e a integração desse momento.
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Minha sobrinha disse numa rede social que acha q gosta de mulher. Acontece q ela tem 18 anos e nunca
Minha sobrinha disse numa rede social que acha q gosta de mulher. Acontece q ela tem 18 anos e nunca apresentou comportamento ou preferencias q sugerisse homossexualidade. Tudo se deu recentemente quando ela estreitou laços com uma colega de aula e começou a frequentar academia com a mesma. Falei pra minha cunhada procurar ajuda esoecializada para saber como agir nesse caso. Fiz o certo?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Diante das informações apresentadas, não há necessidade de buscar ajuda especializada. A homossexualidade não é uma doença e não requer tratamento. O mais importante é que ela tenha um ambiente de acolhimento e respeito para compreender o que está sentindo. O apoio psicológico pode ser indicado caso ela apresente sofrimento emocional, dúvidas intensas ou dificuldades para lidar com essa vivência.
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O que fazer quando a tristeza não passa durante o luto?
O que fazer quando a tristeza não passa durante o luto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a situação. O primeiro passo é compreender que o luto é uma reação natural diante de uma perda, e nem todo processo de luto necessita, obrigatoriamente, de psicoterapia. Quando a perda é recente, sentimentos como tristeza, saudade e sofrimento tendem a fazer parte do processo. Porém, caso essa dor permaneça muito intensa por um longo período e comece a impactar significativamente a rotina e a vida emocional da pessoa, buscar apoio psicológico pode ajudar na elaboração desse sofrimento.
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Como lidar com a culpa durante o luto? .
Como lidar com a culpa durante o luto? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando existe um sentimento de culpa durante o processo de luto, geralmente estamos falando de uma vivência emocional mais complexa, mesmo que essa culpa esteja relacionada à perda. Nesse caso, o processo terapêutico pode ajudar a compreender a origem desse sentimento, elaborar a culpa e auxiliar na vivência do luto de forma mais saudável.
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Quais doenças o luto pode causar? .
Quais doenças o luto pode causar? .
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Na psicologia, o luto não é considerado uma doença, mas um processo natural de adaptação. O luto pode evoluir (intensidade e duração) para um quadro de Depressão, Transtornos de ansiedade, Dependência química, Distúrbios do sono, Queda da imunidade, Transtornos alimentares e psicossomáticos.
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Perguntas frequentes
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Pra quem tem ansiedade, existe diferença entre cloridrato de bupropiona 12h e Zetron XL? Estou fazen
Sim, existe diferença entre as formulações de bupropiona de liberação prolongada:…