Perguntas do paciente (43)
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Como posso evitar que a baixa autoestima afete meus relacionamentos?
Como posso evitar que a baixa autoestima afete meus relacionamentos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
ara evitar que a baixa autoestima afete seus relacionamentos, é importante trabalhar a forma como você se vê e como interpreta as interações com os outros. Aqui estão algumas estratégias da terapia cognitivo-comportamental (TCC) que podem te ajudar:
1. Identifique e Reestruture Pensamentos Negativos
A baixa autoestima muitas vezes vem de pensamentos automáticos negativos, como “não sou interessante”, “as pessoas vão me abandonar”, ou “não sou boa o suficiente”. Sempre que esses pensamentos surgirem, questione-se:
• Qual é a evidência real disso?
• Eu diria isso a um amigo na mesma situação?
• Existe uma forma mais equilibrada de ver essa situação?
Substitua esses pensamentos por afirmações mais realistas e gentis, como “Eu sou uma pessoa valiosa, mesmo que às vezes tenha inseguranças.”
2. Pratique a Autocompaixão
Trate-se com a mesma gentileza que trataria um amigo. Relacionamentos saudáveis começam com um bom relacionamento consigo mesma. Ao invés de se criticar, reconheça suas qualidades e permita-se errar sem se punir excessivamente.
3. Trabalhe a Comunicação Assertiva
Muitas vezes, a baixa autoestima faz com que tenhamos medo de expressar nossas opiniões, desejos ou limites. Aprender a comunicar suas necessidades de forma clara e respeitosa ajuda a evitar ressentimentos e fortalecer os relacionamentos.
4. Cuide do seu Bem-Estar Emocional
A autoestima não se baseia apenas no que os outros pensam de você, mas também no quanto você se cuida e valoriza suas próprias necessidades. Invista em atividades que te façam sentir bem e confiante, como hobbies, exercícios físicos e momentos de autocuidado.
5. Exponha-se Gradualmente a Novas Experiências
Se a baixa autoestima te impede de se aproximar das pessoas ou expressar sentimentos, tente se expor de forma gradual. Pequenos desafios, como iniciar uma conversa ou dar uma opinião, ajudam a construir autoconfiança com o tempo.
Se a autoestima tem impactado muito seus relacionamentos, a terapia pode ser um espaço seguro para explorar suas crenças e fortalecer sua autoconfiança. Você já tentou algumas dessas estratégias?
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Quais são os Tipos de Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe) ?
Quais são os Tipos de Transtorno da personalidade Borderline ( Limítrofe) ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, nao existe tipos de personalidade , só se fala transtorno de personalidade borderline
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De que forma a Síndrome do Salvador pode estar associada à Esquiva Experiencial?
De que forma a Síndrome do Salvador pode estar associada à Esquiva Experiencial?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando voce se refere a síndrome de salvador é algo relacionado ao senso comum, pois dentro do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais essa síndrome náo existe. Mas pode estar relacionado com algo relacionado com uma característica sua de personalidade fazer tudo pelo outro para se sentir amado? tem medo de sentir rejeitado? Porque esse comportamento de querer ajudar e salvar as pessoas? Essa pessoa esta olhando muito para as necessidades do outro do que para si mesma.
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Qual a diferença entre Esquiva Experiencial e Transtorno de Personalidade Esquiva?
Qual a diferença entre Esquiva Experiencial e Transtorno de Personalidade Esquiva?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A diferença entre Esquiva Experiencial e Transtorno de Personalidade Esquiva está no conceito e na intensidade com que cada um afeta a vida da pessoa. Vamos explorá-los em detalhes:
1. Esquiva Experiencial
A esquiva experiencial é um comportamento ou estratégia cognitiva-emocional em que a pessoa tenta evitar pensamentos, emoções ou sensações internas desconfortáveis. Esse fenômeno está associado à tentativa de “controlar” ou “suprimir” experiências desagradáveis, como tristeza, ansiedade ou até memórias difíceis.
Exemplos:
• Evitar situações sociais porque geram ansiedade.
• Suprimir pensamentos negativos ou sentimentos de culpa.
• Recusar-se a falar sobre algo traumático para não reviver as emoções relacionadas.
Consequências:
Embora a esquiva experiencial possa trazer alívio no curto prazo, ela tende a perpetuar o sofrimento a longo prazo. Isso porque a evitação impede que a pessoa enfrente suas dificuldades, o que pode aumentar o medo, a ansiedade e o sofrimento psicológico. A esquiva experiencial é um dos pilares de vários transtornos, incluindo ansiedade e depressão, e é amplamente abordada na terapia cognitivo-comportamental.
2. Transtorno de Personalidade Esquiva (TPE)
O transtorno de personalidade esquiva, por outro lado, é um transtorno de personalidade reconhecido pelo DSM-5TR (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais). Ele é caracterizado por um padrão persistente de inibição social, sentimentos de inadequação e hipersensibilidade à crítica ou rejeição.
Características principais:
• Evitação de interações sociais por medo de rejeição ou julgamento.
• Baixa autoestima, com crenças profundas de ser inadequado ou inferior.
• Desejo de conexão: ao contrário de outros transtornos, como o transtorno de personalidade esquizoide, o indivíduo com TPE deseja se relacionar, mas o medo extremo de rejeição ou desaprovação o impede.
• Intensidade e duração: esse padrão é crônico e está presente em diversos contextos da vida, afetando relacionamentos, vida profissional e social.
Diferenças do comportamento “tímido” ou “ansioso”:
Enquanto a timidez ou ansiedade social pode ocorrer em momentos específicos, o transtorno de personalidade esquiva é pervasivo e está profundamente enraizado na autoimagem da pessoa.
Resumindo as diferenças principais:
Aspecto Esquiva Experiencial Transtorno de Personalidade Esquiva
Natureza Estratégia de evitação emocional/cognitiva. Transtorno de personalidade com padrões persistentes.
Duração Pode ser pontual ou episódico. Crônico e afeta todos os aspectos da vida.
Intensidade Variável, dependendo do contexto. Constante e debilitante.
Desejo de conexão social Geralmente, não se aplica diretamente. Existe, mas é prejudicado pelo medo da rejeição.
Exemplo clínico Evitar uma apresentação porque gera ansiedade. Evitar qualquer relacionamento social ou trabalho em grupo por medo de rejeição.
Embora ambos compartilhem elementos de evitação, o transtorno de personalidade esquiva é um diagnóstico clínico muito mais estruturado e impactante, enquanto a esquiva experiencial é um comportamento que pode ser trabalhado diretamente, especialmente em intervenções terapêuticas como a Terapia cognitiva comportamental
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Como a família consegue “ajudar” quando alguém tem um transtorno de despersonalização/desrealização?
Como a família consegue “ajudar” quando alguém tem um transtorno de despersonalização/desrealização? Quando a crise acontece dentro de casa.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
O transtorno de despersonalização/desrealização pode ser muito desafiador para quem o vivencia e também para a família, que pode sentir dificuldade em saber como ajudar durante as crises. Nesse transtorno, a pessoa pode sentir-se desconectada de si mesma (despersonalização) ou do ambiente ao seu redor (desrealização), com sensações como “estar fora do próprio corpo” ou que o mundo é irreal, como se estivesse em um sonho. Embora esses episódios sejam assustadores, é importante lembrar que eles não causam danos permanentes, mas podem ser intensamente angustiantes.
Aqui estão formas de a família ajudar durante uma crise e no suporte geral:
1. Entender o transtorno
O primeiro passo é se informar sobre o transtorno para reduzir equívocos e julgamentos. Saber que:
• A despersonalização/desrealização é um mecanismo de defesa do cérebro diante de altos níveis de estresse ou ansiedade, como uma forma de “desligar” para proteger a pessoa.
• Não significa que a pessoa “perdeu a noção da realidade” permanentemente, mas que está lidando com uma alteração temporária na percepção.
• Evitar frases como “é só coisa da sua cabeça” ou “você está exagerando”, que podem invalidar a experiência e aumentar o sofrimento.
2. Durante a crise: Promover segurança e conforto
Quando a crise acontece, o objetivo principal da família deve ser criar um ambiente seguro e ajudar a pessoa a se reconectar com o momento presente. Algumas estratégias úteis incluem:
a) Manter a calma
• Demonstre tranquilidade, mesmo que você também esteja preocupado. Ficar alarmado ou nervoso pode aumentar a ansiedade da pessoa.
• Use um tom de voz baixo e reconfortante.
b) Validar os sentimentos
• Mostre que você entende que a experiência é real e difícil para ela, sem minimizar.
• Exemplo: “Eu sei que isso é muito desconfortável, mas estou aqui com você. Vai passar.”
c) Ajudar na ancoragem (grounding)
O grounding é uma técnica para ajudar a pessoa a se reconectar com o presente.
• Foque nos sentidos:
• Peça para ela descrever 5 coisas que pode ver, 4 que pode tocar, 3 que pode ouvir, 2 que pode cheirar e 1 que pode sentir (como os pés no chão).
• Estimular contato físico leve: Se for confortável para a pessoa, segurar suas mãos, oferecer um cobertor ou pedir que ela pressione os pés contra o chão para sentir o corpo.
• Usar objetos familiares: Mostrar um objeto significativo (ex.: fotos, algo que ela goste) pode ajudar a pessoa a se conectar com a realidade.
d) Oferecer apoio, sem pressionar
• Evite exigir que a pessoa explique ou “lute contra” o que está sentindo no momento. Isso pode ser exaustivo.
• Esteja presente, permitindo que ela passe pela crise sem se sentir sozinha.
3. No dia a dia: Apoiar na redução do estresse
O transtorno de despersonalização/desrealização está frequentemente associado à ansiedade, depressão ou traumas. A família pode contribuir criando um ambiente mais estável e ajudando na gestão do estresse. Algumas práticas incluem:
• Promover rotinas: A previsibilidade no dia a dia pode ajudar a pessoa a se sentir mais ancorada.
• Evitar sobrecarga emocional: Conflitos intensos ou discussões podem desencadear crises.
• Estímulo ao autocuidado: Incentive hábitos saudáveis, como sono regular, alimentação equilibrada e prática de exercícios físicos.
• Incentivar ajuda profissional: O apoio de um psicoterapeuta especializado (como em Terapia Cognitivo-Comportamental ou Terapia EMDR) pode ser essencial para trabalhar as causas subjacentes ao transtorno.
4. Lidando com o impacto na família
• Reconheça seus próprios limites: É natural sentir frustração ou preocupação, mas lembrar que o papel da família é de apoio, não de “resolver” o problema, é fundamental.
• Buscar orientação profissional: Um psicólogo pode ajudar a família a entender melhor o transtorno e desenvolver estratégias para lidar com as crises.
• Criar espaços de autocuidado: Para oferecer apoio de qualidade, é importante que a família também cuide de sua própria saúde mental.
5. Importância da comunicação aberta
Após a crise, pode ser útil perguntar como a pessoa se sentiu e o que ela acha que poderia ajudar mais em momentos futuros. Isso demonstra interesse e cria um senso de parceria, ajudando a fortalecer os laços familiares.
Conclusão
A despersonalização/desrealização é uma experiência desconcertante, mas com a compreensão e o apoio da família, a pessoa pode lidar melhor com as crises e aprender a manejar os gatilhos. O papel da família é oferecer presença, segurança emocional e incentivo para buscar ajuda profissional, enquanto também cuida de si mesma para manter o equilíbrio.
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EMDR é uma opção para TAB e resignificar traumas ?
EMDR é uma opção para TAB e resignificar traumas ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nao, nao é . O padrão ouro de tratamento para bipolaridade é psicoterapia na abordagem da terapia cognitiva comportamental e medicação . Vou explicar mais sobre isso a seguir: Na Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), entendemos os transtornos psicológicos como condições que surgem da interação entre fatores biológicos, psicológicos e sociais. Esses transtornos são caracterizados por padrões disfuncionais de pensamento, emoções e comportamentos que causam sofrimento significativo e/ou prejudicam o funcionamento diário da pessoa.
Vou explicar como os transtornos psicológicos se constituem, como eles se formam e como a TCC os aborda:
1. Como os transtornos psicológicos se constituem?
Os transtornos psicológicos são compostos por três dimensões principais:
• Pensamentos (Cognições): Crenças negativas ou distorcidas que a pessoa tem sobre si mesma, os outros ou o mundo. Esses pensamentos podem ser automáticos e se tornam disfuncionais.
• Exemplo: “Eu nunca serei bom o suficiente” ou “O mundo é perigoso”.
• Emoções: Sentimentos intensos ou desproporcionais em relação às situações. Esses estados emocionais frequentemente decorrem dos pensamentos disfuncionais.
• Exemplo: Uma pessoa que acredita que será rejeitada em um evento social pode sentir ansiedade intensa.
• Comportamentos: Respostas ou ações influenciadas pelos pensamentos e emoções. Muitas vezes, os comportamentos são de evitação ou tentativas de controle que reforçam o transtorno.
• Exemplo: Evitar interações sociais para escapar do medo de ser rejeitado, o que pode perpetuar a ansiedade social.
Essas três dimensões formam o modelo cognitivo da TCC, no qual pensamentos, emoções e comportamentos estão interligados, criando um ciclo de manutenção do transtorno.
2. Como os transtornos psicológicos são formados?
Os transtornos psicológicos têm uma origem multifatorial, envolvendo fatores que se combinam ao longo do tempo.
Fatores biológicos
• Predisposição genética: Algumas pessoas têm maior vulnerabilidade para desenvolver
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Gostaria de saber como se comporta uma pessoa que tem fobia social?
Gostaria de saber como se comporta uma pessoa que tem fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A fobia social, também conhecida como transtorno de ansiedade social, é caracterizada por um medo intenso e persistente de situações sociais ou de desempenho, nas quais a pessoa teme ser julgada, avaliada negativamente ou rejeitada. Esse medo interfere significativamente na vida cotidiana, dificultando atividades rotineiras, relacionamentos e até mesmo a vida profissional ou acadêmica.
Como uma pessoa com fobia social pode se comportar?
1. Evitação de situações sociais
• A pessoa evita ao máximo situações em que precise interagir com outras pessoas ou ser o centro das atenções.
• Exemplos de situações que podem ser evitadas:
• Falar em público.
• Participar de reuniões ou festas.
• Comer ou beber em locais públicos.
• Iniciar conversas ou conhecer pessoas novas.
2. Comportamentos durante interações sociais
Quando a pessoa não consegue evitar uma situação social, ela pode:
• Demonstrar sinais de ansiedade:
• Ficar visivelmente nervosa (gaguejar, suar, tremer ou desviar o olhar).
• Ter dificuldade em manter uma conversa ou responder perguntas, mesmo em situações simples.
• Evitar chamar atenção:
• Falar o mínimo possível.
• Escolher lugares mais afastados ou discretos (como ficar no fundo de uma sala ou próximo à saída).
• Supervalorizar erros:
• Após a interação, a pessoa frequentemente revisita mentalmente a situação, acreditando que foi julgada negativamente ou que “errou” no comportamento.
3. Medo de ser observado
• A pessoa pode ficar extremamente desconfortável em situações em que sente que está sendo observada ou avaliada, como ao:
• Fazer apresentações.
• Caminhar em um lugar movimentado.
• Usar o banheiro público.
4. Sintomas físicos intensos
Em situações sociais, a pessoa com fobia social pode apresentar sintomas físicos de ansiedade, como:
• Coração acelerado (taquicardia).
• Suor excessivo.
• Tontura ou sensação de desmaio.
• Tremores nas mãos, voz ou corpo.
• Vermelhidão no rosto ou no pescoço.
5. Medo de julgamento
• Existe uma preocupação constante de ser avaliada negativamente, que pode incluir:
• Medo de parecer incompetente, estranha ou inadequada.
• Medo de dizer algo errado e ser criticada.
• Crença de que todos estão atentos aos seus erros ou falhas.
6. Impacto na vida cotidiana
• A fobia social pode interferir significativamente na vida da pessoa:
• Profissional ou acadêmica: Dificuldade em apresentar trabalhos, participar de reuniões ou entrevistas de emprego.
• Relacionamentos: Evitação de encontros, dificuldade em fazer amigos ou manter relacionamentos afetivos.
• Atividades diárias: Evitar sair para compras, restaurantes ou qualquer lugar que envolva interação com estranhos.
7. Estratégias compensatórias
Para lidar com o medo, a pessoa pode adotar comportamentos compensatórios, como:
• Ensaiar conversas antes de interagir.
• Evitar contato visual.
• Levar objetos consigo (celular, livro, etc.) para parecer ocupada.
Como ajudar uma pessoa com fobia social?
• Evite pressionar: Não force a pessoa a participar de situações desconfortáveis. Em vez disso, ofereça apoio e incentivo gradual.
• Seja paciente: Respeite os limites da pessoa e não critique sua dificuldade.
• Incentive a busca por ajuda profissional: Terapias, especialmente a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), são eficazes no tratamento da fobia social, ajudando a pessoa a reestruturar pensamentos disfuncionais e enfrentar situações sociais de forma gradual e controlada.
• Promova um ambiente seguro: Crie espaços onde ela se sinta aceita e compreendida, reduzindo a pressão do julgamento.
Com tratamento e suporte adequado, é possível superar os desafios da fobia social e melhorar a qualidade de vida.
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Oi então tenho 17 anos e acho que tô sofrendo de fobia social, eu tenho entrado em pânico em ir para
Oi então tenho 17 anos e acho que tô sofrendo de fobia social, eu tenho entrado em pânico em ir para escola ou só de pensar em ir tenho tido crises de ansiedade, dor de cabeça, dor de barriga não sinto mais fome e quando eu como sinto vontade de vomitar, não tenho vontade de fazer nada nem de mexer no celular mais e também não tenho conseguido falar com meus professores, apresentar trabalhos, falar com meus amigos etc... Tenho evitado sair por medo das pessoas perceberem o que está acontecendo comigo, na escola tenho sofrido bullying também, eu tenho faltado mas já tô com muitas faltas e não sei como devo contar isso para os meus (eles não sabem de nada que está acontecendo) eles já estão ficando bravos achando que eu quero largar a escola mas eu realmente não tenho conseguido ir mesmo que eu tentei
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ola, boa tarde ! sinto muito por isso. Essas questões sempre aconteceram com voce ou somente agora ? sugiro que procure terapia com psicólogos, pois existe tratamento e voce vai conseguir ter uma vida muito melhor depois de um bom tratamento. Conte comigo se quiser. Um abraço. Glaucia Grivol Bauer
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Olá, sou um homem de 31 anos e tenho enorme dificuldade pra me socializar. Para ter noção, nunca tiv
Olá, sou um homem de 31 anos e tenho enorme dificuldade pra me socializar. Para ter noção, nunca tive qualquer relacionamento amoroso na minha vida (e sendo sincero, atualmente já até desisti). Devido a isso, sempre tive enorme dificuldade em arrumar emprego, por ter dificuldade de me expressar, tenho certeza que as pessoas me acham estranho. É possível que eu tenha algum tipo de patologia (talvez autismo)?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Boa tarde ! diante do seu relato existe características que levam sim a pensar, porem, para fechar um diagnostico, precisa de uma avaliação completa em uma consulta com a Psicologa para conhecer mais sobre a sua historia de vida. Eu gostria muito de te ajudar, se precisar de mim, pode contar comigo um abraço. Ass: Glaucia Grivol Bauer
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Olá eu me chamo Cintia, eu sinto um medo constante de tudo, as vezes eu presencio coisas na minha fr
Olá eu me chamo Cintia, eu sinto um medo constante de tudo, as vezes eu presencio coisas na minha frente e acabo pegando aquilo pra mim, eu sinto as vezes dor de cabeça, dor no peito, sensação de medo Constante ou que algo terrível vai acontecer do nada, eu fico muito suada quando tô nesse momento que parece que eu vou infartar isso acaba me deixou mais preucupada eu fiz exame de coração deu uma leve alteração os médicos falavam que eu poderia te ficado nervosa, e realmente no dia do enxame eu ja tava tensa e pensando no pior, eu fiz acompanhamento com psicológo mais parei, mas eu realmente devo volta?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por voce estar passando por isso. Sugiro que voce volte sim a fazer psicoterapia, sugiro na abordagem da terapia cognitiva comportamental que é padrao ouro no tratamento do transtorno do pânico. Tem tratamento. Desejo que fique bem
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Olá,a fobia social precisa de acompanhamento psicológico e psiquiátrico ao mesmo tempo ?
Olá,a fobia social precisa de acompanhamento psicológico e psiquiátrico ao mesmo tempo ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Ol;a, boa tarde. Nem sempre precisa dos dois.precisa avaliar a gravidade dos sintomas, pois muitas vezes a terapia já ajuda muito.
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como o psicólogo sabe que o paciente está pronto para deixar a terapia?
como o psicólogo sabe que o paciente está pronto para deixar a terapia?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Quando todas as metas da terapia foram alcançadas e ele conseguiu resolver o que venho buscar na terapia
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Eu tenho depressão e fobia social, as duas bem fortes, eu perdi a esperança e tentei me suicidar rec
Eu tenho depressão e fobia social, as duas bem fortes, eu perdi a esperança e tentei me suicidar recentemente. Vocês acham que alguém como eu, que sempre teve enormes dificuldades de interagir com as pessoas e por isso se isolou por grande parte da vida a ponto de querer deixar de viver, tem chance de conseguir a cura com o uso da terapia cognitivo comportamental e então no futuro ter uma vida normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde! Com certeza. Com um bom acompanhamento Psicológico na terapia cognitiva e na terapia dialética, com certeza voce pode construir uma vida que vale a pena ser vivida. Desejo que fique bem. um abraço. Glaucia Grivol bauer
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As vezes eu sinto nojo quando sou tocada seja na mão ou qualquer outro lugar, mesmo que não seja de
As vezes eu sinto nojo quando sou tocada seja na mão ou qualquer outro lugar, mesmo que não seja de forma abusiva, por qualquer pessoa, até mesmo da família. Não gosto de conviver com pessoas e sempre tento me afastar de todos. Isso é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Olá, boa tarde! Nao me parece comum, precisa ser avaliado com mais cuidado para verificar o porque voce ter esse comportamento.
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Terapia cognitivo comportamental, é eficaz contra fobia social?
Terapia cognitivo comportamental, é eficaz contra fobia social?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Com certeza, só precisa avaliar se o profissional tem experiência para atender o seu caso
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Olá, gostaria de saber se a hipnose clínica é uma opção viável para o tratamento de fobia social. Se
Olá, gostaria de saber se a hipnose clínica é uma opção viável para o tratamento de fobia social. Se sim, quanto tempo de tratamento ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Não é, inclusive pode ate piorar. procure tratamento com uma psicologa da terapia cognitiva comportamental.
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Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família
Não aguento mais.. Meu esposo não aceita ajuda médica p parar de beber esta destruindo nossa família e está c a saúde debilitada o que faço ja que está perdendo tudo o que tem e só resta eu e os filhos dele p ajudar? Sem contar que tudo que ganha vai p bebida?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
de um cônjuge, é extremamente desafiador e doloroso. Primeiramente, quero validar seus sentimentos de exaustão e desespero — é natural sentir-se assim quando você vê a pessoa que ama se autodestruindo, enquanto isso afeta toda a família.
Aqui estão algumas orientações baseadas na terapia cognitivo-comportamental (TCC) e práticas recomendadas para situações como essa:
1. Reconheça os limites do seu controle
Por mais que você queira ajudar, é importante entender que você não pode obrigar alguém a buscar tratamento. A mudança depende da decisão dele. Reconhecer esse limite é essencial para preservar sua saúde mental e emocional.
2. Busque apoio para você e seus filhos
É crucial que você tenha suporte nesse momento. Considere procurar ajuda de um terapeuta ou participar de grupos de apoio, como o Al-Anon, que é voltado para familiares de pessoas com problemas com álcool. Esses grupos oferecem suporte emocional e estratégias para lidar com a situação.
3. Estabeleça limites claros
Para proteger você e seus filhos, é importante estabelecer limites. Por exemplo, defina o que você não aceitará mais em relação ao comportamento dele e quais serão as consequências. Isso pode incluir proteger as finanças da família ou limitar a exposição das crianças a situações de risco.
4. Converse com ele em momentos adequados
Escolha um momento em que ele esteja sóbrio e procure expressar suas preocupações sem julgamentos. Utilize a comunicação assertiva:
• Fale como você se sente (“Eu me sinto triste e preocupada com o impacto do álcool na nossa família”).
• Apresente fatos objetivos sobre os efeitos do alcoolismo.
• Mostre apoio, mas deixe claro que a responsabilidade pela mudança é dele.
5. Proteja as finanças familiares
Se tudo que ele ganha está sendo usado para o álcool, considere medidas práticas, como separar as finanças. Isso pode proteger você e seus filhos de maiores dificuldades.
6. Considere as implicações legais e familiares
Se a situação se tornar insustentável e houver risco para você ou seus filhos, talvez seja necessário buscar apoio jurídico ou tomar medidas para garantir a segurança da família. Pense no que é melhor para preservar o bem-estar de vocês.
7. Cuide de você mesma
É fácil colocar toda a energia em tentar ajudar quem está com o problema, mas você não pode derramar de um copo vazio. Priorize atividades que ajudem você a recarregar emocionalmente e mentalmente, como exercícios, meditação e momentos de lazer com seus filhos.
8. Incentive, mas não pressione a busca por ajuda
Você pode sugerir ajuda médica ou programas de reabilitação, mas lembre-se de que a aceitação precisa vir dele. Fale sobre os benefícios de buscar ajuda e esteja aberta a acompanhar caso ele demonstre interesse.
Se precisar, busque ajuda profissional para conversar sobre estratégias específicas para a sua situação. Você não precisa enfrentar isso sozinha. Sua força é admirável, mas sua saúde mental também precisa ser protegida.
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A Fobia Social tem tratamento através da psicanálise?
A Fobia Social tem tratamento através da psicanálise?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Nao, melhora tratamento atualmente ;e na terapia cognitiva comportamental
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Tenho depressão e síndrome do pânico parei de tomar o citalopram por conta própria depois de quase
Tenho depressão e síndrome do pânico parei de tomar o citalopram por conta própria depois de quase 3 anos de tratamento.tomo rivotril.e estou piorando.js fui internada.a hipnoterapia seria uma solução?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Sinto muito por voce estar passando por esse momento. Sugiro fortemente voce fazer tratamento com uma psicologa que atende pela terapia cognitiva comportamental, pois hoje é a maior evidencia de eficacia para depressão e síndrome do pânico e também com psiquiatra dependendo do grau do seu sofrimento. Hipnoterapia náo é o melhor tratamento para o seu caso. desejo que fique bem e consiga ter uma vida que vale a pena ser vivida. Conte comigo
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Sinto pânico em fazer exames médicos porque isso acontece?
Sinto pânico em fazer exames médicos porque isso acontece?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
ola, boa tarde! uma hipótese pode ser que voce tenha fobia específica, porem voce precisa ser avaliada por psicólogos para entender melhor se seria isso mesmo. a boa noticia que tem tratamento. Questões de ansiedade, levantar informações será importante para entender o que acontece. Conte comigo se precisar. Um abraço. Glaucia Grivol Bauer
Perguntas frequentes
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Estou tomando o anticoncepcional ciclo 21 e sinto que ganhei certo peso... é normal o anticoncepcion
Olá! A pílula não costuma engordar, não há evidência científica disso. Algumas…