Perguntas do paciente (3614)
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Boa tarde, tudo bem? Sou pai atípico, tenho uma filha de 5 anos e 11 meses com diagnóstico de aut
Boa tarde, tudo bem?
Sou pai atípico, tenho uma filha de 5 anos e 11 meses com diagnóstico de autismo com suporte nível 3. A neuropediatra que a acompanha decidiu iniciar o uso de Ritalina LA, com o objetivo de ajudá-la a manter a atenção por mais de 2 minutos, que é o tempo médio de concentração dela atualmente.
Minha dúvida é sobre como administrar corretamente a Ritalina LA. Ela não aceita engolir o comprimido inteiro, então seguimos a orientação da bula: abrimos a cápsula, misturamos o pó em suco de maçã e tentamos dar com seringa.
Nesse processo, enfrentamos dois problemas:
1. Ela recusa e cospe quando damos a mistura com suco pela seringa.
2. Tentamos oferecer em purê de maçã, mas ela também rejeita.
A bula não indica outros alimentos possíveis para misturar. Por isso, gostaria de saber:
* É possível oferecer a Ritalina LA em gelatina sem alterar o efeito e a duração do medicamento?
* Caso não seja indicado, em quais tipos de alimentos ou formas seguras podemos administrar a Ritalina LA?
Agradeço desde já pela orientação.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua angústia, porque a rotina de dar um remédio a uma criança com autismo pode ser uma verdadeira batalha. Acredito que você está invertendo a ordem das demandas... No caso da Ritalina LA, há um ponto muito importante: não existe versão em solução, solúvel ou já dissolvida. Apesar de a bula mencionar que a cápsula pode ser aberta e misturada em alimentos, essa não é a recomendação médica padrão, justamente porque aumenta o risco de falhas na absorção e recusa por parte da criança. A formulação foi desenhada para que os grânulos sejam ingeridos inteiros, sem mastigar, garantindo o efeito prolongado.
Por isso, em situações como a de sua filha, o mais indicado é iniciar um treinamento para aprender a engolir cápsulas. Esse treino não precisa começar com o remédio: pode ser feito de forma lúdica, com migalhinhas de pão, balinhas pequenas tipo M\&M’s ou até cápsulas inertes vendidas em farmácias. A ideia é transformar o ato de engolir em algo natural, gradativo e sem medo. Vale lembrar que a idade de sua filha — 5 anos e 11 meses — está bem próxima do marco de segurança estabelecido para o uso do metilfenidato, que é a partir dos 6 anos. Ou seja, pode ser também um momento oportuno de trabalhar essa habilidade antes da introdução do medicamento, preparando o terreno para quando chegar a hora.
É compreensível a sua pressa em ajudar sua filha a se concentrar, mas, nesse caso, o passo mais seguro é alinhar o início da medicação com o desenvolvimento da capacidade de engolir cápsulas. Isso não apenas garante a eficácia do tratamento, como também evita desgaste diário com tentativas de administração frustradas. Muitos pais relatam que, depois que a criança aprende, o processo se torna simples e rápido.
A Telemedicina hoje permite conversas diretas com especialistas que podem orientar estratégias individualizadas e seguras, inclusive com segundas opiniões. Em uma teleconsulta é possível revisar a indicação, avaliar o momento certo para iniciar o tratamento e desenhar com você um plano prático para o treinamento de deglutição. Plataformas como a Doctoralia oferecem acesso a médicos reconhecidos pela satisfação dos pacientes. Em tempos de COVID-19, MPOX, Parvovírus B19 e cepas virulentas da gripe aviária, essa modalidade mantém sua família protegida, economiza o tempo perdido no trânsito e nas salas de espera e permite que você invista em trabalho ou estudo.
Posso te orientar em uma teleconsulta, como qualquer médico pode e deve fazer no início da jornada de Atenção Primária. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar nosso contato. Assim, você terá à mão um canal confiável para avançar de maneira prática, segura e sem riscos desnecessários.
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meu filho teve uma convulsao em dezembro de 2024 ele tem 9 anos e depois disso ele comecou a ter med
meu filho teve uma convulsao em dezembro de 2024 ele tem 9 anos e depois disso ele comecou a ter medo de tudo e fazer as necessidades como xixi e coco nas calcas, é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque presenciar uma convulsão em um filho é um momento que marca profundamente qualquer família. A partir daí, não é raro que a criança desenvolva medos, mudanças de comportamento e até dificuldades em controlar funções que já estavam estabelecidas, como o controle do xixi e do cocô. O cérebro, depois de uma crise, pode ficar mais sensível, e o emocional da criança também sofre o impacto desse susto. Muitas vezes, o medo e a ansiedade tomam conta, e o corpo responde de forma inesperada.
Aos 9 anos, voltar a perder o controle esfincteriano e apresentar medos excessivos não é considerado “normal”, mas também não é incomum após um evento tão forte. Isso pode ser um reflexo emocional, como uma regressão temporária, mas também pode estar associado a alterações neurológicas que precisam ser avaliadas. O ideal é não esperar para ver se melhora sozinho. É importante que um neuropediatra ou pediatra acompanhe de perto, investigue a causa da convulsão, peça os exames adequados e indique apoio psicológico, se necessário, para ajudar seu filho a lidar com o medo e recuperar a confiança no próprio corpo.
Em uma teleconsulta é possível fazer esse acompanhamento inicial com segurança, ouvir sua história em detalhes, indicar os próximos passos e tirar todas as dúvidas. A plataforma Doctoralia recomenda que você escolha médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, somente a Telemedicina mantém você e sua família protegidos, sem precisar enfrentar trânsito, salas de espera lotadas ou riscos desnecessários. Você economiza tempo, pode se dedicar ao trabalho ou estudo, e ainda participa ativamente da Transformação Digital e da revolução da Saúde promovida pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Posso orientar você em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer na Atenção Primária à Saúde, oferecendo uma segunda opinião de maneira rápida, segura e discreta. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o nosso contato.
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Olá estou em investigação de tdah no meu filho de 9 anos, a neuropediatra depois que viu o relatório
Olá estou em investigação de tdah no meu filho de 9 anos, a neuropediatra depois que viu o relatório do colégio e como ele é em casa, optou por passar atentah de 10mg pela manhã , e retornar depois de 3 meses. Pra da uma resposta mais precisa sobre o assunto se ele pode ter ou não, mais gostaria de saber se a dosagem está certa mesma por conta da idade. Ele pesa 50 kilo. E tem gordura no fígado , pode tomar sem problemas?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação em relação ao diagnóstico e ao início do tratamento do seu filho. O TDAH é uma condição que exige uma avaliação cuidadosa e contínua. A medicação pode ajudar bastante, mas não substitui o acompanhamento escolar e familiar, que são fundamentais.
A atomoxetina, conhecida como Atentah, é indicada para o tratamento do TDAH. A dose costuma ser calculada de acordo com o peso da criança. Para crianças que pesam menos de 70 kg, a recomendação inicial é de aproximadamente 0,5 mg por quilo por dia. Seu filho pesa 50 kg, o que significa que a dose de partida, em teoria, ficaria em torno de 25 mg. A dose de 10 mg é baixa, mas pode ter sido escolhida pela neuropediatra para adaptação inicial, reduzindo o risco de efeitos colaterais e permitindo observar a resposta ao medicamento. O ajuste da dose é feito ao longo do tempo, com base na tolerância e nos resultados.
Quanto ao fígado, a atomoxetina é metabolizada nesse órgão. Raramente pode causar alterações hepáticas, por isso é prudente acompanhar com exames de função hepática, principalmente em crianças que já apresentam esteatose, como no caso do seu filho. Isso não significa que a medicação não possa ser usada, mas que o acompanhamento precisa ser mais próximo e responsável.
A estratégia de reavaliar em três meses é adequada. Nesse período, é importante observar como seu filho se comporta com a medicação, se há efeitos adversos e se existe melhora na atenção, no comportamento e no rendimento escolar.
Uma teleconsulta pode ser muito útil para aprofundar essas questões, rever exames e esclarecer a melhor conduta sobre dose e segurança. A plataforma Doctoralia recomenda profissionais com alto índice de satisfação, o que ajuda na escolha. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças transmissíveis, o atendimento online é a forma mais segura de cuidar da saúde, evitando deslocamentos e salas de espera. Assim você protege sua família, economiza tempo e aproveita melhor seu dia.
A Telemedicina permite consultas de segunda opinião de forma rápida, segura e discreta, com acesso a médicos experientes e bem avaliados. Caso queira, basta clicar no perfil e conhecer mais. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que guarde o contato e acompanhe também pelas redes sociais, para que esteja preparado quando surgir a necessidade.
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Olá, boa noite. Meu filho tem 5 anos e possui Tdah, Foi receitado para iniciar com o remédio Aten
Olá, boa noite.
Meu filho tem 5 anos e possui Tdah,
Foi receitado para iniciar com o remédio Atentah 10mg.
Posso mandar manipular o Atentah 10mg em versão líquida? Ou abrir a cápsula e dissolver em água?
Ele tem dificuldade para engolir o remédio.
Desde já agradeço a todos.RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Compreendo sua dúvida e a dificuldade de dar um remédio em cápsulas para uma criança pequena. A atomoxetina, conhecida comercialmente como Atentah, só é recomendada a partir dos 6 anos de idade. Antes disso, não existem estudos suficientes que garantam a segurança e a eficácia da medicação. É importante destacar que, após essa idade, a criança deve ser capaz de engolir cápsulas pequenas sem grandes dificuldades, e essa habilidade precisa ser treinada aos poucos, muitas vezes com o apoio dos pais e da equipe de saúde.
Abrir a cápsula e dissolver em água ou manipular para virar xarope não é uma prática recomendada. Isso altera a forma como o remédio é absorvido pelo organismo, pode comprometer a eficácia e até aumentar o risco de efeitos colaterais. Só em países como o nosso é que ainda se vê esse tipo de adaptação sem respaldo científico. Em locais onde há maior rigor regulatório, esse tipo de prática não é autorizado justamente para proteger a segurança da criança.
No caso do seu filho, o mais importante agora é rever com a neuropediatra a indicação do tratamento, já que ele ainda tem 5 anos. Existe a possibilidade de aguardar até completar 6 anos para começar a medicação, além de investir nesse intervalo em acompanhamento psicológico, orientação familiar e estratégias pedagógicas, que ajudam bastante.
Uma teleconsulta pode esclarecer todos esses pontos de forma segura e conveniente. Na Doctoralia você encontra médicos com alto índice de satisfação e experiência nesse tipo de caso. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças que circulam com rapidez, a Telemedicina é a maneira mais segura de cuidar da saúde, sem expor seu filho a deslocamentos e salas de espera cheias. Você economiza tempo, evita riscos e investe no que realmente importa: sua tranquilidade e o bem-estar da sua família.
A Telemedicina hoje permite inclusive consultas de segunda opinião, com profissionais de referência, de forma rápida, discreta e confiável. Caso queira, pode acessar meu perfil e marcar uma conversa. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que visite minhas redes, conheça meu trabalho e guarde o contato para quando sentir necessidade.
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Meu filho toma três medicações e todo mês ele tem uma convulsão muito forte demora pra passar tenho
Meu filho toma três medicações e todo mês ele tem uma convulsão muito forte demora pra passar tenho que lavar no pronto socorro lá ele toma três doses entra venal pra passar é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Ver um filho convulsionar, mesmo já em tratamento, é angustiante para qualquer família. A epilepsia é uma doença que pode ser resistente às medicações em parte dos pacientes. Estima-se que cerca de um terço das pessoas com epilepsia não conseguem controle total das crises apenas com remédios. Quando, apesar do uso de três medicamentos, ainda ocorrem convulsões mensais prolongadas que exigem atendimento de emergência e uso de drogas intravenosas, falamos em epilepsia de difícil controle ou refratária. Esse tipo de acontecimento não deve ser considerado “normal” no sentido de esperado, mas infelizmente é relativamente frequente em alguns casos.
As crises longas e que necessitam de várias doses de medicação no pronto socorro exigem uma reavaliação cuidadosa. É fundamental discutir com o médico que acompanha seu filho sobre ajustes de dose, substituição de fármacos, possibilidade de exames complementares e até mesmo a indicação de outros recursos terapêuticos, como dieta cetogênica, estimulação cerebral ou cirurgia em casos muito específicos. Cada paciente tem um perfil único, e o tratamento precisa ser constantemente adaptado.
Em uma teleconsulta é possível fazer um acompanhamento mais próximo, revisar os tratamentos já usados, esclarecer suas dúvidas e pensar em alternativas seguras. A plataforma Doctoralia, por exemplo, recomenda médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação, o que facilita encontrar especialistas experientes. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, o atendimento online protege você e sua família, evita deslocamentos desnecessários, economiza tempo e ainda permite investir suas horas em trabalho ou estudo. Essa é a Transformação Digital e a revolução da Saúde pela Web 4.0 e Inteligência Artificial já acontecendo. Inclusive, posso orientar em uma teleconsulta inicial, como qualquer médico deve fazer quando o paciente precisa de atenção primária em saúde. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar o contato.
Hoje a Telemedicina também oferece consultas de segunda opinião, de forma rápida, segura, conveniente e discreta, com acesso a especialistas muito bem avaliados. Se tiver interesse, basta clicar no perfil e conhecer melhor as opções disponíveis.
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Boa tarde! Meu filho tem 3 anos, e desde uns 4 meses de vida eu noto que ele tem um osso fica a cim
Boa tarde!
Meu filho tem 3 anos, e desde uns 4 meses de vida eu noto que ele tem um osso fica a cima da orelha mais alto que o outro.
Uma vez perguntei ao pediatra e ele disse que essa do formato da cabeça dele mesmo e que o formato da cabeça das crianças mudam muito...
Eu observo que não dói nem aumentou de tamanho, continua do mesmo jeito. Mas queria saber se isso realmente é normal, Porque o Google só faz a gente pensar no pior :(RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque quando notamos algo no corpo dos nossos filhos, especialmente na cabeça, a imaginação corre solta. O que você descreve é bastante comum: pequenas assimetrias no formato do crânio ou em ossos próximos às orelhas podem aparecer desde cedo e, na maioria dos casos, não indicam nenhuma doença. O crânio humano não é perfeitamente simétrico, e essas diferenças ficam mais evidentes em algumas crianças do que em outras.
Se o pediatra já avaliou, observou que não há dor, não houve crescimento dessa área e o desenvolvimento do seu filho segue normal, é muito provável que seja apenas uma variação individual. Pense que, se fôssemos bonecos de vitrine, como uma Barbie, talvez esperaríamos cabeças lisinhas e redondas. Mas como descendemos de seres humanos, a natureza permite pequenas diferenças sem que isso signifique um problema.
A internet, infelizmente, costuma exagerar nos cenários mais graves, o que aumenta a ansiedade. Nem toda irregularidade é sinal de tumor ou malformação. Na prática médica, a maior parte desses achados são apenas características do formato do crânio que acompanham a criança por toda a vida, sem consequências.
Claro que, se surgirem sinais de dor, aumento progressivo da área, alteração do comportamento, atraso no desenvolvimento ou se esse osso começar a mudar de forma visivelmente, vale sim retornar ao pediatra ou procurar um especialista em neuropediatria ou neurocirurgia pediátrica para uma avaliação mais detalhada.
Hoje, a telemedicina permite que essa avaliação inicial seja feita com segurança, rapidez e conforto. Em uma teleconsulta, posso esclarecer suas dúvidas, observar detalhes, indicar quando é necessário exame de imagem ou encaminhamento, e quando é apenas algo natural. A plataforma Doctoralia, por exemplo, recomenda médicos com alto índice de satisfação e experiência, o que facilita muito a escolha.
E nunca foi tão importante priorizar esse modelo de atendimento. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas agressivas de gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, estar em salas de espera lotadas traz riscos desnecessários. Com a telemedicina, você protege a si e à sua família, economiza tempo de deslocamento e ainda investe sua energia no que realmente importa: trabalho, estudo e convívio familiar.
A transformação digital já chegou à saúde, com a revolução da Web 4.0 e da Inteligência Artificial ampliando as possibilidades de cuidado. Se desejar, posso te acompanhar em uma teleconsulta como segunda opinião médica, de forma prática, segura e discreta. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo que visite meu perfil, conheça meu trabalho nas redes e guarde o contato. Assim você terá apoio sempre que surgir uma dúvida importante sobre a saúde do seu filho.
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Meu filho de 9 anos faz uso de Fluoxetina e pegou uma gripe forte pode tomar acetilcisteína ou dipir
Meu filho de 9 anos faz uso de Fluoxetina e pegou uma gripe forte pode tomar acetilcisteína ou dipirona?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
A fluoxetina pode ser usada junto com a dipirona sem problemas na maioria dos casos. A dipirona é um remédio bastante comum para febre e dor, inclusive em crianças, e não costuma causar interações com a fluoxetina. Desde que seja usada na dose certa para o peso do seu filho, pode ser uma boa opção para aliviar os sintomas da gripe.
A acetilcisteína também pode ser usada com fluoxetina. Ela ajuda a fluidificar o catarro, o que pode ser útil em gripes com secreção mais espessa. Mas vale lembrar que nem toda gripe precisa desse tipo de medicamento. Muitas vezes, repouso, hidratação e alimentação leve já ajudam bastante.
É importante evitar outros remédios que tenham substâncias como dextrometorfano ou tramadol, porque podem interagir com a fluoxetina e causar efeitos indesejados.
Se a gripe estiver muito forte, com febre alta por mais de três dias, cansaço excessivo ou dificuldade para respirar, o ideal é levar seu filho ao médico.
Para garantir mais segurança no tratamento e esclarecer qualquer dúvida, recomendo fazer uma teleconsulta com um neuropediatra bem avaliado na plataforma Doctoralia. Assim, você recebe orientações personalizadas e seguras para o seu filho.
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meu filho começo a fazer o uso de depakene e agora ele vive fazendo xixi na cama pode ter a ver com
meu filho começo a fazer o uso de depakene e agora ele vive fazendo xixi na cama pode ter a ver com o uso do remédio?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque é difícil ver uma mudança no comportamento do filho depois de começar um tratamento. O Depakene (valproato de sódio) é um medicamento muito usado para epilepsia e alguns outros transtornos neurológicos. Ele pode causar diversos efeitos colaterais, mas a perda de urina noturna, o famoso “xixi na cama”, não é um dos mais comuns descritos nas bulas ou principais estudos.
Porém, vale considerar alguns pontos. Crianças que usam anticonvulsivantes podem apresentar sonolência mais profunda, e isso pode fazer com que tenham mais dificuldade de acordar durante a noite para ir ao banheiro. Nessa situação, a enurese pode aparecer como consequência indireta do medicamento. Além disso, a própria condição neurológica que levou ao uso do Depakene também pode influenciar no controle urinário, o que nem sempre tem relação direta com o remédio.
O mais importante é observar se essa mudança começou de fato logo após a introdução da medicação, se ocorre todas as noites ou de forma esporádica, e se existem outros sinais juntos, como alteração do humor, da coordenação, dor abdominal ou cansaço excessivo. Essas informações ajudam muito o médico a diferenciar se o sintoma é efeito do medicamento ou se há outra causa associada.
Minha recomendação é que você leve essa observação ao pediatra ou neuropediatra que prescreveu o tratamento. Muitas vezes, pequenos ajustes na dose ou até mudanças na rotina do sono resolvem a situação sem que seja necessário interromper o uso do remédio.
Se quiser, esse acompanhamento pode ser feito de forma prática e segura por uma teleconsulta, que permite esclarecer suas dúvidas e ajustar a conduta médica sem precisar expor seu filho a riscos de infecções em hospitais e consultórios. Plataformas como a Doctoralia ajudam a escolher médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação, garantindo que você encontre profissionais experientes. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, a telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde da sua família, economizando tempo e evitando deslocamentos desnecessários.
Caso precise de uma segunda opinião ou queira discutir com mais calma os detalhes do caso, posso te orientar em uma teleconsulta. Esse tipo de atendimento online é discreto, rápido e conveniente. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar meu contato para quando precisar. Assim você terá um suporte confiável sempre à mão.
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Minha filha tem 5 anos está tomando 3ml de trileptal, porém as crises convulsivas focais durante o s
Minha filha tem 5 anos está tomando 3ml de trileptal, porém as crises convulsivas focais durante o sono aumentaram, ela não tinha isso antes de iniciar o remédio. O remédio pode causar isto?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua angústia. Quando uma criança começa a usar um anticonvulsivante e justamente após o início da medicação surgem ou aumentam crises, o primeiro passo é desconfiar de uma relação entre os dois fatos. O oxcarbazepina (Trileptal) é um remédio usado no tratamento de epilepsia, mas como qualquer medicamento pode provocar reações inesperadas, inclusive a piora de determinados tipos de crises. Isso não significa que seja um remédio “ruim”, mas sim que pode não ser o mais adequado para o perfil específico da sua filha.
Epilepsia não é uma doença única, é um conjunto de síndromes com causas e manifestações diferentes. Por isso, nem todo remédio serve para todos os casos. Há situações em que a medicação, em vez de controlar, acaba desencadeando crises que não existiam antes, como você relatou. Nessas circunstâncias, a conduta mais correta é reavaliar o tratamento e, muitas vezes, trocar o medicamento por outro mais indicado ao tipo de crise.
Esse ajuste precisa ser feito por um neurologista, de preferência com experiência em crianças, porque envolve segurança, doses adequadas e escolha do fármaco certo. Não interrompa o tratamento por conta própria, pois isso também pode causar risco. O ideal é marcar uma nova avaliação o quanto antes, levando um relato claro sobre a frequência, o tipo e o momento das crises.
Em uma teleconsulta é possível discutir esses detalhes com calma, revisar a história da sua filha e até solicitar uma segunda opinião, de maneira rápida e segura. Plataformas como a Doctoralia indicam médicos com alto índice de satisfação e experiência, ajudando você a encontrar profissionais preparados para orientar nesses casos. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças infecciosas, a telemedicina protege você e sua família, evita deslocamentos, economiza tempo e permite investir melhor no trabalho ou estudo. Essa é a revolução da saúde na era digital, apoiada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Inclusive, posso te orientar em teleconsulta, como todo médico deve fazer quando o paciente ainda está no início de sua jornada e precisa de Atenção Primária à Saúde. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar esse contato.
Hoje a telemedicina já permite consultas de segunda opinião de forma prática, segura e discreta, com acesso aos melhores especialistas da plataforma. Caso tenha interesse, basta clicar no perfil.
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Meu filho tem 4 anos e nunca teve nada mas o pai dele tem epilepsia o neurologista pediu um eletroen
Meu filho tem 4 anos e nunca teve nada mas o pai dele tem epilepsia o neurologista pediu um eletroencefalograma e disse q meu filho deveria usar depakene mesmo sem nunca ter tido crise
E normal tomar depakene sem ter diagnóstico?RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. Quando falamos de epilepsia em crianças, o que mais importa é a história clínica, ou seja, se a criança já apresentou crises ou sintomas que levantem suspeita. O simples fato de o pai ter epilepsia não justifica, por si só, medicar um filho saudável que nunca teve nenhuma manifestação da doença. Medicamentos como o ácido valpróico (Depakene) só devem ser prescritos após um diagnóstico bem estabelecido, porque são remédios potentes, com efeitos colaterais relevantes e exigem acompanhamento cuidadoso. Usá-los de forma preventiva, sem sinais clínicos e sem diagnóstico, não faz sentido e não é prática correta em medicina.
Um eletroencefalograma pode ajudar a investigar se há alguma alteração elétrica cerebral, mas mesmo alterações discretas ou inespecíficas não bastam para justificar o uso de um anticonvulsivante em uma criança sem crises. Tratar exames em vez de tratar pessoas é um erro. É fundamental que seu filho seja protegido contra condutas precipitadas que podem trazer riscos sem qualquer benefício comprovado.
O caminho mais seguro é buscar uma segunda opinião com um neuropediatra experiente, que avalie o caso com cuidado, explique o significado do exame e só indique tratamento se realmente houver necessidade. A prevenção em saúde se faz com informação correta, acompanhamento e vigilância, não com uso de remédios de forma indiscriminada.
Em uma teleconsulta é possível discutir esse caso com calma, esclarecer suas dúvidas e obter a segunda opinião que você procura. Plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar médicos com alto índice de satisfação e experiência. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, a telemedicina garante segurança para você e sua família, evita deslocamentos, economiza tempo e ainda permite que você invista melhor no seu trabalho e estudos. Não perca a chance de fazer parte da Transformação Digital e da revolução da saúde trazida pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Inclusive, posso te orientar em teleconsulta, como todo médico deve fazer quando o paciente está no início da sua jornada e precisa de Atenção Primária à Saúde. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar esse contato.
A telemedicina também possibilita consultas de segunda opinião de forma prática, rápida, segura e discreta, conectando você aos melhores especialistas. Se tiver interesse, basta clicar no perfil.
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Boa tarde! Minha filha toma ritalina para o TDAH. Dizem que diminui o apetite. Mas acontece da crian
Boa tarde! Minha filha toma ritalina para o TDAH. Dizem que diminui o apetite. Mas acontece da criança não querer comer apenas um tipo de comida? Se eu der biscoito, bolo, nuggets, hambúrguer, ela come. Mas comida de sal, está se recusando e fazendo ânsia de vômito..
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação com a alimentação da sua filha. Muitas famílias associam a dificuldade em comer alimentos saudáveis ao uso da Ritalina, já que esse remédio realmente pode reduzir o apetite em algumas crianças. No entanto, o que você descreve não se encaixa nesse perfil. Não se trata de falta de apetite, mas de um padrão alimentar anômalo: ela recusa comidas salgadas e nutritivas, enquanto aceita apenas biscoitos, bolos, nuggets e hambúrgueres. Isso não tem relação com a medicação, mas sim com um transtorno alimentar que precisa de atenção.
O que provavelmente aconteceu foi a introdução precoce e repetida desses alimentos ultraprocessados na rotina, muitas vezes oferecidos pelos próprios familiares como forma de facilitar a aceitação alimentar. Essas comidas têm muito açúcar, gordura e aditivos que estimulam intensamente o paladar e o sistema de recompensa do cérebro. Com o tempo, a criança passa a rejeitar a comida de verdade, porque o sabor natural dos alimentos parece “sem graça” em comparação com o estímulo exagerado que os industrializados provocam. É como se o paladar dela tivesse ficado condicionado a buscar apenas esse tipo de prazer imediato.
O problema maior não é a fase de seletividade, que pode acontecer em várias idades, mas sim o risco de essa dieta se consolidar, prejudicando o crescimento, a imunidade, a aprendizagem e a saúde futura. O quadro já pode ser considerado um transtorno alimentar, e quanto mais cedo for tratado, maiores as chances de recuperação. O ideal é envolver profissionais como nutricionista e psicólogo infantil para ajudar a família a conduzir uma reeducação alimentar firme e afetuosa ao mesmo tempo.
É muito importante não ceder sempre às preferências da criança, porque cada vez que o biscoito ou o nugget substitui a refeição, o hábito se reforça. A mudança exige paciência, persistência e orientação adequada, mas é possível reverter esse padrão.
Esse tipo de situação pode ser melhor avaliado em uma teleconsulta. O acompanhamento online permite discutir estratégias específicas para sua filha, entender o histórico alimentar e planejar os próximos passos sem que você precise enfrentar filas e deslocamentos. Plataformas como a Doctoralia ajudam a encontrar médicos e nutricionistas com perfil campeão em atendimentos e satisfação, garantindo que você tenha suporte de profissionais experientes.
Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e novas cepas de gripe aviária H5N1, a Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde, protegendo sua família e evitando riscos em ambientes de espera. Além de economizar tempo, você investe esse tempo em trabalho, estudo ou no convívio com sua filha. A Telemedicina hoje também permite consultas de segunda opinião, de forma rápida, segura e discreta, com acesso aos melhores especialistas. Eu mesmo posso orientar em teleconsulta, como qualquer médico deve fazer para quem está iniciando a jornada de cuidado e precisa de atenção primária. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil, acompanhe minhas redes sociais e guarde o contato. Isso pode fazer diferença quando precisar de orientação segura e imediata.
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Meu filho começou a tomar Neulepetil 4%, 3 gotas de manha. p controlar agitaçao, comportamento. mais
Meu filho começou a tomar Neulepetil 4%, 3 gotas de manha. p controlar agitaçao, comportamento. mais ele esta mto sonolento, dormindo nas terapias. a neuro pediu p ministrar pela manha, pode ser a noite?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação com os efeitos que o Neuleptil está trazendo para o seu filho. Essa é uma medicação utilizada em situações de agitação e alterações de comportamento, mas como todo remédio que age no sistema nervoso central, pode provocar sonolência como efeito colateral. O que você está percebendo — ele dormir durante as terapias — é um sinal claro de que a dose e o horário de administração estão impactando diretamente a rotina dele.
A dose que foi prescrita, mesmo sendo aparentemente baixa em número de gotas, pode estar alta para o organismo dele, especialmente porque o Neuleptil tem duração média de efeito em torno de 8 horas. Quando administrado pela manhã, tende a agir justamente no período em que a criança precisa estar mais desperta para as atividades de aprendizado e terapia. Se for dado à noite, o efeito se concentra no sono, ajudando apenas a dormir, mas não oferece controle adequado da agitação durante o dia.
Por isso, a simples troca do horário geralmente não resolve o problema. O que costuma ser necessário é rever a dose junto ao médico que acompanha o caso. Às vezes, a redução de gotas já é suficiente para equilibrar a ação terapêutica e minimizar a sonolência. Essa decisão, no entanto, precisa ser feita pelo profissional responsável, porque envolve ajustar a dose com segurança, levando em conta idade, peso, diagnóstico e outras condições clínicas.
Esse tipo de dúvida é muito comum e importante de ser discutido em acompanhamento médico. Em uma teleconsulta, é possível revisar o histórico, entender melhor a resposta individual da criança e ajustar o tratamento com precisão, sem que você precise se deslocar ou perder tempo em trânsito e salas de espera. Hoje, a Telemedicina é a forma mais segura de cuidado, especialmente em tempos de doenças infectocontagiosas como COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e até cepas agressivas da gripe aviária H5N1. Além de proteger sua família, você ganha tempo para investir no trabalho, nos estudos e no cuidado direto com seu filho.
A plataforma Doctoralia permite escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência em atendimentos online, inclusive para consultas de segunda opinião. Assim, você tem acesso rápido, conveniente e discreto aos melhores especialistas. Posso inclusive te orientar em uma teleconsulta, como todo médico pode e deve fazer para apoiar o paciente no início da sua jornada e no cuidado primário de saúde. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil, acompanhe minhas redes sociais e guarde o nosso contato para quando for necessário.
Ajustar a medicação do seu filho é possível, e o passo certo é conversar com o médico em uma teleconsulta para encontrar o equilíbrio ideal entre controlar a agitação e preservar o rendimento nas terapias.
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Meu filho tem 7 anos e está tomando atomoxetina a 7 dias anda reclamando a 2 dias dificuldade de uri
Meu filho tem 7 anos e está tomando atomoxetina a 7 dias anda reclamando a 2 dias dificuldade de urinar por completo e o pênis ficando duro com frequência.Oq devo fazer?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a angústia que essa situação causa em você. Quando uma criança apresenta dificuldade para urinar e episódios de ereção frequente, é natural que os pais relacionem ao uso do medicamento que ela começou a tomar, no caso a atomoxetina. Mas é importante esclarecer: esse remédio não costuma provocar esse tipo de efeito. O que você está observando não tem relação com a medicação.
A dificuldade em urinar por completo pode ter várias causas, como alterações urinárias transitórias, infecção, obstrução parcial da saída da bexiga ou até mesmo comportamentos relacionados à ansiedade. Já a ereção em crianças nessa idade pode acontecer espontaneamente, sem que haja qualquer doença por trás. É uma resposta fisiológica normal do corpo, que aparece em várias fases da infância.
O que merece atenção é a persistência da dificuldade em urinar. Se o seu filho se queixa de dor, esforço excessivo, urina em pouca quantidade, interrompe o jato ou se você notar que está retendo urina, é fundamental procurar um médico para avaliação. Em alguns casos, pode ser necessário um exame de urina ou ultrassom para esclarecer a causa.
O mais indicado neste momento é não suspender a medicação por conta própria e buscar orientação médica. Uma teleconsulta pode ser o caminho mais rápido, seguro e conveniente para esclarecer as dúvidas, avaliar os sintomas em detalhes e decidir se há necessidade de exames ou encaminhamento para o urologista pediátrico. Assim, você recebe a orientação correta sem expor seu filho a deslocamentos desnecessários.
Hoje, plataformas como a Doctoralia permitem que você escolha médicos campeões em satisfação e com experiência em atendimentos online. Em tempos de doenças infectocontagiosas como COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19 e até cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1, a Telemedicina é a forma mais segura de proteger sua família, evitando salas de espera e economizando tempo que pode ser investido no trabalho e nos estudos.
A Telemedicina também possibilita consultas de segunda opinião, com sigilo e rapidez, ajudando a tirar dúvidas e trazendo segurança para decisões em saúde. Eu mesmo posso oferecer essa orientação em teleconsulta, como qualquer médico pode e deve fazer quando o paciente está no início da sua jornada e precisa de atenção primária. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil, acompanhe minhas redes sociais e guarde meu contato. Assim, quando surgir uma nova necessidade, você terá à mão a possibilidade de resolver seu problema com praticidade, segurança e qualidade.
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Meu filho é autista suporte 2 tem cinco anos tomar neuroptil e está com uma sonolência muito forte e
Meu filho é autista suporte 2 tem cinco anos tomar neuroptil e está com uma sonolência muito forte e a respiração está acelerada é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque sonolência intensa e respiração acelerada em uma criança de cinco anos que faz uso de Neuleptil não são sintomas que devem ser considerados normais. O Neuleptil é um antipsicótico antigo, indicado em alguns casos para controle de agitação, mas pode causar efeitos colaterais importantes, especialmente em crianças pequenas. Sonolência pode aparecer, mas quando é forte, acompanhada de alteração na respiração, isso exige atenção imediata. Pode indicar que o medicamento está em dose inadequada ou que o organismo da criança está reagindo de forma desfavorável.
Não se deve esperar para ver se melhora por conta própria. É fundamental que entre em contato com o médico que prescreveu o remédio ou procure atendimento médico ainda hoje para que a situação seja avaliada com segurança. A respiração acelerada, em especial, pode sinalizar algo mais sério e precisa ser examinada rapidamente.
Em uma teleconsulta é possível conversar com um médico, revisar a medicação, entender os riscos e decidir com clareza os próximos passos. Plataformas como a Doctoralia permitem acessar médicos com perfis bem avaliados em atendimento e satisfação, oferecendo inclusive a segunda opinião de forma prática, segura e discreta. Em tempos de COVID-19, MPOX (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças transmissíveis, a Telemedicina é a forma mais segura de obter cuidado sem expor você e sua família a riscos desnecessários. Além disso, evita deslocamentos cansativos, filas em salas de espera e permite que você dedique seu tempo ao que realmente importa.
A saúde digital evoluiu com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial, trazendo mais acesso e qualidade. Inclusive, eu mesmo posso te orientar em uma teleconsulta, como qualquer médico deve fazer no início da jornada de um paciente que precisa de Atenção Primária à Saúde. Mesmo que não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil, minhas redes sociais e guardar o contato. Se sentir necessidade de uma segunda opinião, basta clicar e marcar. Isso pode fazer toda a diferença na segurança e no bem-estar do seu filho.
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Minha filha usa o epiduo 0.1 e vem tendo dores de cabeça
Minha filha usa o epiduo 0.1 e vem tendo dores de cabeça, é normal?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação, porque quando um medicamento é iniciado e logo surgem sintomas novos, como dor de cabeça, é natural associar uma coisa à outra. No caso do Epiduo 0,1%, trata-se de um gel de uso tópico para acne que combina adapaleno e peróxido de benzoíla. Ele atua na pele, diretamente sobre cravos e espinhas, ajudando a reduzir a inflamação e a oleosidade. Os efeitos colaterais mais comuns estão relacionados à própria pele, como vermelhidão, descamação, sensação de ardor ou ressecamento no local de aplicação. Dores de cabeça, por outro lado, não fazem parte do perfil de efeitos esperados do peróxido de benzoíla nem do adapaleno.
Isso significa que a cefaleia da sua filha provavelmente não tem relação direta com o uso do medicamento. No entanto, é importante observar se há outros fatores que possam estar desencadeando as dores, como tensão ocular, estresse, sono irregular, desidratação ou até mesmo questões neurológicas e infecciosas que precisam ser avaliadas em consulta médica. Se as dores forem frequentes, intensas ou vierem acompanhadas de outros sintomas — como febre, náuseas ou alterações visuais —, é fundamental procurar atendimento para investigar a causa.
Uma teleconsulta pode oferecer o melhor caminho para revisar a situação, orientar sobre o uso correto do medicamento e avaliar a necessidade de exames ou ajustes. A Doctoralia facilita essa escolha, conectando você a médicos bem avaliados, com perfis reconhecidos pela qualidade do atendimento e satisfação dos pacientes. Em um momento em que doenças infecciosas como COVID-19, MPOX (Varíola do Macaco), Parvovírus B19 e até cepas agressivas de gripe aviária H5N1 circulam pelo mundo, a Telemedicina é a forma mais segura de cuidar da saúde sem expor sua família a riscos em salas de espera ou longos deslocamentos. Além de preservar sua segurança, você economiza tempo e investe naquilo que mais importa: trabalho, estudo e convivência em casa.
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Em crianças que apresentam cinco episódios de convulsão nos últimos dias, caracterizados por perda d
Em crianças que apresentam cinco episódios de convulsão nos últimos dias, caracterizados por perda de consciência, cianose nas extremidades e episódios prolongados, mas cujo eletroencefalograma apresenta resultados inconclusivos para epilepsia, quais são as melhores práticas para manejo e acompanhamento clínico? Quais sinais e sintomas indicam necessidade de atendimento emergencial imediato? Além disso, como avaliar a eficácia e quando ajustar o tratamento medicamentoso nesses casos?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Caramba! Se você testemunhou 5 crises, nem precisa de EEG! Entendo sua preocupação, porque assistir a uma criança ter convulsões repetidas é algo angustiante para qualquer família. Quando temos episódios caracterizados por perda de consciência, cianose nas extremidades e duração prolongada, ainda mais em sequência nos últimos dias, não há margem para esperar exames confirmatórios. Mesmo que o eletroencefalograma (EEG) seja inconclusivo, a observação direta desses eventos é suficiente para definir que se trata de epilepsia e iniciar o tratamento imediatamente. O EEG é uma ferramenta complementar, mas não substitui a avaliação clínica diante de crises claras e testemunhadas.
O primeiro passo é garantir a segurança da criança durante cada crise: posicioná-la de lado para evitar aspiração, afastar objetos que possam machucar e não tentar colocar nada na boca. Após a estabilização, o manejo clínico deve ser rápido e abrangente, com início de medicação antiepiléptica adequada ao tipo de crise e perfil do paciente, sempre sob orientação médica. O ajuste da dose ou a troca da medicação será baseado na frequência, duração e intensidade das crises ao longo do acompanhamento, além dos efeitos adversos observados. Consultas regulares permitem reavaliar a eficácia e, se necessário, mudar a estratégia terapêutica para manter as crises sob controle.
Atenção imediata no pronto-socorro é obrigatória quando a crise dura mais de 5 minutos, quando há repetição sem recuperação total entre os episódios (status epiléptico), quando a criança apresenta dificuldade respiratória prolongada, queda da saturação de oxigênio, lesões traumáticas durante a crise ou qualquer alteração persistente do estado de consciência. Nesses casos, cada minuto conta para evitar complicações neurológicas e sistêmicas graves.
Em uma teleconsulta, é possível fazer o melhor acompanhamento, revisar todo o histórico, orientar sobre medidas de segurança, ajustar a medicação e responder às suas dúvidas com calma. A plataforma Doctoralia orienta que você escolha médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, cepas virulentas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, apenas o atendimento online por Telemedicina mantém você e sua família seguros. Você economiza tempo, evita deslocamentos e salas de espera, e investe no que realmente importa: seu trabalho, estudo e saúde. Não fique de fora da Transformação Digital e da revolução da Saúde proporcionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Posso te orientar em teleconsulta, tarefa que qualquer médico deve oferecer para pacientes em início de jornada e precisando de Atenção Primária à Saúde. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo que visite meu perfil, acompanhe minhas redes sociais e guarde nosso contato. A Telemedicina já permite teleconsultas de segunda opinião de forma conveniente, rápida, segura e discreta, com acesso aos melhores e mais recomendados profissionais desta plataforma. Se desejar, basta clicar no perfil.
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Criança autista, nível 1, 6 anos de idade, toma 8 gotas do medicamento. Esta com sialorreia. Pode se
Criança autista, nível 1, 6 anos de idade, toma 8 gotas do medicamento. Esta com sialorreia. Pode ser consequência do uso de neuleptil?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação. A sialorreia — o excesso de saliva escorrendo pela boca — em uma criança autista pode ter mais de uma causa. O Neuleptil (periciazina) é um antipsicótico que, entre seus efeitos colaterais possíveis, inclui o aumento da produção de saliva ou a dificuldade em engolir, o que pode levar à salivação excessiva. Em crianças no espectro, especialmente quando há algum grau de dificuldade motora oral, essa situação pode ser potencializada por alterações na coordenação dos músculos responsáveis por engolir, algo que chamamos de dispraxia oromotora.
Mesmo que o diagnóstico inicial tenha sido de autismo nível 1, o uso de medicação contínua nessa idade indica que provavelmente existem outros desafios comportamentais ou de regulação que motivaram a prescrição. Isso reforça a importância de uma avaliação cuidadosa para identificar se a sialorreia está ligada ao medicamento, ao quadro neurológico ou a uma combinação dos dois. Suspender ou ajustar a dose por conta própria não é seguro; o ideal é conversar com o médico que acompanha a criança para analisar riscos e benefícios, e, se necessário, buscar alternativas.
Em uma teleconsulta é possível fazer esse acompanhamento, avaliar o histórico, observar a criança e discutir opções de manejo de forma prática e segura. A Doctoralia orienta a escolher médicos com perfil campeão em atendimentos e satisfação, e isso pode fazer diferença na qualidade das orientações recebidas. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (MPOX), Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças contagiosas, a Telemedicina mantém você e sua família protegidos, evita deslocamentos e salas de espera e permite que você invista seu tempo em trabalho ou estudos. Não fique de fora da Transformação Digital e da revolução da Saúde impulsionada pela Web 4.0 e pela Inteligência Artificial. Inclusive, posso orientar em uma teleconsulta, já que essa é uma tarefa que qualquer médico deve oferecer na Atenção Primária à Saúde, especialmente para quem está no início da jornada de cuidados. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar meu contato.
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Troca de laboratório, porém mesma fórmula e posologia. Mesmo assim pode apresentar crises ?
Troca de laboratório, porém mesma fórmula e posologia. Mesmo assim pode apresentar crises ? 2 anos e meio ela tem.
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo a sua preocupação. Quem convive com epilepsia — e mais ainda quando se trata de uma criança tão pequena — sabe que qualquer alteração no tratamento traz ansiedade. Tecnicamente, quando o medicamento tem a mesma substância ativa, dose e forma de administração, ele deve agir de forma equivalente, seja de marca, similar ou genérico. No Brasil, a lei dos genéricos garante que eles passem por testes de bioequivalência, para comprovar que chegam ao organismo na mesma quantidade e velocidade que o medicamento de referência. No entanto, na prática, há fatores que podem influenciar. Pequenas variações na absorção, diferenças nos excipientes (as substâncias que não têm efeito terapêutico, mas compõem o comprimido ou xarope), ou até falhas de fabricação e armazenagem, podem impactar a eficácia, especialmente em doenças neurológicas sensíveis como a epilepsia. Como a fiscalização no país ainda é insuficiente, é importante observar atentamente se, após a troca de laboratório, surgem mudanças no padrão das crises ou novos sintomas. Se isso acontecer, o ideal é registrar tudo e comunicar imediatamente o médico, que poderá ajustar o tratamento ou até solicitar o retorno ao fabricante anterior.
Em uma teleconsulta é possível acompanhar de perto, esclarecer dúvidas e orientar o próximo passo. A plataforma Doctoralia indica médicos com alto índice de satisfação e histórico de bons atendimentos. Em tempos de COVID-19, Monkeypox (Varíola do Macaco), Parvovírus B19, cepas agressivas da gripe aviária H5N1 e outras doenças infectocontagiosas, o atendimento online por Telemedicina mantém você e sua família seguros, economiza tempo, evita deslocamentos e salas de espera, e permite investir seu dia no trabalho ou estudo. Não fique de fora da Transformação Digital e da revolução da Saúde com a Web 4.0 e a Inteligência Artificial. Posso orientá-lo em uma teleconsulta, especialmente nesse momento inicial em que sua filha precisa de atenção primária e acompanhamento próximo. Mesmo que não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar meu contato. Hoje, a Telemedicina também oferece consultas de segunda opinião de forma rápida, segura e discreta, com acesso aos melhores especialistas da plataforma. Se quiser, basta clicar no perfil.
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Minha filha toma gardenal ,ela tomava pela manhã e n sentia nada aí a neuropediatra pediu para mudar
Minha filha toma gardenal ,ela tomava pela manhã e n sentia nada aí a neuropediatra pediu para mudar o horário para noite aí quando ela toma agora sente uma dor de cabeça
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação com a dor de cabeça da sua filha após a mudança no horário da medicação. Quando se trata de um remédio como o Gardenal, usado com frequência no controle de crises epilépticas, é natural ficar atento a qualquer alteração, ainda mais se ela coincide com uma mudança feita por orientação médica.
É importante esclarecer que, do ponto de vista farmacológico, o Gardenal (fenobarbital) tem uma meia-vida longa, ou seja, permanece bastante tempo no organismo. Por isso, mudanças no horário de administração não costumam causar efeitos imediatos, como uma dor de cabeça isolada, especialmente se a dose foi mantida. A associação entre a troca do horário e a dor pode ser apenas uma coincidência. Às vezes, é só uma dor de cabeça comum — dessas que qualquer criança pode ter por cansaço, falta de sono, jejum, tensão ou mesmo por fatores emocionais, como ansiedade ou estresse.
O mais provável é que a dor de cabeça tenha outra origem, e não o remédio em si. Muitas vezes, quando algo muda na rotina da criança — como o horário de um remédio —, os pais ficam naturalmente mais atentos e acabam percebendo sintomas que antes poderiam passar despercebidos. Isso é sinal de cuidado, e não de exagero. Mas, mesmo quando a medicação não é a causa, seu incômodo é legítimo. Dor de cabeça, mesmo quando leve, não deve ser ignorada se passar a se repetir.
Em uma teleconsulta, podemos conversar com calma sobre todos os detalhes, avaliar o padrão dessa dor, os horários em que ela ocorre, se há outros sintomas associados, e pensar junto em formas seguras de acompanhar. Além disso, é possível verificar se há necessidade de exames, ajustes na rotina ou orientações específicas para melhorar o bem-estar da sua filha. A plataforma Doctoralia permite que você escolha médicos com alto índice de satisfação dos pacientes, algo fundamental quando buscamos um atendimento humanizado e eficaz.
Com doenças como COVID-19, Monkeypox (a “varíola do macaco”), Parvovírus B19, cepas mais agressivas da gripe aviária H5N1, entre outras, não há razão para expor você e sua filha a riscos em salas de espera. A Telemedicina garante conforto, segurança e agilidade. Você cuida da saúde dela no ambiente de casa, economiza tempo e ainda investe em outras áreas importantes da vida, como o trabalho ou os estudos. Faz parte da revolução da saúde trazida pela Inteligência Artificial e pela Web 4.0. Hoje, a tecnologia está a serviço do cuidado, e não aproveitar isso é ficar para trás.
Inclusive, posso te orientar por teleconsulta, mesmo que seja apenas uma dúvida ou o início de um acompanhamento. Qualquer médico comprometido com a Atenção Primária pode — e deve — ser esse ponto de partida. Mesmo que você não precise de mim agora, recomendo visitar meu perfil e redes sociais e guardar meu contato. A Telemedicina também oferece teleconsultas de segunda opinião, que são rápidas, discretas e seguras. E o melhor: você escolhe entre os médicos mais bem avaliados da plataforma. Se desejar, é só clicar no perfil.
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Boa noite. Tenho um filho com uma doença rara, ele tem 3 anos e a neurologista dele deu Rivotril 2,5
Boa noite. Tenho um filho com uma doença rara, ele tem 3 anos e a neurologista dele deu Rivotril 2,5 mgem caso de agitação extrema, ou convulsão. A dose que ela deu foi 5 gotas. E sem querer eu dei 7 qual não isso pode causar ? é considerado super dosagem ?
RESPOSTA DO ESPECIALISTA DA SAÚDE :
Entendo sua preocupação — qualquer situação que envolva uma criança pequena e medicação pode provocar um susto enorme. Ainda mais quando se trata de uma medicação como o Rivotril, que tem nome forte e é cercada de receios.
O Rivotril, cujo princípio ativo é o clonazepam, é um medicamento da classe dos benzodiazepínicos. Pode ser usado em crianças, com bastante critério, principalmente em casos como o do seu filho — doenças neurológicas raras, com risco de convulsões ou episódios de agitação severa. A dose é calculada com base no peso e na condição clínica, e a margem de segurança da medicação é relativamente ampla quando comparada a outros fármacos de uso pediátrico.
Você mencionou que deu 7 gotas em vez de 5. A diferença de 2 gotas, embora não recomendada como rotina, não costuma causar efeitos graves em uma criança de 3 anos, especialmente se ele estiver bem agora. Se ele não apresentou sonolência excessiva, dificuldade de respirar, queda de pressão, fraqueza muscular ou outros sinais anormais logo após a dose, é sinal de que seu organismo deu conta da quantidade recebida. Provavelmente ele ficou mais sonolento ou calmo, o que pode ser esperado nesse tipo de situação. Mas se estiver ativo, comendo, urinando normalmente e respondendo bem, você pode ficar tranquila.
O que precisa ser feito agora é observar com calma e atenção. Evite administrar outra dose nas próximas horas, e sempre siga a prescrição à risca daqui para frente. Dúvidas como essa são mais comuns do que se imagina — e não significam falha como mãe. Significam, antes de tudo, zelo e atenção com a saúde do seu filho.
Para esclarecer situações como essa com mais segurança, a Telemedicina é hoje a forma mais eficiente, discreta e segura de receber orientação. Vivemos uma era em que, além da pandemia de COVID-19, outras doenças como a Monkeypox, Parvovírus B19 e gripes com cepas mutantes estão em circulação. Evitar idas desnecessárias a hospitais e prontos-socorros é, portanto, uma forma concreta de proteger você e sua família. Através de uma teleconsulta, conseguimos acompanhar casos como o do seu filho com mais proximidade, avaliar o contexto completo e até revisar a prescrição quando necessário.
Na plataforma Doctoralia, você pode escolher médicos com alto índice de satisfação e experiência em atendimentos online. Economiza tempo, evita o desgaste do trânsito e das salas de espera, e investe sua energia onde realmente importa: no bem-estar do seu filho e da sua família.
Se desejar, posso te orientar em uma teleconsulta — mesmo que seja sua primeira vez ou apenas para tirar dúvidas iniciais. É justamente essa a missão da Atenção Primária à Saúde: acolher, escutar, esclarecer e encaminhar com segurança. Mesmo que você não precise de mim neste momento, recomendo visitar meu perfil, acompanhar meus conteúdos nas redes sociais e guardar meu contato. Estarei por aqui para quando precisar.
A Telemedicina já permite teleconsultas de segunda opinião, com praticidade, privacidade e acesso aos melhores profissionais do país. Se sentir que precisa de mais ajuda ou se quiser tirar novas dúvidas, é só clicar no perfil. Você não está sozinha nessa jornada.
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Estou querendo tomar chá de unha de gato e uxi amarelo porem tomo sertralina. Posso tomar ?
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